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Postada em 11-01-2007. Acessado 1024 vezes.
Título da Postagem:A polícia não é culpada
Titular:GTMelo
Nome de usuário:GrupoGuararapes
Última alteração em 11-01-2007 @ 05:04 pm
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Estamos Vivos! Grupo Guararapes!

 

Freqüentemente, a Imprensa noticia, como sendo opinião de políticos, governantes e jornalistas, que as Polícias Estaduais - Civil e Militar, são despreparadas. Este entendimento é falso. Há uma nova realidade de organização e violência no banditismo brasileiro. E as suas grandes causas são a Autoridade que não é exercida pelos governantes, a Omissão do Congresso que não modifica a Lei, e o Julgamento, excessivamente brando, de alguns juízes, que estimula a reincidência dos atos criminosos.

E alguns de nós, do Grupo Guararapes, que exerceram cargos de Secretário de Segurança e de Comandante de Polícia Militar em diversos Estados da Federação, entendem que o que está havendo, também, é uma conseqüência da aplicação distorcida da idéia de Direitos Humanos, mal formulada pela CF/88. E, neste particular, não se pode deixar de considerar a grande responsabilidade de ONGs, com suas idiotas e radicais teorias sobre este tema, defendendo bandidos cruéis e irrecuperáveis, em prejuízo do policial que arrisca sua vida para defender a sociedade. A propósito, observamos que muitas ONGs são dirigidas por estrangeiros de países onde existe prisão perpétua e até pena de morte.

Para os camaradas do GUARARAPES, o que falta, no Brasil, na base, é uma boa educação familiar e escolar. E de um imediato freio nos atos criminosos, no nascedouro. Lembram que, quando exerceram cargos na área de segurança e quando acontecia uma reação menos respeitosa contra a ação policial, era realizada uma “Blitz” (ação coordenada das polícias militar e civil) no local da ocorrência, fosse num bairro da capital ou num município do interior, para prender os infratores, desarmar os moradores, e restabelecer o respeito à Autoridade Policial. E, quando o infrator era um policial, este era preso, e se fosse crime, era excluído, e submetido a processo judicial. E os Juízes não anulavam estas punições. Assim, com o rigoroso proceder das Autoridades Policiais e dos Juízes, o crime era inibido na origem, e se podia ter paz, qualquer que fosse a cidade brasileira.

Mas, quanto ao Judiciário, com base em decisões recentes, fazemos duas observações sobre a aplicação das leis brasileiras com as quais alguns juízes dizem que não podem punir os criminosos.

Com as mesmas leis: - A Juíza Denise Frossard, anos atrás, manteve presos, chefes do crime organizado, no Rio de Janeiro; - E, dias atrás, o STF e o TSE disciplinaram a Fidelidade Partidária.

Será que uma nova visão dos Tribunais não pode reduzir o crime, enquanto não se muda a Lei?

E para encerrar, com relação à ação policial, queremos lembrar aos Governantes, aos Políticos, aos Juízes e à Imprensa que, hoje, devido à permissividade do crime que se instalou no Brasil, se por engano, um policial abordar um bandido para perguntar as horas, pode ser morto antes de abrir a boca.

Portanto, para restabelecer a Ordem Pública, é imperativo que os bandidos voltem a respeitar e, se necessário, a ter Medo da Autoridade Policial e da Lei. Vivemos uma situação de insegurança e de violência, totalmente diversa dos primeiros 88 anos do século passado. Guardadas as devidas proporções e realidades, o Brasil precisa de algo parecido com o “Tolerância Zero”, de Nova York.

Na ação policial, a conjuntura mudou. Um policial não pode enfrentar o bandido de hoje, como enfrentava o bandido antes da CF/1988. Ponham-se no lugar de um policial, fardado, principalmente. E, muito pior, juízes mandam reintegrar policiais criminosos, que haviam sido excluídos.

A Culpada pela violência do banditismo, de hoje, com certeza, não é a Polícia Brasileira; até porque não é culpada pela errônea benevolência com criminosos, inclusive de crimes hediondos.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza.  Somos 1181 CIVIS – 33 OFICIAIS GENERAIS – 333 OFICIAIS SUPERIORES E 111 CAP/TEN. TOTAL 1.658          dia 23  de outubro de  2007




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