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Militares da MB prendem quilombolas na Bahia

Publicado em 09 de Jan. de 2014


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Militares prendem quilombolas na Bahia

Em nota, o Comando do 2º Distrito Naval, responsável pela base, confirmou a detenção dos quilombolas

Um dia depois de a presidente Dilma Rousseff deixar a Base Naval de Aratu, em Salvador (BA), onde passou dez dias descansando com a família, militares que moram e trabalham no local voltaram a entrar em conflito com os moradores do Quilombo Rio dos Macacos, com quem disputam judicialmente a área.

Segundo os quilombolas, a líder do movimento, Rose Meire dos Santos Silva, de 34 anos, e seu irmão Edinei, de 36, foram presos pelos militares e sofreram agressões na tarde de segunda-feira, 7, após um desentendimento entre eles e sentinelas da base militar.

A discussão teria ocorrido enquanto os irmãos, junto com duas crianças, filhas de Edinei, tentavam acessar o território quilombola pela entrada principal - é preciso passar por uma guarita da base para chegar ao local. Os sentinelas teriam pedido para os ocupantes do carro descerem e, sem ter o pedido atendido, teriam retirado os ocupantes do veículo à força. As crianças teriam corrido para pedir ajuda, enquanto Rose Meire e Edinei acabaram detidos - só foram liberados à noite, após um protesto realizado na entrada da base pelos moradores, apoiados por políticos simpáticos ao movimento.

Após a libertação, Rose e Ednei fizeram exame de corpo de delito e prestaram queixa na sede da Polícia Federal em Salvador. Na manhã desta terça, a líder quilombola voltou ao hospital, reclamando de muitas dores no corpo. “Dois militares pegaram a gente e bateram muito”, conta. “Estou com muita dor, não consegui dormir.” Ela passou o dia em observação, no Hospital do Subúrbio.

Em nota, o Comando do 2º Distrito Naval, responsável pela base, confirmou a detenção dos quilombolas, mas afirmou que elas foram causadas por ofensas e ameaças feitas pelos irmãos. O texto destaca que Rose apresentava “comportamento violento” e “tentou apoderar-se da arma” de um dos militares. “Os dois foram liberados após a situação ter sido controlada”, diz o comunicado, que informa que será instaurado um inquérito policial militar para apurar o ocorrido.

3 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

09 de Jan. de 2014 às 7:52

Avassalador
Acho que a detenção sempre será necessária, isso diante dos abusos de pessoas que se declararam quilombolas, quando na realidade não são, pois sequer nasceram na região do conflito. Conheço a situação e o conflito, pois morei na vila naval da barragem, que fica nas proximidades da Base Naval de Aratu, muitos colegas quando de serviço no portão de acesso da vila militar naval, estavam sempre a relatar que supostos quilombolas sobre efeito de drogas urinavam próximo aos militares, somente para provocar. Infelizmente bandidos travestidos de quilombolas tentam burlar as Leis para receberem benesses do estado, é lamentável.

 

 
Joo Batista De Oliveira Costa

09 de Jan. de 2014 às 9:45

Joo Batista De Oliveira Costa
Para cada ao h uma reao. As FFAA, agiram dentro dos princpios da lei, infelizmente no Brasil instalou-se uma baderna sobre todos os aspectos legais. Bandidos travestidos de pessoas de bem se utilizam das brechas da lei para tentarem impor suas vontades, os militares so agentes responsveis por manter a segurana das instalaes militares que so patrimnio da nao. Precisamos resgatar nossa moral junto a sociedade e principalmente sermos reconhecidos pelas autoridades e respeitadas por todos e incluso na sociedade brasileira como uma profisso digna de respeito com salrios dignos e justos compatveis com a funo que exercemos. Joo Batista (SO-RM-1)


maristo comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

09 de Jan. de 2014 às 9:09

maristo
A detenção sempre deverá ser aplicada sim, sempre que necessário, mas duvido muito, muito mesmo que tenha havido a agressão do tipo "... bateram muito na gente..." . Militares das Forças Armadas, principalmente os de patente inferior respondem a Inquéritos e/ou sindicâncias por coisas menores ou de menor gravidade que esse fato. Não há históricos desse tipo de atitude de Militares das FFAA. Em contrapartida o Brasil está vivendo uma situação delicada e perigosa onde quilombolas (ou os que se dizem), Índios, MST etc viraram seres e instituições inimputáveis, sob as asas da grande mãe PTralha e seus braços nos Movimentos Sociais.

 

 
Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

09 de Jan. de 2014 às 11:14

Avassalador
Concordo que no houve agresso, na realidade eles tentam inverter os fatos, muitas vezes com anuncia de rgo(s)do governo. lamentvel


Sidinei

09 de Jan. de 2014 às 20:09

Sidinei
A DISCUSSÃO AQUI SE RESUME EM UM SÓ PROBLEMA: precisamos acabar com as diferenças que estão criando em torno de raças, credos e cor; é nescessário colocar todos em um mesmo nível de humanidade e o estado olhar pelo preparo de cada cidadão desde que nasce, pois fazendo assim não precisa de bolsas esmolas, para ser futuro eleitor de mal intencionados


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