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AS FAs, PRECISAM TER PODER DE POLICIA!

Publicado em 20 de Out. de 2009

708 Visualizações


PARA QUE O MAL PREVALEÇA, BASTA QUE OS BONS NÃO FAÇAM NADA.

Boa Noite! Meus amigos e pares da caserna, seria essa a razão do nosso silêncio social que provoca o caos ? Certamente não! Todos sem exceção têm o direito de expressão, conforme versa o Art. 5, inciso IX da nossa CF/88, Carta Magna e Lei máxima desta nação. O inciso IX, diz que é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; A Constituição Federal não previu no seu caput, quando do seu esboço uma exceção para ninguém, logo a hermenêutica forense, interpreta que todos têm o mesmo direito de se expressar, e isso inclui todos os militares das Forças Armadas do Brasil, até porque, o estatuto dos militares ou regulamentos disciplinares internos de cada Força, é infraconstitucional quando o assunto é liberdade de expressão. Esses regulamentos bem como o estatuto dos militares não foram alcançados pela CF/88, isto provocou uma vacância de ações por parte dos militares, que somente agora, com uma maior abertura política, e de informações, com vários advogados e juristas militares, alguns deles buscando na esfera jurídica dentro do ordenamento jurídico brasileiro, reparações de danos causados por abusos de autoridades e erros administrativos, mas, porque, ainda estamos calados?
Em se tratando de Soberania Nacional e Segurança Publica, em especial o Estado do Rio de janeiro, ninguém melhor do que os militares das Forças Armadas e policiais militares, para se manifestarem a respeito dos fatos ocorridos no último sábado, que nada mais é do que o reflexo da leniência total do estado brasileiro em não prover uma infra-estrutura adequada, formação cultural de base, uma justa e igualitária distribuição de renda, e isso inclui a vergonhosa e vexatória remuneração dos militares das Forças Armadas e policiais militares, com exceção dos PM/DF e carcereiros de Brasília.
Os profissionais que têm a obrigação e a dura missão de defender esta nação e as federações possuem as piores remunerações do país. Sobretudo, enquanto isso os burocratas de colarinho branco em suas secretarias e ministérios com remunerações de marajás, nada resolvem para que esses profissionais possam ser melhor remunerados e treinados, inclusive com inteligência.
Quem sabe agora, após esses esclarecimentos legais e constitucionais, Alguns militares das Forças Armadas, possam se reunir em seus estados, se organizar e iniciar um movimento a nível nacional, a fim de abordarem esses fatos e temas em questão levando-os a sociedade, para que o cidadão verdadeiramente possa entender e defender quem realmente deve estar muito bem em todas as áreas e aspectos da vida, para muito bem defendê-los, e lhes garantir a segurança almejada e desejada por todos os cidadãos brasileiros.
Vejam a blogosfera da policia militar do Rio de Janeiro, que já virou objeto de estudo de uma cientista política e social e já foi parar nos gabinetes da UNESCO, o que me entristece é que os policiais que são obrigados a respeitar e conviver com quase os mesmos regulamentos que os das FAs, estão mais organizados e mais ousados do que nós, logo conquistarão os seus objetivos, até passeatas eles já fizeram , e, nós, o que estamos esperando da vida? Lembrem-se temos todos os direitos e liberdade de expressão, assegurado pela Lei máxima deste país. Acabou a ditadura militar, mas entrou a ditadura do proletariado, onde a imprensa esta nas mãos do governo e nada faz a nosso favor dos militares e dos cidadãos, e quando falamos a verdade querem nos punir, desrespeitando a própria CF/88. Vejam a estatística a seguir:
O ranking nacional apresenta São Paulo como um dos estados menos violentos entre as federações, enquanto o Rio de Janeiro aparece na quarta posição em termos de taxas. O Rio de Janeiro é superado por Alagoas (59,5), Espírito Santo (53,3) e Pernambuco (53). Dois estados nordestinos e um do Sudeste.
A análise da dinâmica mostra que as políticas públicas de segurança em São Paulo vêm apresentando maiores resultados que as do Rio de Janeiro. O rio só usou cerca de 39% de uma verba de mais de 400 milhões de reias cedida pelo governo federal, para onde foi esse dinheiro? A política descentralizada com a participação decisiva dos municípios paulistanos vem obtendo resultado positivo (Kahn e Zanetic, 2009). O Rio de Janeiro vem apresentando uma política de confronto direto com a criminalidade violenta (com destaque para o tráfico de drogas), dando relevo a táticas repressivas mais incisivas com fraca política de gestão científica, o que difere muito de São Paulo.
Hoje, um soldado PM recebe em média cerca de R$ 30,00 por dia . Salário depois de formado. Os vencimentos iniciais de um soldado da PM do RJ são de aproximadamente R$ 800,00, essas foram às informações do último edital. O que levam muitos deles a fazerem o tal bico, mas será que nós militares das Forças Armadas não estamos na mesma situação? Pois, um soldado do Exército, Fuzileiro Naval, da FAB, um Marinheiro, está muito próximo disso, a única diferença é que estamos dentro das casernas e os PMs estão nas ruas em meio a toda sorte de exposição ao tráfico de drogas e corrupção, não sejamos hipócritas em achar que tudo que está acontecendo é somente culpa dos PMS, já há casos isolados de soldados do Exército e da FAB envolvidos em assaltos, e olha que isto foi recentemente publicado pela mídia e jornais de grande circulação do país. Mas, e quando deixar de ser um caso isolado.
É impossível um soldado aterrorizado emocionalmente, estressado psicologicamente pelo combate a uma verdadeira guerrilha urbana que mais parece um Iraque ou Haiti, portar uma arma sem cometer exageros e imprudências como estas de sábado, e defender bem a sociedade, a rigor eles são tão vítimas do que aqueles que morrem por balas perdidas.
Muitos deles que eu conheço são homens de bem e estão entregue a psiquiatria, aos vícios do álcool, cigarro, drogas sintéticas e demais drogas para suas fugas, sem motivação pelos baixos salários eles somente cumprem a sua ronda e seu plantão e logo partem para os bicos que lhes rendem muitos mais. Despreparados pela falta de treinamento e inteligência para combater o crime organizado, eles cometem os mais bárbaros e enfatizes erros de abordagens e tomadas de assaltos em combate ao crime organizado nas vielas dos morros e comunidades dominadas pelo tráfico, como muitos deles estão como cúmplices do crime por complemento de renda, a segurança pública do Rio de janeiro e do Brasil, virou um problema não só de segurança pública, mas social e de segurança nacional, o que afeta a soberania do país, pois, as armas que chegam aos morros e guetos têm passagem livre pelas nossas fronteiras, devido à ausência do Exército e das demais Forças Armadas brasileira que sequer possuem verbas para combustível, e para movimentar as suas tropas e treiná-las adequadamente.
Sobretudo, falta uma legislação específica para que as Forças Armadas quando nas fronteiras ou até no perímetro urbano tenha poder de polícia, para não ficar coagida e refém do marginal e traficante como ocorreu no morro da providência com o oficial do exército, por tudo isso, precisamos criar mecanismo de manifesto e de entrar neste debate social, ninguém melhor do que os militares das Forças Armadas para dar uma contribuição ao país sobre o tema em questão e reivindicar a nossa justa equiparação salarial junto ao Ministro do Supremo tribunal Militar, Judiciário e Legislativo, hoje, temos a pior remuneração do Executivo, comparado com os três poderes da república. Segue algumas verdades sufocadas.
Falava-se em cortar cabeças; essas palavras não eram metáforas Aydano André Motta, Chico Otávio e Cláudia Lamego. Um dogma precioso aos adversários da ditadura militar iniciada a 31 de março de 1964 está em xeque. Novos estudos realizados por especialistas no período - alguns deles integrantes dos grupos de oposição ao regime autoritário - propõem uma mudança explosiva, que semeia fúria nos defensores de outras correntes: chamar de resistência democrática a luta da esquerda armada na fase mais dura do regime está errado, historicamente falando.
Falava-se em cortar cabeças, essas palavras não eram metáforas. Se as esquerdas tomassem o poder haveria, provavelmente, a resistência das direitas e poderia acontecer um confronto de grandes proporções no Brasil - atesta Daniel Aarão Reis, professor de História da UFF e ex-guerrilheiro do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-Cool. - Pior, haveria o que há sempre nesses processos e no coroamento deles: fuzilamento e cabeças cortadas. Ninguém estava pensando em reempossar João Goulart
Denise Rollemberg, mestre em História Social da UFF, destaca que o objetivo da esquerda era a ditadura do proletariado e que a democracia era considerada um conceito burguês.
Não se resistiu pela democracia, pela retomada do status quo pré-golpe. Ninguém estava pensando em reconstituir o sistema partidário ou reempossar João Goulart no cargo de presidente diz Denise.
A professora explica - e Aarão Reis concorda - que a expressão sequer surgiu no fim dos anos 60, início das batalhas entre militares e terroristas.
A descoberta da democracia pela esquerda se dá apenas no exílio, com a leitura de filósofos e penadores como o italiano Antonio Gramsci.... Aarão Reis diz ainda na mesma reportagem: :As esquerdas radicais se lançaram na luta contra a ditadura, não porque a gente queria uma democracia, mas para instaurar o socialismo no País, por meio de uma ditadura revolucionária, como existia na China e em Cuba. Mas, evidentemente, elas falavam em resistência, palavra muito mais simpática, mobilizadora, aglutinadora.
Isso é um ensinamento que vem dos clássicos sobre a guerra.
Professor de Sociologia da Unicamp, Marcelo Ridente argumenta que o termo resistência só pode ser usado se for descolado do adjetivo democrática.
Houve grupos que planejaram a ação armada ainda antes do golpe de 1964, caso do pessoal ligado ao Francisco Julião, das Ligas Camponesas. Depois de 1964, buscava-se não só derrubar a ditadura, mas também caminhar decisivamente rumo ao socialismo.
Professor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, autor doaclamado Como eles agiam, sobre o funcionamento do regime, Carlos Fico chama de ficção a idéia de resistência democrática. Ele também ataca a crença de que a luta armada foi uma escolha motivada pela imposição do AI-5. A opção de pegar em armas é anterior ao ato institucional. Alguns grupos de esquerda defenderam a radicalização antes de 1968 - garante ele. E fico me perguntando. O que faz uma pergunta para jovens e adolescente, sobre o AI-5 na prova do ENEM, que foi cancelada?
Em 31/03/2004, o jornal O Estado de S. Paulo publicou a entrevista abaixo da qual transcrevo um trecho: Derrotados escreveram a História
Estado - O que levou os militares ao movimento de 1964? Ruy Mesquita - Acho fundamental, para que se possa fazer uma análise objetiva e fria, sobre a chamada revolução de 64 - que na realidade não foi uma revolução, foi uma contra-revolução; não foi um golpe, foi um contragolpe -, situá-la no tempo político internacional. No começo dos anos 60, com a vitória de Fidel Castro e com a sua entrada no jogo do bloco soviético, o foco principal da guerra fria passou a ser a América Central, o centro geográfico das Américas. A tal ponto que ali nasceu a primeira e talvez única ameaça concreta e iminente de uma guerra nuclear, quando em 62 houve a crise dos mísseis nucleares que os russos instalaram clandestinamente no território cubano. O risco era real. Diz-se que a história é sempre escrita pelos vencedores. A história do golpe de 64 foi escrita pelos derrotados. Tais manifestações e pronunciamentos falam por si. Não há qualquer sustentação na história ou nos documentos da esquerda que comprove ter havido um golpe da direita ou um golpe militar. Tais conceitos fazem parte da mesma orquestração em que se inclui a falácia de que a esquerda revolucionária pós 1964 lutava contra a ditadura. Não tenho idéia de quem urdiu essas mentiras, mas com muita convicção afirmo que tudo faz parte de um processo para desmoralizar o movimento de 31 de março de 1964 e de mitificar os heróis das esquerdas. Houve, realmente, uma Contra-Revolução: um duro golpe contra as pretensões de comunização do Brasil.

Atenciosamente; MARMOSILVA-RIO

4 comentários


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20 de Out. de 2009 às

MARMOSILVA-RIO


Meus Prezados, amigos e pares da cserna, saibam que o que estamos inserindo em nossos bogs dentro do portal militar faz coro com a preocupação do STF, vejam a declaração do ministro Gilmar Mendes, agora, precisa ser ministro para enxergar isso? Claro que não, basta ser militar e inteligente, observe o que se segue abaixo e coparecer com o que esta no meu blog. Sem mais, um forte abraço a todos e uma boa noite.


Gilmar Mendes defende integração nacional em segurança pública no Rio
Rio - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, defendeu nesta terça-feira a integração do governo federal nas questões ligadas à segurança pública do Rio de Janeiro. Para ele, o emprego de armamentos pesados nas grandes cidades brasileiras e o combate ao tráfico de drogas são questões que passam pelo controle nas fronteiras.
Presos e ex-detentos vão trabalhar em obras da Copa de 2014
De acordo com o presidente do STF, é preciso articular melhor a divisão de responsabilidades entre os governos federal e estaduais e é preciso discutir o emprego das Forças Armadas na segurança pública.
"No Rio, há o uso de armamentos pesados, que são importados ilegalmente. Isso passou pela fronteira. Não é um problema básico do Rio, mas da falta de controle. Há uma responsabilidade nacional, não podemos imputar apenas às autoridades locais", disse.


Atenciosamente; MARMOSILVA-RIO


Zaryj comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

21 de Out. de 2009 às

Zaryj
Prezado MARMOSILVA-RIO,

parabéns pelo excelente texto colocado à nossa disposição. Tal texto só poderia ser proposto por alguém muito esclarecido e que tenta nos esclarecer acerca dos nossos direitos CONSTITUCIONAIS.

ALGUM DIA TODOS NÓS TEREMOS ESSES CONHECIMENTOS CONSOLIDADOS EM NOSSAS CONSCIÊNCIAS E EM NOSSAS ALMAS MILITARES. ESPERO QUE SEJA EM BREVE!

Um grande abraço


Zaryj comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

22 de Out. de 2009 às

Zaryj
Meu caro MarmoSilva-Rio,

peguei emprestada uma expressão do Zezemarques em comentário feito no Blog da Katika, na qual diz o seguinte:

- http://www.militar.com.br/modules.php?name=Blog&op=fetch_blog&blog_id=10402 -

"Comentário postado por
zezemarques em 21 de Out. de 2009
Você poderia acrescentar mais um tópico:

* Se nossas Forças Armadas andam tão sem motivação, sem orçamento, sem equipamentos, sem coragem e até sem rancho, porquê ainda são chamadas de Forças?

Abração!!!
Fiquem com Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"

COMENTO:

Na questão coragem - ELAS TÊM E MUITO!

O PROBLEMA NA - QUESTÃO CORAGEM -, CREIO, SER APENAS NA CORAGEM MORAL!

POIS OS COMANDANTES TÊM QUE DEMONSTRÁ-LAS - AOS SEUS SUBORDINADOS - DE QUE AS TÊM, PARA QUE POSSAM TOMAR AS PROVIÊNCIAS CABÍVEIS! E também para que os seus subordinados - que sempre confiaram neles -, continuem a confiar!

POIS A CONFIANÇA É UMA VIA DE DUPLA MÃO!

Um abraço


Zaryj comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

22 de Out. de 2009 às

Zaryj
PARADIGMA MORAL

Meu caro MarmoSilva-Rio,

peguei emprestada uma expressão do Zezemarques em comentário feito no Blog da Katika, na qual diz o seguinte:

- http://www.militar.com.br/modules.php?name=Blog&op=fetch_blog&blog_id=10402 –

"Comentário postado por
zezemarques em 21 de Out. de 2009
Você poderia acrescentar mais um tópico:
* Se nossas Forças Armadas andam tão sem motivação, sem orçamento, sem equipamentos, sem coragem e até sem rancho, porquê ainda são chamadas de Forças?
Abração!!!
Fiquem com Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"

COMENTO:

Na questão coragem - ELAS TÊM E MUITO!

O PROBLEMA NA - QUESTÃO CORAGEM -, CREIO, SER APENAS NA CORAGEM MORAL!

POIS OS COMANDANTES TÊM QUE DEMONSTRÁ-LAS - AOS SEUS SUBORDINADOS - DE QUE AS TÊM, PARA QUE POSSAM TOMAR AS PROVIÊNCIAS CABÍVEIS! E também para que os seus subordinados - que sempre confiaram neles -, continuem a confiar!

POIS A CONFIANÇA É UMA VIA DE DUPLA MÃO!

Um abraço


VEJA A SEGUIR UM PARADIGMA MORAL:

Coragem moral

FONTE: - http://www.naval.com.br/blog/2009/09/25/coragem-moral/ -

Por não cultivarmos os exemplos e não termos registros ostensivos deles, temos que buscar casos de outros países.

Um bom para começar é o do almirante Thomas Conolly da marinha dos EUA. Aviador naval conceituado, de carreira tida como brilhante, foi nomeado vice-CNO em 1966. O secretário de defesa era Robert McNamara e pressionava pelo desenvolvimento do F-111 para a USAF e para a US Navy, que via problemas nisto, mas não se manifestava em público.

Quando o senado convocou para audiência o Secretário da Marinha, Paul Ignatius, o alte Connolly compôs a equipe. Presidia a audiência o senador John Stennis que, cansado da versão oficial do secretário Ignatius, perguntou diretamente ao almirante Connolly, após enaltecer seu conhecimento técnico, qual era sua opinião pessoal. Resposta do almirante: “Não há fé suficiente na cristandade que ajeite este avião”.

O alte. Connolly “deu adeus à quarta estrela” e se dedicou ao projeto do F-14, que foi chamado de TOMCAT em sua homenagem.

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