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Postada em 11-11-2015. Acessado 413 vezes.
Título da Postagem:Todos os homens de Lula e Dilma, confiança absoluta em segredos das corruptelas
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 11-11-2015 @ 10:09 am
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Tags: PT, petismo, Dilma, cargos de confiança, perícia, administração, crimes

 Todos os homens de Lula e Dilma: confiança absoluta em segredos das corruptelas?

E agora Dilma diz que os CAMINHONEIROS grevistas estão prejudicando a economia do país, travando as estradas – Já travadas com buracos, má conservação, pontes caídas, contornos e retornos de riscos, e uma centena de anomalias, decorrentes da administração dela e de todos os seus homens de confiança... Confiança para a destruição do Brasil!

Cientista behaviorista comenta que no Brasil o sistema político instituído não valoriza o conhecimento, nem a profissionalização do exercício da administração pública. Dentre o grande número de cargos na administração pública e no legislativo – de confiança e assessoria – a parentela dos políticos se acha “empossada”, e com qualificação duvidosa, à custa do povo brasileiro, produzindo para aquele toda espécie de retardo, mazela e disfunção.  E o que é “cargo de confiança”? Confiança na idoneidade? Confiança na capacidade e conhecimentos? Confiança na astúcia ou confiança na guarda de “segredos”? 

Atualmente a governança Petista revelou o significado da palavra "confiança", para tantos cargos e tantas funções, nas suas indicações aos cargos politizados do governo e de suas estatais.

A confiança se baseava no sigilo e no escamoteio da corrupção generalizada - como todos eram / são de "confiança" jamais se esperou que própria justiça, uma das instituições com baixo "índice de confiança" entre os brasileiros, fosse "quebrar" este círculo de corrupção SECULAR – temos a DELAÇÃO PREMIADA, onde ex-elementos de confiança, ex-amigos da gandaia de crimes, roubos e desvios, ex-atravessadores de propinas e mensageiros com códigos de “pixulecos e barbas”, delatam o ESQUEMA só por piedade de si mesmos, mediante a clausura de longas agonias de otários manipulados.

Estão os delatores quase a ferrar Lula, Dilma e todos os seus “homens de confiança” nas articulações e nas ações ilícitas – numa hierarquia de elementos confiáveis, na base do CONFIO, se alastraram as revelações das corruptelas e dos crimes, roubos e desvios.  

A CORRUPÇÃO e a incompetência administrativa, nos serviços públicos politizados, em todas as esferas de governo, produzem perdas irreparáveis, a um elevadíssimo custo social e econômico para a nação, sem que haja mecanismos de cobrança de responsabilidades e “descredenciamento profissional”: SÃO perdas pessoais, empresariais, institucionais, nacionais em vários graus de concretismo, tais como: psicológicas e morais, humanas e sociais, financeiras e econômicas, materiais e patrimoniais, ambientais (flora e fauna) e etc.

Algumas crianças brincam de ser autoridades governamentais e presenciamos uma dessas brincadeiras, nos idos dos anos 1990, em que várias delas escolhiam o ministério em que iriam atuar. Recordamos-nos que cada uma teria que justificar a sua escolha:

1. O Ministro das Comunicações teria que saber “trocar pilhas de radinho” e “ajustar a antena de TV para melhorar a recepção do sinal”,

2. O Ministro da Agricultura teria que saber “diferenciar uma couve de uma alface” e “ter experimentado pelo menos 5 frutas em sabor, cor e nome”,

3. O Ministro da Educação teria que saber “fazer continhas de aritmética” e “ler bem a cartilha do ABC”,

4. O Ministro da Ciência e Tecnologia teria que saber “desmontar e montar o liquidificador da mamãe” e “explicar como nascem os cachorrinhos” e assim por diante, como exemplos marcantes.

Por exemplo: Em raras exceções, no Brasil, tivemos ministros bem qualificados para os respectivos cargos. Enquanto a sociedade não despertar, para isso, iremos “engolir sapos incompetentes” por indicações políticas de governantes. Até certas crianças sabem que o exercício, desses cargos (e todos os demais relacionados à Administração Pública), necessita de profissionais muito bem qualificados.

A governança em suas decisões tem recorrido a ministros, e auxiliares, fajutos e palpiteiros – mais ASTUTOS do que SÁBIOS – a adoção de opiniões desqualificadas, na aceitação da influência pessoal nociva, na deposição de confiança excessiva nos afetos e de confiança emocional e ilusória, demonstrado ”burrice coletiva”. E, implementando a especulação, e têm dado crédito a embusteiros ufanistas e falaciosos. Por diversos motivos isso ocorre, tais como:

1. Seleção errada dos ministros;

2. Falta de uso da razão para o senso de responsabilidade que se atribui;

3. Falta de conhecimentos dos temas e assuntos sob análises;

4. Falta de dados e informações para análises críticas científicas;

5. Falta de conhecimentos, de domínio de métodos e técnicas de pesquisas, investigação e de previsão e

6. Ações precipitadas – mal consensadas - e sem planejamento coerente.

A administração é uma profissão que possui normas e códigos de responsabilidade e ética, capazes de serem aplicados em qualquer atividade administrativa, exercida por políticos eleitos para cargos executivos ou por técnicos contratados pela comunidade ou pelo povo brasileiro.

Os cargos de governo são de propriedade do povo brasileiro e esse deve ser respeitado com indicação, eleição ou contratação, de pessoas que possam fazer o melhor por ele, e de modo abnegado e dedicado. As indicações políticas têm usurpado à possibilidade de acesso da competência para cuidar dos interesses da nossa sociedade, fixando mazelas sociais por décadas. E produzindo décadas de atraso, acumulando disfunções e retardos.  

Os programas de governo omitem metas objetivas e são precariamente formulados descrevendo intenções demagógicas e dúbias. As metas afirmativamente não existem, quando sim são mal definidas e praticamente nenhuma é cumprida, e nem mesmo cobrada sob o ponto de vista de gestão. E o “marketing político” faz propaganda de números absolutos mal calculados, sem comparação relativa correta e sem projeção limite em relação às metas aplicáveis, sem sinalizar o curto, o médio e o longo prazo.

Vemos governantes indicando “amigos”, “coleguinhas” e “cupinchas” para cargos de suma importância para a sobrevivência da sociedade, sem escrúpulos e sem nenhuma vergonha. O que ocorre é que essa exposição evidencia a mais devastadora incapacidade administrativa e, essa última, é a “inimiga número um” do povo brasileiro - para os fins sociais “tempo é dor, sofrimento e morte”.   

No Brasil qualquer indivíduo desestruturado, sem conhecimentos plenos e com média qualificação pode ser ministro, secretário e etc, ao passo que deveria ser um plenipotenciário do conhecimento, para coordenar e gerenciar as atividades do ministério que ocupará, sendo um profundo conhecedor das atividades e da missão de sua pasta. Caso contrário se estará “brincando de ministro”. E se está “brincando de governar o país”.

Fica evidente que as equipes governamentais são mal estruturadas e que produzem e ampliam as desgraças sociais e econômicas que presenciamos.

Sob a ótica dos administradores privados é difícil a governança apresentar uma estrutura de indicadores sujeitos à gestão científica, sendo pouco “parametrizada”. E o perfil dos agentes dos serviços públicos nos mostrou, ao longo dos últimos 30 anos, uma atitude progressivamente degradante no sentido de apoucamento com relação às necessidades do cidadão - os indicados dos governantes ficam “relaxados” ignorando a obrigação gerencial e deixando-a em último plano – acreditamos que na verdade eles ignoram por incapacidade. Com isso desprezam as necessidades do povo e não operacionalizam os projetos vitais e prioritários.

Afinal o “chefe” é amigo do indicado. Ou o “chefe” receia confrontações com os partidos da base governista aos quais os indicados pertencem. E, fica tudo em “banho Maria” – o povo que se “exploda”...

E agora Dilma diz que os CAMINHONEIROS grevistas estão prejudicando a economia do país, travando as estradas – Já travadas com buracos, má conservação, pontes caídas, contornos e retornos de riscos, e uma centena de anomalias, decorrentes da administração dela e de todos os seus homens de confiança... Confiança para a destruição do Brasil!

Abraços,

Lewton




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