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O Oficial Não comissionado

29 de Fev. de 2008 com 2310 Visualizações
 

 
Vamos debater nesse blog (que tem mais visualizações que o fórum) o assunto abaixo. Contribuições em todos os sentido serão bem aceitas (oficiais e graduados da ativa e inativos). "Teclei" uma vez com o Deputado Bolssonaro sobre o tema e ele me respondeu que há algum tempo tramita no EMFA esse assunto. Inicia-se com um relato:


Um líder para os soldados: investindo no corpo de suboficiais

“Em um cenário urbano de treinamento para atividades de paz, o pelotão da infantaria avançava por um beco de uma vila. Então, o líder do pelotão, um tenente, recebeu a seguinte notícia: De acordo com o cenário, um franco-atirador havia acabado de atirar desde uma janela de um dos prédios da redondeza e o tenente havia sido fatalmente atingido. Para o pelotão, a perda de seu líder deixa os soldados confusos. Apesar de vários sargentos terem sido designados para o pelotão, ninguém assumiu o comando. O pelotão ficou sem saber como completar a missão”.

A experiência do exercício demonstrou como é necessário treinar e delegar autoridade aos sargentos para que eles possam tomar o controle da situação quando for preciso. Não investir na educação e no desenvolvimento de líderes de nível médio pode resultar na perda de vidas, o que, seguramente, teria sucedido neste cenário.

O sucesso de qualquer tipo de instituição depende tanto da administração e da liderança de nível médio como da liderança dos veteranos. Na maioria dos exércitos, esses líderes de nível médio são representados pelo corpo formado pelos Oficiais não Comissionados (sargentos). No momento, Honduras e outros exércitos regionais estão tentando incorporar estas lições em suas próprias estruturas de liderança.

Apesar de em alguns exércitos os sargentos já liderarem tropas durante várias missões, muitos países da América Latina não possuem um corpo formado por Oficiais não Comissionados ou não lhes dá autoridade para que eles assumam o controle. Comandantes de unidades, que geralmente são tenentes ou capitães, delegam quase nenhuma autoridade aos seus graduados.

No entanto, em dezembro de 2000, o Corpo de Oficiais Não Comissionados do Exército de Honduras foi estabelecido oficialmente com a promoção de 21 sargentos de várias unidades operacionais. Entre este novo grupo de líderes está o Sargento Major Comandante VALLE, graduado com distinção do curso de sargentos majores comandantes do 5º Comando do Exército Colombiano, realizado em Bogotá, na Colômbia.

Durante o curso, o sargento major comandante Valle viu em primeira mão a importância que a liderança do exército colombiano dá para os sargentos em desenvolvimento. “Essa capacidade adicional permitiu que as forças armadas colombianas confrontassem com sucesso a FARC em operações reais de combate”, ele explica.

Apesar de o corpo formado pelos oficiais não comissionados ser algo relativamente novo para o exército hondurenho, ter sargentos bem treinados, experientes e capazes de assumir o controle é considerado um investimento inestimável. O sargento major comandante Valle afirma que os sargentos do exército norte-americano são os responsáveis pelo treinamento e liderança dos soldados e “prevemos os benefícios de converter aos nossos sargentos em líderes, também”.

Apesar de ter visto alguns sinais positivos nos últimos anos em relação ao desenvolvimento de oficiais não comissionados, ele se dá conta de que isso não acontecerá do dia para a noite sem que ocorram algumas mudanças culturais e sem que seja dada a devida ênfase no comando. “Mudanças institucionais importantes devem ser feitas para aprimorar o quadro de sargentos no exército hondurenho e isto requer que os líderes militares veteranos transformem sua maneira de pensar”, ele diz.

De acordo com o sargento major comandante Valle, o desafio que o exército hondurenho tem pela frente é “desenvolver um corpo formado por oficiais não comissionados a fim de formar líderes, pessoas que possam assumir a responsabilidade em um piscar de olhos e completar a missão
 
 
- 29 de Fev. de 2008 às |1 C
A guerra do Exército Brasileiro é somente " A GUERRA DO PAPEL".

Passamos todo o expediente fabricando mapas, gráficos, informações que interessam apenas a nós.

Somente os exércitos de primeiro mundo e exércitos com algum tipo de conflito é que realmente dão valor a formação de líderes na classe dos praças, o que não é o caso do nosso exército.

Somente uma guerra salvará o Exército Brasileiro.

Se continuar nessa situação, em menos de uma década teremos um exército sem condições de entrar em conflito nem com o Uruguai.

Pessoal totalmente desestimulado salarialmente, material sucateado.....

É o fim....


- 29 de Fev. de 2008 às |2 C
Apoio total as FARBS!
TERRORISMO DE TODOS OS MODOS!