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Brasil

Vestais do Crime, o Templo Brasil e os Generais

Publicado em 26 de Fev. de 2016


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VESTAIS DO CRIME, O TEMPLO BRASIL E OS GENERAIS

 

      Na Roma antiga existia uma considerada quantidade de divindades, todas inventadas pela genialidade e crendice do povo.  Sobressaia-se entre elas a deusa Vesta, em cujo templo ficavam as vestais que eram virgens e castas que serviam ao templo por 30 anos.  Eram as vestais, guardiãs e sacerdotisas, símbolos de pureza e castidade.

      Copiando Roma antiga aqui temos a deusa Sapiens, também conhecida como Zika e/ou Mosquita.  Diferentemente da deusa romana, a deusa brasileira possui vários templos de adoração; e, cada qual recebe um nome que os qualifica perante a população.  Assim é que temos o Templo do Palácio do Planalto, o Templo do Senado, o Templo da Câmara, os Templos do STF, do TSE, das FFAA e muitos outros distribuídos pelo país, conhecidos com o nome de Empreiteiras.  O que todos esses templos têm em comum é a defesa intransigente da divindade maior, ou seja, da Sapiens, Zika ou Mosquita.  Coincidentemente nestes templos tem-se vestais, nada puras nem virgens, para proporcionar o culto a deusa, divindade protetora deles.

      Esses templos costumam harmonicamente disputar as preferências da divindade planaltina, prestando-lhe vassalagens e homenagens a todo o tempo.

      Fatos curiosos aconteceram e acontecem frequentemente nesse templos de vestais, como disse, nada puras nem virgens.  Para exemplificar lembro que há bem pouco tempo atrás havia no Templo do senado, também conhecido como Templo da Verdade Oculta, um vestal de nome Demóstenes Torres que frequentemente ofendia a divindade planaltina e, por isso, era visto com maus olhos pelos demais vestais.  Procuravam a todo o tempo um meio de afastá-lo do Sagrado Templo da Verdade Oculta.  E eis que de repente, em uma de suas orações considerada ofensivas a divindade planaltina, o vestal Demóstenes disse que não conhecia um demônio que atentava, com bichos, a pureza da divindade maior, fato que foi comprovado não ser verdade porque realmente ele conhecia o demônio atentador da pureza divina.  Por isso em questão de poucos dias o vestal Demóstenes foi banido do templo por ter faltado com a verdade, uma vez que naquele templo a mentira somente é permitida em benefício da Deusa, jamais em seu detrimento.  E vem, então, em nossos dias fato aterrador que contradiz com os fatos que levaram o vestal Demóstenes ao desterro. Um outro vestal, representante da divindade maior no Templo do Senado, o Templo da Verdade Oculta, conhecido como Delcídio Amaral foi preso em flagrante, o que significa que estava no ato da prisão cometendo um crime, logo crime comprovado, contra o patrimônio de todos os templos.  Diferentemente do caso do vestal Demóstenes, o vestal Delcídio continua como vestal do Templo do Senado, o Templo Sagrado da Verdade Oculta, é verdade; mas é verdade.  É de se notar que já se passaram mais de 2 meses e o vestal continua, embora afastado do templo, com as prerrogativas de vestal.  Para que não fique um vazio, devo informar que o vestal Delcídio foi substituído no Templo do Senado, o Templo da Verdade Oculta, na qualidade de representante da divindade maior, por outro vestal conhecido também na espoliação do patrimônio dos templos que tem o nome de Humberto Costa, que está sempre de costas aos interesses dos ingênuos crentes.

      Nos Templos do STF e TSE temos vestais que ficarão na história sagrada, como símbolos da pureza manchada, por todos os séculos por suas orações belíssimas pela santidade maior planaltina, como os vestais Barroso, Sachin, Levandowisk, Teori que sempre são orientados pelos vestais Cardozo e Janot.

      As vestais romanas eram as guardiãs do templo da deusa Vesta da mesma forma que as FFAA são as guardiãs da deusa planaltina garantindo-lhe a continuidade do culto a sua divindade.

      Disse que na Roma antiga havia muitos deuses inventados pela crendice humana, e aqui também temos uma infinidade de divindades inventadas, não pela crendice mas pela burrice humana.  Dentre eles estão em grande destaque ultimamente o Lula, o Cunha o Renan, a Gleize, o Jucá e outros menos conhecidos mas igualmente danosos a crendice popular e aos templos sagrados.

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