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Postada em 16-11-2015. Acessado 285 vezes.
Título da Postagem:Eles acharam que entendiam de capitalismo ao proporem o comunismo
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 16-11-2015 @ 10:49 am
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Tags: Capitalismo, comunismo, Karl Marx, marxismo, dialética materialista, PT, Brasil

Eles acharam que entendiam de capitalismo ao proporem o comunismo

Revisões Ideológicas - 16/11/2015 às 10:20

http://www.engenheiros.blog.br/t192-revisoes-ideologicas-eles-acharam-que-entendiam-de-capitalismo-ao-proporem-o-comunismo.htm

Tags: Capitalismo, comunismo, socialismo, melhoria contínua, guerras, ideologias, engenharia, tecnologia, qualidade, produtividade, economia, racionalidade, missão do bem, paz, saúde, prosperidade, políticos, administração científica, conceitos morais, Karl Marx, marxismo, dialética materialista.

Eles acharam que entendiam de capitalismo ao proporem o comunismo - então engenheiros industriais do Capitalismo desnudaram Karl Marx.

Comunistas e socialistas brasileiros: - UNI-VOS, pois, irão ser malhados por séculos e séculos...

Não faremos uma apologia Capitalista (para isto não bastariam 10 volumes), tentamos abrir aqui apenas um debate dentro da "dialética materialista", no processo científico do Capitalismo.

Segundo Karl Marx a história REGISTRA os fatos, os dados e as informações, que acabaram por CONCRETIZAR no mundo REAL qualquer teoria, ou pragmatismo, fossem relevantes ou sem significados – na materialidade da história estão os “sinais” das teorias e o pragmatismo da prática.

E o que acontece na história está acima de qualquer TEORIA CIENTÍFICA, IDEOLOGICA, FILOSÓFICA, ECONÔMICA OU TECNOLÓGICA, já que o pragmatismo prático, muitas vezes com raízes da ignorância de administradores e de políticos, revela evidências “materiais” que estão acima de qualquer teoria menos acabada. Resultem ou NÃO em calamidades, mortandades, guerras, recessões e outras mazelas mortais.

A história é um evento MATERIAL e prático, e é comum encontrarmos calamidades, mortandades, guerras, recessões e outras mazelas mortais quando a ignorância toma conta e o poder.

Veio o que Marx chamou de Dialética do Materialismo Histórico, adquirindo a conotação de um processo científico em que ao se debulhar os fatos históricos eram encontrados os ramos e raízes provocadores de eventos, tais como: razão, motivação, emoção, sanidade física e mental, perturbação, deformação, lucidez e trevas e etc.

De um pragmatismo prático surgiu um “fenômeno” imprevisto pela ciência, pela filosofia, pela economia e etc – e então vai um filósofo e cospe uma teoria e fascina-nos com esboços etéreos de outra. E mais outra – várias especificações de conceitos práticos revelados nos “experimentos” da história. E mais outra...

Nenhum filósofo de alforria e sociólogo da comunização conhece, ou mostra-se a conhecer, o processo histórico do Capitalismo. Tudo que eles expressam são visões deformadas de Karl Marx, de 1848 (Manifesto Comunista – quando tudo começou) e 1867 (O Capital), e que eles mesmo NÃO ENTENDERAM muito bem e fizeram suas próprias deformações. E Marx nunca entrou numa fábrica, e nunca trabalhou na produção capitalista. Era “vasculhador de lixeiras” nos fundos das fábricas, fuçando relatórios e apontamentos da produção...

Logo, se Marx mistificou o Capitalismo, e ainda o fantasiou com seus parcos conhecimentos de administração de fábricas, imaginemos os filósofos de 2ª geração em relação a ele?

Marx fingiu entender a NOVA Revolução Industrial que se iniciou, acionada pela máquina a vapor – em 1780 (concepção do engenheiro inglês James Watt), no processamento de maquinarias geradoras de forças e pressão, na ordem de milhares de “cavalos vapor – CV” (ou Horse Power - HP): furando, cortando, amassando, dobrando, prensando, imprimindo, aparafusando, pregando e soldando – fabricando mercadorias a custos e preços em queda progressiva.

Logo, à época, quem tinha apenas a força física para “vender”, ou utilizar como elemento de força e tração, já não tinha mais nada que pudesse ser vendido ou utilizado na produção capitalista. A produção assumiu a escala de milhares de unidades de mercadorias por mês ou por ano – em escalas de altas repetições, barulhentas, calorentas, perigosas e estressantes.

A produção horária cresceu geometricamente. Como não havia ainda a AUTOMAÇÃO, o homem passou a sofrer com os esforços de “acompanhamento”, das repetições e da insalubridade, do fluxo de produção crescente, levando-o, como ‘trabalhador”, a ter os males e doenças do trabalho de alta repetição.

Então, Marx "resolveu" cair de pau no Capitalismo, pelas notícias de jornais, pelo “novo” movimento financeiro e tecnológico, pelas suas incursões nas lixeiras das fábricas e pelos trabalhadores em suas entrevistas disfarçadas.

É possível alguém conhecer o proto-capitalismo deste modo? Sendo filósofo, sem ter feito algum “estágio estudantil” numa única fábrica, sem conhecer a razão tecnológica, de ser, das práticas fabris?

O Capitalismo desde 1800 passou a figurar em livros de engenharia, tecnologia, matemática, estatística, física e química, finanças e socialização no trabalho. E estes livros jamais foram lidos por filósofos e sociólogos da comunização...

Estes profissionais detestam as ciências exatas por que estas utilizam à matemática – por isso foram ser filósofos e sociólogos da comunização. Sem domínio da matemática não se pode compreender o Capitalismo.

Marx escreveu muito folclore, pseudocientífico, sem aderência prática nas obras da engenharia – aquela que construiu e constrói o mundo, no dia-a-dia, desde a eclosão da Revolução Industrial, na Inglaterra de 1780 – com a máquina a vapor.

E depois de quase 170 anos a filosofia e a sociologia se apegam aos mitos marxistas, os quais nem atualmente conseguiram levar nações ao progresso e a prosperidade.

O mundo já descobriu que por séculos o Capitalismo carregou a pecha de explorador, como ‘bode expiatório’, mas quem explora o homem e a sociedade é o Estado Político malgovernado, repleto de corruptos e confiscando em impostos, no Brasil 40% do PIB, e nada devolvendo em troca como Bem-Estar e Segurança Existencial Plena – está é a NOVA lição brasileira, que vai levar uns 50 anos, em expiações e provas extremas, para se restabelecer a “calma social”, com menos analfabetos, menos sectarismo racial e ideológico, mais trabalhadores e mais profissionais.

O Estado Político jamais se mostrou capaz de atender as necessidades humanas, sociais e econômicas em suas administrações temerárias, perdulárias e amadoras. E neste ínterim o Capitalismo foi atacado até por quem ainda hoje NÃO ENTENDEU a teoria marxista.

Além do que o marxismo é uma xepa de final de feira em seus tratados, conceitos e formulações. Marx escreveu uma espécie de novelo de lã – sem pontas e sem direção de desembaraço – criando uma dificuldade horripilante na sobrevivência das sociedades em que foi praticado e nas suas vizinhanças e fronteiras.

Neste novelo emaranhado ficaram a filosofia e seus preguiçosos mentais praticantes. Gente mais do que secularmente atrasada e retardada. Sem exatidão em suas medidas e sem critério ÚNICO de objetivos, e com regimes praticados por megalomaníacos messiânicos e exterminadores de homens e de Direitos Humanos.

Cada DOIDO criou uma especificação de marxismo, como o próprio processo histórico, e sua dialética, tem mostrado nestes quase 170 anos de imbróglio ideológico socialista e comunista. E no Brasil estamos há mais de 13 anos sob o jugo marxista de operadores pseudo-intelectuais da governança petista, malgrado os resultados dos indicadores socioeconômicos.

Muita coisa é consolidada no velho esquema de "criar dificuldades para vender facilidades" ou "criar vírus para vender antivírus" ou "criar medo e terror para vender proteção". E isso pode justificar a criação de ONGs, forças paramilitares, logísticas no tráfico de drogas, movimentos integralistas ou separatistas, movimentos linearistas e curvilinistas, a direita "cruel" e a esquerda "humanista" e etc.

A mídia também faz esse jogo... Por quem melhor paga para a comunicação, difusão e "catequese" alheia. E os trilionários são donos de muitas das redes mundiais de comunicação. Realmente existem esses trilionários (em dólares e em euros).

O negócio sempre foi bater no Capitalismo para se “retirar” dos ombros da incompetência administrativa dos Estados Políticos os males da degeneração moral, intelectual e espiritual das ordens políticas e ideológicas das governanças, sem RESPONSABILIDADES técnico-científicas na administração pública.

Numa última pesquisa descobrimos que cerca de 400 famílias de bilionários e trilionários têm renda superior a mais de 120 países (mais de 30% com renda superior ao PIB brasileiro) - e são mais de 200 nações no planeta (posição de 2012). E para essa gente abastada não existe o dito "imperialismo" (isso foi coisa dos soviéticos comunistas, para incitar ódio sobre o domínio do capital) e sim o volver "perpétuo" de seus interesses, movimentação financeira e por incrível que pareça a paz, a saúde e a prosperidade coletiva.

Que eles – os trilionários - mandam no mundo, eles mandam! Que eles dominam, eles dominam! São responsáveis por mais da metade dos empregos do planeta. São financiadores de 80% da tecnologia libertadora e audaciosa que sustenta nossas vidas no cotidiano.

São "democráticos" sem reserva de mercado, e vez por outra projetam pessoas como Bill Gates, Steve Jobs, prêmios Nobel, financiam hospitais, universidades, partidos políticos (para expurgar políticos escroques que querem 'roubar' seus tesouros) e etc, como novos "milionários", desde Howard Hughs, este o primeiro bilionário da América.

São tão democráticos que, sem interferência, deixam que a cada 5 a 10 anos, dentre as 500 maiores empresas americanas, surjam "novas" 250 e fechem outras "velhas" 250 empresas - a tal "destruição criativa", mesmo que perdendo dinheiro.

Estimulam a competição e a superação de limites inimagináveis. E por aqui passa o enredo histórico do Capitalismo verdadeiro, chutado e desprezado pela tal ESQUERDA invejosa e incapaz de criar Estados Políticos prósperos e felizes.

Como engenheiros nos admiramos dos outros colegas transnacionais, levando a tecnologia no limite da fronteira entre o real e o fictício.

Mas, os trilionários (em dólares e em euros) não aparecem em rankings de os mais ricos. São sigilosos, cautelosos e menos exibidos do que se imagina, zelam pela segurança familiar, financeira e patrimonial.

Publicaram que Bill Gates era um dos maiores bilionários do planeta - e olha que dele tudo começou numa garagem, no quintal de sua casa, quando pós-adolescente.

Que mandam em alguns Bancos Centrais eles mandam. Pudera são trilionários (em dólares e em euros).

Para um bilionário num país com inflação superior a 2% ao mês significam US$ 20 milhões de "perdas" para cada US$ 1 bilhão aplicado na produção, no desenvolvimento e na elevação do conhecimento - mensalmente.

Proteção desta até nós queremos para os nossos "cem reaus" na capitalização mensal, "que seja compensadora e mantenedora do valor de face da moeda", imaginem se tivéssemos "apenas" R$ 1 milhão, quanto mais bilhão ou trilhão.

Que "financiam" as guerras, eles financiam. Muitos têm origens nos templários e são famílias seculares, de tradição e respeito à ordem. Alguns são ferrenhos defensores das causas "justas". Mas as guerras sempre foram feitas e promovidas pelos políticos e quase todos os males do mundo junto com maníacos diabólicos de ideologias perversas e personalíssimas.

Prestigiam o saber e o conhecimento, pagando bem a quem sabe fazer objetos, produtos, mercadorias para o bem comum, com segurança técnica e econômica. São eles que sustentaram as artes e a cultura embrionárias, quando só os ricos podiam pagar os artistas.

E o mais incrível - são tementes a Deus! Diferentemente de boa parcela dos políticos criminosos e escroques.

Mas não dominam diretamente o destino dos povos na forma de devastação e crimes como ocorre no mundo. Quem faz isso é o “homo-corruptus”, em geral são os políticos escroques que eles tanto temem.

Podem "financiar" o mais terrível crime político, como a "queda" do helicóptero presidencial, ou a explosão de uma usina nuclear, ou o envenenamento de lençóis freáticos ou estações de tratamento d'água. Mas, nada disso é notícia, pois isso é terrorismo e isso eles não fazem.

Eles sustentaram os mais poderosos impérios, na história da humanidade, mas os "imperadores" é que se locupletaram com suas contribuições em impostos aviltantes. E a maioria desses "imperadores", hoje muitas repúblicas no estado de direito democrático, fez seu próprio enriquecimento, produzindo a "agigantada desigualdade entre entes sociais e entre povos".

Mas, foram quem conseguiu dar "assistência" aos pobres trabalhadores, mesmo que com batatas murchas, uns quilos de sal, carvão para o frio e óleo para a lamparina foram eles, que ao darem emprego foram taxados de "exploradores do trabalho".

Esses abusos aconteceram, mas foram sendo corrigidos com o tempo, como até propôs o maravilhoso humanista Robert Owen - em suas sociedades cooperativas - na Inglaterra de 1844.

Ao vislumbrar a história o bode expiatório foi o "império do capital", mas nas entrelinhas, vemos a ganância, a corrupção, o mal caratismo dos legisladores, dos juízes iníquos, dos administradores públicos e de toda sorte de funcionário público prevaricador.

Vejam que quase 200 anos depois da eclosão da Revolução Industrial nosso capitalismo brasileiro, ainda primitivo e hesitante, e carrega uma corte de inúteis - os 3 poderes nas 3 escalas (federal, estadual e municipal) - sustentada por 40% do PIB nacional, que onera os preços e dificulta as possibilidades de competição na globalização. E essa agora é a Geni da vez. Jogam bosta na Geni chamada de Globalização, o que em verdade é a corrupção global e desenfreada da politicalha escroque – ladrões e mais ladrões de todo o mundo.

Mas, a Globalização é a evolução de um sistema humano onde o mundo será a nossa "última" morada. A ONU que nos diga, a União Européia que nos diga, e outros exemplos marcantes. A União Socialista Soviética não conseguiu dizer nada, a menos o seu FRACASSO...

O mundo já descobriu que por séculos o Capitalismo carregou a pecha de explorador, mas quem explora é o Estado Político malgovernado, repleto de corruptos e confiscando em impostos, no Brasil 40% do PIB, e nada devolvendo em troca como Bem-Estar e Segurança Existencial Plena.

Vamos assistir o esgotamento do MARXISMO e das ideologias recessivas e degenerativas do progresso social e econômico dos países que lhes são vítimas.

Estamos vendo o esgotamento do Marxismo Petista e seu fracasso de escolha ideológica, o que revela o grande ERRO de MARX ao acreditar que entendia de CAPITALISMO. E esta, lição amarga, os brasileiros estão aprendendo sob a própria pele, destino e talentos... Através do Petismo desqualificado e incapaz – e escroque!

A Revolução Industrial caminha para a sua 8ª Fase Revolucionária – a da adequação dos seus processos industriais, comerciais, agropecuários e de serviços aos critérios da SUSTENTABILIDADE.

Veja a figura ACIMA que resume as evoluções tecnológicas da Revolução Industrial. E analise, se seria possível um filósofo do século 19, ter tido a capacidade de compreensão deste processo evolucionário e revolucionário, quando ainda hoje nem engenheiros do Capitalismo o dominam com perfeição?

Conheça outros artigos sobre o assunto:

http://www.engenheiros.blog.br/t168-revisoes-ideologicas-a-ideologia-continua-a-importunar-a-evolucao-socioeconomica-e-humanista-do-brasil.htm;

http://www.engenheiros.blog.br/t169-revisoes-ideologicas-a-sustentabilidade-na-obsolescencia-das-ideologias-e-na-incapacidade-administrativa-dos-politicos-e-dos-partidos.htm;
 

Abraços,

Lewton
 




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