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Postada em 08-22-2008. Acessado 642 vezes.
Título da Postagem:Um farroupilha famoso
Titular:Antonio Carlos Mesquita do Amaral
Nome de usuário:ACMA
Última alteração em 10-06-2008 @ 09:38 pm
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O Corpo de Artilharia a Cavalo, criado em 4 de maio de 1831, com parada na Vila de Rio Pardo, recebe como comandante o Major José Mariano de Mattos, do Rio de Janeiro. No Rio Grande do Sul, pelo seu fino trato, forma um grande circulo de amizades nas áreas  militar, artes, letras e políticas. Em 20 de setembro de 1835, abraçando a causa armada, deixa Rio Pardo com companheiros de caserna e uma parte da tropa que comandava. O Regente, Padre Antonio Feijó, em decreto de 21 de maio de 1836, manda dissolver a unidade, que já operava como clandestina. Em 1º de setembro de 1837, é determinada a organização de outro corpo de artilharia a cavalo, ativado com tropa vinda do Rio de Janeiro. O comandante foi o Major Lopo de Almeida Henriques Botelho e Mello, natural de Lisbôa, que chegou ao Brasil, ainda criança, acompanhado de seu pai, em 1802. As duas unidades de artilharia, operaram até 1845. Em 1º de junho de 1836, cinco bocas de fogo do Corpo de Artilharia a Cavalo (farroupilha) tomam posição à beira do Rio São Gonçalo, no Passo dos Negros. No dia seguinte, abrem fogo contra a barca a vapor Liberal, o iate Oceano e a canhoneira São Pedro Duarte, da esquadra imperial. A canhoneira atingida,  é abandonada e a barca e o iate se retiram. Dois dias depois, o Corpo de Artilharia a Cavalo (farroupilha) vai para a margem direita do rio. Em 1º de fevereiro de 1839, tinha duas bocas de fogo no Caí. Em 3 de maio de 1840, o Corpo de Artilharia a Cavalo (imperial) participa dos ataques do Passo Real do Taquarí; em 13 de junho de 1841, no Passo de São Borja; a 18, na Estância do Meio; a 22, no banhado do Inhatium, próximo a São Gabriel. Em 1842, em Porto Alegre, compõe as forças do Marechal Tomás José da Silva. Uma bateria foi defender o Rio Grande, sob o comando do Tenente Coronel José Ferreira de Azevedo, fazendo parte da 8ª Brigada de Cavalaria, do Coronel João Francisco Caldwel. Em março de 1843, o Corpo de Artilharia a Cavalo (imperial) apóia os três batalhões de caçadores que em São Gabriel, protegiam a "bagagem pesada" da tropa de Caxias, que ia do Passo do Queimado, no Rio Vacacaí, paro o Passo de São Borja. Em 7 de maio de 1844, envia  bocas de fogo para Caçapava, Capela de São Gabriel e Vila da Cruz Alta da Serra. Para operações na campanha, manda uma bateria com quatro canhões. Assinada a paz no Ponche Verde, as duas artilharias  antagônicas, fundem-se numa só que, a 22 de agosto de 1846, aquartelava em São Gabriel, onde ficou por 79 anos, até ser transferida para Santa Maria, em 1925, onde se encontra até hoje. Este resumo, refere-se ao 3º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado - Regimento Mallet - que, desdobrado em dois, defendia republicanos e monarquistas. NOTA: Dados a luz das Fés-de-ofício dos nominados, fornecidas pelo Arquivo Histórico do Exército (AHEx) e obras sobre Guerra dos Farrapos, de diversos autores. Autor: Antonio Carlos Mesquita do Amaral


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