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OUTROS TEMPOS, QUEM DIRIA?

Publicado em 12 de Ago. de 2009


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A Câmara Federal, em sessão solene a 15 de julho próximo passado, sob a presidência do Deputado Marco Maia-PT, atendendo proposição das Deputadas Alice Portugal e Manoela DÁvila-PCdoB, comemorou os trinta anos de reconstrução da UNE. Naquela oportunidade a nata do comunismo se fez representar por parlamentares militantes, alguns outros de demais partidos, membros da direção do órgão e estudantes. Em discursos inflamados, as autoras do projeto, a presidente da entidade Lucia Stumpf e o Deputado Pepe Vargas-PT, engrandeceram a resistência democrática havida em abril de 1964, (isso que nenhum deles viveu aquela situação, pois não haviam nascido), contra forças de repressão, responsabilizando-as pelo incêndio da sede e morte de estudante.
Recentemente o Professor Diorge Alceno Konrad, da UFSM, em artigo publicado em jornal local sobre a guerrilha do Araguaia, em apoio ao Jornalista Lino Brum Filho, também missivista e irmão de um dos tantos jovens mortos no conflito, tiveram contestadas suas afirmações, de que os guerilheiros defendiam a democracia, pelo militar da reserva do Exército, Pedro Amaro Ramos Machado. Pois além ser uma execrável mentira, mesmo assim, propõem-se, convencer as gerações pós regime militar, das atrocidades que a repressão praticou, quando os únicos culpados que devem prestar contas as famílias enlutadas por terem perdido seus entes, é a cúpula do PCdoB, responsável por uma guerrilha mal amanhada na região do Rio Araguaia, que para tanto, serviu-se da UNE e dos DCE, para iludir a juventude estudantil incauta, sobre seus reais propósitos, com promessas de fama e glórias, talvez, até espelhadas no matador Che ternura. Daquele ninho em que as entidades foram transformadas, saia a massa humana leiga e sem conhecimento siquer, a não ser em mapas, sobre a região escolhida para suas operações, cujo líder, João Amazonas, apoiado desde a Albânia, lá esteve somente em reconhecimento.
Acusar militares é até justificável, quando em situação inversa, é de se acreditar que teriam praticados tratamento de humanidade, porque não foi assim, que ocorreu anos antes, no Vale da Ribeira.
Jogarem oitenta e quatro bombas em lugar publico, deve ser lutar pela democracia. Esmagar a coronhadas a cabeça do Tenente Mendes Junior, da PM de São Paulo; despedaçar o Soldado Kozer, na capital paulista, direcionando uma Kombi carregada de explosivos, contra seu posto, quando de sentinela; explodir bomba no Aeroporto dos Guararapes, na grande Recife, matando um almirante, o jornalista Edson Régis de Carvalho, (colega de profissão de Wladimir Herzog, o único da profissão, que consideram mártir da sanha assassina da ditadura); mutilação de jogador do Clube Náutico Capibaribe, com perda de uma perna e ferimentos em tantos outros, querem fazer crer que também era luta pela democracia.
As novas gerações até hoje, não são alertadas que o AI-5 foi instituído em 1968, depois de tais façanhas.
Aarão Reis, comunista convicto e terrorista, em entrevista ao O Globo, afirmava que nunca foram o braço armado de uma resistência democrática. Que o projeto esquerdista de luta armada, era revolucionário e ditatorial e que o objetivo, era instalar o socialismo por meio de uma ditadura, como na China e em Cuba. Falavam em resistência, por ser palavra muito mais simpática, mobilizadora e aglutinadora.
Já com duas décadas de revolução silenciosa, que está acontecendo, levarão a Nação para uma convulsão interna sem precedentes em sua história, com parâmetro no movimento federalista de 1893, multiplicado por mil. Para tanto, continuam contando com a União Nacional dos Estudantes, que realizou recentemente seu 51 Congresso em Brasília, uma vez, beneficiária de verbas federais, que como hidra, estende seus tentáculos aos Diretórios Central de Estudantes, iludindo novas gerações, em sentido muito mais abrangente, já demonstrado pela opinião do estudante de música, Cauã Canilha, publicada na mesma coluna jornalística.
Aldo Arantes em 2007, já considerava sua sede, como Casa da Resistência Democrática o que é uma inverdade e a deixa comunista de marca, entre seus adptos, está em considerarem que lhes contesta, como gentalha.
Na sub-américa, uma vez que para o mundo, América são os americanos, convive-se em tamanha desigualdade, malgrado as grandes riquezas que possuímos. Por mais que queiramos formar parâmetro com a europa, a diferença de desenvolvimento é marcada pelo efeito das convulsões internas e externas, vivenciadas por centenárias gerações. Os Estados Unidos, avançaram rumo ao progresso, após a guerra de secessão. Já a Eurásia, bem antes, com lutas internas e guerras externas como a dos cem anos; . . . mais recentemente as duas guerras mundiais e a da Coréia, foram preponderantes para que tais nações atingissem o alto nível de que atualmente desfrutam, pois todas, sem exceção, de invejáveis crescimentos econômicos, escaparam de tão grandes provações.
Muitos países, em particular o Brasil, infelizmente, terão que conviver um dia, com terrível e catastrófico processo, motivo suficiente na ótica da nação do norte, para a ativação da sua IV Frota e a pretensa instalação de bases na Colômbia. (a) ACMA

1 comentários


MARMOSILVA-RIO comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

17 de Ago. de 2009 às

MARMOSILVA-RIO
Bom Dia! Meus amigos e pares da caserna, estou convocando todos os militares inativos do Rio de Janeiro, e dos demais estados para uma reunião, que será definida em sigilo aos cuidados de cada líder da reunião, mas que o encontro do Rio de Janeiro será no largo da carioca estação do metro, de lá partiremos para o local a ser definido. Sem mais, um forte abraço e lembrem-se somos mais de hum milhão de eleitores de inativos só no RJ, se incluirmos toda a familia militar neste maninfesto, iremos provar que podemos decidir uma eleição e eleger qualquer representante militar que escolhermos, isto é ponto pacífico. Entendem? A nossa força não está nas armas, mas sim nos votos que iremos negociar, ou os políticos nos atendem ou iremos deflagar uma campanha de abstenção das urnas para as próximas eleições, ficaremos todos em casa, e não há lei que nos obriguem a votar, a multa é tão irrisória que pagaremos com maior prazer caso nossas reivindicações não sejam atendidas.
Juntos reconstruíremos um Brasil melhor e mais justos para os nossos filhoe e netos! É hora de darmos um basta nesta situação, militares das Forças Armadas, não sejamos covardes ou omissos, pois, o futuro de nossas famílias e de nossa nação está em nossas mãos.

Atenciosamente; MARMOSILVA-RIO

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