Se MD Aldo Rebelo não mente - Então Militares são TRAIDORES | Blog Bolsonaro Presidente = O Futuro Eh Agora | Portal Militar

Blog Bolsonaro Presidente = O Futuro Eh Agora

Quem sou eu? Clique e conheça meu Perfil
Acompanhe os Blogs da sua conta no google, yahoo e outros. Você pode escolher receber por email informação de novas postagens nos blogs. Fique Ligado.

Exrcito

Se MD Aldo Rebelo não mente - Então Militares são TRAIDORES

Publicado em 28 de Mar de 2016


2576 Visualizações


 

Se MD Aldo Rebelo não mente - Então Militares são TRAIDORES?

 

 


 


 


Em Segunda-feira, 28 de Março de 2016 14:37, Péricles da Cunha  escreveu:


A primeira reação que tive quando li a matéria da Agência Reuter em que o MD Aldo Rebelo aparece de dedo em riste assegurando que os “militares não têm interesse em protagonismo político no Brasil”, que "não há, da parte das Forças Armadas, nenhum interesse em ser protagonista político no país. Não há nem essa tendência nem esse interesse. A solução política dos problemas cabe às instituições políticas", foi questionar sobre quem deu procuração para este comunista, membro de um partido, dissidência maoista do velho PCB, que sempre buscou atrair os militares, pela tática do entrismo sui generis de Michel Pablo, através do nacionalismo, falar sobre os nossos interesses? Um partido que faz questão de registrar, em suas Teses Fundacionais, trecho da intervenção do subtenente Gelsy Rodrigues Correa, no comício organizado pela CGT em 11 de maio de 1963, que bem mostra o que visam: “Nós os sargentos e oficiais progressistas, autênticos nacionalistas, pegaremos em nossos instrumentos de trabalho e faremos as reformas juntamente com o povo, e lembre-se os senhores reacionários que o instrumento de trabalho do militar é o fuzil”.

 

 

 

Mas logo pensei no que dissera o Chefe do EME (O arquipélago Brasil): “nós encontramos um modelo: FFAA, Sociedade e Governo em que os espaços são mutuamente acordados e respeitados” e, quando perguntaram sobre o que achava melhor para ser o ministro da Defesa, um general ou um civil, foi peremptório (grifado): “Um civil é muito melhor. No caso de um militar ele tinha que usar dois chapéus, pois ele é o representante dos militares junto a Presidência da República e da Presidência da República junto aos militares e não existe um general com voto no Congresso para defender os militares”. “É melhor com um político no MD, pois nós cuidamos da Força e ele (o MD) vai cuidar das questões políticas”. “O ministro da Defesa tem que ser político, tem que ter poder político”. No texto ponderei: “Sinto neste posicionamento dos nossos generais a consolidação de uma ideia equivocada dos chefes revolucionários de que era necessário tolher a evolução natural de um oficial aonde o vetor profissional, predominante no início da carreira, ia cedendo espaço para o político, de forma que no topo, a resultante apontasse, predominantemente, para o político, para suprir aquilo que o Chefe do EME acha melhor deixar nas mãos dos políticos: a capacidade de negociação para a satisfação das demandas da Força. Migramos de um modelo que forjou a Revolução de 64 e nos salvou do caos para o que aí está em que olhamos para dentro, para o presente e deixamos que políticos tratem do nosso futuro. E políticos sem o mínimo preparo para tratar de assuntos de defesa nacional”.

 

Pelo que se nota, apesar de considerar o ministro Aldo Rebelo um dos parlamentares mais interessados em assuntos de Defesa, ele está passando a idéia de ser o porta-voz dos militares, o que não está entre as suas competências (Lei 10683/2003, art. 27, VII).

 

A Direção e a Gestão das forças singulares cabem ao Comandante da respectiva força, nos termos da LC 97/1997, alterada pela LC 136/2010 (a anulação do tal decreto 8515 deve ser uma das primeiras demandas logo que for descartado este governo corrupto e incompetente).

 

O perigo do tal modelo adotado (FFAA, Governo e Sociedade), além dos militares se distanciarem dos anseios da Sociedade, é sofrerem cooptação do Governo, dependendo do seu comando.

Péricles
 

Militares não têm interesse em protagonismo político no Brasil, diz ministro da Defesa

Desde a redemocratização, a partir de 1985, as Forças Armadas tiveram sua influência política reduzida, após duas décadas de uma ditadura militar. "O papel das Forças Armadas está muito bem delineado, definido, no artigo 142 da Constituição", disse Aldo Rebelo

12 de Março de 2016
MARIA CAROLINA MARCELLO E ALONSO SOTO/REUTERS BRASIL
Aldo Rebelo novo Ministro do Esporte
Aldo Rebelo (Dida Sampaio/ AE)
 

As Forças Armadas não têm interesse em se envolver na turbulenta política nacional, assegurou o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, defendendo o respeito às instituições e à Constituição como "pressupostos" para a solução da crise enfrentada pelo país.

Integrante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o ministro disse não acreditar em uma escalada da violência nas ruas em decorrência da situação política nacional.

"Não há, da parte das Forças Armadas, nenhum interesse em ser protagonista político no país. Não há nem essa tendência nem esse interesse. A solução política dos problemas cabe às instituições políticas", disse Rebelo à Reuters.

"O papel das Forças Armadas está muito bem delineado, definido, no artigo 142 da Constituição", disse ao ser questionado sobre o papel do Exército diante do cenário político nacional, que tem alimentado movimentos que atuam pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Não tem nenhum pendor para outro tipo de atividade, porque isso não é assunto dos militares. Política é um assunto dos políticos e das outras instituições", afirmou. Desde a redemocratização, a partir de 1985, as Forças Armadas tiveram sua influência política reduzida, após duas décadas de uma ditadura militar.

(...)

 

Resultado de imagem para a nação que salvou a si mesma Resultado de imagem para a nação que salvou a si mesma  

 

 
 
 

 


1 comentários


MARMOSILVA-RIO comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

29 de Mar de 2016 às 12:30

MARMOSILVA-RIO
Prezado Amigo. Castelo Branco. Bom Dia! Gostaria de dizer que seu nome já sugeri uma intervenção militar constitucional baseado no Art. 142 da CF/88. Sobretudo, porque, as torres de Castelo são os arautos de onde se enxerga os nossos inimigos. Fico cada vez mais indignados com os novos fatos narrados e surgidos no cenário políticos brasileiro. Eu já temo pelos meus netos, vivemos tempos de incertezas, angústias, descrença nas instituições republicanas, imoralidade político-partidária, falência do estado democrático de direito, leniência do povo, sucateamento e desmoralização das FFAA. Sem mais, meu amigo, precisamos na verdade reeditar a marcha com Deus para a Liberdade. Att. MARMOSILVA-RIO

Este Blogueiro NÃO permite que VISITANTES comentem nesta postagem.
Junte-se a nós ou Entre para comentar!