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Uma categoria imaculada que tudo quer para si

Publicado em 19 de Nov. de 2014


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Uma categoria imaculada que tudo quer para si e nada reconhece aos outros profissionais!

Fonte: espacovital.com.br

 

MANIFESTAÇÃO SOBRE A NOTA OFICIAL DA AJUFE E AJUFERGS

A nota de repúdio dos presidentes da Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE) e da  Associação dos Juízes Federais do Rio Grande do Sul (AJUFERGS), Antônio César Bochenek e Fábio Vitório Mattiello, traz aos  leitores uma versão equivocada dos fatos ocorridos na última semana.
 
Ao contrário do que foi por eles relatado, quem acompanhou a reunião entre os dirigentes da OAB e a juíza federal de Novo Hamburgo não detectou quaisquer manifestações indelicadas, agressivas ou tentativa de intimidar a magistrada. Aliás, nem mesmo teriam poderes para tanto.
 
No entendimento dos signatários, revela-se como um comportamento acintoso e agressivo justamente a postura dos dirigentes das referidas entidades representantes da magistratura, que não compreendem e não aceitam críticas à atuação e posições de seus representados e sua postura profissional que, no caso, decidiu por fixar R$ 500,00 (quinhentos reais) de honorários em uma causa de praticamente R$ 700.000,00 e, ainda, declarou inconstitucional a verba honorária.
 
Outro ponto fundamental a ser esclarecido é que os dirigentes da OAB nominados na nota e que estiveram em audiência com a magistrada, não insinuaram, mas afirmaram, sim, que a magistrada, por ter remuneração certa todos os meses, auxílio-moradia, 60 dias de férias todos os anos, não ter despesas com seu escritório e ainda não precisar se preocupar com sua aposentadoria, está totalmente alheia à difícil realidade da advocacia, aliás, situação que se amolda aos presidentes subscritores da nota ora respondida.
 
Em um sistema democrático, aqueles que têm como função aplicar a lei, deveriam ser os primeiros a conviver com críticas e manifestações de forma respeitosa, mas não como uma categoria imaculada que tudo quer para si e nada reconhece aos outros profissionais.
 
A nota das entidades, que pretende defender as prerrogativas da magistratura, concluiu por reiterar o desrespeito com os advogados e o desconhecimento com o expresso no artigo 133 da Constituição Federal, notadamente quanto a importância do respeito àquele profissional alçado à condição de indispensável à administração da justiça.
 
Claudio Lamachia, vice-presidente nacional da OAB.
Marcelo Bertoluci, presidente da OAB-RS.


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