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Postada em 03-28-2008. Acessado 1622 vezes.
Título da Postagem:Médici foi o comandante decisivo em 64 E 68.
Titular:GTMelo
Nome de usuário:GrupoGuararapes
Última alteração em 03-28-2008 @ 11:24 am
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Estamos Vivos! Grupo Guararapes!
O Gen Médici foi o grande Comandante Militar, responsável maior pelas duas vitórias sucessivas sobre o Comunismo Internacional em 1964 e, depois, em 1968. Esta é a minha opinião, pessoal e consistente, porque baseada em verdades indiscutíveis. E com estas verdades, algumas das quais testemunhei, vou comprovar o valor decisivo do Gen Médici para a vitória do Povo Brasileiro, sem derramamento de sangue, na Revolução de 1964, como, também, para a vitória dos Governos Militares sobre o Comunismo Internacional que tentou implantar, pela Luta Armada, uma Ditadura Comunista no Brasil, em 1968. Então voltemos a 1964. Na madrugada do dia 31 de março, o Gov. Magalhães Pinto, com a participação do Gen Guedes e do Gen Mourão, e o apoio da imensa maioria do Povo Brasileiro, deflagrou a Revolução, a partir do Estado de Minas Gerais, contra o Governo João Goulart. Lembremos, agora, a posição do EXÉRCITO, a Força de maior efetivo, melhor armada para operações em terra e por isso mais decisiva numa Revolução: Os I e III Exércitos eram os mais poderosos do Brasil. O Cmt. I Exército, (RJ) Gen Ancora, não aderiu à Revolução e marchou em direção a São Paulo. O Cmt. III Exército, (RGS) Gen Ladario, era contra, talvez, devido à influência de Brizola, no Rio Grande do Sul. O Cmt II Exército, (SP) Gen Kruel, discordava do governo, mas, era amigo de Jango. E fez questão de ligar-se com Jango para que revisse as suas posições. Este fato é absolutamente verdadeiro porque eu e o meu amigo e colega de turma, Lótus Silva de Paula, que, capitães, servíamos no II RO 105, Itu,(SP), acompanhávamos o problema porque éramos a favor da Revolução. E estávamos com o nosso Comandante, Cel Benedito Maia Pinto de Almeida, (morreu como Gen Ex) quando chegou um radio cifrado do Gen Kruel, comunicando o insucesso do contato com Jango, e autorizando o II RO 105 a marchar para o Rio de Janeiro, em apoio à Revolução. Então, logo a seguir, eu e o Lótus, num jipe, com a missão de reconhecimento avançado até a região de Alpargatas, largamos muito à frente do II RO 105, pela Rio-São Paulo, em direção ao Rio de Janeiro. Como não foi encontrada nenhuma tropa, o Comando do II R0, entendeu que algo acontecera favorável à Revolução e, por isso, marchamos incorporados em direção a Resende, RJ. Em Resende, soubemos que o Cmt da AMAN, Gen. Médici, havia lançado os cadetes para barrar a Rio-São Paulo contra tropas vindas do Rio. E que, detido o I Exército pelos cadetes, o Gen. Âncora decidira não mais se opor à Revolução, e iria ao Comando da AMAN oficializar esta decisão. E esta Decisão do Gen Âncora, para mim, que estive na ante-sala, foi o Momento Decisivo, pois com a nova posição do I Exército, a Revolução se tornou, de Fato, Vitoriosa, uma vez que o Gen Ladario ficou isolado. Então, com origem numa ação do Gen Médici, o I Exército deixou o lado de Jango, e numa simples questão de tempo veio o apoio do Congresso, e a Revolução de 1964 foi Vitoriosa, de Direito, sem uma luta fratricida. E, agora, pergunto: E se, em 1964, o Gen. Médici (Era, apenas, General de Brigada) não tivesse decidido empregar uma tropa de cadetes para barrar a Rio-São Paulo, e o I Exército marchasse livremente para São Paulo? Como ficaria o II Exército com duas frentes contra dois exércitos mais poderosos, o I Exército, à Leste, e o III Exército, ao Sul? Haveria derramamento de sangue? E quem venceria? Vamos, agora, a 1968: O Presidente Médici, com o rigor necessário, derrotou as Guerrilhas Comunistas. A Urbana, realizava, atentados a bomba, seqüestrava e assaltava, matando e ferindo civis inocentes. A Rural, a exemplo de Cuba, queria criar uma área liberada na Amazônia. Eu, aluno da Escola de Estado Maior fui designado para censurar uma emissora de rádio no Rio de Janeiro para impedir a difusão de notícias favoráveis à guerrilha. E, depois, eu e o meu amigo, também, aluno, Maj Gerson Mendonça de Freitas, Turma de 1953, fomos designados pela Escola de Estado Maior para reforçar o II Exército, após o atentado a bomba, sofrido por aquele Grande Comando. E, anos depois, servindo no Estado Maior da 10ª RM, (CE), ajudei a organizar um Batalhão, formado com companhias dos 23, 24 e 25 BC, que sob o Comando do Cel Eider Nogueira Mendes, Turma de 1948, seguiu para Xambioá para enfrentar e derrotar a guerrilha rural que operava na área. E se o Gen. Médici não tivesse liquidado, também, com a Guerrilha Rural no Brasil? Será que teríamos na Amazônia Brasileira, uma outra versão da Guerrilha Colombiana? Isto seria bom, ruim ou péssimo para o Brasil? Alguém já pensou em ter um parente seqüestrado por guerrilha? IMPORTANTE: no Brasil, o número de mortos dos dois lados, terroristas, e (militares, e policiais militares e civis) nas guerrilhas, Urbana e Rural, não chegou a 500. Só na América Latina, comparem este número com o número de mortes ocorridas em Cuba e na Colômbia. Então, graças à Decisão Corajosa, Firme e Forte do Gen. Médici, liquidando de vez com as guerrilhas, o Gen. Geisel pôde iniciar a Abertura Política e a Pacificação Nacional. E o Gen. Figueiredo pôde promulgar a Lei de Anistia, autorizar o retorno dos exilados e, Devolver o Poder aos Civis. E o Brasil, após a derrota dos terroristas, desde 1985, é uma verdadeira Democracia. Não se tornou uma Cuba, nem tem os problemas hoje enfrentados pela Colômbia. E buscando exemplos entre os heróis consagrados no Mundo, o Gen Médici, em 1964 e 1968, pela Coragem Moral Inexcedível, Senso de Oportunidade, e Visão política e Militar, repetiu Alexandre, “O Grande”, e cortou o “Nó Gordio” do Comunismo Internacional, no Brasil. Por isso, reafirmo que, com base nos fatos históricos, o Gen. Médici foi o Comandante Decisivo para as vitórias do Brasil contra o Comunismo Internacional, em 1964 e 1968. E no futuro, todos os historiadores do Brasil vão reconhecer o seu indiscutível valor militar, fora o muito que o Presidente Médici fez pelo desenvolvimento do Brasil, tornada a 8ª Economia do Mundo, e o FUNRURAL que tirou da miséria os velhinhos dos imensos sertões do Brasil. José Antonio Bayma Kerth, Cel EB, Turma de 1951, Março.2008


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