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Postada em 03-25-2008. Acessado 1489 vezes.
Título da Postagem:Na TIRSS – Impatriótica submissão ao estrangeiro
Titular:GTMelo
Nome de usuário:GrupoGuararapes
Última alteração em 03-25-2008 @ 01:56 pm
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Estamos Vivos! Grupo Guararapes!

No fim da primeira dezena deste mês de março, um ministro de Estado vai a Roraima/AM, com destino à Terra Indígena Raposa/Serra do Sol (TIRSS), incluindo passagem pelo Comando da 1ª. Brigada de Infantaria de Selva, em Boa Vista, visitas a Pelotões Especiais de Fronteira do Exército e participação, na vila de Surumu, em uma Assembléia de Indígenas. Seria motivo principal de sua viagem o impasse que se verifica na área, por isso que os não índios não querem sair da região, pelas razões que alegam,  forçados por um decreto, o qual resultou de sabidas pressões externas.

O ministro visitante, Mangabeira Unger, ("O governo Lula é o mais corrupto da História do Brasil"), ouviu lideranças da região, no próprio quartel da Brigada, mas ao dirigir-se para a reunião de Surumu, impediu o General Comandante da Brigada e, também, parlamentares federais e estaduais, presentes, de segui-lo, a pretexto de ordens do ministro da Defesa, apoiado pelo ministro da Justiça. Levou, apenas, o chefe da FUNAI, o Bispo de Roraima e parte de sua comitiva.

O General Comandante da Brigada, surpreendido pelo inusitado do que ocorria, teria contestado a ordem recebida, de modo tão estranho, usurpando-lhe uma sua prerrogativa do comando que exerce, como responsável direto, até pela própria segurança do ministro, a quem cabia proteger. E mais, porque conhecedor do caso, bem poderia assessorar o ministro, na dita Assembléia.

Segundo informe colhido na Internet, o Exército teria divulgado Nota de Esclarecimento (não do nosso conhecimento, oficialmente) a respeito do episódio. Nessa Nota: se diz que o Exército está presente em Roraima cumprindo sua missão constitucional; se observa que, conforme o artigo 142 da Constituição de 88, o Exército tem a missão de defender a Pátria, o que obriga os militares a estarem presentes em todos os pontos do território nacional; se vê que “Em relação às terras indígenas, o  Decreto Presidencial nº. 4412, de 07 de outubro de 2002, estabelece que as Forças Armadas têm liberdade de trânsito e acesso às mesmas, sem depender de autorização...”; se relata que, antes da visita da comitiva, foi informado pelo chefe de gabinete do ministro que nenhuma autoridade estadual ou federal poderia participar da reunião com as lideranças de Surumu; se vê mais que “Tal fato causou estranheza, não apenas aos militares do EB, mas também a alguns dos principais líderes políticos locais que haviam demonstrado interesse  em participar.”; se afirma  que o Comando da Brigada acredita que os assuntos a serem tratados naquele momento seriam do interesse do EB; e mais que “A exclusão foi uma atitude equivocada, cabendo-nos lamentar, uma vez que nos parece própria de pessoas descompromissadas com o Brasil. Maior repulsa causou essa decisão ao sermos informados por moradores indígenas, da região, de que estrangeiros representantes de ONGs participaram de outras reuniões realizadas no mesmo local”. Conclua-se da Nota: estrangeiros estariam presentes à referida Assembléia! Ressalte-se: estrangeiros que  pretendem abocanhar as imensas riquezas da área!

De qualquer modo, foi uma ordem absurda, transmitida por um chefe de gabinete , passando-se por cima das autoridades do Comandante do Exército e do Comandante Militar da Amazônia.

O General Comandante da Brigada foi desprestigiado publicamente, inclusive perante subordinados seus, no seu Quartel, ofendido nos seus brios de um oficial general do Exército Brasileiro, preparado, a vida toda, para  seguir as regras legais que lhe cabe cumprir. Note-se que, além do General, foram igualmente desprestigiados membros dos Parlamentos – Federal e Estadual (um senador, dois deputados federais e um deputado estadual), indicando-se inaceitável intromissão de membros do Poder Executivo, na esfera do Poder Legislativo. E a Nação estupefata, diante de ministros, apenas nomeados, não representantes do povo, submissos à vontade estrangeira, pois foi esta vontade, por certo, que determinou a exclusão, da reunião, do General e dos parlamentares.

O incidente demonstra o descompasso em que anda o nosso País, com um governo que se acha a própria lei e onde campeia a desordem que ele mesmo promove. Um governo que pode trair a Pátria, - como já o fez na homologação daquela  Reserva, submisso a escusos interesses de ONGs estrangeiras.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza.  Somos 1.407 CIVIS – 43 da Marinha – 438 do Exército – 45 DA FAB total 1.933  Fortaleza, 18.03.2008   batistapinheiro30@yahoo.com.br In memoriam 30 militares e 2 civis    




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