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Opinio Pessoal

Acho que já vi esse filme

Publicado em 17 de Nov. de 2011


2529 Visualizações



Vejam se não parece um lugar que conhecemos


 


Recebi, hoje, um e-mail com um vídeo bastante interessante. O conteúdo trata de uma comparação entre um menino colombiano, um japonês e um suíço. È uma série de indagações a respeito do futuro de cada um deles.


Elas começam comparando Colômbia, Japão e Suíça no que tange aos seus territórios e riquezas naturais. Nesses itens a Colômbia ganha de dez a zero dos outros dois. É um país extremamente rico quando se analisa apenas esta parte. Com fauna, flora, agricultura, mineração e outras coisas que dependem da terra muito semelhantes às do Brasil, o país do garoto colombiano teria tudo para ter o futuro mais venturoso dos três, visto que Japão e Suíça têm áreas bem menores e constantemente assoladas por intempéries que não permitem um desenvolvimento em função apenas das coisas que a natureza oferece de graça.


No decorrer do vídeo começam a falar das diferenças dos povos. O colombiano adotou uma cultura de resposta imediata ás suas necessidades mais básicas como a sobrevivência, o emprego e a prosperidade. Em virtude do surgimento do narcotráfico, gerador de muito dinheiro, as camadas mais pobres da população passaram a não querer esperar muito tempo para conseguir, com trabalho e muito suor, o dinheiro que possibilitaria a cada um deles alcançar seus objetivos.


Os japoneses sofreram o terrível impacto de uma guerra mundial e tiveram que adotar uma maneira de ressurgir das cinzas de duas bombas atômicas. O TRABALHO era o caminho e por ele a população enveredou. Falou-se bastante no vídeo em disciplina. Os orientais sabem exercer essa particularidade como poucos povos. Um aparte meu: se você conhece alguém que tenha ido para o Japão atrás de uma melhoria de vida, pergunte a esse alguém se não é muito difícil adaptar-se – com a nossa cabeça de brasileiro, ao sistema que lá se adota. Lá não se pensa apenas no “eu vou me dar bem”. Cada um tem que pensar nos outros que o cercam e respeitar as regras de cada grupo. Ser alijado de uma parcela de trabalhadores é o “castigo” natural. E imediato.


Já os suíços, que têm que importar quase tudo que consomem, esmeram-se em tecnologia de ponta, em avançar na medicina e por aí vai. Os resultados dessas pesquisas aparecem, depois, na forma de recursos advindos das exportações das mesmas.


Mas o ponto central do vídeo é o seguinte: quando enumeraram as riquezas naturais da Colômbia falaram em: vertebrados, peixes, aves, ouro, prata, platina, esmeraldas, petróleo, café e mais algumas riquezas naturais. E assim vive o comércio exterior daquele país: exportando matéria prima. Para re-importar depois já com o valor da mão-de-obra necessária para beneficiá-las agregado a um preço infinitamente maior do que aquele que receberam para mandá-la para fora do país.


Antes de terminar, falaram sobre outra característica daquela gente: a fuga da responsabilidade. Nunca assumem a culpa. Sempre é do outro, do prefeito, do governo, da polícia ou de quem quer que seja, menos do prejudicado. (Já vi esse filme).


Muito interessante. Quem quiser ver o vídeo pode fazê-lo com a certeza de que vai entender quase tudo o que é dito. O espanhol falado na Colômbia é de fácil compreensão. Arrisque-se. Vai valer a pena dar uma olha no site:


http://www.youtube.com/watch?v=lzuLYV8PLhw


Abraços.


Petrocchi

4 comentários


AutoIndustrial comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

17 de Nov. de 2011 às 21:38

AutoIndustrial
Caríssimo Petrocchi

Ainda não assistir ao vídeo. O farei depois, porém, só pelo conteúdo do seu artigo e, em especial, as frases "a fuga da responsabilidade. Nunca assumem a culpa" é o diferencial entre os colombianos e os japoneses e suíços que não diferem (os colombianos) 'do povinho de um certo país vizinho'.

Abraços e boa sorte!

AutoIndustrial
"Adsumus!".


dudu69 comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

17 de Nov. de 2011 às 22:07

dudu69
Sr Petrocchi. Eu acho que o conteúdo deste excelente víeo serve também para a potência chamada Brasil. Pena que o povo brasileiro não é chegado a uma disciplina como é o japonês. Aquele povo que vive em uma ilha vulcânia é a terceira potência econômica mundial. Com certeza, se o povo brasileiro tivesse a obstinação do povo japonês, nós seríamos a maior potência do mundo. Eu observo que em quase todas as regiões mais desenvolvidas do Brasil, há o trabalho da colonização estrangeira. É de se pensar, mudar, ou continuar país de terceiro mundo. Um abraço.


dudu69 comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

17 de Nov. de 2011 às 22:07

dudu69
Sr Petrocchi. Eu acho que o conteúdo deste excelente víeo serve também para a potência chamada Brasil. Pena que o povo brasileiro não é chegado a uma disciplina como é o japonês. Aquele povo que vive em uma ilha vulcânia é a terceira potência econômica mundial. Com certeza, se o povo brasileiro tivesse a obstinação do povo japonês, nós seríamos a maior potência do mundo. Eu observo que em quase todas as regiões mais desenvolvidas do Brasil, há o trabalho da colonização estrangeira. É de se pensar, mudar, ou continuar país de terceiro mundo. Um abraço.

 

 
AutoIndustrial comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

18 de Nov. de 2011 às 8:53

AutoIndustrial
Prezado dudu69

Peo permisso para discordar da frase "potncia chamada Brasil". Potncia em que? Militar, no somos! Econmica tambm no! H r! Potncia 'conmica' sim, de larpios do errio, a sim! Somos potncia neste ltimo quesito!

Abraos e boa sorte!

AutoIndustrial
"Adsumus!".


dudu69 comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

18 de Nov. de 2011 às 17:05

dudu69
Caro AutoIndustrial. Com a devida permissão do Sr Petrocchi, peço desculpas por não especificar o tipo de potência chamada Brasil. A potência a que me refiro é dos nossos imenssos recursos naturais, talvez o maior do planeta, que na calada da noite estão sendo desviados do nosso país pelas potências estrangeiras. A Amazônia que o diga. Um abraço.

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