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Postada em 28-09-2016. Acessado 339 vezes.
Título da Postagem:Estimativa de Preços para Racionalização de Custos segundo Engenharia Industrial
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 28-09-2016 @ 03:56 pm
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Tags: Redução de Custos, despesas, categorias, custos, lucros, lucratividade, preço

 Administração de Custos:

Estimativa de Preços para Racionalização de Custos segundo a Engenharia Industrial - Nova Ferramenta

 
http://www.engenheiros.blog.br/t285-administracao-de-custos-estimativa-de-precos-para-racionalizacao-de-custos-segundo-a-engenharia-industrial-nova-ferramenta.htm 
 
Tags: Redução de Custos, despesas, categorias, custos, lucros, lucratividade, preço de mercadoria, competitividade apoiada em centavos, nicho e/ou fatia de mercado, competição pelo preço, baixando a inflação, microeconomia, ferramenta de acesso rápido, diagrama geométrico, qualidade, produtividade, economia.
 
Numa crise econômica a Engenharia se torna a LÍDER para o movimento de REDUÇÃO DE CUSTOS. Normalmente uma fábrica possui uma OFERTA e uma previsão de DEMANDA em relação às suas mercadorias. Tem seu mercado numa diversidade de competidores, e que se mostra caminhando para uma estagnação, ou para uma evolução. Mormente tanto o PREÇO quanto a QUALIDADE, esta correspondente ao padrão da mercadoria, dado o seu valor comercial, são os fatores de ação IMEDIATA na Administração de Custos numa fábrica.
 
Assim a fábrica já terá sua OFERTA e possuirá uma DEMANDA. Estas variáveis, portanto já terão seus valores numéricos de grandeza comercial: PREÇO Unitário e QUANTIDADES vendidas.
 
Em dado momento, da Administração de Custos, os gestores responsáveis tomam a iniciativa de MANTER a competitividade da fábrica. Neste instante eles precisrão demiensionar os esforços e os recursos necessário e suficientes para REDUZIREM o preço unitário de sua mercadoria e em consequência REDUZIR seus custos. Vem, então, o USO do recurso de uma NOVA FERRAMENTA - Diagrama do Preço x Quantidade.
 
Tomando como base o conceito da OFERTA x DEMANDA, para um dado preço da mercadoria, teremos um ATRATIVO, para seu consumo. E quanto MENOR o preço, no patamar de tal ATRATIVO, poderemos ter a exigência de maiores DEMANDAS, por parte dos consumidores, e assim teremos que aumentar nossa OFERTA. A qual poderá deslocar COMPETIDORES e evitar a substituição técnica, na utilidade e na convenção comercial da nossa mercadoria - ja tradicionalizada, inventada ou inovada.  
 
Missão da Nova Ferramenta;
 
Ajudar de maneira aproximada o RACIOCÍNIO da redução dos custos, com base na "previsão de dado preço, para favorecer uma provisão de oferta possível, em quantidades produzidas, na QUALIDADE exigida pelo mercado;
 
A proposta de previsão de dado preço visa convergir a gestão dos custos a encontrar um ponto de valor da mercadoria que possa combater concorrentes e meracdorias sucedâneas (que venham a substituir a presente mercadoria produzida pela fábrica).
 
Segundo os conceitos de OFERTA x DEMANDA ao se REDUZIR o preço, surge a possibilidade de uma demanda de consumidores em busca de mercadorias, que lhes atendam as necessidades, ao menor preço;
 
Como no Capitalismo o Preço da Mercadoria é uma simples equação => PREÇO = CUSTOS + LUCRO, há que examinar os aspectos dos custos e despesas da produção para se direcionar a RACIONALIZAÇÃO DOS CUSTOS e das economias nesta produção;
 
Ou a equação poderá ser Valor = (benefício /((custo + impostos) + lucro)). Onde benefícios serão todas as “vantagens” possíveis que a utilização do objeto pode promover, tais como: 
 
1. Menor preço de aquisição,
2. Facilidades de posse, obtenção e acesso, 
3. Redução de energia, esforços, manutenção, 
4. Redução do uso de materiais e insumos (inclusive de água), 
5. Facilidades no uso e manuseio, 
6. Facilidades de aprendizado, 
7. Redução de insalubridades, 
8. Aumento da segurança, da exatidão e da precisão,
9. Menores impactos ambientais,
10. Facilidades de descartes, despejos e de reciclagens. 
 
Para cada especificidade de objetos a relevância dos seus benefícios terá uma pontuação tal que possa ser montada a equação do Valor = (benefícios / ((custo + impostos) + lucro)) de maneira a se “calcular” o valor dos mesmos. 
 
E devemos padronizar o critério adotado para podermos ter o poder discricionário e reprodutivo para as mesmas situações de escolhas, sempre na preocupação de “ponderar” a relevância dos benefícios no conjunto de vantagens identificáveis.
 
Serão as desvantagens possíveis do Não-Benefício todas as “vantagens” que fragilizam a posse, acesso ou a obtenção de um objeto na sua utilização, e estarão no regime de monetização e contabilidade dos custos correspondentes. E tais valores monetários “cairão” no denominador da expressão do Valor = (benefícios / ((custos + impostos) + lucro)).
 
Poderão ser desvantagens possíveis qualquer característica do objeto que onere sua compra, posse, obtenção e acesso. Na equação do Valor podemos complementar com as fragilidades inerentes à sua qualidade, tais como: 
 
1. Custo de compra,
2. Custo de manutenção,
3. Custo de reposições,
4. Custo de baixa disponibilidade ao uso,
5. Custo da não funcionalidade garantida,
6. Custo da rede de apoio e assistência técnica,
7. Custo de consumo de materiais e insumos,
8. Custo de consumo de energia,
9. Custo de controle emissivo de gases e de despejos,
10. Custo de descartes e sucateamento.
 
Tendo formado as duas escalas de valoração, tanto de benefícios, quanto de custos de sua utilização, as questões avante serão simples montagens de relações padronizadas para os cálculos dos Valores dos objetos. E em função de seu valor comparável poderemos decidir ou deliberar nas nossas escolhas, compras e decisões.
 
Este tipo de análise é um método científico de seleção de peças, materiais e componentes, que podem ser substitutos, ou sucedâneos, de outros mais caros e complexos, mas capazes de suportar e exercer as mesmas funções programadas para os objetos tradicionais. É um precioso método para as inovações e as evoluções materiais e funcionais. 
 
Mas, a administração necessita de uma classificação, e um ordenamento coerente, para que as despesas sejam enquadradas, em categorias padronizadas (atualizadas periodicamente – de preferência nos novos planejamentos estratégicos bianuais ou trienais).
 
Entretanto, se ter uma boa planilha não nos assegura a competitividade. A despesa precisa ser perfeitamente localizada, o seu valor precisa ser medido (cálculos, medições, pesagens, contagens, proporções – o rateio participativo entre geradores de custos - e escala de produção e vendas). Depois ele pode ter a atribuição monetária do seu valor de custo na composição do preço final dos produtos / mercadorias / unidades de serviços.
 
Todos os processos realizam um “trabalho”, podendo ser uma integração racional de recursos: 
 
1. Humanos,
2. Materiais, 
3. Insumos, 
4. Instrumentais, 
5. Maquinais, 
6. Ferramentais, 
7. Experimentais, 
8. Cognitivos, 
9. Financeiros e 
10. Temporais. 
 
Na engenharia este conjunto se chama de APARATO, que em suas interações irá realizar um TRABALHO, cujo valor terá que determinar permanentemente, nas guerras comerciais e tecnológicas de preços e inovações ...
 
Logo o trabalho do APARATO é igual ao seu resultado em qualidade, produtividade e economia, menos as suas perdas. E quais serão as possíveis perdas onerosas sobre os custos?
 
Citamos algumas perdas por nome – nomeadas em sua ocorrência, todas com suas medidas de valor, e ação onerosa, diferentes entre si:
 
1. Sobras inutilizáveis – despejos diretos sem reciclagem;
2. Sobras reaproveitáveis – sucatas recicláveis;
3. Tempo útil – atrasos, paradas, interrupções;
4. Emissões irrecuperáveis – fluidos, gases, pós, particulados;
5. Quantidades insuficientes – lotes e peças incompletas, volume, medidas e peso insuficientes;
6. Qualidade precária – fora do plano ou do padrão, desclassificação, características insatisfatórias;
7. Recondicionamentos – recuperação da qualidade, readequação;
8. Retrabalhos - retoques, reajustes, regulagens, reconformações;
9. Repetições desnecessárias – reprocessamento, reinspeção, reteste, reensaio, recálculo, repesagem, recontagem e remedições;
10. Desvios da destinação planejada – redestinação, reenquadramentos, devoluções, desclassificação, inutilização.
 
Estas 10 perdas clássicas acima “retiram” o valor técnico, comercial e de uso de um produto e/ou mercadoria – são disfunções onerosas. Isto é, elas retiram o significado atrativo do bem, uma vez que “desagregam” o padrão de qualidade inicial planejado para a produção, a tal ponto que, ao mesmo tempo em que encarecem o resultado, elas aumentam as chances de rejeição e inibem a sua aceitação para seu uso – a utilidade perde função, condição e “prestabilidade”.
 
Tendo dimensionando um bom Sistema de Custos para dar VISIBILIDADE ao fluxo do R$ / US$ inicia-se a administração e seu controle, gerando informações integradas, setorizadas, em relatórios sumarizados e/ou detalhados, gráficos pontuais, comparativos entre fases e/ou períodos, e indicações das fontes de “encarecimento” dos preços, para atuações de controle: PDCA.
 
Mas, como se projeta um Sistema de Custos para precificação de produtos / mercadorias / unidades de serviços? As centenas de despesas identificáveis podem ser enquadradas nas Categorias de Custos, as quais podem ser no mínimo as 6 básicas, pertencentes às estruturas de Controle de Custos, utilizadas pelas empresas competitivas:
 
1. CAD – Administrativos + impostos, 
2. CMO – Mão de Obra + impostos, 
3. COP – Operacionais + impostos, 
4. CCO – Compras + impostos,
5. CCF – Financeiros + taxas + impostos e 
6. CSC – Serviços Contratados + impostos;
 
A empresa / fábrica deve listar, após ampla convenção interna, quais são as despesas de afinidades e características para enquadramentos em cada uma das 6 categorias de custos convencionadas pela empresa, por exemplo.
 
Como CUSTOS, então, teremos: Custos com Mão de Obra + Custos com Matérias Primas e Insumos + Custos com aplicação de Métodos técnicos, científicos e operacionais + Custos com Maquinaria, ferramentas, instrumentos e Manutenção + Custos com Medidas (+Metrologia) + Custos com Sistemas de Controle (Ambiental e da Qualidade) + Custos com Impostos Gerais e Específicos;
 
Antes do exame destes critérios da RACIONALIZAÇÃO DOS CUSTOS podemos recorrer a Ferramenta do Diagrama do Preço x Quantidade;
 
Vejamos alguns exemplos de aplicação...
 
Aplicação do Diagrama do Preço
 
Uma fábrica produz 1.000 unidades de uma mercadoria ao preço unitário de R$ 10,00. Usando um dos 3 modelos geométrico - use sempre aquele que lhe der melhor facilidade de uso - plote os valores de Quantidade = 1.000 unidades e de Preço = R$ 10,00/unitário;
 
Verifique abaixo, que usando qualquer um destes modelos geométricos, os RESULTADOS serão os mesmos. A facilitação está apenas no tamanho das escalas, para sua melhor precisão.
 
1. Longa Amplitude no Eixo Y do Preço;
 
Preço/Unidade = R$ 10,00;
Quantidades = 1.000;
 
$ 100% = R$ 10,00;
Qtde Oferta = 1.000;
 
$ 50% = R$ 5,00;
Qtde 50% = 1.500;
 
2. Média Amplitude no Eixo Y do Preço;
 
Preço/Unidade = R$ 10,00;
Quantidades = 1.000;
 
$ 100% = R$ 10,00;
Qtde Oferta = 1.000;
 
$ 50% = R$ 5,00;
Qtde 50% = 1.500;
 
3. Curta Amplitude no Eixo Y do Preço;
 
Preço/Unidade = R$ 10,00;
Quantidades = 1.000;
 
$ 100% = R$ 10,00;
Qtde Oferta = 1.000;
 
$ 50% = R$ 5,00;
Qtde 50% = 1.500;
 
==============================
 
Se a empresa / fábrica não tiver uma administração científica dos custos, já que é uma ação obrigatoriamente PERMANENTE, junto com a qualidade, a produtividade e a economia, ela não terá capacidade de sobreviver por longo período, haja vista que todos os eventos internos e externos à companhia são EVENTOS TENDENTES AO ENCARECIMENTO. Portanto, o APARATO sempre vai sofrer modificações estruturais e conjunturais que tirarão a companhia do Ponto de Equilíbrio: variando entre Lucros e Prejuízos ...
 
O critério dorsal de vigilância administrativa do capitalismo bem sucedido é o de controlar pelos menos as 3 condições MUTANTES que afetam a estabilidade de preços:
 
1ª - MANTER REDUÇÃO PERMANENTE DE PREÇOS;
2ª - DOMINAR AS ADVERSIDADES NOS CUSTOS;
3ª - VIGIAR AS CRISES DO “ENCARECIMENTO”. 
 



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