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Brasil

Protesto histórico, mais um

Publicado em 13 de Abr de 2015


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Extraído de www.globalizacao.net/informativo.asp

13-04-2015 - MAIS UM PROTESTO HISTÓRICO
 
12 de abril de 2015, mais uma data histórica. Mesmo tendo sido menor, o protesto foi significativo e em alguns lugares até melhor e maior. O foco foi mais concentrado: impeachment de Dilma Rousseff. A crise, porém, como já visto exaustivamente aqui, é infinitamente mais profunda. A corrupção se alastrou para todas as instituições (sob patrocínio petista), procuradoria-geral da república, Supremo Tribunal Federal e Congresso Nacional. No Congresso, a prova da corrupção generalizada é o recebimento de propinas por mais da metade dos parlamentares. Não se consegue aprovar uma CPI sequer no Congresso: a dos Fundos de Pensão e a do BNDES não se formaram por falta de assinaturas. Não há um terço de parlamentares honestos, portanto não há maioria para se aprovar o impeachment. O Supremo Tribunal Federal acabou faz tempo, o problema não é apenas Tóffoli, é muito mais, engloba todos os ministros, quem não se rendeu foi chantageado como Cármen Lúcia. Só não estão a serviço da causa petista expressamente Fux e Gilmar Mendes. Na procuradoria-geral, prevaricação: nenhuma denúncia e nenhum pedido de investigação de Dilma Rousseff, invocando-se uma desculpa esfarrapada para deixá-la livre: dizer que ela não pode ser investigada, uma mentira (ela pode e deve, pois os fatos têm relação com seu atual mandato, um mandato onde houve prevaricação e conivência, pois ela já sabia de tudo há muito tempo como disse Youssef; mas não só porque ele disse, ela estava lá, era presidente do Conselho de Administração, tudo passou por sua mão, tudo que aconteceu e que ela sabia continuou acontecendo e, logicamente, ela continuou sabendo, pois a fonte de apoio parlamentar do governo era o dinheiro da corrupção distribuído fartamente, que momentaneamente secou, daí o "parlamentarismo branco" do PMDB, que cessará tão logo volte a fluir o dinheiro da roubalheira). E tem mais: ela sabia e não tomou providências quanto ao passado, nem na época, nem depois como presidente. E Lula também sabia e continuou sabendo. É tudo uma quadrilha só, STF, PGR, PT, PMDB, uma quadrilha que age desde 2003, chefiada por Lula, não há o que justifique qualquer receio de investigar Dilma Rousseff. Lula manda em tudo e é o beneficiário do esquema, pois o suborno de parlamentares existe justamente em troca de apoio político, não é uma generosidade petista. O dinheiro vem de estatais controladas pelo PT e vai para o PT, o PMDB e o PP. Não adianta o povo se conformar, achando que a corrupção é algo normal, inevitável. O que está acontecendo está em outra dimensão: o governo se transformou numa máquina de corrupção e de ditadura. Não é possível ficar alheio. E os maiores empresários do país são bandidos, como mostrou o escândalo do Carf. São coniventes com a máfia petista que agigantou-se a ponto de tudo sufocar.
 
A situação é de intervenção militar à revelia de qualquer chefe de poder, pois não há mais autoridades no país que possam tomar alguma providência. As vias democráticas de resolução da crise (PGR, STF, Congresso) estão fechadas pela corrupção. A fraude nas eleições é uma possibilidade que jamais virá à tona. Além disso, tivemos um assassinato em plena campanha eleitoral, o de Eduardo Campos, algo que também jamais será esclarecido — assista no youtube ao nosso vídeo em que explicamos as causas mais prováveis da queda do avião, veja, digitando no campo de busca, o vídeo "Sabotagem avião Eduardo Campos (vídeo novo-resumo)". Fraude e assassinato (o hábito de mentir é tão arraigado que só falta alguém falar agora que Eduardo Campos não morreu, falar que isto seria intriga da oposição e teoria da conspiração — a queda do avião foi flagrantemente provocada). "Eles não sabem do que somos capazes", disse o chefe da quadrilha e principal interessado na vitória eleitoral.
 
A quadrilha petista foi longe demais. Quebrou o país. O escândalo de Erenice Guerra: R$ 359 milhões apenas num flanco de corrupção, o Carf da receita federal. O PT quebrou a Petrobrás, com um rombo de mais de R$ 100 bilhões em desvios (Paulo Roberto Costa disse em delação que os superfaturamentos de obras eram de 15%, dos quais 3% iam para os partidos, 1% para o PT, 1% para o PMDB e 1% para o PP; o que significa dezenas de bilhões em prejuízos e não apenas alguns bilhões como se almeja lançar nos balanços fraudulentos), quebrou os fundos de pensão (o Postalis, dos Correios, teve um prejuízo de R$ 5,6 bilhões em roubalheira, a ser coberto com um desconto de 26% no salário bruto dos servidores pelos próximos 15 anos, um completo absurdo — quem vai pagar pela roubalheira é o funcionário, a vítima, pois se não pagar fica sem aposentadoria; desde a cooperativa dos bancários que o PT mostrou a que veio, uma corja sem o mínimo escrúpulo), arruinou instituições como o STF, subornou o Congresso Nacional inteiro, financiou ditaduras mundo afora (com dinheiro do BNDES para obras no exterior, sendo os gastos taxados de "secretos"), patrocinou a subserviência da mídia, aliou-se a grupos terroristas e a ditadores do Foro de São Paulo, aliou-se a bandidos do Primeiro Comando da Capital (o PCC, tendo feito junto com ele e com as FARC os atentados de 2006 para ofuscar na mídia as notícias do mensalão e arruinar a reputação do governador do Estado de São Paulo, candidato da oposição à presidência em 2006), defendeu e ainda defende o engessamento do Poder Judiciário e a amputação do Ministério Público, defende o comunismo e, coroando o processo, arruinou a economia do país, fazendo renascer o inferno inflacionário. Petistas são demônios em forma de gente, canalhas da pior espécie, uma raça a ser extirpada, um câncer civilizacional semelhante ao nazismo da Alemanha. Dão ainda prova disso ao se aliar a ditadores no exterior e ao adular toda sorte de ditaduras. A política externa é causa de impeachment também e quem age corretamente é punido, como aconteceu com Sabóia, o servidor da embaixada que salvou o senador boliviano do cárcere na embaixada brasileira da Bolívia. É uma canalhice sem fim a atuação do PT e de Dilma Rousseff na política externa.
 
O problema da intervenção militar, agora a única saída para a crise institucional (o suborno em massa do Congresso Nacional, a subjugação pelo PT das cúpulas de todos os Poderes da República, incluindo a do Ministério Público Federal, torna inviável a solução democrática, não há mais autoridades honestas que possam tomar alguma providência), é o que fazer com as autoridades corruptas. O julgamento e a prisão em si estão fora de questão, pois haveria o questionamento futuro da constitucionalidade do julgamento, da prisão e da própria intervenção. A execução, como em 1964, acarretaria no futuro questionamentos internacionais a respeito dos direitos humanos, mas evitaria o erro de deixar resquícios da praga como Dirceu e Dilma. Independentemente disso, outro problema seria o que fazer depois: quando devolver o poder aos civis e para quem. A situação atual, conversa e paradoxalmente, é em grande parte reflexo da ditadura militar de 1964: toda espécie de questionamento, de crítica e de debate foi suprimida durante o período ditatorial, o que, juntamente com a censura da mídia e depois a conivência voluntária da Rede Globo de Televisão (com seu Jornal Nacional água com açúcar por décadas a fio), criou gerações sucessivas de macacos de auditório, adultos-criança, pessoas acostumadas a nada questionar e acostumadas a não se inteirar da política, como se isso fosse assunto de gente xarope. O que o PT fez e faz é o mesmo: cala a mídia e planta notícias mentirosas na internet. Não fosse isso, jamais o PT teria chegado ao poder pela via eleitoral, pois não seria preciso e ao mesmo tempo se saberia tratar-se de antemão de um grupo criminoso mal intencionado.
 
 
Os jornalistas em geral não concordam com a opção militar, mas como não são advogados não conseguem enxergar a real extensão da contaminação das instituições, ignorando a real gravidade da situação, acreditando haver alguma possibilidade de resolução pela via democrática. Acreditaram até na mentira do procurador-geral da república, que em combinação com Teori Zavascki, disse que Dilma não pode ser investigada.
 
Outra via de solução é o separatismo com guerra civil, como em 1932. É justamente para evitar isso que o PT insiste na desmilitarização das polícias militares, para tirar dos governadores os seus exércitos, colocando-os sob comando federal, para evitar qualquer insurreição. Seria uma situação como a vivida pela Ucrânia e pela Síria. Antevendo esta possibilidade, o PT almeja então tirar dos governadores o poder sobre suas polícias. É uma armadilha. Mas não há governadores com peito para isso, mesmo porque seus rabos estão presos aos mesmos escândalos de corrupção. Uma rebelião, como a Revolução Constitucionalista de 1932, não vai acontecer. Mas não é por isso que o PT esquece o assunto, o PT trabalha vigorosamente em todos os flancos de subjugação das forças vivas da nação, procurando ter 100% de garantia de controle e 0% de chance de derrota, é uma máfia demoníaca.
 
Agravando o quadro: a ditadura civil montada pelo PT não veio do nada. Dessa ditadura faz parte o vice Michel Temer, uma raposa que vem desde o tempo da ditadura militar ocupando cargos públicos e que agora revela sua verdadeira face, a face calhorda de conivência com uma ditadura corrupta. Dessa ditadura faz parte Renan Calheiros, outra raposa antiga, fiel escudeiro da ditadura informal que vem desde 1985. Dessa ditadura faz parte Sarney, hoje um ancião que em tudo manda há décadas. Da ditadura civil petista faz parte a cúpula do Ministério Público Federal, que já vem de longe e de antes do PT (não foi oferecida, por exemplo exceção de impedimento e suspeição de Tóffoli durante o julgamento do mensalão, uma omissão que só se explica pela corrupção). Da ditadura civil petista faz parte o decano do STF, Celso de Melo, indicado por Sarney (que disse que os embargos infringentes existem, o que livrou Dirceu da cadeia). O que o PT fez foi se aliar ao que havia de pior e escolher para os cargos-chave também o que havia de pior, recrutando no meio da escória boçais como Luís Roberto Barroso, um idiota útil de Stálin, para compor o STF mais podre e submisso da história (e é por isso que Gilmar Mendes, com razão, estava espumando de ódio). Nunca o STF foi exemplo de independência, competência e honestidade, mas havia aqui e ali alguns exemplos de lucidez (como Paulo Brossard morto ontem lamentavelmente, Carlos Velloso, Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie). O que o PT fez foi recrutar um exército de ladrões para blindar Lula e Dilma contra acusações, e a absolvição de Dirceu (esse calhorda ditador demoníaco da esquerda caviar) do crime de quadrilha por meio da repristinação ilegal pela via judicial de um recurso processual revogado tacitamente (os embargos infringentes) foi mais uma prova disso, uma corte de ladrões para salvar da prisão os maiorais da corrupção. É por isso que Lula não está nem um pouco preocupado, dizendo que o que vale são os contatos (com Lewandowski, Tóffoli e companhia) e não a palavra de um juiz (como a de Sérgio Moro), uma canalhice.
 
A crise institucional é infinitamente grave, é profunda, é medular. O país transformou-se numa nova ditadura, uma ditadura civil, a pior de todas, uma "ditadura branca" como muito bem lembrou o ex-senador Mário Couto, do PSDB do Pará em seus discursos na tribuna do Senado, uma rara figura lúcida e corajosa, não um covarde de rabo preso como Aécio Neves. Nada mais nada menos do que o próprio Estado, por meio de suas instituições democráticas carcomidas pela corrupção, transformou-se na maior organização criminosa opressora de todos os tempos. A maior de todas as máfias é o conjunto formado por um STF apodrecido que se transformou em braço da quadrilha que comanda o Poder Executivo e suborna o Poder Legislativo. Logo mais os presos da operação Lava Jato serão soltos por canalhas corruptos que porão por terra todo o sério trabalho do juiz Sérgio Moro. Não é apenas o impeachment de Dilma. É necessário também o impeachment de todo o STF. Vive-se um período histórico negro, medieval, assombrosamente horroroso, uma época em que um grupo de assassinos e terroristas tomou o controle de uma nação inteira, subjugando o povo por meio da ignorância e do totalitarismo do qual não escapam nem instituições como a OAB, Ordem dos Advogados do Brasil, em silêncio absurdo porque o que interessa agora é um cargo na justiça, não mais a ética, uma vergonha causada pela crise econômica que assola o mundo inteiro, uma situação onde não há futuro digno pela via honesta. As ameaças de morte a Joaquim Barbosa feitas na cara dura por integrantes do PT mostraram a que ponto chegou a audácia da máfia: age-se impunemente, pois sabe-se que todos estão blindados pelo STF mais podre da história. O país está numa DITADURA, uma ditadura civil. A atual ditadura se exerce por meio da hipocrisia de autoridades corruptas cujo moral é fortalecido pela certeza absoluta de impunidade, que nasce justamente da corrupção generalizada, não meramente só majoritária, não, é uma corrupção total, absoluta. A ditadura militar se exercia de cara limpa por meio das armas, agora a ditadura se exerce veladamente, por meio da hipocrisia, da demagogia e do cinismo infinito de canalhas que se gabam de vestir togas conspurcadas pela corrupção desbragada e avassaladora. Não foi à toa que Eliana Calmon, juíza honesta, ex-corregedora nacional de justiça, disse que os tribunais são formados por pessoas escolhidas a dedo pelos políticos, formados pela nata da incompetência.
 
A ditadura civil agora consolidada com a capitulação do Supremo Tribunal Federal, integralmente podre, não veio do nada. Sempre houve uma ditadura civil informal no país, mas até 2002 havia um processo lento de depuração em andamento iniciado em 1992, com o impeachment do ex-presidente Collor, que se deu por motivos infinitamente menos significantes do que os de Dilma Rousseff e de Lula. Com a chegada do PT ao poder em 2003, reverteu-se, na velocidade da luz, a depuração, iniciando-se um diabólico processo de destruição das instituições, recrutando-se para os mais importantes cargos o que havia de pior. No início era preciso disfarçar, para ganhar a confiança do povo otário: colocou-se pessoas honestas como Joaquim Barbosa e Ayres Britto. Depois começou a degringolada, chegando-se aos máximos expoentes da incompetência e venalidade: Tóffoli e Barroso.
 
Participar pessoalmente dos protestos na rua é uma emoção indescritível, só quem estava lá sabe. Viver a história, participando ativamente dela, é fascinante. Cantar o hino nacional, ver todos de verde e amarelo, bandeiras se agitando, tudo com um único propósito, todos unidos, uma multidão de pessoas de bem numa luta que acaba sendo pela própria liberdade, o bem mais precioso. É contagiante e reconfortante saber que são milhões de pessoas que concordam com tudo isso, não foi um jogo de futebol, não foi carnaval, era o povo na rua exercendo o seu direito de liberdade e soberania, mostrando quem de fato deve mandar na nação, numa luta do bem contra o mal, mostrando afinal que nem todos são os imbecis que o PT pensa que são. Não foi uma instituição podre e falida como a OAB, a CUT ou a UNE quem conclamou as pessoas, foi o povo propriamente quem foi para a rua, o povo, foi fantástico.
 
Infelizmente a situação é muito séria, o que está sendo vivido não é apenas um simples caso de corrupção. Estamos na verdade em 1789, é algo infinitamente mais grave. O povo inteiro foi subjugado por uma quadrilha de terroristas e assassinos que se apossou do Estado, transformando-o em escudo contra a lei, e não será apenas com protestos espaçados no tempo que se resolverá. É preciso uma verdadeira revolução, como no Egito, com o povo na rua por dias a fio até o governo cair. A queda de Dilma Rousseff e a extinção sumária do Partido dos Trabalhadores é o começo, é o corte da cabeça do demônio, o começo da extinção do fogo do inferno. Depois disso se partiria para a depuração de instituições como o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal, com o impeachment e prisão dos ladrões que lá estão. Não há escapatória e não adianta o povo se acomodar, o acinte à soberania é brutal e é por isso que o PT  queria o desarmamento, para mais facilmente subjugar uma população, evitando que uma revolução (que se faz necessária) se instaure. Falar a verdade hoje é falar de crimes e é por isso que se quer censurar a mídia, controlá-la, muito mais do que já é feito com os domesticados como Cristiana Lobo, puxa-saco da ditadura petista na Globonews.
 
A situação é como na novela Babilônia de Gilberto Braga, que nós achamos que começou muito bem. Na novela quase ninguém escapa, a safadeza está por toda parte e os safados querem passar a perna uns nos outros. É o mais puro retrato da realidade, inclusive com uma empreiteira, um Youssef, um político evangélico vigarista e a discussão dos temas atuais como os gays e as cotas. Os artistas escolhidos são ótimos. O público não gostou, achou intragável, estressante. O público na verdade está acostumado com o Manoel Carlos e as boçalidades do Jornal Nacional. A novela explorou ao máximo o insuportável. A advogada que quer subir na vida a qualquer custo. É o retrato da OAB rendida ao totalitarismo petista pela via do interesse mesquinho. Tem o prefeito corrupto que se alia às empreiteiras, é o evangélico de carteirinha Eduardo Cunha, que não move uma palha pelo impeachment e é indiciado na operação Lava Jato por ter recebido propina das empreiteiras. Fernanda Montenegro está, talvez, numa de suas melhores atuações na vida, está muito bem no papel. Infelizmente o roteiro original será alterado para satisfazer o gosto do público acostumado à banalidade. A crítica à novela tem toda a cara de ser uma encomenda petista. Uma das melhores e mais famosas novelas, Vale Tudo, foi de Gilberto Braga: a famosa Odete Roitman. Era o retrato do Brasil em 1988. Babilônia é o retrato de 2015, goste-se ou não. E nós gostamos.
 

 

Vem prá rua! De novo! O PT está nas cordas. Precisa apanhar até cair do ringue, até Lula ficar com a boca cheia de formigas e se calar para sempre, acabando-se com este covil de demônios chamado Partido dos Trabalhadores.

1 comentários


AutoIndustrial comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

13 de Abr de 2015 às 18:20

AutoIndustrial
Excelente artigo, Caro Etaperneta! O problema é que, creio, menos de 10% da população brasileira terá acesso ao mesmo e destes 10% quiçá pelo menos 10% entenda a mensagem do mesmo. Valeu pelo excelente post! Forte abraço, muita paz, saúde, felicidade e sucesso, muito sucesso! Adsumus!


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