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Alerta Total - edição - por Jorge Serrão

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13 de Jun de 2013 com 865 VisualizaçõesBrasil
Brasil
 

 










Alerta Total


 




















Britânicos que tiveram interesses contrariados na Petrobrás lideram pedido pela cabeça de Mantega


Posted: 12 Jun 2013 01:43 PM PDT



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net

Por Jorge Serrão
serrao@alertatotal.net




Investidores britânicos da Petrobrás, que tiveram interesses contrariados por Guido Mantega, são os maiores interessados na queda do ministro da Fazenda. Também presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, Mantega é vítima da indefinição cambial na inconsistente política econômica (se é que se pode chamar assim um entreguismo burro).

 

O dólar que boia no mar de lama do governo(e não flutua, como tentam defender) é a desgraça da gestão Dilma Rousseff (já em queda de popularidade) e do ministro da Fazenda que ela foi obrigada a engolir por imposição do onipresente antecessor Lula da Silva. Se o dólar sobe de cotação, empresas endividadas e importadores caem de pau. Se o dólar desce, os exportadores é que esperneiam nas tamancas contra o governo.

 

A Petrobrás é uma das empresas mais afetadas pela subida do dólar (que a especulação já fala em chegar, facilmente, aos R$ 2,30, contra a vontade do Banco Central do Brasil – que é passageiro e não piloto do titanic da política econômica). A estatal de economia mista aumenta seus prejuízos pagando caro pela importação de derivados de petróleo, sem que o governo lhe permita reajustar os preços internos dos combustíveis.

 

Por oportunismo, os inimigos externos de Mantega (e que já sinalizam o desejo de “fora, PT em 2014”) escalaram os agentes ideológicos que patrocinam por debaixo dos panos para protagonizarem “protestos populares” contra o reajuste das passagens de ônibus. Na versão dos governos, a passagem tem de ficar mais cara para compensar a alta do diesel. O que os governantes não contam é que a permissão para os aumentos faz parte da oportunista aliança com empresários de transportes que financiam as campanhas eleitorais e precisam faturar mais para isto.

 

Outro fator impeditivo do aumento de preços dos derivados de petróleo é o reflexo de tal aumento na inflação, que – em bom dilmês – tem que ser combatida “diuturnamente e noturnamente”. O governo esbanjador do dinheiro público, formado por políticos sociopatas que dependem dos mensalões para ficarem mais ricos ainda, só liga para a inflação porque ela traz prejuízos à imagem eleitoral. Na prática, o titanic Brasil segue o seu destino de mera colônia de exploração subdesenvolvida e onde o empreendedorismo vale nada ou muito pouco.

 

O engenheiro João Vinhosa, que foi do Conselho Nacional do Petróleo, lembra que, na década de 80, o poderoso presidente do extinto Conselho Nacional do Petróleo (CNP), General Oziel de Almeida Costa, por diversas vezes, declarou que, ao se fixar o reajuste dos preços dos derivados de petróleo, o CNP era inflexível: os menores percentuais de aumento tinham que ser dados para o gás de cozinha (para não impedir o pobre fazer sua comida) e para o óleo diesel (para evitar convulsão social, decorrente do repasse do aumento do preço do diesel ao preço das passagens do transporte urbano de massa).

 

Como a democradura dos sociopatas petralhas liga para coisa nenhuma – a não ser sua própria sede de poder e vaidade ilimitada de seus líderes -, a situação econômica tende a piorar. Não adianta manipular o noticiário com notícias plantadas sobre a melhora do tumor maligno que destrói nossa economia. A casa já está com a estrutura comprometida. Tende a desabar politicamente em 2014. Mas nada vai mudar se sair o PT e entrarem ou voltarem ao poder aqueles que têm as mesma falta de solução para um Brasil soberano, desenvolvido, eficiente e mais honesto.

 

Por trás da máscara

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Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.






O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.




A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.



© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 12 de Junho de 2013.



Temos muito a fazer olhando para o futuro


Posted: 12 Jun 2013 06:11 AM PDT



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Gerhard Erich Boehme




A violência cresce de forma assustadora no Brasil, e o que fazem os atuais governantes, legislam e administram o país em causa própria e com os olhos no espelho retrovisor.




Para eles é mais importante criar contendas e abrir feridas, dividir a sociedade, assim como fugir do consenso, como a anistia, criada dentro de uma outra realidade. Agora o Estado é colocado a serviço de uma causa, não apenas defendem os marginais mensaleiros de hoje, como buscam a notoriedade e a fortuna para os terroristas, justiceiros e ladrões de ontem.




É triste a nossa realidade e o povo não fica indignado. E não é sem razão que temos hoje uma das sociedades mais violentas do mundo:




a)     14 das 50 cidades mais violentas do mundo estão no Brasil e Curitiba é uma delas, uma cidade que no início desse século era tida como uma das com a melhor qualidade de vida. É onde se concentrava a maioria dos descendentes de alemães e nos anos 90 era tida como a capital mais segura e com melhor qualidade do Brasil.




b)    Tivemos nos últimos 30 anos mais de 1 milhão de homicídios e o crescimento é exponencial.




c)     Em 2012 tivemos mais de 200 mil vítimas fatais devido a violência, onde a impunidade se faz presente, seja em termos deIHA, acidentes de trânsito e acidentes de trabalho, é um número que produz mais mortes e torturados em apenas um único dia que em todo o período do regime militar, mas que por parte das ações tomadas no período, a ênfase e articulação política, em especial no âmbito dos direitos humanos, para o período de nossa história de 1964-1985 que para a realidade atual, a gestão foi no sentido de se administrar o país com base no espelho retrovisor, ou como era dito por uma dos mais importantes brasileiros, com a lanterna na popa.




d)    O custo da violência supera 5% de nosso PIB, isso segundo estudos desatualizados realizados pelo IPEA, eu estimo em mais de 10% e apresento razões. E esta questão é preocupante, pois termos dois grandes mega eventos programadas, mas se considerarmos o potencial da indústria do turismo, vemos que a violência é de longe um dos principais motivos que afastam investidores no Brasil e que assusta os turistas, muito embora poderia ser o turismo uma das principais indústrias no campo de geração de emprego, riqueza e renda.




e)     O medo é hoje uma constante dos brasileiros, o custo do medo levou os brasileiros a realizarem um gasto com sistemas eletrônicos de segurança superior a US$ 2 bilhões, mais que R$ 4 bilhões em 2012. Isso segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Mas este valor é muito subestimado, pois a maior parte do investimento é feito através de equipamentos adquiridos legalmente e ilegalmente no exterior.




f)      O Brasil é hoje o país onde circulam o maior número de veículos blindados no mundo, isso de acordo com as informações divulgadas pela Associação Brasileira de Blindagens (Abrablin), isso mesmo, já existe até uma associação do setor. De acordo com especialistas em segurança, o total de veículos com esse tipo de proteção é tão grande que se tornou um indicador para aferir o grau de criminalidade nacional. Quanto maior ele for, pior estará o Brasil nesse campo – até porque seu crescimento tem acompanhado o de alguns dos mais perversos crimes praticados no país. E vale lembrar que o custo com a blindagem é hoje superior a R$ 50 mil.




g)     Cada 5 minutos uma mulher é violentada no Brasil, muitas são mortas. Temos uma secretaria de Estado voltada a questão, mas que não tem conseguido alterar a triste realidade, temos uma CPMI em andamento no Congresso, o que não é divulgado e que mesmo com ela tivemos pouca evolução.




h)     E somos um dos campeões de estupro. O Brasil é uma nação estuprada. Os números oficiais de estupros cometidos no Brasil são um mistério. Em uma pesquisa você vai encontrar que "a cada 12 minutos uma mulher é estuprada no Brasil". Portanto, seria um número consideravelmente alto. Talvez os números não sejam divulgados para que as vítimas não sejam rotuladas como estatísticas ou para não espalhar pânico, haja vista que nenhuma medida definitiva é tomada para ao menos inibir os estupradores.




i)      Temos atualmente no Brasil mais de um terço das jovens com até 18 anos sendo abusadas sexualmente, destas apenas uma em cada quatro confessa aos pais ou parentes, muito poucas procuram as autoridades. E o quadro é ainda pior com os meninos, apenas um em cada 100 em conta que foi abusado sexualmente.




Entendo que o cidadão é penalizado no mínimo dez vezes:




1.    Paga impostos para ter serviços públicos de segurança pública e justiça, aqui incluídos os seus primeiros passos dados pela polícia judiciária (Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Técnica ou Polícia Técnico-científica) e lá a prevenção ao crime que o cidadão não pode realizar ou não é desejável que a faça, seja porque não teria recursos ou competência legal.




2.     Aloca recursos próprios na segurança pessoal, familiar e patrimonial, a segurança que pode, ou mesmo deve realizar, ou está ao seu alcance. A prevenção ao crime é de responsabilidade e de atribuição inicial do cidadão – começa com ele colocando a tranca na porta de casa, educando seus filhos de forma exemplar, adquirindo sua arma, sem restrições indevidas, em especial ideológicas, e capacitando-se a utilizá-la com segurança, etc.. A prevenção tem sua atuação mais forte no campo privado, junto às famílias e empresas, onde temos a atuação das entidades de segurança patrimonial, vigilância predial ou comunitária, escolta, proteção a executivos, etc.




3.    Observa que boas práticas de gestão são desconsideradas e desvalorizadas. Na impossibilidade destes agentes atuarem ou quando não é interessante que a iniciativa privada atue, deve entrar o Estado, o que deve ocorrer subsidiariamente, mas sua atuação exige boa gestão e participação através dos chamados CONSEG - Conselhos Comunitários de Segurança, para os quais, no meu entender, deveria contemplar um Guia para sua formação, implementação e manutenção e assim os CONSEG serem certificados segundo a conformidade com os requisitos da ABNT NBR ISO 9001:2008.




4.    Observa que os recursos destinados aos serviços públicos na prevenção aos crimes são escassos comprometendo o policiamento ostensivo realizado pela Brigada Militar ou Polícia Militar e nas estradas pelas Polícias Rodoviárias, concorrendo para que não seja assegurada a proteção ao cidadão, à sua vida, à liberdade e seu patrimônio.




5.    Aloca recursos ampliando ou dotando sua residência e outros imóveis com muros e cercas, encarecendo o custo das construções em quase um terço, bem como retirando a harmonia ambiental de um paisagismo mais humano.




6.    Sofre os resultados (prejuízos materiais, morais, físicos, sem contar as vidas humanas que são imensuráveis) da violência e a impunidade devido a falta de justiça, e com ela assiste à impunidade.




7.    Sofre o aumento do custo de vida resultante dos custos em toda cadeia de produção e de prestação de serviços devido a violência, custos que são incorporados aos produtos e serviços, como a necessidade de escolta privada no transporte de mercadorias pelas autoestradas brasileiras, custo devido abusivos valores de seguro, custos com as perda produtos devido a furtos e roubos, pirataria, descaminho, etc. e custos que inibem o investimento no Brasil por parte de empresas nacionais e multinacionais, limitando assim o mercado e o fornecimento de melhores produtos e serviços.




8.    Tem que se contentar ao ver os policiais propositalmente mal remunerados para que estes tenham necessidade de complementar a renda vendendo proteção privada a "cafetões" e agenciadores – a maioria formada por políticos como ex-proprietário do castelo de Neuschwanstein brasileiro -  para que possam ter um mínimo de dignidade, quando não eles mesmos se tornam criminosos formando milícias - ver as forças que atuam na prevenção sendo privatizadas em benefícios de poucos através das empresas de vigilância, escolta, proteção a executivos e autoridades, etc. que assim cooptam policiais para a dupla ou tripla jornada de trabalho. Uma realidade triste que nem mesmo mobiliza os nossos Senadores: http://www.youtube.com/watch?v=nxYBDljmB2U




9.    Vê a impunidade crescendo no Brasil devido a polícia judiciária ser administrada politicamente - com falta de recursos, isto é, ela não ser de fato uma função do Estado como o é o Ministério Público ou o Judiciário, muito embora desempenhe funções ligadas à justiça, aos seus primeiros passos na esfera criminal;




10. E o que é pior, ver nossas autoridades subjugando o Brasil aos ditames do Foro San Pablo, entidade que abriga grupos de narco traficantes e dá sustentação a "presidentes" de países vizinhos que são identificados como "cocoleros" e que tornaram o Brasil seu principal mercado consumidor.




O resultado é o custo de vida crescente, piores condições de qualidade de vida e a sonegação, a corrupção e falta de transparência nas contas públicas: a injustiça.




Não podemos e não devemos administrar o Brasil com a lanterna na popa ou olhando pelo espelho retrovisor, assim como também não podemos ficar indecisos entre a causa e o efeito, pois  estamos nos concentrando em apontar os efeitos como causas, ou o que é pior.

Gerhard Erich Boehme é Engenheiro.



E se fosse na "Ditadura Militar”?


Posted: 12 Jun 2013 06:09 AM PDT



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Aileda de Mattos Oliveira

 

Se o peculato de Lula, por se apossar dos bens pertencentes ao Estado Brasileiro, acondicioná-los em onze caminhões, entre eles o que carregava a adega do Palácio Alvorada, espetacular carreata comprobatória da ausência de pudor por constituir norma de sua conduta tomar como próprio o patrimônio ao alcance da mão rapinante; se, repetimos, este fato ocorresse na tão difamada "ditadura" militar, o autor da espoliação seria levado à execração pública, promovida pelo peculatário de hoje, autodidata em técnicas de enriquecimento ilícito.

 

Se no jogo de interesses, com fins rentáveis de grandes proporções ‑ o "mensalão" ‑ ocorresse no tempo da fria "ditadura", os sindicatos, arrebanhados pelo mais emérito professor em estelionato político, iriam pregar a baderna na Cinelândia, centro nervoso da esquerda carioca, para a conclamação ao caos total. Os caras-pálidas pintadas, à frente das câmeras DAQUELE canal, iriam mostrar como os 'estudantes' reagiriam aos "golpistas" de direita.

 

Se os cavilosos negócios em terras estrangeiras do finório trapaceiro-mor com empresas que parece terem adquirido vínculo de vitaliciedade no governo, e tornar-se assíduo passageiro dos seus jatinhos; se um órgão do Estado permite dirigente estrangeiro em terras amazônicas, sem convite oficial, como se já fossem possessões suas; se o mesmo órgão, à revelia dos superiores, alia-se ao CIMI para novas demarcações de terras indígenas, o que a imprensa assalariada não iria dizer, se esses fatos, o de denegrir a imagem do país no exterior em troca de depósitos em sei lá que paraíso fiscal e o de desobediência civil de uma instituição criada para proteção dos 'oprimidos' índios e defender as terras brasileiras, ocorressem nos tempos negros da "ditadura" militar?

 

Certamente, diriam que os milicos, falantes defensores da pátria, alimentavam a sua 'caixinha' com os burgueses da elite empresarial e abriam às nações amigas e às falsas missões religiosas as terras soberanas do país, entregando nossas riquezas ao vil "governo mundial".

 

Se a arrogância do chefe da quadrilha, ao exigir substituições radicais na Suprema Corte para se livrar da pífia punição a que foi submetido, tentando sobrepor-se a ela, e se essa afronta fosse um ato de algum membro da indigna "ditadura" militar, esse infeliz saído da caserna não escaparia à virulenta malhação pública, verbal e física, em nome da ética esquerdista, da moral socialista, das virtudes comunistas, todos santos valores da comunidade vermelha.

 

Se o dinheiro da Nação, perdulariamente gasto pela viajante presidente, em viagens oficiais, fosse usufruído por algum presidente dos anos de treva e de chumbo da "ditadura" da disciplina e da ordem, seria tachado de "pé de poeira", insaciável esbanjador do dinheiro público.

 

Se a falta de caráter do presidente; se a promiscuidade que instituiu no poder, levando como bagagem de mão a sua musa predileta, fosse norma do presidente da cruel "ditadura" militar que, em visitas oficiais, ajeitasse alguma Rose em aviões da FAB, ficaria desmoralizado dentro e fora dos quartéis.

 

Se das oito mil casas prometidas no farsesco programa de assistencialismo eleitoreiro da desastrada senhora não foi construída sequer uma choupana, sem que se saiba aonde foi parar a verba destinada a tão grandiosa obra popular de engenharia; se o presidente da sombria "ditadura" militar que, num estado de estupidez, fizesse a mesma promessa em voz marcial, seria contemplado com uma bela manchete de: LADRÃO!

 

Se a transposição do rio São Francisco, burlesco ato político, acabou em terra arrasada, levando pelo ralo os custosos reais do contribuinte; se a transformação do cenário num deserto franciscano ocorresse durante a infame "ditadura" militar, o que diriam do presidente quanto ao rombo nos cofres da Nação? Que o brutamontes era um demagogo prevaricador.

 

Mas... como a vil "ditadura" militar somente trouxe desenvolvimento ao país, inclusive na área da Educação, instituindo Mestrado e Doutorado, do qual título a senhora presidente quis surrupiá-lo para diminuir o mal-estar que lhe causa o seu vergonhoso currículo de atiradora de elite;

 

Mas... como a torturante "ditadura" militar ofereceu aos trabalhadores benefícios que o partido dos desocupados nunca "antes na história deste país" pensou em criar, como o PIS, o PASEP, o Fundo de Garantia, o FUNRURAL, entre outras benfeitorias, transformando a vida da classe trabalhadora, hoje, refém dos aliciadores petistas pela crença na igualdade socialista;

 

Mas... como na época da sinistra "ditadura" os presidentes militares, truculentamente, permitiram que as pessoas de bem pudessem transitar pela cidade, exercendo o seu direito de ir e vir, a qualquer hora do dia e da noite, como estatui qualquer democracia que se preze, sem serem molestadas por bandidos, protegidos hoje por leis adocicadas na sem-vergonhice dos interesses políticos;

 

Mas... como esses militares, urutus humanos, torturadores dos delinquentes que hoje ocupam o trono de Brasília, sem nenhuma sequela, permitiram a população assistir à sessão de meia-noite nos cinemas de qualquer bairro, adornada com suas joias e saísse dos bailes, madrugada a fora, andando pelas ruas em tranquila animação;

 

Os esquerdistas, o maior conjunto de pusilânimes que já se concentrou num mesmo espaço geográfico, invejam a "ditadura" por incompetência, ignorância, por somente conseguirem apoio à custa do domínio da consciência dos 'assistencialializados', da deterioração da Educação, da degradação moral da população sem luzes como eles, para alimentar a fome de totalitarismo.

 

O único erro dos truculentos, dos torturadores, dos desalmados militares, cruéis "ditadores", irresponsáveis agentes da melhor época do Brasil, no século XX, o único erro, temos que enfatizar, foi trazer de volta os predadores da Nação.

 



Aileda de Mattos Oliveira  é Dr.ª em Língua Portuguesa, membro da Academia Brasileira de Defesa. A opinião expressa é particular da autora.



Desfecho do Mensalão


http://3.bp.blogspot.com/--fQHuNNwspY/UbcgHwnng_I/AAAAAAAADP4/5Xa3sc6R2Z8/s1600/Guarda+provis%25C3%25B3ria.jpgPosted: 12 Jun 2013 06:08 AM PDT



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Paulo Roberto Gotaç




Segundo estimativas do Ministro do STF Antonio Dias Toffoli, o desfecho do mensalão poderá levar até dois anos, ao fim dos quais então começarão os cumprimentos das respectivas penas.




Assim, a sociedade fica com a desagradável sensação de que, mais uma vez, foi enganada pelas aparências e que o espetáculo pirotécnico com que a suprema Corte a brindou durante o julgamento não passou de um espasmo de seriedade que já amorteceu, voltando a vigorar a confirmação de que a justiça no país é leniente com os poderosos, mais ainda quando estes estão vinculados a esse governo petista, de 39 ministérios, recheado de escândalos.




O que era uma esperança de que o julgamento constituísse um ponto fora da viciada curva à qual a população brasileira já está tristemente habituada, para ser o início de uma outra que aliviasse a crise generalizada de confiança nas instituições encarregadas de aplicar a lei, transformou-se numa enorme frustração.




Sem entender o significado de expressões como "embargos de declaração" e "embargos infringentes", típicas de um complexo de leis cheio de fissuras, aparentemente propositais, o cidadão comum se vê numa enorme perplexidade ao assistir, depois de tudo, ao triste espetáculo de ver até hoje os condenados em liberdade e, pior, alguns até exercendo mandatos no Congresso.




Quando finalmente despertaremos, protestando e exigindo a higienização das instituições e dos procedimentos, mediante a manifestação de multidões comparáveis às das marchas pela maconha e das paradas gays? Está na hora de adquirirmos a consciência de povo, deixando de ser somente público embasbacado.

 

Paulo Roberto Gotaç  é Capitão-de-Mar-e-Guerra reformado.



Para esclarecer o óbvio sobre a PEC 37


Posted: 12 Jun 2013 06:07 AM PDT



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Ives Gandra da Silva Martins



A meu ver, não haveria necessidade de um projeto de emenda constitucional para assegurar aos delegados de polícia a exclusividade para presidir os inquéritos policiais.

Já a têm na Constituição Federal, pois o § 4º do artigo 144 está assim redigido: "Às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de Polícia Judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares".

O Ministério Público não é polícia judiciária. Tem o direito de requisitar às autoridades policiais diligências investigatórias (artigo  129, inciso VIII), assim como a instauração de inquérito policial aos delegados, que, todavia, serão aqueles que os instaurarão.

O exercício do controle externo da atividade policial (inciso VII do artigo 130) de rigor é controle semelhante ao que exerce sobre todos os poderes públicos (inciso II), para que não haja desvios de conduta.

Não há que confundir a relevante função de defesa da sociedade e de zelar pelo bom funcionamento das instituições com aquela de dirigir  um inquérito, que é função exclusiva da Polícia Judiciária.

À evidência, com o direito de requisição, o Ministério Público pode pedir aos delegados todas as investigações de que precisar, como  também o tem o advogado de defesa, que se coloca no inquérito judicial no mesmo plano do Ministério Público. Não sem razão, o  constituinte definiu a advocacia e o Ministério Público como "funções essenciais à administração de Justiça" (artigos 127 a 135).



O direito de defesa, a ser exercido pelo advogado, é o mais sagrado direito de uma democracia, direito este inexistente nas ditaduras.  Não sem razão, também, o constituinte colocou no inciso LV do art. 5º, como cláusula pétrea, que aos acusados é assegurada a "ampla  defesa administrativa e judicial", sendo o adjetivo "ampla" de uma densidade vocabular inquestionável.



Permitir ao Ministério Público que seja, no inquérito policial, parte (acusação) e juiz (condutor da investigação) ao mesmo tempo é  reduzir a "ampla defesa" constitucional à sua expressão nenhuma. Se o magistrado, na dúvida, deve absolver (in dubio pro reo), o  Ministério Público, na dúvida, deve acusar para ver se durante o processo as suas suspeitas são consistentes.




Pelo texto constitucional, portanto, não haveria necessidade de um projeto para explicar o que já está na Constituição. Foi porque,  todavia, nos últimos tempos, houve invasões nas competências próprias dos delegados que se propôs um projeto de emenda constitucional  para que o óbvio ficasse "incontestavelmente óbvio".




Eis por que juristas da expressão do presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Sartori, do presidente do Comiss
 
 
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