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PILARES MANTEGA-MEIRELLES INTEGRARÃO GOVERNO DILMA

Publicado em 02 de Nov. de 2010


1731 Visualizações


Colo esta reportagem, para substituir um texto obsoleto.


A manutenção desses dois pilares da administração Lula, além do reconhecimento pelos bons serviços prestados, pode sinalizar que futura Presidenta (prefiro a Presidente) não adotará uma postura totalmente radical. É que Mantega e Meirelles são dos poucos que integraram o governo pela competência (demonstrada anteriormente) e que não seguiam a linha filosófica do PT.


É a melhor notícia até agora.


Amigos, esperança e !


Um abraço.


Goulart.


 


 


 


01.11.10 - 17:22

Dilma deve manter Mantega e Meirelles no governo A presidenta eleita Dilma Rousseff deve iniciar o governo tendo à frente da equipe econômica a dupla Guido Mantega e Henrique Meirelles.
              No início da campanha, Dilma chegou a sondar Mantega e Meirelles para saber se eles gostariam de continuar no cargo.
              O segundo turno congelou as conversas, mas nos últimos dias, com a estabilização das pesquisas que previram a vitória de Dilma, eles voltaram ao tema.
               A ideia de manter Mantega e Meirelles partiu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
              Lula disse a Dilma que um dos motivos para o País ter se saído bem durante a crise econômica foi o fato de um ser o contraponto do outro.
              Mantega defende juros mais baixos, e Meirelles é mais ortodoxo.
              Para Lula, essa divergência de ideias fez com que o governo acabasse adotando as medidas corretas, principalmente durante a crise.
              Dilma, por sua vez, não quer mexer em time que está ganhando, e muito menos contrariar uma sugestão de Lula, que será uma espécie de consultor privilegiado do seu governo.
              Para permanecerem no cargo, no entanto, tanto Mantega como Meirelles terão que driblar alguns problemas.
              O problema de Mantega é doméstico. Ele já está há oitos anos fora de São Paulo, entre Brasília e Rio (antes de ir para a Fazenda, Mantega ocupou o Ministério do Planejamento e presidiu o BNDES), e sua família quer que ele fique em casa, na capital paulista, a partir de agora.
              Já  o problema de Meirelles é dentro do seu partido, o PMDB. Na repartição de cargos entre as legendas que apóiam o governo, Dilma quer contar o Banco Central na cota do PMDB. Mas os caciques do partido rejeitam a idéia. Acham que o BC não é cargo político, mas técnico. Bem, pelo menos por enquanto.
              Mantega e Meirelles evitam falar sobre o assunto. No entanto, para alguns interlocutores, ambos confirmaram que são grandes as chances de aceitarem o convite de Dilma, caso seja oficializado a partir da sua eleição.
              Mantega disse a pessoas próximas que estaria pensando na proposta. Meirelles disse a interlocutores que deverá mesmo continuar no governo, e provavelmente no Banco Central.
              O Plano B de Meirelles gira em torno de uma incipiente ideia de se criar uma espécie de Ministério da Infraestrutura. Nesse momento, porém, a probabilidade disso acontecer é pequena

3 comentários


02 de Nov. de 2010 às 14:15

Lei da mordaça no portal militar, só é publicado o que agrada os blogueiros.


Ando67 comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

02 de Nov. de 2010 às 17:32

Ando67
Podemos notar que os PeTralhas sabem aonde mora o perigo, pois devem manter a político economica do Lula, que é uma continuidade do FHC e que teve início no governo do Itamar.

Pelo menos nessa área tem tudo para dar certo, ou seja, depois de quase 20 anos em vigor, quem estiver no governo só colherá flores e frutos.

Espero e torço para que nas outras áreas as nomeações também tenham um critério técnico e de competência, não começando a dividir o bolo ou a pizza sem essa política e atitude, que só servem para atender e agradar os aliados.

Se os PeTralhas não virarem o disco, tem tudo para continuarem com a popularidade do ex-luladrão, pois com o discurso suave e conciliador da candidata vencedora, mais a continuidade das idéias do governo anterior e não se atreverem a alterar a CF/88, bem como congelar e esquecer o PNDH-3, vou ter que bater palmas e reconhecer a capacidade de administração.

Mas independente dos resultados serei um crítico duro e implacável, contra as roubalheiras oficializadas, os movimentos sem causa justa e os que acham que somos mais um Bobo da Corte.



Zaryj comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

03 de Nov. de 2010 às 19:55

Zaryj
O LULLA LÁ VAI ASSINAR ALGUNS DOCUMENTOS IMPOPULARES - É ISSO!!

Para poupar Dilma, Lula deve antecipar corte de gastos e medidas de ajuste fiscal.

Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal do Estado de Mato Grosso - 03 de Novembro de 2010
Entre as medidas impopulares que presidente pode adotar estão reajuste menor para servidores do Judiciário Balizado em alto índice de aprovação, Lula quer que equipe econômica apresente diagnóstico à assessoria da ...

FONTE: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2448190/para-poupar-dilma-lula-deve-antecipar-corte-de-gastos-e-medidas-de-ajuste-fiscal

Para poupar Dilma, Lula deve antecipar corte de
gastos e medidas de ajuste fiscal

Extraído de: Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal do Estado de Mato Grosso - 12 horas atrás
FONTE: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2448190/para-poupar-dilma-lula-deve-antecipar-corte-de-gastos-e-medidas-de-ajuste-fiscal

Entre as medidas impopulares que presidente pode adotar estão reajuste menor para servidores do Judiciário
Balizado em alto índice de aprovação, Lula quer que equipe econômica apresente diagnóstico à assessoria da sucessora
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O presidente Lula deverá antecipar medidas econômicas duras e impopulares para evitar que a sucessora, Dilma Rousseff, tenha de adotá-las no início de seu governo.
Amanhã e quinta-feira, as pastas da Fazenda e do Planejamento deverão finalizar estudos de medidas de ajuste que acham necessárias para o novo governo. O diagnóstico será transmitido à equipe de transição de Dilma.
A Folha apurou que Lula já se dispôs, se Dilma quiser, a implementar medidas duras. A ideia é aproveitar a alta popularidade de Lula para tomar decisões que possam ser desagradáveis a setores do funcionalismo público e da sociedade como um todo.
Apesar de ter negado durante a campanha, Dilma e Lula já discutiram medidas de ajuste fiscal e até monetária. Será um ajuste menor que o feito por Lula em 2003, quando havia uma situação econômica mais crítica.
Governo e a equipe de transição discutem a adoção de novas medidas para conter a valorização do real.
No segundo turno, assessores econômicos de Dilma consideraram "marginais" as ações do Ministério da Fazenda para reduzir a entrada de capital especulativo.
Uma das medidas que podem ser tomadas é a desonerações para compensar setores que estão sofrendo mais com a sobrevalorização do real em relação ao dólar.
Para evitar alta dos juros em 2011 para combater a inflação, a equipe econômica e assessores de Dilma avaliam que são necessárias medidas fiscais pontuais para reduzir o gasto público. Com juros menores, há também menor tendência de valorização do real em relação ao dólar.
REAJUSTE DO JUDICIÁRIO
Outra medida: Lula deverá negar o pedido do Judiciário para que seja concedido um reajuste de 56% ao funcionalismo público dessas categorias. Há projeto no Congresso tramitando nesse sentido.
O atual presidente pode assumir o desgaste de bancar um reajuste menor, concedendo a inflação no período.
Cálculos da equipe econômica mostram que o reajuste de 56% teria um impacto extra de R$ 7,2 bilhões ao ano na folha de pagamento do Judiciário e de R$ 800 milhões na do Ministério Público.
As medidas em análise se concentram na área fiscal. A intenção de Dilma é criar as condições para que os juros básicos da economia possam cair mais consistentemente durante o seu governo.
A Folha apurou que uma medida será reduzir a política de reajuste salarial para o funcionalismo público. Isso não significa que não haverá reajustes, mas que eles serão mais parcimoniosos no início do novo governo.
Lula também está disposto a negociar com o Congresso um Orçamento mais draconiano para 2011.
Criticado por ter estimulado gastos públicos em seus mandatos, Lula se despediria com medidas de austeridade, o que angariaria simpatia de setores conservadores, como o empresariado e o mercado financeiro.
A adoção de medidas econômicas duras não significará cortar verbas de programas sociais e de obras do PAC. Auxiliares dizem que Dilma aumentará aos poucos investimentos em saúde, educação e segurança.
SALÁRIO MÍNIMO
Pela lei, o governo tem de autorizar um novo salário mínimo para entrar em vigor em 1º de janeiro.
A ideia de Lula é negociar um valor com Dilma, deixando que ela fature politicamente um reajuste maior que os R$ 540 previstos pela atual equipe econômica.
Mas o governo não está disposto a aumentar o mínimo para R$ 600, como prometeu o candidato derrotado José Serra (PSDB-SP).
Como confirmou ontem um dos coordenadores da campanha de Dilma, o ex-ministro Antonio Palocci, há estudo para redução na meta de inflação. Hoje, o centro da meta é de 4,5%, com variação de dois pontos percentuais para cima e para baixo.
A ideia é fixar para 2012 uma meta na casa de 4%.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo = http://www.folha.com.br
Postado
por Luiz Perlato, assessor de imprensa, Sindijufe/MT


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