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Porte de Arma para Graduados

Publicado em 17 de Jun de 2016


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O porte de arma para graduados sempre negado pelos Oficiais Generais é dado pela polícia Federal a qualque cidadão comum que cumpra os requisitos exigidos, qualquer cidadão! menos os militares Graduados, que moram em áreas de risco por conta dos baixos salários, e são tratados assim, como pessoas descartáveis que não tem o direito de se defender! eu estou me virando com um estilingue e um porrete! VERGONHA!

6 comentários


Amiel Ballistra

17 de Jun de 2016 às 16:20

Amiel Ballistra
Então, quem desmoraliza as FFAA são os próprios Comandantes destas Forças. Em um Regulamento Interno dos Serviços da Aeronáutica, RISAER baixado em 1977, havendo número insuficiente de 2ºs e 1ºs Tenentes para a escala de Oficial de Dia, os 1ºs Sgtºs e Suboficiais assumiam aquele serviço com a denominação de Fiscal de Dia. Aqueles eram os Graduados que possuíam o Curso de Comandante de Pelotão, concluído na EEAer. Alguém já ouvir falar nos Sargentos Aviadores na 2ª Guerra Mundial? Não. Quando a Aeronáutica precisou ela lançou mão dos Graduados. Passada a necessidade, são eles esquecidos. Se você é Graduado e for convidado para manifestações ou passeatas, cuidado com as filmagens e gravações. Dizem que Napoleão, na hora do aperto, gritou- "meu reino por um cavalo". Alguém tem notícia da cor ou raça do cavalo de Dom Pedro? Não. "Cavalaria, tu és na guerra a nossa estrela guia. Montado no dorso desse amigo, o cavalo que altivo nos conduz, levamo-lo também para o perigo, para lutar conosco sob a cruz". Após a batalha, o vencedor leva o cavalo para participar das comemorações? Não. Para ele, estrebaria e um trivial monte de capim. E assim caminha a humanidade.


Osman Do Rosario

18 de Jun de 2016 às 17:01

Osman Do Rosario
Com porte ou não qualquer criatura ameaçada vai se armar por instinto quando sentir-se inseguro, portanto não é a vontade do general ou da PF que vai prevalecer diante do caos, as instituições brasileiras estão desacreditadas e a reação é de salvem-se quem puder a imoralidade passa a ideia de que podemos tudo para nos defender porque a proteção é precária e frágil, além do que, a disponibilidade de armas ilegais é farta só não compra quem não quiser. Parabéns ao Sargento da Marinha que mandou dois malas pro inferno livrando a sociedade dessas porcarias, qual a lei de qualquer lugar do mundo terá coragem ou cara de pau de condenação a um cidadão íntegro que matou em legítima defesa ou e anda armado para se proteger. Não saio de casa sem a minha na cintura e não tenho porte.

 

 
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18 de Jun de 2016 às 19:29

luisreb
O pas o Brasil, que pune inocentes e deixa de fora os verdadeiros criminosos, por exemplo, os Direitos Humanos j deve estar a essa hora cobrando da justia a priso do Sargento por ter assassinado os pobres meliantes!


Amiel Ballistra

19 de Jun de 2016 às 9:18

Amiel Ballistra
E vemos o Brigadeiro Atila pedindo o apoio dos Graduados para se eleger Senador. E o General Heleno convidando os Graduados para uma manifestação política. Daqui a dois anos o Bolsonaro estará lá no RJ distribuindo promessas e pedindo votos para sua reeleição. Para Jesus Cristo, "só uma linda salva de palmas". Lembre-se ou procure se inteirar dos acontecimentos de 1964. Os Graduados estão parecendo Santos da Igreja Católica. O crente só faz oração e acende vela quando está querendo milagre. Depois de atendido, apaga a vela , muito obrigado e até a próxima.


Amiel Ballistra

19 de Jun de 2016 às 19:16

Amiel Ballistra
Leiam o Decreto nº 80096/1977, letra "e" do artigo 30. Invenção do Ten Brig Joelmir Campos Araripe Macedo, Ministro da Aeronáutica. O Primeiro Sargento somente seria promovido a Suboficial se integrasse a Lista de Escolha, organizada de acordo com critérios subjetivos da Comissão de Promoções de Graduados. Os Primeiros Sargentos eram motivo de chacota. Um deles, chegando esbaforido para a chamada, de longe já escutava: " corre letra "e". Cuidado letra "e". Acerta o passo letra "e". Muitos foram para a reserva como Primeiros Sargentos. Só em 1984 o Brigadeiro Délio Jardim de Matos acabou com aquela Letra "e". Alguém tem notícia de Vereadores, Deputados Estaduais/Federais, Senadores, Juízes, Desembargadores, Ministros dos Tribunais Superiores procurando aumentar o tempo de serviço e diminuir a remuneração? Ou colocando obstáculos quase intransponíveis para promoção? Não. Mas você vê isto nas FFAA. E depois vem pedir votos nas casas dos Graduados. Uma música alertava as moças sobre convites para tomar banho em Paquetá ou programa no Joá :" vai, menina vai, com jeito vai, se não um dia, a casa cai". Isto serve para aqueles que estiverem programando manifestações e passeatas. Hoje, sorria pois você está sendo filmado. Amanhã, chore, pois você foi filmado.


luisreb comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

19 de Jun de 2016 às 20:54

luisreb
Se havia alguma dúvida se o fato de manifestar-se o militar publicamente acerca de assuntos políticos constituiria ou não transgressão militar, a Lei 7.524, de 17.07.1986, que dispõe sobre a manifestação de pensamento e opinião do militar inativo parece ter colocado a pá de cal sobre o assunto. Seu art. 1º, de meridiana clareza, dispõe que, respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público. Seu parágrafo único dispõe que a faculdade assegurada no artigo não se aplica aos assuntos de natureza militar de caráter sigiloso e independe de filiação político-partidária.


Amiel Ballistra

21 de Jun de 2016 às 13:09

Amiel Ballistra
Vamos calcular. É provável que de cada 1.000 reformados das FFAA, 900 sejam de Graduados. Se a todos eles a PF conceder o porte de arma, a cada ano a renovação do porte renderá para os cofres públicos R$900.000,00 (R$ 1.000,00 custa a renovação do porte). E se forem 90.000 os reformados? Os "cofres públicos" rejeitariam esta "arrecadação"? Os Comandantes militares teriam interesse em conceder o porte gratuitamente? Claro que não.


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