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Efeitos do Bolsa Família

Publicado em 23 de Jan. de 2013


878 Visualizações


 



Mais de 40 mil mulheres com até 19 anos deram à luz na Bahia em 2012


A gravidez na adolescência, embora inoportuna, nem sempre é indesejada


Fonte:  http://bahia.ig.com.br/2013/01/23/mais-de-40-mil-mulheres-com-ate-19-anos-deram-luz-na-bahia-em-2012

O número é da Secretária de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). 40.350 adolescentes com idades entre 10 e 19 anos tiveram, em 2012, o primeiro filho, uma redução se comparado ao ano de 2011, quando 46.611 adolescentes deram à luz. Os dados se referem apenas a crianças nascidas vivas.


Segundo Maria José Souza Silva, enfermeira habilitada em obstetrícia e que faz parte da equipe da assessoria da Superintendência da Sesab, a diminuição no número de partos é decorrente do projeto de assistência e atenção à saúde da adolescente, realizado pela Sesab em parceria com o Ministério da Saúde e Organização Pan-Americana de Saúde (OPA), implantado em 2009 e intensificado em 2010 nas maternidades públicas de Salvador.


Com a implantação do programa as adolescentes passaram a ter maior acesso a ações específicas como o planejamento reprodutivo, que tem como principal objetivo de orientá-las a evitar uma gravidez indesejada, além de prevenir uma segunda gestação.


As adolescentes têm acesso a psicólogos, enfermeiros, médicos e assistentes sociais. Em encontros, são discutidos temas ligados à prevenção da gravidez, doenças sexualmente transmissíveis e hábitos saudáveis de vida para promoção da saúde de um modo geral.


De acordo com Maria José Silva, uma pesquisa realizada em 2010 dentro de uma maternidade pública da capital apontou que a idade média das adolescentes grávidas era entre 15 e 16 anos, sendo que desse total 50% estavam solteiras, 36% se declararam negras, 13% brancas e 50% viviam com os pais.


Ainda de acordo com a especialista, 22% do atendimento na maternidade no mesmo período eram destinados às adolescentes, sendo que em 2009 foram realizados 786 partos e em 2010 foram feitos 747.


“Com a intensificação do projeto dentro das maternidades, houve uma demanda considerável de adolescentes em busca dos serviços”, disse a enfermeira.


Para a psicóloga e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Juliana Prates Santana, a gravidez na adolescência, embora inoportuna, nem sempre é indesejada.


Segundo a psicóloga, um dos fatores que contribuem para a gravidez na adolescência é a falta de informações qualificadas e a dificuldade de diálogos com pais e professores. Ainda de acordo com a especialista, a maternidade precoce pode ocasionar problemas para a adolescente principalmente por ser uma fase em que ela está descobrindo o próprio corpo.


Em muitos casos, abandonar a escola, perder o contato com amigos da mesma idade, ver o corpo transformado após a gravidez e, muitas vezes, ter sido abandonada pelo pai da criança são alguns dos fatores que impactam na autoestima da garota, o que pode comprometer o vínculo entre a mãe adolescente e o seu bebê.


“A rejeição após o parto apresenta ainda mais chances de ocorrer entre as mães adolescentes, que acabam por projetar na criança as frustrações da maternidade sem nenhuma experiência, de fases interrompidas, mudanças no corpo e, muitas vezes, anos de estudos prejudicados.


Grávida de cinco meses do primeiro filho, a adolescente Amanda Galiza, 18 anos, afirmou que após descobrir a gestação inesperada sua vida mudou completamente.


“Sei que não vai ser fácil estudar, trabalhar e cuidar da minha filha. Aconselho as adolescentes que se previnam, para evitarem passar pelo que eu e outras adolescentes estamos passando”, desabafou. 



2 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

23 de Jan. de 2013 às 18:53

Avassalador

Sem planejamento Familiar, e motivadas a Parir para receber o Bolsa Família, adolescentes, cuja maioria vivem abaixo da linha da pobreza, liberam geral(se xo)colocam no mundo crianças cuja maioria ingressam no mundo das drogas, contribuindo para o aumento generalizado da violência. É lamentável, pois a contrapartida do Bolsa Família deveria ser a participação em programas visando o Planejamento Familiar.


Oscar

23 de Jan. de 2013 às 23:23

Oscar

“ISSO TEM NOME”
SABE COMO É?
PROLETARIADO
SABE O QUE SIGNIFICA?

Significa que “cidadão pobre que só é útil pelos filhos que procria.Pessoa que só tem seu salário para viver, isto é, a remuneração da sua força de trabalho”.

“isso se chama também formação de curral eleitoral, unificar um só governo no poder através da ignorância do povo desinformado, humilde e sem perspectiva de vida, desesperançado e que também não gosta de trabalho é é isso mesmo que estou falando e com todas as propriedades pois eu conheço esse País de cabo a rabo o lema deles é façam bastante guri , que o governo te ajuda com “uma bolsa família” agora me vem essa infeliz através da televisão dizendo que esta tudo correndo bem que existe é os que não querem que o Brasil progrida ah vai enganar outro Dona presidentA só um energúmeno não vê o que é essa podridão dos PTralhas, infelizmente estamos caminhando a passos largos para os braços do comunismo é lamentável.

 

 
Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

24 de Jan. de 2013 às 6:50

Avassalador

Concordo plenamente com voc.


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