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SOMOS OU NÃO SOMOS CULPADOS, EIS A QUESTÃO.

Publicado em 22 de Fev. de 2010

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Diariamente importantíssimos bloguistas mostram as nossas responsabilidades sobre a ineficiência dos políticos em exercício e também pela longevidade dos seus cargos, tendo em vista que foram os nossos votos que os elegeram e que os perpetuarão no poder. Eu prefiro analisar com profundidade esses conceitos, porque me sinto incluído nesse rol em determinadas circunstâncias, e quero fazer algumas considerações: Existem diferentes maneiras como as votações se direcionam para certos candidatos, como o voto a cabresto - tradicional sistema de controle das massas através do abuso de autoridade, do poder político, da utilização da máquina pública para o convencimento e compra de votos... -, o voto vendido em que por interesses pessoais o eleitor procura os comitês eleitorais para vender o seu assim como os da família inteira, o voto opcional, onde ele se dá o direito de anulá-lo quando nenhum candidato parecer-lhe confiável, o voto obrigatório em que se assume a premissa de escolher um dos concorrentes, desde que, mesmo pela ausência de qualificações, seja o melhor entre os piores, entre outras.

Nesta gama encontram-se o voto consciente e o inconsciente, o consequente e o inconsequente, o inteligente e o ignorante, o responsável e o irresponsável, etc, mas, com certeza, inclui-se nas primeiras variantes a última opção acima. A minha, consequentemente.

Parece complicado, mas não é, e segue aquelas regras tão discutidas nos cursos básicos das universidades sobre as escolhas de alguém ou algo, priorizando-se a sua importância para o futuro. Desta maneira, como teremos sempre políticos eleitos, votar naquele que ofereça menores riscos, ainda que não tenha qualidades, é uma obrigação, penso eu.

A bem da verdade, esses eleitores são pontuais e no universo das votações, não são determinantes sobre as vitórias dos maus ou derrotas dos bons, porque, se houvesse opções, esse grupo priorizaria sempre os melhores currículos. Naturalmente que nos primeiros turnos são oferecidos alguns históricos que direcionam para determinadas pessoas como sendo as mais promissoras; no segundo, eles desaparecem, seja porque as que pareciam boas geralmente caem fora, seja porque se agrupam ao pior candidato.

Tomando duas situações futuras poderei detalhar melhor:

- No Rio Grande do Sul, indubitavelmente disputarão o segundo turno ao Governo Estadual ou Fogaça e Tarso, ou Tarso e Yeda. Qualificações teriam eles? Creio que pouquíssimas, porém, um governará o Estado e num deles obrigatoriamente votarei mesmo sabendo que será um péssimo administrador. Mas votarei consciente de que com qualquer um dos outros, o Estado estaria em piores mãos.

- Para o Governo Federal o segundo turno já está definido e é perda de tempo ficar citando nomes. Os partidos de esquerda, os radicais de esquerda e parte dos moderados apoiarão o ideal do Governo Federal e os de direita e parte dos moderados defenderão os princípios do candidato paulista... E, no meio dessa briga toda, e pela decepção que os dois modelos administrativos testados foram para os militares das FFAA e para o funcionalismo, como ficará o meu voto? Valerá a pena anulá-lo? Valerá a pena expor-me às criticas futuras por não ter sabido optar? Não e sim, isto é, não vale a pena anulá-lo e a partir daí tudo vale, desde que analisado o que é mais interessante preservar, se o ontem, ou o amanhã, para nossos interesses, sob o pondo de vista de cada candidato, porquanto um deles deverá ser menos radical quanto ao passado, todavia carrasco do nosso futuro, já o outro poderá destruir o nosso passado, mas, em contrapartida, deverá ser mais condescendente com o futuro das FFAA. A seguir virão outras análises porque o voto é um teorema completo e a conclusão precisa de embasamentos.

Finalizando, direi aos companheiros que discordarem do meu pensamento que eles têm plena liberdade para exporem suas ideias, as quais somente acrescentarão neste Portal, porque, se pensássemos e agíssemos uniformemente, não seríamos racionais; nada ensinaríamos; nada aprenderíamos. Creio que discordar é uma forma de crescer, para mim, principalmente, que de cada contestação sobre meus atos ou de cada uma que faço sobre os atos de outrem, retiro uma parte para meu complemento.

Em tempo:

- Para nossos candidatos militares, vale tudo que escrevi: votar neles sempre. No menu de seleções é o nosso clique obrigatório. No meu, foi, é, e sempre será.

- Parabéns pela tua luta, Moraes, perdoes se não pude comparecer.

Um abraço a todos

2 comentários


Moraes1960 comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

22 de Fev. de 2010 às

Moraes1960

Troia;

Parabéns pelo blog.Todos serão bem vindos.As portas sempre estarão abertas para o nosso pessoal que reside na região/ou e de outros Estados.Esse pessoal terá meu aval.Estamos juntos.Avisarei da próxima reunião.Fique a vontade amigo.Abraços


lutta comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

22 de Fev. de 2010 às

lutta
O segredo ta nos debates,perguntar ao canditato o que ele sabe sobre as forcas armadas,o que ele pretente ,gravar tudo e depois irmos la atraves das associaçoes e cobrar,o sr sabe que é uma saida,em relaçao a ficar sem opçoes é complicado mas quanto aos presidenciaveis temos que dar um jeito de irmos nos debates,ou descobrir em que canais eles estao se apresentando ,as vezes o apresentador abre espaço para pergunta de populares ai é a deixa....................A Lutta.

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