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Secretário da CNBB não assiste e nem lê Jornal!

Publicado em 22 de Mar de 2016


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Dilma destruiu a Petrobras, empobreceu o Brasil, acabou com a saúde a educação e a segurança, enfraqueceu as Forças Armadas, foi conivente com a grande evasão de divisas do país pelos seus comandados do PT que roubaram muito e por isso estão presos, mesmo assim tem igreja que a defenda!

 

Para CNBB, impeachment de Dilma enfraqueceria instituições

Entidade diz não haver indícios que justifiquem afastamento da presidente.
CNBB defende apuração de denúncias de corrupção e punição de culpados.

 

Isabella FormigaDo G1 DF

O secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner (esquerda), e o presidente da entidade, Raymundo Damasceno Assis (Foto: Isabella Formiga/G1)O secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner (esquerda), e o presidente da entidade, Raymundo Damasceno Assis (Foto: Isabella Formiga/G1)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou nesta quinta-feira (12) que o país passa atualmente por uma crise "ética e moral" na política, mas que não há indícios que justifiquem um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que poderia "enfraquecer" as instituições do governo. Bispos da entidade se reúnem nesta tarde com a presidente, a convite dela.

"Existem regras para se entrar com um pedido inicial de impeachment. Creio que não chegamos a esse nível", disse o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner. "A reação que nós sentimos também é que as manifestações de rua são de discordância, muitas vezes ideológicas, o que é normal e necessária e democrática, mas propor um impeachment seria enfraquecer um pouco as instituições."

"Pelo que a gente tem como informação do Supremo Tribunal [Federal], não há nenhum indício de algum ato que possa justificar qualquer denúncia quanto à presidente da República", disse o presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis.

"Segundo o STF, a presidente só poderia ser indiciada depois de uma investigação, um processo, caso houvesse algum delito, alguma denúncia contra algum fato cometido por ela durante o seu mandato", afirmou Damasceno.

Para a entidade, a organização de manifestações públicas, como as marcadas para este fim de semana em várias cidades do país, são resultado do escândalo de corrupção na Petrobras somado às medidas de ajuste fiscal adotadas pelo governo, inflação alta e a crise entre o Executivo e o Legislativo, que causaram um "mal-estar" na sociedade.

"Vemos denúncias novas a cada dia e vamos ficando, de certo modo, assustados. Isso vai gerando um mal-estar em toda a população, diante da crise ética e da moral do nosso país", disse o presidente da CNBB. "Sabemos que a corrupção sempre existiu, continua existindo, e não só no Brasil, mas em toda parte, mas é fundamental que a Justiça realmente puna os condenados e os corruptores."

Existem regras para se entrar com um pedido inicial de impeachment. Creio que não chegamos a esse nível"
Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário-geral da CNBB

Em nota, a CNBB disse que as denúncias de corrupção devem ser “rigorosamente apuradas” e os corruptos e corruptores, punidos. "Enquanto a moralidade pública for olhada com desprezo ou considerada empecilho à busca do poder e do dinheiro, estaremos longe de uma solução para a crise vivida no Brasil", diz a nota. No texto, a entidade também pede o fim do fisiologismo político e uma reforma política.

O secretário-geral Dom Leonardo afirmou ainda ser importante o diálogo entre o Congresso Nacional e a presidente para tentar superar o momento de crise. "Há um mal-estar da sociedade de um modo geral, ainda mais nessa crise ética e moral a qual estamos passando, em relação à [operação] Lava Jato e outros setores também", disse.

"Por isso, insistimos na importância do diálogo da presidente do Executivo com o Congresso Nacional e com as organizações da sociedade civil e da igreja, que não se furta a participar desse diálogo quando necessário e oportuno."

O Conselho Permanente da CNBB está reunido em Brasília desde o dia 10. Os bispos vão se encontrar nesta tarde com a presidente Dilma Rousseff, mas o motivo da reunião – a primeira visita oficial de membros da entidade com a presidente no segundo mandato dela – não foi divulgado.

Manifestações populares e golpe militar
Os bispos disseram que, embora não tomem partido em nenhuma das manifestações populares, apoiam o ato de protestar. "Sabemos das manifestações programadas para os dias 13 e 15, e a CNBB considera essas manifestações legítimas num regime democrático, contanto que transcorram no respeito ao patrimônio público e particular, com respeito às pessoas", disse Damasceno.

O presidente da CNBB disse ainda não acreditar que a crise atual leve a um novo golpe militar ou a um conflito civil. "Ninguém quer passar por essa experiência novamente. Creio que não há esse perigo. Vejo como normal essas manifestações em um regime democrático", disse. "Não podemos nos levar por sentimento, emoção, acirramento de posições ideológicas, acima de tudo temos que estar bem no mundo, no nosso país."

O Conselho Permanente da CNBB se reuniu esta semana para dar continuidade à preparação da 53ª Assembleia Geral da CNBB, que vai eleger a Presidência da CNBB e os presidentes das comissões episcopais pastorais entre 15 e 24 de abril. Durante a reunião, o conselho debateu a realidade atual do país e divulgou nota alertando sobre o possível enfraquecimento do Estado.

3 comentários


Bernardo Alves Dinamarco

23 de Mar de 2016 às 8:53

Bernardo Alves Dinamarco
Obviamente a CNBB procura pacificar a situação. Não pode dizer, por exemplo, que o perigo não está na Dilma ou no Temer, e sim na possibilidade do Eduardo Cunha assumir a Presidência da República. Prestem atenção na sua figura, jeito de andar, pose, olhar e acompanhantes. Ele é esquizofrênico, psicopata como Suzana Richtoffen, Hitler, Saddan Hussein, e outros. Pessoas com as mesmas características são encontradas, pelos psicólogos e psiquiatras, dominando facções nos morros e presídios. Na rebelião do Carandiru, tipos como eles eram os "gerentes" dos pavilhões. Quando ele deu 70% de aumento para o STF foi uma jogada para comprar aquele Tribunal. Como Presidente da República, dará 100% para os Generais. Não veremos, nas ruas, manifestantes vestidos de verde/amarelo ou vermelho. Veremos verde oliva e camuflados. Estes que agora fazem manifestações, vão por a viola no saco. Digo isto porque em 1964, estava tranquilamente tomando um chope no Amarelinho, Cinelândia, RJ quando a cavalaria do Exército carregou contra o povo. Entramos no restaurante e baixamos a porta de aço. Um cavalariano quebrou a pequena vidraça sobre a porta e jogou duas bombas de gás sobre nós. Saímos pelos fundos, espirrados igual massa de salsicha, caindo no depósito de lixo do Hotel Serrador. O que fizeram, depois, aqueles manifestantes? Os cabeças, os mais espertos, foram para outros países e ficaram vivendo como perseguidos políticos, com um auxílio financeiro dado pelo Brasil. Antes de pensar em tirar a Dilma e o Temer, cassem o mandato do Eduardo Cunha e dos seus acompanhantes. Acredito que o Cunha está querendo ser o Hugo Chaves brasileiro. Ele me faz lembrar o lobo alfa, seguido pelas fêmeas e lobos de segunda categoria. É só das uma "sapecada" nele que o resto da matilha fugirá ganindo.


Bernardo Alves Dinamarco

23 de Mar de 2016 às 8:53

Bernardo Alves Dinamarco
Obviamente a CNBB procura pacificar a situação. Não pode dizer, por exemplo, que o perigo não está na Dilma ou no Temer, e sim na possibilidade do Eduardo Cunha assumir a Presidência da República. Prestem atenção na sua figura, jeito de andar, pose, olhar e acompanhantes. Ele é esquizofrênico, psicopata como Suzana Richtoffen, Hitler, Saddan Hussein, e outros. Pessoas com as mesmas características são encontradas, pelos psicólogos e psiquiatras, dominando facções nos morros e presídios. Na rebelião do Carandiru, tipos como eles eram os "gerentes" dos pavilhões. Quando ele deu 70% de aumento para o STF foi uma jogada para comprar aquele Tribunal. Como Presidente da República, dará 100% para os Generais. Não veremos, nas ruas, manifestantes vestidos de verde/amarelo ou vermelho. Veremos verde oliva e camuflados. Estes que agora fazem manifestações, vão por a viola no saco. Digo isto porque em 1964, estava tranquilamente tomando um chope no Amarelinho, Cinelândia, RJ quando a cavalaria do Exército carregou contra o povo. Entramos no restaurante e baixamos a porta de aço. Um cavalariano quebrou a pequena vidraça sobre a porta e jogou duas bombas de gás sobre nós. Saímos pelos fundos, espirrados igual massa de salsicha, caindo no depósito de lixo do Hotel Serrador. O que fizeram, depois, aqueles manifestantes? Os cabeças, os mais espertos, foram para outros países e ficaram vivendo como perseguidos políticos, com um auxílio financeiro dado pelo Brasil. Antes de pensar em tirar a Dilma e o Temer, cassem o mandato do Eduardo Cunha e dos seus acompanhantes. Acredito que o Cunha está querendo ser o Hugo Chaves brasileiro. Ele me faz lembrar o lobo alfa, seguido pelas fêmeas e lobos de segunda categoria. É só das uma "sapecada" nele que o resto da matilha fugirá ganindo.


Mazzini

23 de Mar de 2016 às 12:08

Mazzini
Para mim, esse bispo é um petralha. Mudando de assunto. O governo está recriminando o juiz Sérgio Moro porque grampeou telefonemas da Dilma com o Lula. Porém estava só grampeado o telefone do Lula, como ele próprio disse. O juiz não tem culpa se a presidente liga para para bandido.


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