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Fato Relevante

Povo Clama pela VOLTA dos MILITARES nas ruas da grande

Publicado em 27 de Mar de 2013


1939 Visualizações


 Vésperas do Aniversário da Contra - Revolução de 31 de março, e alguns dizem nas "ruas da grande rede": Voltem Militares.


“POR FAVOR VOLTEM MILITARES!”... O povo pede nas "ruas", nas novas ruas, que são as redes sociais!


       O povo esclarecido anda cada vez mais decepcionado com os políticos e sua forma de “administrar” o Brasil. Dando uma “volta” pelo mundo da internet colhi algumas colocações interessantes, e que mostram que há ainda muita gente que sente saudade de uma administração mais séria e realmente voltada para a coletividade. É obvio que não defendo a imposição de um regime autoritário no Brasil, mas é necessário uma reavaliação do sistema como um todo. Será que a população realmente está satisfeita, ou é somente o grande grupo assistido e "abençoado" pelo governo que está feliz sem conseguir perceber o que realmente está acontecendo?


    Veja uma coletânia de muitas colocações encontradas nas "novas ruas", que são as redes sociais como face e twitter, onde trafega a maior parte da sociedade esclarecida do país. Em comum todas pedem de alguma maneira o retorno da administração racional e honesta exercida pelos militares e ... ... ... ... ... 


Retirado de http://militar.com.br 

3 comentários


domenico

27 de Mar de 2013 às 14:38

domenico
Além, das "ruas" da redes sociais, também muita gente nas ruas de asfalto, conclamam a volta das Forças Armadas para expurgar essa "corja" que tomou conta do Planalto. Os brasileiros que aprenderam o que é dignidade e vergonha-na-cara, já não suportam mais tanto cinismo, hipocrisia, corrupção e falta de patriotismo que assola o País. É asqueroso, demais !!!

 

 
carpa comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

27 de Mar de 2013 às 19:44

carpa
SINTO MUITO EU ANDO PELAS RUAS E NO VEJO ISTO QUE PENA.

 

 
Ualali

28 de Mar de 2013 às 20:58

Ualali
"POVO QUE NO RESPEITA SEU PASSADO E SUA HISTRIA NO DIGNO DE FUTURO"
Depoimento do ilustre jornalista Roberto Marinho Editorial do jornal "O Globo" edio de 07 de outubro de 1984 com o ttulo "Julgamento da Revoluo


"Participamos da Revoluo de 1964 identificados com os anseios nacionais de preservao das instituies democrticas, ameaadas pela radicalizao ideolgica, greves, desordem social e corrupo generalizada.
Quando a nossa redao foi invadida por tropas anti- revolucionrios, mantivemo-nos firmes em nossa posio. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correo de rumos at o atual processo de abertura, que se dever consolidar com a posse do novo presidente. Temos permanecido fiis aos seus objetivos, embora conflitando em vrias oportunidades com aqueles que pretenderam assumir o controle do processo revolucionrio, esquecendo-se de que os acontecimentos se iniciaram, como reconheceu o Marechal Costa e Silva, "por exigncia irrelutvel do povo brasileiro". Sem o povo no haveria a revoluo, mas apenas um "pronunciamento" ou "golpe" com o qual no estaramos solidrios.
O Globo, desde a Aliana Liberal, quando lutou contra os vcios polticos da Primeira Repblica, vem pugnado por uma autntica democracia e progresso econmico e social do pas. Em 1964, teria de unir-se aos companheiros jornalistas de jornadas anteriores, aos "tenentes e bacharis" que se mantinham coerentes com as tradies e os ideais de 1930, aos expedicionrios da FEB que ocupavam a Chefia das Foras Armadas, aos quais sob a presso de grandes marchas populares, mudando o curso de nossa histria.
Acompanhamos esse esforo de renovao em todas as suas fases. No perodo de ordenao de nossa economia, que se encerrou 1977. Nos meses dramticos de 1968 em que a identificao dos atos de terrorismo provocou a implantao do AI-5. Na expanso econmica de 1969 a 1972, quando o produto nacional bruto cresceu taxa mdia anual de 10%. Assinale-se que, naquele primeiro decnio revolucionrio, a inflao decrescera de 96% para 12% ao ano, elevando-se as exportaes anuais de 1 bilho e 300 mil dlares para mais de 12 bilhes de dlares. Na era do impacto da crise mundial do petrleo desencadeada em 1973 e repetida em 1979, a que se seguiram aumentos vertiginosos nas taxas de juros, impondo-nos uma sucesso de sacrifcios para superar a nossa dependncia externa de energia, a deteriorao dos preos dos nossos produtos de exportao e a desorganizao do sistema financeiro internacional.
Essa conjuno de fatores que violaram a administrao de nossas contas externas obrigou-nos a desvalorizaes cambiais de emergncia que teriam fatalmente de resultar na exacerbao do processo inflacionrio. Nas respostas que a sociedade e o governo brasileiro deram a esses desafios, conseguindo no segundo decnio revolucionrio que agora se completa, apesar das dificuldades, reduzir de 80% para menos de 40% a dependncia externa na importao de energia, elevando a produo de petrleo de 175 mil para 500 mil barris dirios e a de lcool de 680 milhes para 8 bilhes de litros, e simultaneamente aumentar a fabricao industrial em 85%, expandir a rea plantada para produo de alimentos com 20 milhes de hectares a mais, criar 13 milhes de novos empregos, assegurar a presena de mais 10 milhes de estudantes nos bancos escolares, ampliar a populao economicamente ativa de 29 milhes para 45 milhes, elevando as exportaes anuais de 12 bilhes para 22 bilhes de dlares.
Volvendo os olhos para as realizaes nacionais dos ltimos vinte anos, h que se reconhecer um avano impressionante: em 1964 ramos a quadragsima nona economia mundial, com uma populao de 80 milhes de pessoas e uma renda per capita de 900 dlares; somos hoje a oitava, com uma populao de 130 milhes de pessoas, e uma renda mdia per capita de 2.500 dlares.
O Presidente Castelo Branco, em seu discurso de posse, anunciou que a revoluo visava "a arrancada para o desenvolvimento econmico, pela elevao moral e poltica". Dessa maneira, acima do progresso material, delineava-se o objetivo supremo da preservao dos princpios ticos e do restabelecimento do estado de direito. Em 24 de junho de 1978, o presidente Geisel anunciou o fim dos atos de exceo, abrangendo o AI-5, o decreto-lei 477 e demais Atos Institucionais e com isso, restauravam- se as garantias da magistratura e o instituto do habeas-corpus. Cessava a competncia do Presidente para decretar o fechamento do Congresso e a interveno nos Estados, fora das determinaes constitucionais. Perdia o Executivo as atribuies de suspender direitos polticos, cassar mandatos, demitir funcionrios e reformar militares. Extinguiam-se as atividades da CGI (Comisso Geral de Inqurito) e o confisco sumrio de bens. Desapareciam da legislao o banimento, a pena de morte, a priso perptua e a inelegibilidade perene dos cassados. Findava-se o perodo discricionrio, significando que os anseios de liberalizao que Castelo Branco e Costa e Silva manifestaram em diversas ocasies e que Mdice vislumbrou em seu primeiro pronunciamento finalmente se concretizavam.
Enquanto vrios lderes oposicionistas pretenderam considerar aquelas medidas fundamentais como "mero paliativos", o ento Deputado Tancredo Neves, lder do MDB na Cmara Federal, reconheceu que a determinao governamental "foi alm do esperado". Ao assumir o Governo, o Presidente Figueiredo jurou dar continuidade ao processo de redemocratizao. A concesso da anistia ampla e irrestrita, as eleies diretas para governadores dos Estados, e colaborao federal com os novos governos oposicionistas na defesa dos interesses maiores da coletividade, so demonstraes de que o presidente no falou em vo. No h memria de que haja ocorrido aqui, ou em qualquer outro pas, que um regime de fora consolidado h mais de dez anos se tenha utilizado do seu prprio arbtrio para se autolimitar, extinguindo os poderes de exceo, anistiando adversrios, ensejando novos quadros partidrios, em plena liberdade de imprensa.
esse, indubitavelmente, o maior feito da revoluo de 1964. Neste momento em que se desenvolve o processo da sucesso presidencial, exige-se coerncia de todos os que tm a misso de preservar as conquistas econmicas e polticas dos ltimos decnios. O caminho para o aperfeioamento das instituies reto. No admite desvios aticos, nem afastamento do povo. Adotar outros rumos ou retroceder para atender a meras convenincias de faces ou assegurar a manuteno de privilgios seria trair a Revoluo no seu ato final".


 

 
Ualali

28 de Mar de 2013 às 20:57

Ualali
http://acertodecontas.blog.br/politica/editorial-do-jornal-o-globo-de-2-de-abril-de-1964-celebrando-o-golpe-militar/

Editorial
de "O Globo" - 2 de abril de 1964.




Nestes tempos de memria curta e em que se procura reescrever a histria, no custa relembrar o que dizia o Jornal " O Globo" em 1964...



Editorial de "O Globo" - 2 de abril de 1964.


"RESSURGE A DEMOCRACIA"

Vive a Nao dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculaes polticas, simpatias ou opinio sobre problemas isolados, para salvar o que essencial: a democracia, a lei e a ordem.

Graas deciso e ao herosmo das Foras Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de viso dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsvel, que insistia em arrast-lo para rumos contrrios sua vocao e tradies.

Como dizamos, no editorial de anteontem, a legalidade no poderia ser a garantia da subverso, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, no seria legtimo admitir o assassnio das instituies, como se vinha fazendo, diante da Nao horrorizada.

Agora, o Congresso dar o remdio constitucional situao existente,
para que o Pas continue sua marcha em direo a seu grande destino,
sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades
pblicas desapaream, sem que o poder do Estado volte a ser usado em
favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a
levar anarquia e ao comunismo.

Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas tero solues, pois os negcios pblicos no mais sero geridos com m-f, demagogia e insensatez.

Salvos da comunizao que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus
inimigos.

Devemos felicitar-nos porque as Foras Armadas, fiis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Ptria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, no confundiram a sua relevante misso com a servil obedincia ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.
As Foras Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, "so instituies permanentes, organizadas com base na
hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da
Repblica E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.

No momento em que o Sr. Joo Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Foras Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqentemente, o direito a ser
considerado como um smbolo da legalidade, assim como as condies
indispensveis Chefia da Nao e ao Comando das corporaes
militares. Sua presena e suas palavras na reunio realizada no
Automvel Clube vincularam-no, definitivamente, aos adversrios da
democracia e da lei. Atendendo aos anseios nacionais, de paz,
tranqilidade e progresso, impossibilitados, nos ltimos tempos, pela
ao subversiva orientada pelo Palcio do Planalto, as Foras Armadas
chamaram a si a tarefa de restaurar a Nao na integridade de seus
direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos
vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este no foi um movimento partidrio.
Dele participaram todos os setores conscientes da vida poltica brasileira, pois a ningum escapava o
significado das manobras presidenciais.
Aliaram-se os mais ilustres lderes polticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Foras Armadas.

Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo. A esses lderes civis devemos, igualmente, externar a gratido de nosso povo. Mas, por isto que nacional na mais ampla acepo da palavra, o movimento vitorioso no pertence a ningum.
da Ptria, do Povo e do Regime.
No foi contra qualquer reivindicao popular, contra qualquer idia que, enquadrada dentro dos princpios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do Pas.

Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus lderes e com os
chefes militares, afirmarem o contrrio estaro mentindo, estaro, como
sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que no lhes devem dar ouvidos.
Confiamos em que o Congresso votar, rapidamente, as
medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma poca de justia e harmonia social.
Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela
Providncia Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem
maiores sofrimentos e luto.
Sejamos dignos de to grande favor.

Editorial do jornal "O Globo" do Rio de Janeiro, em sua edio de 02 de abril de 1964




teotonio2 comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

27 de Mar de 2013 às 15:56

teotonio2
Não há dúvidas que uma enorme parcela da população está cansada da degradação social do Brasil e deposita suas esperanças nos militares, na lei e na ordem. Quando será o nosso dia de ser assaltado, morto, desrespeitado por terceiro que não tem o menor receio das leis? Quando será o nosso dia de vermos o poder público virar as costas para nós? Quem consegue viver em paz nesse país de delinquentes, de todas as esferas sociais e econômicas? Quem consegue aturar um sistema que idolatra o errado e condena o certo? Até quando? Entendo as aspirações dessa parcela da sociedade depositando esperança nos militares.

 

 
sarbrasil comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

27 de Mar de 2013 às 16:32

sarbrasil
Na verdade creio que no ha possibilidade de os militares assumirem o governo de forma autoritria, atualmente o mundo muito mais globalizado do que nos anos 60 e a prpria classe empresarial, que precisou dos militares para que o Brasil no russe e levasse junto toda a Amrica Latina hoje parece agir de forma diferente, j que socialismo e na verdade um CAPI-SOCIALISMO, e j no tem a expropriao de meios de produo como pilar, hoje a expropriao realizada na sociedade honesta e trabalhadora, sem que esta possa reclamar ou resistir.

PElo menos pelos prximos oito anos estamos literalmente ferrados, sem que nenhuma obra realmente importante seja realizada e com os nossos cofres sendo literalmente saqueados pela corja de ladres que domina o Brasil.

 

 
antonio

28 de Mar de 2013 às 14:12

antonio
O Carpa, nem voc quer os militares, mesmo sendo filha de um. Onde voc anda que no ouve a opinio do povo?


sgt Mendes L Santos

29 de Mar de 2013 às 12:18

sgt Mendes L Santos
O colapso social é questão de tempo. Quando os militares foram chamados pelo povo estarão prontos para agir.


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