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Postada em 07-01-2008. Acessado 505 vezes.
Título da Postagem:Verdade sobre 1968
Titular:GTMelo
Nome de usuário:GrupoGuararapes
Última alteração em 07-01-2008 @ 10:42 am
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João Ricardo Moderno: Verdade sobre 1968

Presidente da Academia Brasileira de Filosofia

Rio - O stalinismo de 1968 é omitido. Em primeiro lugar, não há somente um 1968, mas vários. Há o 1968 da revolta contra a Guerra do Vietnã. Entretanto, era uma divergência do modo de combater a barbárie. Há o 1968 de Paris, misturando revolta política com amores ao totalitarismo. O do Rio de Janeiro foi liderado por figuras ligadas ao terrorismo, apoiados pela Rússia e países por ela colonizados pelo Pacto de Varsóvia. Mesmo fora dele, como Cuba.

Lideranças trabalhavam contra o Brasil. Desde 1935 assassinavam para provar a tese da superioridade moral. A liberdade de imprensa e demais liberdades foram abolidas em todos os países comunistas. Torturas, mutilações, seqüestros. Assassinatos da ordem de 100 milhões de inocentes.

Ministros, governadores, deputados, secretários estaduais, vereadores e políticos em geral de hoje eram procurados por toda sorte de terrorismo. Cito o Leblon, no famoso assalto ao supermercado PEG-PAG, em 1965, quando terroristas mataram quatro funcionários e os penduraram em ganchos dentro do frigorífico. Literal frieza da ideologia. Um deles fundou o Comando Vermelho na prisão.

Praga em 1968 foi a mais importante do mundo. A Primavera de Praga é intencionalmente censurada por toda a caftinização do ano de 1968. Ela é omitida por estar em oposição ideológica ao 1968 brasileiro.

Na Tchecoslováquia, o Partido Comunista decidiu acabar com o stalinismo, exigindo liberdade de imprensa, liberdades civis, pluripartidarismo, Estado de Direito, tolerância religiosa e direitos humanos em geral. Foram massacrados pelos tanques soviéticos. Aqui, lutavam para implantar o totalitarismo, como até hoje; lá lutavam para acabar com ele




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