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Ação judicial do PSDB - Coligação pede anulação das eleições

Publicado em 29 de Out. de 2014


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NESTE 28/10/2014, A COLIGAÇÃO PSDB, TODOS POR
 
MINAS E MUDA BRASIL, CONVOCOU A IMPRENSA PARA
 
ANUNCIAR QUE ESTARÁ ENTRANDO JUDICIALMENTE NO
 
TSE E MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA A ANULAÇÃO
 
DAS ELEIÇÕES PARA O GOVERNO DE MINAS E  À
 
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA POR CRIME ELEITORAL!!
 
Assista ao vídeo
 
 
 
 
 
 
Sucessão de fraudes
 
 
            Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: Houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão de fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.
            Essa afirmação, que soará hiperbólica aos ouvidos de quem não conhece os fatos o suficiente para poder medi-la, traduz uma verdade literal e simples que qualquer um, se quiser investigar um pouco em vez de julgar sem conhecimento de causa, poderá confirmar por si próprio.
            Primeira série de fraudes:
            A Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira.
            O PT, segundo a propaganda do seu III Congresso, reconhece o Foro de São Paulo como “coordenação estratégica da esquerda latino-americana”. Ao subscrever e colocar em prática as decisões das assembléias gerais do Foro, esse partido reconhece sua subordinação a um plano internacional que não somente jamais foi discutido ou aprovado no nosso Parlamento, como também advoga, sem dar disto a menor ciência ao povo brasileiro, a dissolução da soberania nacional mediante a integração do país num monstrengo internacional chamado “Pátria Grande”, cuja capital é Havana e cuja língua oficial é o portunhol.
            A sra. Dilma Rousseff, em especial, chegou a ser louvada pelo ditador venezuelano Hugo Chávez como “grande patriota... patriota da Pátria Grande”. Será possível não entender que ninguém pode ser ao mesmo tempo um patriota da pátria brasileira e um servidor leal da organização internacional empenhada em engolir essa pátria e governá-la desde assembléias e em reuniões secretas realizadas em Havana, em Caracas ou em Santiago do Chile?
            Quando digo “reuniões secretas”, não é uma interpretação que faço. É o traslado direto da confissão cínica apresentada pelo sr. Luís Inácio Lula da Silva, não numa conversa particular, mas em dois discursos oficiais transcritos na página da Presidência da República (veja um deles em: 
            Se ainda vale o princípio de que de duas premissas decorre uma conclusão, esta só pode ser a seguinte: O PT é um partido ilegal, que não tem o direito de existir nem muito menos de apresentar candidatos à presidência da República, aos governos estaduais ou a qualquer câmara estadual ou municipal.
            Segunda série de fraudes:
            Tão óbvia e gritante é essa conclusão, que para impedir que o cérebro nacional a percebesse foi preciso ocultar da opinião pública, durante dezesseis anos seguidos, a mera existência do Foro de São Paulo, para que pudesse crescer em segredo e só se tornar conhecido quando fosse tarde demais para deter a realização dos seus planos macabros. Nesse empreendimento aliaram-se todos os órgãos da “grande mídia”, reduzindo o jornalismo brasileiro a uma vasta e abjeta operação de desinformação e forçando o povo brasileiro, em sucessivas eleições, a votar em candidatos cujo programa de ação desconhecia por completo e, se o conhecesse, jamais aprovaria.
            Terceira série de fraudes:
            O Foro de São Paulo é a mais vasta, mais poderosa e mais rica organização política que já existiu no continente. Seu funcionamento – assembléias, grupos de trabalho, publicações, viagens e hospedagens constantes para milhares de agentes – é inviável sem muito dinheiro que até hoje ninguém sabe de onde vem e cuja origem é feio perguntar. É praticamente impossível que verbas do governo brasileiro não tenham sido desviadas em segredo para essa entidade. É mais impossível ainda que grossas contribuições não tenham vindo de organizações de narcotraficantes e seqüestradores como as Farc e o MIR chileno, que ali são aceitas como membros legítimos e tranqüilamente discutem, nas assembléias, grupos de trabalho e encontros reservados, a articulação dos seus interesses criminosos com o de partidos políticos como o PT e o PC do B.
            Quarta série de fraudes:
            A sra. Dilma Rousseff, servidora dessa geringonça imperialista, jamais poderia ser candidata a qualquer cargo eletivo no Brasil. Urnas que votam sozinhas ou que já chegam à seção eleitoral carregadas de quatrocentos votos para a candidata petista, como tantos eleitores vêm denunciando, são apenas subfraudes, ou pedaços de fraudes, em comparação com a fraude magna que é a presença, na lista de candidatos presidenciais, da agente notória e comprovada de um esquema estrangeiro empenhado em fagocitar e dissolver a soberania nacional.
            Quinta série de fraudes:
            Eleição com contagem de votos secreta não é eleição, é fraude. O sistema de ocultações montado para isso, sob a direção de um advogadinho chinfrim sem mestrado, sem obra notável publicada e sem qualquer currículo exceto serviços prestados a um dos partidos concorrentes, viola um dos princípios mais elementares da democracia, que é a transparência do processo eleitoral. Como observou uma advogada que tentou denunciar em vão a anomalia imposta ao eleitor brasileiro, “é o crime perfeito: o acusado se investiga a si próprio”.
            Que mais será preciso para concluir que, sob todos os aspectos, a eleição presidencial de 2014 foi em si uma fraude completa e majestosa, coroamento da longa sucessão de fraudes em série em que se transformou a política brasileira desde o ingresso do PT no cenário eleitoral? 
Olavo de Carvalho
 



 

 
 
 
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1 comentários


JoseAcosta comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

29 de Out. de 2014 às 10:51

JoseAcosta
Finalmente a reação, ainda bem que as FFAA está a favor do povo

 

 
Alberto Figueiredo

29 de Out. de 2014 às 16:11

Alberto Figueiredo
ASSEPSIA EM CINGAPURA: UM RADICALISMO PARA REFLEXO Revoltado com a situao catica de seu pas, o Militar Lee Kuan Yew, comandou um movimento e assumiu (no final da dcada de 80), com mo de ferro, o comando de Cingapura. Em seis meses, dos cerca de 500 mil presidirios sobraram somente 50. Todos os outros, criminosos confessos, foram fuzilados. Todo homem pblico (poltico, policial, etc) corrupto foi fuzilado, quando existiam provas contra eles. Todos os empresrios ladres foram fuzilados ou fugiram rpido do pas. A multido de drogados que ficava dormindo nas ruas, fugiu desesperada para a Malsia, para no terem que trabalhar ou serem fuzilados. Durante meses a televiso divulgou, intensivamente, uma mensagem: o novo governo avisa que o pas est com cncer e que a nica soluo extirp-lo. Se algum parente seu foi extirpado, compreenda, ele era um cncer para a nao. Depois de ter feito toda a limpeza no pas. Reorganizado o sistema poltico, judicirio e penal, esse militar convocou eleies diretas e se candidatou para presidente. Venceu (com o Partido Popular de Pr-Ao - PAP) as eleies com 100% dos votos. O partido, posteriormente, chamado de Partido Popular de Ao (PPA), liderado por Lee, conquistou 8 vitrias entre 1984 e 2009 Lee introduziu a legislao dando ao

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