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Opinio Pessoal

Não se apaga a história

Publicado em 31 de Mar de 2014


1677 Visualizações


 O artigo abaixo foi publicado, inicialmente, no dia 31 de março de 2013.  Estou republicando-o para que "Não se apague a história".

 

NÃO SE APAGA A HISTÓRIA

 

                   Nada melhor que a história para se confirmar a si mesma. Quando nos debruçamos sobre os fatos que deram origem ao nazismo vemos os postulados de Goebbels, ministro da Propaganda de Hitler, entre os quais, ressalta-se, o que afirma que “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.

                   Stálin, por sua vez, também quis apagar o passado, chegando ao ponto de adulterar fotos onde apareciam Lênin e Trotsky, como forma de ampliar o culto da sua personalidade, bem como, minimizar a importância dos antigos companheiros na implantação do regime soviético.

                   O núcleo político do governo, composto, em sua maioria, pelos terroristas dos anos 60, vem, sistematicamente, tentando falsear a história contemporânea do Brasil, distorcendo todo o processo que culminou com o Contragolpe de 31 de março de 1964, contando com o servilismo de determinados segmentos da mídia que, ao invés da verdade, optaram por escusos interesses publicitários.

                   A mentira mais esgrimida como verdade é que lutavam pela democracia. Fernando Gabeira recentemente declarou: “O programa político que nos movia naquele momento, era voltado para uma ditadura de proletariado. (...) A luta armada não estava visando à democracia.”

                   O governo João Goulart foi marcado por um estilo populista, com movimentos grevistas, sublevações, inclusive nas Forças Armadas, criando um clima de intranqüilidade na família brasileira. A deposição do presidente era exigida pela maioria das instituições. O Brasil corria o risco de ver seu pavilhão auriverde substituído pela bandeira da foice e do martelo.

                   Quando o movimento eclodiu e se fez vitorioso, uma onda de júbilo varreu a nação. Quem desejar comprovar tal fato leia os jornais e revistas da época, onde irá constatar, ainda, o apoio dos principais líderes políticos de então. 

                   Outra agressão à verdade dos fatos é que a luta armada foi decorrência do AI-5, quando na realidade este foi instituído em 13 de dezembro de l968 e os atos terroristas, assaltos a bancos e atentados a quartéis já vinham ocorrendo há muito, podendo ser citado como marco inicial o atentado ao Aeroporto de Guararapes em 25 de julho de l966, visando a morte do então candidato Costa e Silva, onde morreram um Almirante e um jornalista, deixando 16 pessoas feridas, todas civis, inclusive uma criança.

                   A repressão a essa onda de terror e o combate à guerrilha no Araguaia só tiveram início a partir de 1969. Foi uma guerra fratricida, com os indesejáveis efeitos colaterais em ambos os lados. Foi o preço a se pagar pelo expurgo da ameaça comunista.

                   Durante o regime militar vimos o surgimento do Brasil potência. Saímos do 48º lugar na economia mundial para a 8ª posição. Toda a infraestrutura foi ampliada. Portos, aeroportos, estradas e hidroelétricas foram construídos. Após 21 anos, de forma pacífica, o poder foi devolvido aos civis. A Lei de Anistia foi um remédio eficaz para cicatrizar as feridas remanescentes, diferentemente de outros países do nosso continente.

                   Lamentavelmente, assistimos hoje uma tentativa de desmonte desse ambiente harmônico, justamente por aqueles que foram mais beneficiados pela anistia. A sanha revanchista empana o raciocínio dos derrotados de 64, que hoje se encastelam na cúpula governamental. Negar às Forças Armadas o direito de cultuar valores que lhes são caros, tais como a comemoração da Intentona Comunista e o Movimento Cívico-militar de 31 de março é dizer a geração de hoje que os que lutaram pela erradicação do comunismo estavam errados.

                   Essa campanha de desmoralização das Forças Armadas habilmente urdida pelos srs. Tarso Genro e Paulo Vannuchi, notórios terroristas no passado, iniciou-se com a famigerada Comissão da (In)verdade e a cada dia se encorpa mais. No dizer abalizado do Gen Avellar Coutinho, “Esquecer 1964 é uma atitude de capitulação moral e intelectual. É ocultar das atuais gerações o papel exemplar das Forças Armadas, impedindo a criação da república sindicalista e da ditadura do proletariado.”

                   Uma nação projeta o seu futuro tendo como preocupação o não cometimento dos erros do passado, mas, somente o conhecimento da sua história lhe permite a escolha adequada. Negar a sua história é negar a si mesma.

                   Se os militares da ativa estão amordaçados pelos regulamentos castrenses e por imposição constitucional, cabe a nós, inativos, porém vivos, cultuarmos àqueles que salvaram o nosso Brasil nos momentos mais difíceis da nossa história, prestando-lhes nossas mais respeitáveis continências e lembrando aos que intentam destruir nossas Forças e nossas instituições, que continuamos fiéis ao compromisso solene prestado perante a nossa bandeira, de dedicarmo-nos inteiramente ao serviço da Pátria, mesmo com o sacrifício da própria vida.

Viva o Brasil! Viva os militares do Brasil!

 

Noel Bustorff


2 comentários


Eduardo Lemos

31 de Mar de 2014 às 11:05

Eduardo Lemos
Num primeiro momento, a imprensa, os políticos e o povo de um modo geral apoiaram o movimento militar de 1964, aliás exigiram. Mas quando perceberam que o movimento caminhava para uma ditadura, em menos de 2 anos os mesmos que apoiaram passaram a criticar. Uma vez a casa arrumada, o grande erro dos militares foi suspender as eleições presidenciais de 1965. Assim, o país retomaria sua normalidade democrática e os militares não sofreriam tanto desgaste. Hoje, seriam vistos como grandes ultos nacionais como os protagonistas do movimento de 1889, que resultou na Proclamação da República.


Ualali

31 de Mar de 2014 às 13:27

Ualali
MÁ FÉ! Sim má fé por que não acredito em falta de informação. Hoje no programa da CBN, do economista Carlos Alberto Sardenberg, a jornalista Mirian Leitão derramou todo o seu veneno. Segundo a jornalista, os militares quebraram a economia do pais, prometeram ordem e progresso e não fizeram nem uma coisa nem outra. O problema não é a opinião da jornalista, e sim o alcance da rádio CBN, divulgando tal inverdade. Por isto, resolvi colocara aqui, o artigo de "Millor Fernandes", para que talves chegue até a dita jornalista: Com a palavra... Millôr Fernandes: Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um PT sério, honesto e progressista. Cresce o grupo que não quer mais ver militares no poder, pelas razões abaixo. Militar no poder, nunca mais. Só fizeram lambanças. Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista. Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora. Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros. Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia. Para apressar logo o fim do chamado "ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobras, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool. Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial. Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego, ficaram sem a desculpa do "estou desempregado". Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça completa. Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça. Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos. O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso. Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades. Esses militares baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país. Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma "bombinha de São João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas. Os militares são muito estressados. Fazem tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, sequestros de diplomatas... ninharias que qualquer delegado de polícia resolve. Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje. Os de hoje é que são bons e honestos. Cadê os Impostos de hoje, isto eles não fizeram! Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seus patrões. Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver. Outras desgraças criadas pelos militares: Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos e burrice de um Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que inventou o sistema PAL-M. Criaram ainda a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM. Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo. Pensa!! Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram. Graças a Deus! Ainda bem que os militares não continuaram no poder!! Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos: "Militar no poder, nunca mais!!!", exceto os domesticados. Ainda bem que hoje estão assumindo o poder pessoas compromissadas com os interesses do Povo. Militares jamais. Os políticos de hoje pensam apenas em ajudar as pessoas e foram injustamente prejudicadas quando enfrentavam os militares com armas às escondidas com bandeiras de socialismo. Os países socialistas são exemplos a todos. ALÉM DISSO, NENHUM DESSES MILITARES CONSEGUIU FICAR RICO. ÊTA INCOMPETÊNCIA!!!

 

 
paranaense comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

31 de Mar de 2014 às 20:03

paranaense
Meu caro Ualali! Perfeito! As redes sociais esto repletas de artigos sobre o dia 31 de maro de 1964, a nica arma que ainda nos resta. Eu tambm fiz a minha parte, enaltecendo os governos militares, que no podia ser de outra forma. Este seu post com o artigo do Millor Fernandes, achei sensacional. Com certeza, a nossa digna e competentssima Presidenta Dilma, deve estar roendo as unhas pela pacincia que lhe peculiar com os militares. Esses comunistas/petistas encastelados no planalto esto muito confiantes, so ingnuos demais, o momento oportuno est bem prximo. Fraterno abrao!

 

 
paranaense comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

31 de Mar de 2014 às 20:08

paranaense
Correo: onde escrevi post, leia-se comentrio.


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