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Postada em 28-05-2016. Acessado 520 vezes.
Título da Postagem:As Bizarras Regras do Futebol Petista
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 28-05-2016 @ 12:41 pm
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Tags: Regras, política, PT, petismo, comparativo, futebol, corrupção, incompetência

 As Bizarras Regras do Futebol Petista

 
Quase todo brasileiro se arvora em "escalar a seleção brasileira", pela universalidade de sua paixão, e empenho em seu conhecimento futebolístico. Isto desde 1950 quando foi vice-campeão, perdendo para o Uruguai. A paixão explodiu em 1958 com o prodigioso Pelé (16 anos de idade) que ajudou o país a ganhar a vulgar Taça do Mundo - Jules Rimet.
 
O primeiro livro que li, em minha vida foi "Eu Sou Pelé", num verão passado (1960?), em casa de veraneio de meu avô, no Rio de Janeiro, numa região praiana. Havia uma biblioteca com uns 300 livros... Eu percebi a fixação cultural do futebol entorpecendo o brasileiro apaixonado. Até pelo Jornal dos SPORTS, de folhão na cor rosa. Entorpecimento este aproveitado por todo e qualquer político metido a administrador de estado, para enganar e abusar da sociedade.
 
Hoje, e ontem, as partidas de futebol terminaram levando fanáticos às batalhas campais, entre torcidas, com mortes e violências.
 
O cidadão brasileiro valoriza o futebol mais do que a própria vida e sua condição socioeconômica? 
 
Não importa se não existe segurança pública, nem condições ideais de assistência à saúde, nem se iremos ficar sem educação e sem uma ótima infraestrutura, nem se incomoda com a falta de empregos superiores. Estamos estagnados na criação de empregos até para vagas profissionais auxiliares e subalternas.
 
Não importa se ainda estamos repletos de problemas na educação, na saúde, na segurança, na defesa nacional, no meio ambiente, nos outros esportes, na infraestrutura, na habitação, na economia, na produção e no desenvolvimento... 
 
Perdemos o que hoje se chama de SUSTENTABILIDADE EXISTENCIAL. É aquela sustentabilidade INTEGRAL, desde o meio ambiente até as condições sociais que o meio nos impõe e que nós impomos a nós mesmos.
 
Porém, somos conhecidos como o País do Futebol e/ou o País do Futuro. 
 
A cultura esportiva do futebol no Brasil está irreversivelmente arraigada, tão arraigada como nossa desproporção para o significado de nossas vidas, sonhos e esperanças – isto é, ignoramos todas as ações básicas, para termos um futuro. Se não pleitearmos um futuro melhor as governanças públicas e os políticos farão o futuro deles, como ocorre já há mais de 30 anos no Brasil.
 
A diversidade brasileira no futebol é ampla e de longo alcance. Em toda região do país há a prática do futebol. Diz-se que temos mais ou menos uns 150 milhões de especialistas (jovens, adultos e idosos), capazes de criticar com correção técnica e visão de jogo, qualquer time e seleção... Desde times de várzeas e de regiões mais afastadas dos grandes centros do futebol, até a Seleção Brasileira.
 
Numa partida muitos são capazes de identificar defeitos na armação do time em campo, saber quais os mais ágeis, quais os melhores e piores. Tem se até possibilidade de previsão de quem ganhará ou perderá. Existem os palpites e as apostas. E existe, também, um valioso histórico estatístico de cada time e de jogos entre times. Dele os conhecedores (gente com know-how em futebol) são capazes de até prever quem ganhará o campeonato, número de gols, quem está para ser o artilheiro, o goleiro mais ou menos vazado e etc.
 
O futebol tem suas regras, normas e regulamentos, padronizados e consensados mundialmente pelas associações que organizam, tutelam e financiam o futebol mundial.
 
Quase todos nós sabemos sobre as regras do jogo, princípios éticos, posturas e uniformes, as características da bola, das traves, das dimensões dos campos, das marcações, das indicações, das bandeiras, dos métodos de jogo (433, 424), do apito do árbitro, dos árbitros, da conduta dos jogadores em campo, número de jogadores efetivos e nos bancos, tempo total das partidas (90 minutos) e tempos parciais (1º e 2º tempos de 45 minutos cada) e etc.
 
Entretanto, o conjunto de necessidades humanas e sociais para o qual devemos torcer e lutar, visando melhorar nossas vidas, “fora das propagandas enganosas dos governos”, não o consideramos de 1ª prioridade. Aliás, nós já incorporamos e banalizamos as barbáries administrativas e políticas praticadas por governantes e políticos. Mas, não incorporamos as derrotas do nosso time favorito ou da Seleção Brasileira, e estas não modificam as nossas vidas – só ficamos felizes por 24 ou 48 horas. Mês que vem já nos esquecemos e estaremos correndo dos bandidos na rua onde moramos... E como poderemos ficar felizes por 80 ou 90 anos de vida que poderíamos viver?
 
Como a metáfora mais universal no Brasil, que poderíamos usar como um meio comparativo, é a nossa fixação cultural com o futebol, e o know-how coletivo e individual que temos dele, com a Administração dos Poderes Públicos no país, também, poderemos desenvolver um know-how coletivo e individual.
 
E abusando das metáforas, como as do "operário corinthiano", Lula veio formando "Times de Várzeas", e impactando seu horrendo tino político sobre as escolhas de sua criatura - Dilma.
 
O PT desde 2003 desenvolveu REGRAS PRÓPRIAS fora daquelas das instituições republicanas e até mesmo da Constituição Federal - 1988. Criou um conjunto de regras para as suas partidas de FUTEBOL.
 
Desde aquele ano o PT veio fazendo gols contra, aleijando o adversário, cuspindo e "fazendo dedo" para a torcida, errando pênaltis, furando a bola, colocando 3 ou quatro bolas em jogo, em campo de futebol triangular, que afunila para sua meta, favorecendo sua defesa, veio fazendo "manobras estranhas" na bilheteria, e tirando dinheiro do caixa do estádio, ora e outra deixou "fanáticos" invadirem o campo, veio subornando juizes e bandeirinhas,  e etc. 
 
E mais, Lula culpa a "torcida adversária" (que rotula ser a elite brasileira), na arquibancada, por sua má "performance administrativa" no jogo de seu populismo e demagogia - virou vítima de suas próprias regras.
 
Quase todo brasileiro se arvora em "escalar a seleção brasileira", pela universalidade de sua paixão, e empenho em seu conhecimento, mas apenas os administradores da excelência - status muito raro no Brasil - escalariam "Times de Campeonatos da 1ª Divisão da Administração Pública". 
 
As Regras do Futebol Petista terminaram por terminar com sua hegemonia de poder. Mas, há torcedores fanáticos que ainda se matam por estas regras da civilidade esportiva, e que são totalmente venenosas e tóxicas. E, há aqueles fanáticos que torcem por times e jogadores numa idolatria de auto-imolação.
 
E a FIFA terminou revelando seu lado corrupto, colocando em xeque todo o bom histórico do futebol. As vitórias e derrotas podem ter sido arranjos bilionários?



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