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Brasil

Jurista Miguel Reale Jr. contra a DITADURA do PT

Publicado em 01 de Abr de 2016


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A Democracia do PT é o Caminho mais Curto para a Ditadura e Escravidão Social 

 

Prezados amigos e pares das casernas e amigos das FFAA, estamos juntando todo tipo de informações para buscar encontrar uma saída para o Brasil de 2016, que é muito semelhante ao Brasil dos anos da década de 30 e de 60. Separando os meus esboços acadêmicos, me deparei com algumas literaturas, livros e pensamentos do mestre e grande jurista  Miguel Reale Jr. Me deparei com o seguinte: A Ação integralista brasileira. Para demonstrar os desencontros que envolvem o assunto, partamos de algumas premissas colocadas por Miguel Reale,  já desobrigado de sua posição integralista, num trabalho escrito para o XII Congresso Internacional de Filosofia de 1958, em Veneza, entendendo como, de fato, um dos pontos mais conflitantes em que entrara a problemática filosófica no final do século XIX, se traduz justamente naquilo que tange o tema liberdade e valor.

Hoje o país é defendido por um dos maiores juristas deste país, mas quem é Miguel Reale Jr?

 

LIBERDADE, CAMINHO DA ESCRAVIDÃO
Plínio Salgado


          Todos os sofrimentos do mundo moderno se originam de um só defeito da grande máquina: a falta de disciplina.  O conceito da liberdade excessiva, o predomínio do individualismo mais desenfreado que determinou o desequilíbrio social que perturba o ritmo da vida do nosso século.

Desde a Revolução Francesa, outro não tem sido o grito da humanidade senão aquele atroou todos os recantos do mundo e do século: Liberdade! Liberdade! E foi a liberdade que espalhou sobre as nações as doutrinas mais contraditórias, as afirmativas mais absurdas, os brados mais lancinantes de angústia do pensamento e do coração.

Liberdade! Clamava o homem e, clamando, tratava de conquistar os meios com que pudesse exercer, com forte base econômica, a faculdade de ser livre.

Foi assim que se transformaram os primeiros capitais da avareza.

Liberdade! Clamavam os banqueiros, e foi assim clamando que dominaram as nações, escravizaram as indústrias e o comércio, humilharam os produtores.

Liberdade! Clamavam os industriais e comerciantes e, entregues às leis da concorrência, livraram-se da disciplina do Estado, mas caíram no cativeiro dos agiotas.

Liberdade! Clamavam os patrões e, em nome da liberdade de contrato, passaram a explorar os pobres, e o trabalho humano transformou-se em mercadoria sujeita às leis da oferta e da procura.

Liberdade! Clamavam, por sua vez, os proletários, os quais, assistindo ao espetáculo de luxo e paganismo de seus chefes, endureceram o coração e lançaram-se nas tremendas lutas de classe, feitas de ódio e de revolta.

Liberdade! Clamavam os pais, os esposos, os filhos, e ruiu a estrutura dos velhos lares felizes e tranqüilos.

Liberdade! Clamava a imprensa, e na livre concorrência comercializou-se, ao gosto depravado das turbas que precisou agradar, e dos argentários, aos quais precisou vender-se.

E, em nome da liberdade, o gênero humano caminha para a ruína total, destruindo o ritmo de sua existência com a morte da disciplina.

A indisciplina destrona a modéstia e erige em ídolo a vaidade e o orgulho; transforma o amor em puro instinto sexual; reduz a amizade a uma questão de oportunidade; considera a honra como um ponto de vista; examina os costumes como relatividade de convenientes; semeia o ódio sobre a Terra; cria uma civilização de rebelados.

Já o homem não sabe defender-se dos vícios. Libertando-se da disciplina do espírito, cai na escravidão dos instintos. O homem, agora, é livre. Livre de todos os preconceitos. Não tem sentimento nem religioso nem cívico. A Pátria, que é a Pátria, depois que lhe deram a significação meramente política de vontade geral? A Pátria é uma convenção.

É que a Pátria, ela mesma, é uma expressão de disciplina. E, tendo desaparecido a disciplina, desaparece a Pátria.  Dessa forma a humanidade marcha até a Grande Guerra. Culmina no seu delírio e desce, agora, a encosta dolorosa da desilusão, da tristeza surda, da insatisfação. Essa insatisfação não se aplacará em qualquer regimen, seja ele qual for.

 

O próprio comunismo é uma ilusão. Pois, devendo impor uma atroz disciplina, virá contrariar o individualismo, que atualmente busca nele o derivativo máximo.

Liberdade! Liberdade!

Nunca o gênero humano foi mais infeliz! Nunca foi tão prisioneiro... Nem mais escravo.


         E a liberdade é o supremo dom do Homem. É a dignidade da nossa Espécie. É a alegria dos nossos movimentos. É a nossa honra e a nossa glória, nossa aspiração superior.

Como organização política, é evidente, tão logo falamos em liberdade, vem à mente a palavra democracia. O problema é que na tradição ocidental, com a generalização dos conceitos, acabamos por confundir democracia e liberalismo. Na verdade, a democracia acaba perdendo qualquer especificidade, diluída no interior da expressão liberal democracia, onde a ênfase acontece na democracia, mas, na prática, acaba por ficar esta totalmente subordinada aos valores liberais que, por sua vez, e na maioria dos casos, são exatamente o oposto da verdadeira democracia.

Alain de Benoit escreveu que até 1789, “o ideal democrático permanece como puramente negativo: trata-se apenas de dizer não ao absolutismo”. Após a Revolução se abririam dois caminhos para as democracias: as de tipo anglo-saxônico e as de tipo latino. Segundo Giovanni Sartori, as primeiras, democracias pragmáticas, seriam resultantes de um processo de crescimento gradual, sendo eminentemente influenciadas pelo empirismo britânico. Conceder-se-ia, dessa forma, a liberdade como um meio de atingir a igualdade. Já as de tipo latino, influenciadas pelo racionalismo, abrangendo democracias igualmente utópicas e repletas de abstrações, sendo muitas vezes desaguadas na idéia da “ditadura do proletariado”, seriam um produto do espírito, em que se concederia a igualdade como meio de atingir um dia uma hipotética liberdade.

Após 1982, a dívida interna passou a crescer exponencialmente, concomitantemente à ingerência de organismos multilaterais que, também patrões indiscutíveis da imprensa corrompida e dos veículos de comunicação de massa alienantes e destruidores dos valores cristãos, passaram a ditar regras aos nossos governos títeres: desnacionalização promovida por elevação escorchante das taxas de juros e da tributação, redução nos investimentos públicos e, recentemente, o mais escandaloso programa de entrega do patrimônio público da história pátria, sob o nome de “privatizações”. Nunca a nação esteve tão ameaçada.

Concluímos assim que o Brasil tem, em nome da “liberdade” dos oligarcas do sistema financeiro internacional de escravizar nosso povo, simplesmente renunciado, salvo raríssimas exceções, a qualquer projeto de desenvolvimento autônomo e, dessa forma, renunciado também à sua própria liberdade. Enquanto não encontrarmos uma liderança política patriótica, com autoridade, e capaz de impor uma ordem e disciplina nacional, nada será feito para que este gigante adormecido forje seu próprio destino livre das amarras da dependência externa.
           Após fazer uma acurada reflexão  e  exame do texto  no seu  contexto, cheguei a conclusão que uma democracia sem ética, moral e disciplina, é o caminho mais curto e rápido para a ditadura, anarquia e escravidão da massa. Sobretudo, porque, Amor sem disciplina é Tirânia e democracia sem  justiça é ditadura do proletariado e caminho para a escravidão social. Sem mais, um forte abraço e tenham todos um ótimo fim de semana.

" Quem Poupa Lobos,  Sacrifica Ovelhas ! '

 

Att. MARMOSILVA-RIO


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