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Exército estaciona a tropa por faltar decreto de Dilma

Publicado em 14 de Fev. de 2014


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As tropas estão concentradas no Estádio Mario Pessoa e são auxiliadas por 90 veículos - Foto Gidelzo Silva - Secom IlhéusCerca de 700 homens da 6ª Região Militar do Exército Brasileiro, órgão que abrange os estados da Bahia e Sergipe, estão concentrados em Ilhéus. Auxiliadas por cerca de 90 veículos, as forças do Exército Brasileiro encontram-se instaladas no Estádio Mário Pessoa. Foto Gidelzo Silva – Secom Ilhéus.

Segundo o comando da 6ª Região Militar, o tempo de permanência das tropas dependerá das atividades desenvolvidas na cidade e de um eventual emprego dos militares nos episódios de hostilidade que seguem acontecendo entre índios e agricultores.

Segundo o comando da 6ª Região Militar, o tempo de permanência das tropas dependerá das atividades desenvolvidas na cidade e de um eventual emprego dos militares nos episódios de hostilidade que seguem acontecendo entre índios e agricultores.

Segundo o comandante da 6ª Região Militar, General de Divisão Racine Bezerra Lima Filho, a presença das tropas na cidade de Ilhéus se deve a operações rotineiras de treinamento, concentração e interação com a comunidade local. No entanto, Lima Filho lembrou que as tropas poderão ser empregadas nos conflitos que vêm ocorrendo na região entre índios e agricultores se houver uma determinação da presidente Dilma Rousseff.

O general Racine Bezerra Lima Filho explica que um eventual emprego do Exército Brasileiro nas regiões de conflito entre índios e agricultores requer uma solicitação formal do governador da Bahia, Jaques Wagner. “A partir daí, se a presidente sinalizar positivamente, o Ministério da Defesa é acionado, com um decreto presidencial autorizando a atuação e estabelecendo os limites físicos e temporais da operação”.

Na manhã desta quinta-feira, dia 13, o general Racine Bezerra Lima Filho participou de uma reunião informal com representantes das polícias civil e militar, polícia federal, polícia rodoviária federal e forças de segurança nacional. Durante o encontro, que aconteceu na sede da 18ª Circunscrição do Serviço Militar (18ª CSM), situada na Rua Rotary, no bairro da Cidade Nova, o comandante da 6ª Região Militar teve a oportunidade de tomar conhecimento do atual estágio dos conflitos de terra.

 

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5 comentários


Sidinei

14 de Fev. de 2014 às 12:21

Sidinei
É muito bom saber que o exército já não se deixa levar por ordens simplesmente porque parte do governo, como estamos vivendo em dias dúbios o exército precisa de um corpo de advogados que participem e tenham conhecimento profundo de ações legítimas e ilegítimas,as repercussões prováveis e cobranças a serem feitas dos autores de pedidos como estes. resta saber e ai vai a cobrança de melhoramentos salariais. A principal pelas quais sempre me pronunciei, que é a correção da tabela do ir, a STF, através da OAB esta fazendo o serviço. http://economia.ig.com.br/financas/impostoderenda/2014-02-12/acao-no-stf-pedira-correcao-do-imposto-de-renda-a-favor-dos-mais-pobres.html Estas ações já deveriam ser mais constantes, face a tantos desvarios do governo.


Mariano

14 de Fev. de 2014 às 12:39

Mariano
lá vai "nóis" cuidar de mais uma lambança....é DONA DILMA sem "nóis" a SRA estaria ferrada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Francisco

14 de Fev. de 2014 às 13:09

Francisco
Certíssima a decisão. Quem tem que ordenar a intervenção das FFAA nesses conflitos tem que ser a presidente(a). No futuro não poderá dizer que as consequências, ruins, foram provocadas por ações do exército, exclusivamente. Ela tem que ter sua responsabilidade em todos os atos das FFAA. Ela não é a comandante suprema?. Lembrem-se das intervenções das PM's no carandiru e na serra dos Carajás? A responsabilidade pelos resultados caiu nos ombros dos comandados e comandantes das tropas. Eles receberam ordens e fizeram, não entro no mérito dos exessos decorrentes a cada caso específico. A FUNAI tem que ser mais ativa e prever para remediar esses conflitos. Só se manifesta quando o conflito está instalado. Agora está brotando índios e kilombolas de todo lugar. Aos que realmente são, tem os seus direitos como qualquer brasileiro, mas alguns espertalhões só querem provocar a expulsão de famílias e ganhar de mão beijada as terras cultivadas e cuidadas por anos ou querem aparecer como líderes para um possível cargo eletivo. Quem tem que fazer essa triagem? Saber o que realmente está acontecendo nas terras indígenas? será que não existe ONG's estrangeiras no meio? Alguem na FUNAI ganha para isso e não para ficar em gabinetes confortáveis. Eles escolheram o órgão para trabalhar, agora carrega a cruz. Ao trabalho!!

 

 
Sidinei

14 de Fev. de 2014 às 21:40

Sidinei
A questo da funai tambm deveria ser responsabilizada, afinal de contas quem deve ter o controle do pais a funai ou a presidncia?? temos dois presidentes????


Francisco

14 de Fev. de 2014 às 18:07

Francisco
Generais aprenderam que de boca não se faz nada. Nós militares aprendemos que estamos sós. A força não protege ninguém que se aventurar sem ter ao lado a cabeça do superior representada em sua assinatura. Parabéns generais por não se deixarem expor sozinhos e pagar o preço sozinho. O último que quis o holofote, quando acordou para a encrenca que estava se metendo, armou uma choradeira em rede de TV. Se safou do pior.


Jos

14 de Fev. de 2014 às 14:04

Jos
Não dá para entender. se a presidanta não baixou decreto, por conta de quem a tropa foi deslocada, a que senhores ela serve? Como fica a situação legal daqueles combatentes caso um agricultor ou um índio, instigado por alguém mal intencionado, dispre um tiro ou uma flecha e fere algum militar, a tropa nem pode reagir por se encontrar em situação irregular. E esse pepino quem descasca? À Corda Brasileiros Honestos e de Coragem. Grato


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