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Postada em 03-06-2007. Acessado 2984 vezes.
Título da Postagem:MArechal-de-Exército Emílio Luiz Mallet - Patrono da Artilharia
Titular:Gustavo
Nome de usuário:X-men
Última alteração em 03-06-2007 @ 04:46 pm
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O Marechal Emílio Luiz Mallet - Barão do Itapevi foi consagrado, por Dec. 51424 de 13 mar 1962, patrono da Arma de Artilharia, em cujo seio se forjou e se firmou com o honroso título de Artilheiro Símbolo do Brasil.
Mallet nasceu em Dunquerque – França, em 10 junho 1801, e faleceu no Rio de Janeiro, em 2 janeiro 1866, depois de 68 anos de devotamento à construção de sua nova pátria, na paz e na guerra. Seus restos mortais repousam no mausoléu erguido em Santa Maria – RS, junto ao 3º Grupo de Artilharia de Campanha, o REGIMENTO MALLET. 

   Como tenente, no comando de duas peças de Artilharia, Mallet teve atuação marcante na batalha de Passo do Rosário, de 20 fevereiro 1827. Na guerra contra Oribe e Rosas (1851-52), como capitão, fez toda a campanha contra Oribe no comando do 1º Regimento, então tracionado por bois. Data, de então, a tradição da unidade chamar-se "Boi-de-botas", em razão dos bois que, de tanto atravessarem lodaçais, no inverno, davam a impressão de estarem calçando botas.

     Mallet teve como ponto culminante e mais glorioso de sua carreira à frente do 1º Regimento de Artilharia a Cavalo, o atual Regimento Mallet, na batalha de Tuiuti, em 24 maio 1866. Ali, com seu regimento na vanguarda e em posição, atrás de um fosso escavado com auxílio inclusive do Batalhão de Engenheiros e manobrando com rara habilidade e competência sua "Artilharia-Revólver", cumpriu sua determinação assim expressa no calor da luta: "Por aqui eles não passam". Foi o primeiro a suportar e a repelir as massas inimigas que, a todo o custo, pretendiam romper a posição aliada. Isto lhe valeu promoção a coronel por bravura.

    Mallet sublimou as Virtudes Militares de bravura, coragem, devotamento e abnegação, como oficial do Exército, em todas as guerras externas do Império do Brasil: Guerra da Cisplatina (1825-28); Guerra contra Oribe e Rosas (1851-52); Guerra contra Aguirre (1864); e Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai (1865-70).



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