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Postada em 07-12-2015. Acessado 268 vezes.
Título da Postagem:Manifesto da Engenharia do IEAQ em apoio ao impedimento ou intervenção militar
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 08-12-2015 @ 11:02 am
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Tags: Manifesto, impedimento de Dilma, intervenção militar, administração, resultados

Manifesto da Engenharia do IEAQ - Instituto de Estudos Avançados da Qualidade

Em apoio ao impedimento da Dilma ou intervenção militar no governo federal...

As visões do discernimento científico de engenheiros... Nada, ninguém e nenhum sistema são infalíveis. Porém, a engenharia trabalha na condição de "Falha Zero". Entretanto, ainda tem disfunções em suas obras, projetos e objetos.

A Falibilidade Geral se propaga em sistemas com distorções e subversões de regras naturais, de fenômenos observáveis da natureza física e química dos materiais e eventos, nas atividades humanas e no suprimento de suas necessidades.

As regras naturais teriam (e têm) que ser convertidas em elementos matemáticos, para sua aplicação segura e controlada, na administração de seus projetos e obras, na condição de "Falha Zero". Entretanto a Engenharia ainda tem disfunções em suas obras, projetos e objetos.

As regras naturais se NÃO forem adequadas, em elementos matemáticos, pelo menos terão que ser estabelecidas em protocolos RACIONAIS, nos princípios da Qualidade, Produtividade e Economia, para minimizar perdas e prejuízos em vista de bons resultados.

O que são BONS RESULTADOS? são resultados sem disfunções onerosas em perdas e prejuízos. São resultados que atendam a  Qualidade, Produtividade e Economia, ao menor custo final, com segurança técnica, humana e ambiental.

Entretanto os governos, e respectivas administrações, têm lesado o conjunto social, econômico e ambiental do país. Nisso temos certeza de que tudo que já vivenciamos, na tal Arte de Bem Governar, desde 1985 no Brasil, nos demonstra as precariedades morais, técnicas, científicas e do Estado de Direito.

São as disfunções mais relevantes citadas por grande grupo de engenheiros:

1. Desvios de conduta,
2. Exercício ilegal de profissões,
3. Falsa moral,
4. Falsidade ideológica,
5. Falso testemunho,
6. Favoritismo pela cooptação disfarçada e ostensiva de interesses,
7. Flagelos sociais,
8. Idolatria ideológica pueril,
9. Incapacidade administrativa,
10. Massacre consentido de vidas, esperanças e sonhos,
11. Morticínio da cidadania,
12. Obstrução ao processo civilizatório,
13. Omissão predestinada a escândalos e catástrofes morais, materiais e econômicas,
14. Prática da corrupção,
15. Propósito do vilipêndio e da lesão exacerbada,
16. Tolerância com a corrupção.

Vista a relação acima os especialistas afirmam que as ações governistas e institucionais “operam em campo SEM controle técnico, jurídico e social”, onde:

1. Não há compromisso com resultados,
2. Não há compromisso com a sociedade,
3. Dinheiro público “não tem dono”,
4. Todos os processos são “obscuros” e
5. Estão acima da lei e na margem da impunidade.

E tudo caminha para uma implosão da república, como efeito colateral dessas desastradas ações governistas e institucionais. Em política NÃO há uma filtragem de candidatos eletivos e por isso há uma precária ação executiva dos administradores públicos brasileiros, e que nos levam a crer sobre a necessidade de se criar mecanismos mais eficazes de inibição:

(1) da má fé,
(2) da ignorância e
(3) da baixa qualificação para esses cargos – que chamamos de “as 3 desgraças humanas”.

Em termos de má fé são noticiados os piores delitos contra a sociedade ou comunidade:

1. Desvios de verbas públicas;
2. Peculato;
3. Formação de quadrilhas;
4. Lavagem de dinheiro;
5. Evasão de divisas;
6. Caixa 2 ou 3;
7. Mensalão;
8. Etc.

Quaisquer lideranças políticas atuais, e seus quadros partidários, são de alta precariedade para a administração pública:

1. Imitação de maus “líderes” do passado e do “presente”;
2. Os gestores não têm essa “habilidade” de liderança;
3. Os gestores não são treinados em liderança;
4. Os gestores confundem os tipos de líderes, dificultando a prática de uma liderança positiva;
5. O Brasil ainda não tem um bom modelo de liderança administrativa e nem uma escola nacional de formação,
6. Abuso de autoridade e tráfego de influências;
7. Delegação “perversa”;
8. Falta de atenção e de responsabilidade;
9. Decisões impostas sem educação & treinamento;
10. Egocentrismo e vaidades;
11. Falta de incumbência, de urgência e de obrigação;
12. Falta de um programa de governo:
13. Falta de alinhamento a um código universal de ética e de conduta.

Decorre deste sistema precário de lideranças administrativas públicas um conjunto satânico de mazelas e flagelos sobre o trabalhador brasileiro - o qual gera as riquezas do PIB e contribui com impostos.

O trabalhador brasileiro:
1. Apanha porque é camelô e sacoleiro,
2. Morre com dentes cariados,
3. Morre de doenças várias,
4. Morre de fome,
5. Morre de frio,
6. Morre deixando a família desamparada,
7. Morre desempregado,
8. Morre desnutrido,
9. Morre em assaltos e por balas criminosas,
10. Morre na fila do hospital público,
11. Morre nos acidentes em estradas esburacadas,
12. Morre obeso,
13. Morre por doenças do péssimo saneamento,
14. Morre sem caixão,
15. Morre sem carteira assinada,
16. Morre sem conseguir se aposentar,
17. Morre sem dentes,
18. Morre sem remédios,
19. Morre sem terra justa,
20. Morre sem teto,
21. Morre analfabeto ou semianalfabeto,
22. Morre vítima de policiais corruptos e criminosos,
23. Sofre no leilão da morte (se salva o mais jovem e com maiores condições de sobrevivência),
24. Tem filho aliciado pelo tráfico,
25. Vai preso porque “roubou” 2 kg de batatas,
26. É enganado pelos sindicalistas...
27. Foi enganado pelo “operário da desconstrução nacional”.

Se por quaisquer sistemas e lideranças políticas, com as disfunções já observadas, e os devidos apoios néscios dos legislativos e dos judiciários, os quais já evidentes e sacramentados, teremos um retrocesso civilizatório de difícil reversão.

No conceito de Falha Zero, segundo a visão do discernimento científico de engenheiros, faltam muitos PROGRAMAS META ZERO, para que REALMENTE se pacifiquem as coletividades, já em efervescência, por exemplo:

1. Acidente de trabalho zero,
2. Aposentado infeliz zero,
3. Conflitos indígenas zero,
4. Corrupção zero,
5. Criminalidade zero,
6. Desassistido da Saúde zero,
7. Desemprego zero,
8. Desmatamento zero,
9. Desnutrição indígena zero,
10.  Despesas fora do orçamento público zero,
11.  Epidemias recorrentes zero,
12.  Estradas esburacadas zero,
13.  Estudantes Sem escola zero,
14.  Extinção de espécies zero,
15.  Impunidade zero,
16.  Inflação zero,
17.  Juros Selic zero,
18.  Mortalidade infantil zero,
19.  Mortalidade materna zero,
20.  Mortes nas estradas zero,
21.  Nepotismo público zero,
22. Sem terra zero,
23. Trabalhador sem carteira assinada zero e etc.
24. Trabalho escravo zero,
25. Violência contra a mulher zero,

Relação, esta acima, de objetivos se configurando em metas para vários ministérios de governos (ou secretarias de estados e municípios), onde o indicador será aplicável por “afinidade”, na missão específica da dada instituição.

Consideramos estes 25 objetivos o conjunto principal de ajustes administrativos, operacionais, técnicos e financeiros de qualquer governança que venha a sobreviver aos embates do Impedimento de Dilma Rousseff e de alguma Intervenção Militar Constitucional.

O Mandamento de Deus “Não matarás” não tem cunho exclusivo relacionado à vida humana. Em verdade ele é abrangente: “não matarás, em momento algum, nos “estágios figurativamente uterinos”“.

Não Matarás a (o): criatividade, sonho, esperança, promessa, amizade, amor, dignidade, cidadania, orgulho nobre, ideia, alegria, compaixão, cooperação, colaboração, evolução, melhoria, riqueza, nobreza, abnegação, boa vontade, as flores, as plantas, os frutos, os animais, teu filho, irmão, amigo, parente, inimigo e... Deus!

Não matarás Deus em teu coração. Isso, também, é aborto. E o Brasil está cheio de corações que abortaram Deus. Principalmente aqueles que se puseram a governar a nação de 1985 aos dias de hoje. Esta última é a REGRA NATURAL mais relevante para a transformação humana do Brasil.

Engº Lewton Burity Verri

CREA 74-1-01852-8 UFF - RJ

Diretor Científico do IEAQ




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