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Postada em 24-11-2015. Acessado 218 vezes.
Título da Postagem:Você sabe qual é o conceito do Senso Universal de Qualidade
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 24-11-2015 @ 03:24 pm
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Tags: PROCON, defesa do consumidor, leis universais da qualidade no mercado, senso

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Qualidade na Relação de Consumo - 24/11/2015 às 15:00

O Senso Universal da Qualidade

http://www.engenheiros.blog.br/t194-qualidade-na-relacao-de-consumo-o-senso-universal-da-qualidade 

Tags: Melhoria contínua, administração, engenharia, tecnologia, qualidade, produtividade, economia, racionalidade, relação de consumo, julgamento da qualidade, PROCON, defesa do consumidor, leis universais da qualidade no mercado, senso, avaliação, comercialização.

O SENSO UNIVERSAL DA QUALIDADE - Você sabe qual é o conceito do Senso Universal de Qualidade?

Este Senso é o extrato das obrigações técnicas e comerciais das empresas de produção, serviços e agropecuária em atenderem as expectativas, que nós consumidores e usuários de bens e serviços, temos como referência de uma BOA QUALIDADE de um produto, processo, procedimento, mercadoria, serviços e etc.

Um produto, processo, procedimento, mercadoria, serviços devem, para terem VALOR de compra, posse e utilização, atender ao trinômio: “Qualidade, Produtividade e Economia”. E devem ser úteis e econômicos, terem funcionalidade simples e amigável, com grande facilidade de utilização e de aprendizado de uso e manuseio, boa durabilidade em relação ao seu preço de aquisição, baixo custo de manutenção e consertos, boa facilidade de descartes como resíduos ao ambiente, e que em sua utilização não incorra em acidentes e nem danos ambientais.

Por mais COMPLEXA que seja a tecnologia do produto, ou a sofisticação da prestação de serviços, nós temos e teremos sempre alguns princípios que modelam a REAL QUALIDADE de um bem ou serviço. Até crianças podem julgar a QUALIDADE, com o rigor destes princípios, sem terem noções de engenharia, administração e tecnologia. Num banco, numa agência de correios, numa locadora, num cinema, num teatro, num serviço público, num hospital, num brinquedo, numa máquina de lavar ou tevê, numa empresa de telefonia, num imóvel residencial, num hotel, num restaurante, numa escola, num carro, numa viagem de turismo e etc.

Na relação de consumo, entre produtores, fornecedores, consumidores e usuários, não há necessidade de termos especialização nas tecnologias, nas práticas de trabalho e em seus padrões de fornecimentos e disponibilidades para termos o PODER DE AVALIAÇÃO da Qualidade.

Para qualquer tipo de empresa sua sobrevivência, no mercado, está vinculada às 6 (seis) leis do mesmo (de domínio na percepção desde as crianças aos adultos), a saber:

(1ª) Melhor preço - para a sua expectativa em termo de qualidade, utilidade e desempenho técnico e econômico, conforme seu poder de compra;

(2ª) Melhor qualidade nas mercadorias e nos serviços - sem defeito ou falhas, sem imperfeições comprometedoras na utilização, em seu contexto material: cor, design, resistência, durabilidade, facilidades de uso e etc;

(3ª) Prazos de entrega confiáveis, nas quantidades e nos tempos e locais corretos - que permitam agendamento de atividades secundárias, sem atrasos na entrega, que as quantidades sejam como especificadas na compra, que chegue no lugar determinado e na hora;

(4ª) Segurança em suas operações, ambientais, trabalhistas e de consumo - que não agreguem riscos de incêndios, acidentes, contaminações, poluição e que não nos firam durante o uso (antes e depois), e que sejam "amigáveis" ao meio ambiente e aos seus operários-fabricantes;

(5ª) Responsabilidade técnica e civil para com o consumidor e seus tomadores de serviços e para a preservação do meio ambiente - que tenham alta segurança técnica em seus parâmetros de construção e de acabamentos, que a responsabilidade de seus projetistas e fabricantes seja imediata ao menor infortúnio, e que haja imediata mitigação em casos de acidentes, poluição, contaminações e má operacionalidade / funcionalidade.

(6ª) Assistência técnica e comercial integrais na Pré-venda e na Pós-venda - pronto atendimento em chamadas, esclarecimentos técnicos e comerciais corretos e fidedignos, orientação eficiente na utilização, manutenção fiel aos problemas, num custo adequado.

Estes 6 princípios, que REGEM o Senso Universal de Qualidade, para que haja EXCELÊNCIA do produtor, do fornecedor e de seus controladores, da produção e da qualidade, devem estar coesos numa mesma amalgama - chamada produto ou serviço - que caracterizará o contexto material dos objetos e serviços produzidos e comercializados.

Como óbvio não haverá QUALIDADE nos bens e serviços se apenas um dos princípios não for atendido.

Poderemos ter má qualidade material e tecnológica, quantidade insuficiente ou fraudada, prazo demorado pressionando perdas de tempo, filas, atrasos etc, o barato poderá sair caro. Se poluir algum lugar, contaminar pessoas, animais e vegetais. Se provocar dificuldade de manutenção e com assistência técnica ruim, sem peças de reposição. E se durar pouco tempo em função do preço de aquisição - com custo x benefício desfavorável, julgado dentro das expectativas do utilizador / consumidor.

Seja um SEVERO juiz da QUALIDADE de tudo que nós utilizamos e de que nos beneficiamos...

Abraços,

Lewton




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