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Brasil

Samarco fala e Faz Terror em casa de mãe Joana

Publicado em 28 de Nov. de 2015


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Samarco não cumprirá acordo para pagamento dos funcionários

De acordo com o grupo, que é de propriedade das multinacionais Vale e BHP Billiton, bloqueio de cerca de R$ 300 milhões, determinado pela Justiça, inviabiliza as despesas

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

 

CIDADES - MARIANA - MG - BRASIL - 11.10.2015 - O rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Samarco causou uma enxurrada de lama que destruiu os distritos de Bento Rodrigues , Paracatu de Baixo e Barra Longa , em Mariana , na Regiao Central de Minas Gerais , na tarde de quinta-feira 5 de novembro de 2015. Foto aerea do Rio Doce . Foto: Douglas Magno / O Tempo
douglas magno
CIDADES - MARIANA - MG - BRASIL - 11.10.2015 - O rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Samarco causou uma enxurrada de lama que destruiu os distritos de Bento Rodrigues , Paracatu de Baixo e Barra Longa , em Mariana , na Regiao Central de Minas Gerais , na tarde de quinta-feira 5 de novembro de 2015. Foto aerea do Rio Doce . Foto: Douglas Magno / O Tempo

 

A Mineradora Samarco informou, por meio de nota, que “não poderá cumprir os compromissos financeiros com seus funcionários e fornecedores”. De acordo com o grupo, que é de propriedade das multinacionais Vale e BHP Billiton, o bloqueio de cerca de R$ 300 milhões, determinado pela Justiça, inviabiliza o pagamento e demais despesas.

Na última quinta (26), a mineradora havia disponibilizado R$ 500 milhões para a criação da reserva, como foi acordado com o Ministério Público de Minas (MPMG). Desse valor, R$ 292 milhões acabaram retidos em função de uma ordem da Justiça de Mariana. Em vez de enviar mais dinheiro, a mineradora pediu adiamento do prazo até a próxima quarta-feira para completar o valor do fundo.

O bloqueio se deu porque a Justiça de Mariana determinou que R$ 300 milhões da Samarco deveriam ficar “guardados” para garantir o pagamento de futuras indenizações. Inicialmente, R$ 8 milhões já haviam sido bloqueados da conta da empresa, como informou o juiz da cidade, Frederico Gonçalves. O valor retido nesta sexta, portanto, era o que faltava para complementar o dinheiro previsto pela decisão judicial.

Do depósito de R$ 500 milhões, então, sobraram R$ 208 milhões para adoção de medidas emergenciais. Como o MPMG considera a situação um atraso no pagamento da primeira parcela do fundo, o órgão já determinou uma multa de R$ 1,2 milhão pela demora. O Termo de Compromisso Preliminar (TCP) firmado entre as partes previa a multa de R$ 200 mil ao dia.

Após pagar a primeira parcela, a mineradora ainda precisa, até o dia 15 de dezembro, fazer um novo depósito para que o fundo alcance R$ 1 bilhão.

Confira, na íntegra, o comunicado da Samarco:

"A Samarco informa que, devido à manutenção da ordem de bloqueio de suas contas bancárias por pedido em ação judicial proposta pelo Ministério Público de Minas Gerais em Mariana, e autorizado pelo juízo desta cidade, solicitou adiamento do prazo para efetuar o depósito relacionado ao Termo de Compromisso firmado com este Ministério e o Ministério Público Federal. Assim como o depósito, a empresa também não poderá cumprir os compromissos financeiros com seus funcionários e fornecedores. A Samarco informa que já solicitou liberação ao juízo de Mariana e continua tomando todas as medidas legais cabíveis para o desbloqueio das contas e, tão logo a situação seja regularizada, todos os seus compromissos financeiros serão cumpridos. A empresa se desculpa pelo transtorno causado, principalmente, a seus funcionários e fornecedores, e reforça que as medidas para a regularização dos pagamentos, infelizmente, não estão sob sua alçada."


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