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Os Terroristas Cubanos que Silenciaram nossos generais

Publicado em 12 de Jan. de 2013


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POSTADO POR: http://lilicarabinabr.blogspot.com.br/2013/01/campanha-brasil-acima-de-tudo2013-6.html Os Po


 


"CAMPANHA BRASIL ACIMA DE TUDO/2013" - 6



 




 

"CAMPANHA BRASIL ACIMA DE TUDO"


  BOLETIM/MEMENTO NR6


 organizações de luta armada... continuação...



 


 

Franklin Martins 

MR-8 Movimento Revolucionário 8 de Outubro

O grupo começou a nascer em 1966 como “DI da Guanabara”, ou seja, Dissidência da Guanabara do PCB. Contrário à aliança com a burguesia brasileira, defendida pelo partido, a organização via os estudantes como “vanguarda tática”, que não deveria nem substituir os operários na condução da luta pelo socialismo nem esperá-los para poder fazer alguma coisa. A partir de 1969, o acirramento da repressão levou à militarização de sua estrutura e à execução de operações armadas, como o sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, realizado conjuntamente com a ALN em setembro daquele ano. Em 1971, o MR-8 passou a debater a necessidade de se manter ou não as ações armadas, gerando um racha na organização. O grupo remanescente definiu uma linha de autocrítica da fase anterior e lançou um projeto de reunificação dos comunistas brasileiros. No entanto, em 1976, o MR-8 aprovou uma resolução política que assumia novamente a defesa de um caminho insurrecional ao socialismo. Por volta de 1978, porém, o MR-8 promoveu nova reviravolta em sua linha política, dando cada vez mais peso às lutas democráticas. A data 8 de outubro homenageia Che Guevara. O sequestro surgiu de uma idéia audaciosa do jornalista-guerrilheiro Franklin Martins: "por que não fazemos o contrário, em vez de uma ação para libertar o Vladimir, nós capturamos o embaixador e trocamos?

 






AP - Ação Popular

A criação da organização, em meados de 1962, coroou a evolução em direção à esquerda que setores da Ação Católica já vinham vivendo há algum tempo. Mas foi somente em 1965 que a AP buscou definições políticas mais consistentes, culminando numa resolução que apontava claramente a utilização do pensamento marxista como método de análise e, em seguida, da luta armada como caminho necessário para a revolução. Entre 1966 e 1967, lideranças maoístas conquistaram hegemonia na organização e introduziram mudanças bruscas, causando afastamentos, especialmente dos militantes cristãos. Em 1968, a AP se aliou ao PCdoB e passou a defender o mesmo caminho estratégico do“cerco das cidades pelo campo”. Em 1972, um debate sobre a incorporação da organização ao partido provocou mais uma cisão em que a maioria dos quadros ingressou no PCdoB. Os que permaneceram na AP passaram à formação de uma aliança com a Polop e o MR-8, constituindo uma Tendência Proletária, que, no entanto, se romperia algum tempo depois. Entre 1973 e 1974, a AP foi duramente atingida pela ação dos DOI-Codi, que aprisionaram e executaram, sob torturas, importantes dirigentes como Paulo Stuart Wright e Honestino Guimarães, ex-presidente da UNE.

Interessante, sem querer justificar torturas, mas e o terrorismo ensandecido que a "AP" praticava? Deveríamos tratá-los com pão de ló ?

Para que se tenha uma idéia, o General Costa e Silva deveria pousar na manha de 25 de julho de 1966 no Aeroporto Guararapes em Recife. Mas o auto-falante avisa que o avião sofreu uma pane e ele está vindo de carro. O dono de uma banca de jornais pede a um guarda-civil que leve ao balcão de achados e perdidos a maleta que alguém esqueceu. Dez para as nove, o guarda dá alguns passos e a maleta explode: continha uma bomba acionada por controle remoto. Morrem uma almirante da reserva e um jornalista; treze pessoas ficam feridas. O secretário de Segurança Pública perde quatro dedos da mão e o guarda civil teve a perna amputada. Este atentado marcou a estréia dos atentados de esquerda, crescendo em consequencia a perseguição indiscriminada às organizações de esquerda.

 O político José Serra, durante um breve período, participou da AP até se exilar no Chile e depois nos EUA. Este "combatente" clandestino, ao que parece, assim como o Zé Dirceu, sofriam da "síndrome do armamento", sem condições portanto de participarem de assaltos atentados e seqüestros.

 

  




  Dilma Roussef 


 

POLOP - Política Operária

A Organização Revolucionária Marxista-Política Operária (Polop) nasceu em 1961, reunindo grupos de estudantes provenientes da Liga Socialista de São Paulo e da Mocidade Trabalhista de Minas Gerais. Inicialmente, voltou-se para o debate teórico e doutrinário, rejeitando o conteúdo nacionalista e desenvolvimentista da propaganda do Partido Comunista: rechaçava, assim, a ideia de aliança com setores da burguesia brasileira. O caráter da revolução era apontado, portanto, como socialista. Em 1967, a direção da Polop começou a ser criticada pelas bases por imobilismo e por incorrer em posicionamentos reformistas. A questão da deflagração imediata da luta armada, nos moldes propostos em 1967 pela Organização Latino-Americana de Solidariedade (Olas), sediada em Cuba, gerou disputas internas. No fim de 1967 e início de 1968, o que restou da Polop fundiu-se à Dissidência Leninista do PCB no Rio Grande do Sul para formar uma nova organização, intitulada Partido Operário Comunista (POC). Em abril de 1970, um grupo de militantes se desligou do novo partido e voltou a constituir a Polop, agora rebatizada com o nome Organização de Combate Marxista- Leninista Política Operária (OCML-PO).

Em 1967, aos 19 anos, Dilma Roussef militava na POLOP. Ela viveu momentos duros na luta contra o regime militar. Entre seus feitos, planejou em 1969 o roubo do cofre do governador golpista Adhemar de Barros. Presa em 1970, entrou na lista das mulheres mais toruradas daquele período. Passou três anos nas masmorras em São Paulo. Foi torrturada física, psíquica e moralmente durante 22 dias.  

Existem controvérsias sobre a imagem de "virtuose" da  ex-integrante da ORGANIZAÇÃO REVOLUCIONÁRIA MARXISTA POLÍTICA OPERÁRIA (POLOP). O General Luiz Eduardo Rocha Paiva acha que a Comissão da "Verdade", para não ser “parcial e maniqueísta”, tem que convocar também os que participaram de ações armadas, direta ou indiretamente. Não hesita em perguntar até se a presidente Dilma Rousseff não tem que depor: -"Ela era da VAR-Palmares, que lançou o carro-bomba que matou o soldado Mario Kozel Filho. A co não vai chamá-la, por quê? Rocha Paiva se refere ao atentado ocorrido em 26 de junho1968 no Quartel-General do II Exército, em São Paulo. Até 2007 Rocha Paiva ocupava posição de destaque no Exército. Foi comandante da Escola de Comando do Estado-Maior do Exército e secretário-geral do Exército.

 



    Mário Alves

 

     PCBR - Partido Comunista Brasileiro Revolucionário

Em 1967, o grupo hegemônico no PCB consumou a expulsão de dirigentes contestadores da linha que vinha sendo adotada pelo partido. Entre eles, os futuros fundadores do PCBR, como Mário Alves (assassinado sob torturas, em janeiro de 1970, no Quartel do Exército, na rua Barão de Mesquita, no Rio de Janeiro), Apolônio de Carvalho, Jacob Gorender e Jover Telles. A proposta geral dos dissidentes consistia em repudiar alianças com setores da burguesia brasileira e estabelecer um governo popular revolucionário. Para tanto, o PCBR considerava estratégica a luta armada. A tática geral, entretanto, procurava um equilíbrio entre o militarismo e o pacifi smo característico do PCB, o que provocou fortes tensões internas e a saída de militantes. A pressão desses setores e o acirramento da repressão obrigaram o PCBR a reforçar a execução de operações para a obtenção de fundos. Em junho de 1970, a linha do partido foi reorientada para uma prática idêntica a dos grupos que constituíram a chamada “Frente Armada”, entrando na rotina de realizar ações apenas para angariar recursos. Em dezembro de 1972 e outubro de 1973, no Rio de Janeiro, membros do 3º Comitê Central foram chacinados pelos órgãos de repressão.

 

A manhã de 22 de julho de 1973, um domingo, marcou a última ação armada  do Partido Comunista Revolucionário ( PCBR ). Em cinco anos de tumultuada existência, o partido empreendera assaltos a bancos e trocara tiros com agentes dos órgãos de segurança. A Comissão da "Verdade" não vai apurar a participação deste comunista sanguinário: nas ações terroristas de sua organização, quantos matou, em que circunstâncias um militante do próprio PCBR - na verdade, um dos seus fundadores e membro do comitê central do grupo foi "justiçado". Sabe-se que a eliminação  foi fulminante: em segundos , crivado de balas disparadas por três membros  da organização , Salatiel Teixeira Rolim, 45 anos, casado, 5 filhos, tombou assassinado no interior do Escorrega, um antigo bar na esquina das ruas Dias Ferreira e Rainha Guilhermina , no Leblon, Rio de Janeiro.


Sabe-se hoje que os assassinos de Salatiel são  os esquerdistas "Vila", "Tomás" e "Vaqueiro" - que há catorze anos faziam as vezes de instância máxima de decisão do PCBR, então praticamente destroçado pelos órgãos de segurança. O contraponto à violencia da ação dos órgãos de segurança era o terrorismo dos grupos que se alinhavam na " luta  armada", que acabou por voltar-se contra si mesmos.



 

 



 



      José Dirceu 

 

MOLIPO - Movimento de Libertação Popular

Nasceu em 1971, como resultado de uma luta interna ocorrida na ALN. Um grupo de 28 militantes exilados em Cuba rompeu com a direção da organização sob o argumento de que era preciso colocar em prática definições políticas de Marighella, que vinham sendo relegadas. Depois de realizar treinamentos de guerrilha, o grupo decidiu voltar ao Brasil e, ao chegar, uniu-se a militantes também descontentes com a organização. Foram elaborados, então, textos teóricos propondo uma reorientação das ações executadas na cidade por meio da criação de “comandos estudantis” que atuassem no plano tanto militar quanto político. As discussões culminaram no afastamento dos dissidentes, que constituíram a nova organização. No entanto, a atuação concreta do Molipo terminou sendo muito semelhante à da ALN: expropriação de bancos e armas, atentados a bomba, roubos de carros, assaltos a viaturas policiais, etc.

Uma de  sua figuras de proa era o Zé Dirceu. Sílvio Mota, contemporâneo das andanças cubanas de Dirceu, acha que o ex-companheiro fez bem em evitar as homenagens: -"Ele nunca combateu de verdade".Sílvio Mota sente-se à vontade para desconstruir a imagem combativa do petista em sua passagem pela ilha de Fidel Castro. Ele guarda na memória a figura de um militante indisciplinado e cheio de privilégios. Segundo Mota, enquanto os integrantes do Molipo participavam dos exercícios militares pesados, Dirceu levava uma boa vida, protegido por autoridades cubanas. Ele preferia passar seu tempo nas salas de cinema, conta. José Dirceu refugiou-se em Cuba em 1969, depois de ter sido preso no Congresso da UNE, em Ibiúna, no interior de São Paulo, e trocado pelo embaixador americano Charles Elbrick. Em pouco tempo, tornou-se íntimo do então presidente do Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica, Alfredo Guevara, amigo de Fidel Castro. De acordo com o relato de Mota, Dirceu passou, então, a se aproveitar dos poderes de seu protetor para fugir do treinamento guerrilheiro. Dirceu era indisciplinado. Não combateu no Molipo, como também não havia combatido na ALN (Aliança Libertadora Nacional) no Brasil, diz Mota. Segundo o juiz aposentado, Dirceu logo conseguiu abandonar em definitivo o treinamento. Alegava dores nas costas. Assim, pôde livrar-se das horas seguidas de marchas na selva, sem alimentos na mochila e cantis vazios. Em condições insalubres, os militantes do Molipo passavam semanas sem banho, participavam de cursos de tiros e aprendiam a montar explosivos.

Em 1971, o grupo começou a ser atingido pela repressão, que jurava não deixar vivo nenhum dos militantes retornados de Cuba. As prisões continuaram em 1972 e em 1973, quando o Molipo se extinguiu.

   



João Lucas Alves 

              COLINA - Comando de Libertação Nacional

Praticamente restrito a Minas Gerais, o Colina resultou da cisão ocorrida no 4º Congresso da Polop, em 1967. Os dissidentes criticavam o doutrinarismo da linha oficial e propunham a defesa de bandeiras democráticas como a Constituinte. Em maio de 1968, foi realizada uma conferência que aprovou algumas defi nições de ordem programática e estratégica, como, por exemplo, a defesa da “Libertação Nacional” como conteúdo fundamental da revolução brasileira, em contraposição ao “Programa Socialista”. No plano estratégico, sua proposta continha nítidas influências guevaristas. A base de seus militantes era constituída de estudantes ou ex-militantes do movimento estudantil. No início de 1969, a organização enfrentou uma série de prisões, que acarretaria numa grave desarticulação de sua capacidade operacional e na orientação da maioria dos remanescentes para uma aproximação com a VPR, que resultaria na fundação da VAR-Palmares. Nessa série de prisões, o aparelho de repressão inaugurou a montagem de farsas que seriam repetidas muitas vezes nos anos seguintes, forjando suicídios de presos políticos para tentar encobrir seus assassinatos sob torturas. Militantes do Colina, o sargento da Aeronáutica João Lucas Alves foi morto em Belo Horizonte, em março de 1969, e o sargento da PM da Guanabara Severino Viana Callôr, no Rio de Janeiro, em maio.

A morte de João Lucas no cárcere da Delegacia de Furtos e Roubos, na Rua Pouso Alegre, Bairro Floresta, em Belo Horizonte foi destaque pela imprensa e órgãos de direitos humanos internacionais, quando foi encontrado morto em uma das celas e noticiado o seu suicídio. Até os dias atuais essa morte é questionada e imputada aos órgãos de repressão, a tortura e morte do criminoso.

 Acontece que João Lucas Alves e seucompanheiro não tinham nada de "santinho barroco de igreja". Sabe-se que o primeiro era líder entre os sargentos da Aeronáutica, no princípio da década de 60. Foi preso pela primeira vez, em 1 de abril de 1964, um dia após a implantação do regime militar, ficando detido por um ano na Base Aérea de Santa Cruz, perdendo sua condição de militar com o AI 1. Com seu conhecimento militar, passou a ministrar cursos e treinamentos de guerrilha para os militantes dos diversos grupos que se opunham ao governo. No ano de 1968, participou de diversos assaltos a bancos junto com integrantes do COLINA. Teve relações próximas com Cuba, buscando um maior conhecimento com a guerrilha urbana e rural. Buscava incutir aos dissidentes a ideologia contrária aos latifundiários, hoje assumida por diversos grupos de invasores de terra sob a bandeira da reforma agrária.

Em 1968, João Lucas e Severino Viana assassinaram um oficial do exército alemão no Rio de Janeiro como vingança pela morte de Che Guevara. O assassinato ocorreu em razão de o militar ter participado de um treinamento anti-guerrilha, junto com Gary Prado, um dos autores da morte de Che. João Lucas foi preso em novembro de 1968 e levado primeiramente para o DOPS/RJ e depois para a PE, a Polícia do Exército. Com a invasão do “aparelho” do Bairro São Geraldo e prisão dos criminosos, foi possível identificá-lo como participante de vários assaltos a bancos em Minas Gerais, mais precisamente, na capital e região metropolitana. Os criminosos confessaram ainda, que João teria sido o responsável pelo treinamento das ações revolucionárias. A Delegacia de Furtos e Roubos nunca foi uma unidade policial voltada para atividades de ordem político social, sua especialidade era lidar com ladrões e dentro desse contexto, João Lucas o era. Era um assaltante de bancos e como tal foi tratado. No dia 28 de fevereiro de 1969 foi transferido para uma das celas do “KILO”, alcunha dada àquela delegacia e em 6 de março foi encontrado morto. Seu corpo tinha as marcas da tortura e as características de suicídio. Não se sabe concretamente se João foi torturado na Delegacia de Furtos e Roubos ou nas unidades por onde passou, antes de chegar a Belo Horizonte. Existem algumas versões incognoscíveis, como tantas outras, que assim ficaram pelas circunstancias misteriosas que envolveram os fatos. Uma diz que a repressão torturou e matou o assaltante de bancos e guerrilheiro, João Lucas. Outra versão argumenta que ele foi torturado antes de chegar na Furtos e Roubos e realmente suicidou após ter delatado seus companheiros ao ser pendurado em pau-de-arara. E a última, registra que ele teria sido assassinado pelos policiais da Delegacia de Furtos e Roubos por vingança aos policiais Cecildes e Antunes, mortos no aparelho do Bairro São Geraldo pelos membros do COLINA.

Moral da estória: -

"QUEM SEMEIA VENTO COLHE TEMPESTADE"!!!!

 

 

Vanderley Caixe      

            

         FALN-Forças Armadas de Libertação Nacional

Vanderley Caixe seria um dos fundadores das FALN (Forças Armadas de LibertaçãoNacional). No fim de 1966, dissidentes do PCB em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, juntamente com outros militantes, começaram a se constituir como organização independente, adotando o mesmo nome de um grupo guerrilheiro liderado por Douglas Bravo na Venezuela. De início, suas atividades se limitaram ao meio estudantil, com a produção e distribuição do jornal O Berro. Nos anos seguintes, assumiu claramente a teoria do foco guerrilheiro de Régis Debray e buscou recrutar assalariados rurais da região, geralmente vinculados ao corte da cana-de-açúcar. Entre seus quadros, o grupo contou com estudantes, intelectuais, operários, camponeses e religiosos, espalhando-se por dezenas de cidades na região. A FALN chegou a praticar algumas ações armadas em Ribeirão Preto.

Após o AI-5 a FALN acelerou o processo de preparação para a guerrilha, já que a organização vinha fazendo treinamentos táticos no campo. Após um assalto da FALN a uma pedreira para expropriação de dinamite, um militante foi localizado na mata quando estava - não se sabe com exatidão se praticando tiros ou não - em campanha numa operação de seqüestro.

Em outubro de 1969, o  delegado Sérgio Paranhos Fleury dirigiu-se à área para desmantelar o grupo. Mais de quinhentas pessoas foram presas e torturadas, entre elas, a madre Maurina Borges, submetida a torturas amplamente denunciadas em vários países. Acontece que a tal Madre Maurina não tinha nada de "TEREZA DE CALCUTÁ". A "religiosa", nascida em Araxá, Minas Gerais, era madre superiora do Lar Santana (Rua Conselheiro Dantas, 984, em Vila Tibério). Foi presa no dia 13 de novembro de 1969, quando a Polícia e o Exército desarticularam em Ribeirão Preto o grupo terrorista Frente Armada de Libertação Nacional - FALN.

No Lar Santana, onde viviam, na época, "220 crianças", a polícia encontrou material subversivo e documentos comprometedores. Madre Maurina, também foi responsabilizada por tentar queimar os documentos e enterrar explosivos quando os policiais chegaram ao asilo. Quanta santidade!!!!!!! Madre Maurina Borges Silveira também seria responsabilizada pelo desvio de mais de uma tonelada de alimentos enviados pelo governo dos Estados Unidos para as crianças do Lar Santana. Parte dessas mercadorias eram desviadas para a FALN.

O Lar Santana transformara-se em "aparelho" - esconderijo de documentos, armas e explosivos e militantes da FALN -, com conhecimento da madre. Imaginem se esta "frerinha" tivesse sido presa pela polícia de Fidel Castro. É aquele tal negócio: a freira não estava enterrando explosivos para festas juninas em Vila Tibério. Que se diga, acreditar em Papai Noel é proibitivo depois de uma ceta idade!!!!

 


José Genoíno

 

PCdoB - Partido Comunista do Brasil

É comum apontar 1962 como o ano de seu nascimento, após a ruptura com o PCB, criticado por sua linha pacífica. Entretanto, o PCdoB sempre reivindicou ser o continuador autêntico do partido fundado em 1922. Ao adotar a fórmula maoísta do “cerco das cidades pelo campo” após o golpe, o partido passou a dedicar-se, entre 1966 e 1972, a implantar seus quadros no sul do Pará, processo que resultaria na “Guerrilha do Araguaia”, série de combates, choques, prisões, torturas e execuções sumárias que se estenderam até o final de 1974. Nos anos seguintes, o PCdoB conseguiu recompor seu aparelho partidário, enraizando-se de forma expressiva no meio estudantil. Em dezembro de 1976, no entanto, foi vítima da chamada “Chacina da Lapa”: execução de três altos dirigentes e prisão de vários outros de seus membros, localizados pela repressão em uma reunião clandestina em São Paulo. Em 1978, desvincula-se do maoísmo, mas mantém laços estreitos no campo internacional, durante alguns anos, com a Albânia. Nos anos 1980, atuou no âmbito do PMDB, elegendo quadros parlamentares. Após a Emenda Constitucional de 1985 que legalizou, depois de quarenta anos de banimento, a presença de partidos comunistas no sistema eleitoral brasileiro, o PCdoB consolidou-se como partido institucionalizado e portador de força política crescente no cenário nacional.

Guerrilha do Araguaia

Entre 1972 e 1974, numa área de 7.000 km² à margem esquerda do rio Araguaia, no sul paraense, desenvolveu-se a chamada Guerrilha do Araguaia, sob a direção do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Seus militantes, entre eles José Genoíno, o GUERRILHEIRO/MENSALEIRO, hoje militando no PT, foram deslocados para aquela região entre 1966 e abril de 1972. Um número indeterminado de camponeses locais teria se juntado a eles. Assim, no início de 1972, havia quase setenta guerrilheiros, chefiados politicamente pelos dirigentes Maurício Grabois – conhecido na região como Velho Mário – e João Amazonas. Muitos deles usaram nomes falsos e todos assumiram ocupações comuns para se integrar à vida das comunidades. O historiador Jacob Gorender, no livro Combate nas trevas, informa que pouco mais de 70% dos militantes provinham da classe média, menos de 10% eram operários e cerca de 20% eram camponeses. Os combatentes tinham, em média, pouco menos de 30 anos. Seguindo a linha maoísta, o PCdoB defendia que a tomada do poder deveria começar em áreas rurais, ganhando a confiança da população e recrutando camponeses para, a partir daí, realizar o “cerco das cidades pelo campo”. No combate à guerrilha, o regime militar mobilizou, de abril de 1972 a janeiro de 1975, entre 3 e 10 mil homens, que se tornaram responsáveis pela metade do número total de desaparecidos políticos no Brasil. A primeira campanha militar teve início nos últimos dias de 108 março e princípios de abril de 1972, após uma operação de mapeamento realizada em fevereiro. Cerca de 2 mil homens foram utilizados, além de lanchas da Marinha e helicópteros e aviões da Aeronáutica. Os primeiros guerrilheiros aprisionados tiveram suas vidas poupadas e muitos moradores da região foram presos e espancados – pelo menos dois camponeses foram mortos. Em setembro de 1972, a ação repressiva foi retomada com um efetivo estimado entre 3 e 5 mil homens. Encerrada dois meses depois, deixou um saldo importante de baixas entre os guerrilheiros. Iniciou-se então um período de quase um ano de trégua, utilizado pelo regime para a execução da Operação Sucuri: o emprego de 53 agentes disfarçados, entre eles o major Curió, para um trabalho de inteligência que consistiu em mapear detalhadamente todo o teatro de operações e seus participantes. Em seguida, em 7 de outubro, foi desencadeada a terceira e última expedição contra a guerrilha: a Operação Marajoara, que mobilizou, além do efetivo já presente no local, entre 250 e 750 militares especificamente treinados para o combate direto aos guerrilheiros e apoiados por helicópteros e aviões. A ordem era não fazer prisioneiros. Implantou-se novamente o terror contra a população civil (ESTA ASSERTIVA É UMA INDIGNUDADE QUE SE COMETE CONTRA FORÇAS ARMADAS DO PAÍS. TINHA QUE SER RE SER REBATIDA COM VEEMÊNCIA POR QUEM DE DIREITO. INFELIZMENTE, O DUQUE DE CAXIAS NÃO COMANDA MAIS O EXÉRCITO) e os acampamentos da guerrilha passaram a ser atacados. Calcula-se que 47 combatentes desapareceram e apenas 25 permaneciam vivos em janeiro de 1974, sendo abatidos ou executados até 25 de outubro do mesmo ano. Há informações de que todos os corpos de militantes sepultados na selva foram desenterrados e queimados no topo da serra das Andorinhas, mas tal versão é contestada por alguns familiares dos desaparecidos. Além disso, novas pistas sobre o ocorrido com os combatentes da guerrilha foram encontradas nos relatórios produzidos pelas três Armas (Exército, Marinha e Aeronáutica) em 1993, a pedido do então ministro da Justiça, Maurício Corrêa

EM VERDADE, TODOS SABEMOS, SE A GUERILHA TIVESSE SUCESSO, NÃO IRIA SOBRAR UM SOLDADO PARA CONTAR HISTÓRIA!!!!!

 


Luis Carlos Prestes

 

PCB - Partido Comunista Brasileiro

Fundado em março de 1922, o PCB esteve, em seus primeiros passos, vinculado às concepções da Terceira Internacional, convocada por Lenin em 1919. Em 1935, promoveu um levante insurrecional em vários quartéis do país, mobilizando as fortes bases que adquiriu entre os militares após o ingresso no partido de Luís Carlos Prestes, lendário líder tenentista que comandou uma espécie de coluna guerrilheira que se deslocou por milhares de quilômetros no interior brasileiro entre 1925 e 1927. Nos anos que antecederam o golpe militar, a linha seguida pelo partido (em 1962, um setor dissidente formou o PCdoB) propugnava uma estratégia de transição pacífica para o socialismo que envolvia alianças com setores da burguesia nacional. Apesar disso, com o golpe, muitos de seus dirigentes foram presos e torturados e seu aparelho sindical foi desmantelado. O debate que se seguiu sobre as razões da derrota polarizou-se agudamente, causando novas e importantes dissidências, como a ALN. O PCB passou então a defender a necessidade de manter uma atividade defensiva. Assim, o partido ficou relativamente resguardado da repressão; mas o regime decidiu aniquilá-lo quando constatou que havia esmagado as organizações guerrilheiras. No triênio 1974-76, o partido foi vítima de feroz repressão em todo o país. Entre os assassinatos de seus dirigentes e apoiadores, provocaram forte impacto os do jornalista Vladimir Herzog, em outubro de 1975, e do operário Manoel Fiel Filho, em janeiro de 1976. Também causaram comoção os desaparecimentos de Davi Capistrano da Costa, Luis Inácio Maranhão Filho e outros membros de seu Comitê Central, durante o governo Geisel.

Interessante, também causaram comoção nos meios militares,  entre outros, os assassinatos a a sangue frio do Major/EB José Júlio Toja Martinez, do 1º Tenente/PM Alberto Mendes Júnior e do Soldado/EB Mario Kozel Filho. Em verdade, ninguém deve nada a ningúém. Que isso fique bem entendido!!!!!!!!   

CONTINUAÇÃO NO BOLETIM/MEMENTO NR 7

 

MEMENTO NR 6

_ CAMISA AMARELA, VERDE OU AZUL PARA OS DIAS 29/30/31 DE MARÇO;

_ BANDEIRA, PARA DESDOBRÁ-LA EM SUAS SACADAS NESTES DIAS;

_"FORÇA TAREFA" PARA PROTEÇÃO DOS "VELHOS SOLDADOS" NA COMEMORAÇÃO DO "CLUBE MILITAR"; MINHA GENTE, SE  ESTA NÃO SAIR É PORQUE JOGAMOS A TOALHA!!!! 

_DÁ PARA MOBILIZAR EFETIVO DE BATALHÃO REF (+):PQDT/PE/COMBATENTES DESELVA/CAVALARIANOSBLINDADOS/ARTILHEIROSQUEMORREMABRAÇADOSAOS

CANHÕES/ENGENHEIROSDESTRUIDORES/COMUNICANTESCIBERNÉTICOS/MATBELIANOSENGRAXADOS/INTENDENTESPRECAVIDOS E , MAIS DO QUE TUDO, CIDADÃOS CIVIS SOLIDÁRIOS COM OS SOLDADOS DA PÁTRIA, QUE É DE TODOS NÓS!!!!! 

 

 

PREZADO CIDADÃO CIVIL E MILITAR, SOLICITA-SE A MAIS AMPLA DIFUSÃO, PARTICULARMENTE NO SEGMENTO CIVIL DA SOCIEDADE. SEM ESTA DIFUSÃO O ESFORÇO SERÁ EM VÃO!!!!!!!

 "CAMPANHA BRASIL ACIMA DE TUDO/2013", ENTRE NESSA!!!!!!

Enviado por Paulo Ricardo da Rocha Paiva

 

 

 




 

 


 

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