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Postada em 21-02-2019. Acessado 147 vezes.
Título da Postagem:O Alumínio
Titular:Darlou D´Arisbo
Nome de usuário:Darlou
Última alteração em 21-02-2019 @ 10:35 pm
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Tags: Saude; Alimentação saudável; venenos ocultos
O A l u m í n i o Da série “Engenharia da Saúde” O alumínio, metal tão comum e presente em nossos utensílios, medicamentos e embalagens, encontra-se no banco dos réus. Em se tratando de saúde, constata-se que o alumínio não é considerado tão tóxico como os metais pesados, ainda que existam evidências de certa toxicidade se ingerido em grandes quantidades. A absorção do metal pode ser agravada quando houver patologia de insuficiência renal, e os rins não eliminarem as pequenas quantidades diárias, que vão sendo acumuladas no organismo. Lembre-se que "Toda boa doceira sabe que não se deve fazer doces de calda em panelas de alumínio", assim como não se deve mexer a comida com colheres de metal e não lavar as panelas com esponjas de aço, pois as partículas de alumínio migram para os alimentos Vários estudos, relacionam-no com o Mal de Alzheimer e com a doença de Parkinson, considerando a grande quantidade de alumínio encontrada nos tecidos cerebrais destes pacientes e sua coincidência com a época da industrialização deste metal. Até a inspiração de alumínio em pó (indústrias de utensílios) pode provocar fibrose pulmonar (Mal de Shaver), patologia agravada pela presença, no ar, de sílica e óxido de ferro (silicose e siderose). A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e a Organização Mundial de Saúde definem o limite da ingesta individual de alumínio em um mg/kg por semana . O Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), apurou que, na refeição comum brasileira (arroz, feijão, batata cozida, bife e doce de leite) haveria a ingestão diária de 0,37mg de alumínio decorrente do cozimento nestas panelas, enquanto no consumo de macarrão com molho de tomate e carne de panela seria de 0,83mg. A utilização de panelas de alumínio vem sendo proibida em muitos países do mundo e, na Itália, os grandes restaurantes estão proibidos de utilizá-las, sujeitos às severas multas. O Dr. Ian Arnold, da Faculdade de Medicina da McGill University, de Montreal, cita que as contaminações geralmente são associadas ao manuseio e armazenamento do produto. Aqui na minha cidade, onde muitos restaurantes ainda utilizam panelas de alumínio, também foram encontradas aparas do metal em embalagens de leite longa vida. O médico Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, verificou a elevada concentração de alumínio (27 mg/kg), no seu filho criança. Esclarece que se deve evitar qualquer fonte do metal, mesmo sendo considerada segura. Pois ingeri-lo pode ser danoso, visto que nós sabemos a dificuldade em eliminar este metal acumulado. Afirma que: “O alumínio é muito útil... porém mortal!” Atualmente, encontramos alumínio em: cosméticos; (cremes dentais, desodorantes, loções,...), medicamentos (antiácidos, antialérgicos,...), utensílios de cozinha (panelas, processadores...), embalagens (latas, tetrapack, papel laminado (agravados quando o produto contido for ácido), aditivos alimentares (anticoagulantes, endurecedores, fermentantes, emulsificantes, colorantes, acidulantes...), confeitos decorativos (bolinhas, escritos e coberturas em bolos, biscoitos e bolachas, tão comuns em nossas confeitarias e feiras toledanas). No tratamento da água, o hidróxido de alumínio é largamente utilizado e, pesquisas epidemiológicas na Inglaterra e França, já registram maior incidência da doença de Alzheimer em localidades com alto teor do metal na água potável consumida. O fato pode ser agravado em países tropicais, onde a temperatura ambiental é mais elevada e o consumo de água incentivado. Enfim, assumir uma alimentação saudável (lembrar-se da consagrada panela de ferro) e avocar hábitos salutares, demonstram eficácia para uma disposição física e psíquica; um prolongado bem-estar de nosso ciclo vital. Prof. Darlou D’Arisbo – MSc Ergonomia e Antropometria darisbo47@gmail.com


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