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Carreira Militar

FA e o tratamento diferenciado

Publicado em 10 de Ago. de 2016


4543 Visualizações


 

 

 QUERO DEIXAR CLARO QUE NÃO TENHO NADA CONTRA E NÃO TENHO PRECONCEITO, SOU INDIFERENTE, ENTRETANTO QUERO APENAS MOSTRAR PARA SABER A REAÇÃO DO PÚBLICO EM GERAL E COMO VEEM E PENSAM OS MENBROS DA FAMÍLIA MILITAR:

O ENTÃO SARGENTO DO EB SE DECLAROU GAY E FOI EXCLUIDO DAS FILEIRAS DO EB. VEJAM AQUI:

http://www.militar.com.br/blog34958-EleseassumiuGAYquandovestiafardadeSGEB#.V6slAmCEDIU 

 

E AGORA: 

 

O alicerce que ninguém vê: namorada cuida de tudo para que Rafaela só lute

Companheira da campeã olímpica há 3 anos, Thamara assume tarefas domésticas, faz ponte com jornalistas e toma conta dos 3 cachorros enquanto a judoca compete

Por David Abramvezt e Helena RebelloRio de Janeiro

judôe Rafaela Silva e Thamara (Foto: Reprodução Instagram)
Rafaela e Thamara estão juntas há cerca de três anos (Foto: Reprodução Instagram)

Num primeiro olhar, Rafaela Silva pode parecer arredia. Mas o coração da mais nova campeã olímpica do judô brasileiro parece de mãe, daqueles que sempre encontra um espaço a mais. A cada uma das dezenas de entrevistas dadas após a conquista do ouro, na última segunda-feira, Rafa fazia questão de agradecer ao sacrifício da família, lembrar oportunidades dadas pelo Instituto Reação e celebrar com os amigos e sparrings que a ajudaram durante a preparação. Em meio a tanto amor e gratidão, uma personagem fundamental para o sucesso da carioca passa quase despercebida. Namorada de Rafaela há três anos, Thamara Cezar cuida para que a judoca precise se preocupar apenas em lutar e vencer.

As duas se conheceram no Reação, projeto social na qual ambas tomaram gosto pelo judô, mas Thamara não tinha a mesma habilidade de Rafaela para o esporte. Preferiu fazer um curso de Petróleo e Gás e agora está quase terminando a faculdade de Educação Física. E ainda arruma tempo para auxiliar a amada a cuidar da imagem.

Sem uma assessoria de imprensa pessoal (apesar de ser assistida tanto pela assessoria do Reação quanto pela da Confederação Brasileira de Judô), Rafaela deixa o trato com os jornalistas a cargo de Thamara a maior parte do tempo. É a namorada também quem administra o perfil de atleta no Facebook.

- Ela foi fundamental, porque ficava responsável por marcar entrevistas. Às vezes ela sabia que eu ficava cansada no treino e tentava minimizar a situação. Ela estava ali no dia a dia e sabia o que eu passava, quando eu estava cansada, quando eu não estava. Tudo o que eu precisava ela estava ali à disposição para fazer, então ela também é muito importante nessa conquista - disse Rafaela.

judôe Rafaela Silva e Thamara (Foto: Reprodução Instagram)
Rafaela e Thamara têm três cachorros no apartamento em que vivem (Foto: Reprodução Instagram)

 

Nesta segunda-feira, Thamara estava junto ao grupo de familiares e amigos que torceram pela judoca na Arena Carioca 2. Mas muitas vezes a rotina do esporte impede que as duas passem todo o tempo que gostariam juntas. Neste último ano, Rafaela até competiu menos devido à estratégia adotada pela CBJ, mas normalmente possui um calendário repleto de viagens todos os meses.

Devido aos estudos e aos cuidados com os "filhos" (no caso, os três cachorros), Thamara infelizmente não consegue acompanhar Rafaela nesta rotina internacional. Mas, mesmo com a distância, as duas conseguem administrar a saudade para manter a relação tão saudável quanto possível.

Ingresso família Rafaela Silva judô (Foto: Helena Rebello)
O ingresso de Thamara para a sessão em que Rafaela se sagrou campeã (Foto: Helena Rebello)

- É bem complicado. Ela não consegue fazer muita viagem, e a gente também tem três cachorros em casa, então fica bem complicado - lamentou Rafaela.

O cuidado com a casa, aliás, é um ponto forte para Thamara. No apartamento em que as duas moram, em Madureira, na Zona Norte do Rio, ela é a responsável pela maior parte das tarefas domésticas. Rafaela não sabe cozinhar e também é chegada numa bagunça.

- Eu não sei fazer nada, só lutar mesmo.

Rafaela Silva, judô, medalha ouro (Foto: ANDRE MOURAO/NOPP)
Rafaela Silva com a medalha de ouro: foco total na preparação com a ajuda de Thamara (Foto: ANDRE MOURAO/NOPP)

 

 

 

 

18 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

10 de Ago. de 2016 às 11:17

Avassalador
O que tem a dizer o Superior Tribunal Militar que conduziu o processo ate exclusão final do ex sargento do EB por ter se declarado gay ?

 

 
Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

10 de Ago. de 2016 às 11:21

Avassalador
Aos olhos do mundo a menina de ouro encheu os brasileiros de orgulho e agora senhores Ministros do STM ?


Ir.`. Ciclope

10 de Ago. de 2016 às 12:30

Ir.`. Ciclope
Caro Avassalador; Aos amigos: - TUDO !!!!!!!! Aos inimigos: - A LEI FRIA E MAL INTERPRETADA. Apenas quem não entrou na CAVERNA não entende essa filosofia castrense. Um Fraterno Abraço do Ir.`. Ciclope Ps: Lindo o Casal acima. Parabéns ao Sargento Rafaela!


Antonio

10 de Ago. de 2016 às 12:52

Antonio
Defensor, você deve ser gay.

 

 
Ir..ciclope

10 de Ago. de 2016 às 14:26

Ir..ciclope
Eu sou Pam-Sexual.


luisreb comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

10 de Ago. de 2016 às 19:31

luisreb
Só falta a Dilma agora!


pixuleco comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

10 de Ago. de 2016 às 20:11

pixuleco
Que mancada das Forças Armadas. Deveriam investir no pessoal de carreira da ativa, como João do Pulo. "Carreira de João do Pulo Órfão de mãe, começou a trabalhar aos sete anos de idade, como lavador de carros. Em 1973, treinado pelo então professor da USP Pedro Henrique de Toledo, o Pedrão, quebrou o recorde mundial junior de salto triplo no Campeonato Sul-Americano de Atletismo com a marca de 14,75 m. Em 1975, já como atleta adulto nos Jogos Pan-Americanos da Cidade do México, o cabo do Exército Brasileiro conquistou a medalha de ouro no salto em distância com a marca de 8,19 m e, em 15 de outubro, também a medalha de ouro no salto triplo, com a incrível marca de 20,00,"


Amiel Ballistra

10 de Ago. de 2016 às 20:43

Amiel Ballistra
Eu acho que foi ingenuidade dessa lutadora permitir reportagem acerca de sua vida privada, principalmente sendo afro-descendente. Tornar público o seu caso não me parece ter sido boa ideia. Na Marinha há muito sangue azul. De repente, após a euforia das Olimpíadas, algum superior poderá iniciar uma série de punições: -chegou atrasada para uma formatura, deixou de prestar continência para o sr. fulano, estava com o uniforme em desalinho, etc. Mau comportamento contumaz. Já vi filmes parecidos.

 

 
Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

10 de Ago. de 2016 às 21:21

Avassalador
Em comentrio que fiz recentemente sobre o caso do SG do EB que se declarou GAY, e foi excludo, inclusive em processo que foi julgado pelo STM. Percebi que houve erros dos dois lados, pelo ento militar pelo fato das declaraes e afronta quando no deveria ter feito; pela justia militar que no soube equacionar o conflito e de forma covarde expulsou o profissional deixando e criando mazelas irreversveis na vitima. Enquanto isso os polticos riem da desgraa dos militares que sequer possuem remunerao justa.

 

 
Dourado

13 de Ago. de 2016 às 23:49

Dourado
O que tem a ver AFRODESCENDENTE nesse caso? No queria embaraar ainda mais.


Eliana

11 de Ago. de 2016 às 11:21

Eliana
Tenho 66 anos de idade. Entrei neste site agora, pela primeira vez. Sempre tive admiração pelos militares das Forças Armadas, sobretudo pela disciplina que é o ponto fundamental na vida de todos nós. Embora tente, nunca consegui ser disciplinada. Aliás, meu sonho era me casar com um militar, mas nunca soube como fazer isso, pois não tenho relacionamento com nenhuma família de militares. Voltando ao assunto deste artigo sobre orientação sexual, digo que já fui muito preconceituosa, mas vivenciando isso na minha família, sei o quanto os que se declaram homo ou bi sexuais são estigmatizados e criticados. Na Internet vejo o ódio declarado das pessoas que se escondem no anonimato para ofender aqueles que decidiram se revelar, colocando a cara à tapa e tendo de aguentar as consequências disso. Na minha opinião atual, agora que estou na chamada terceira idade, as pessoas são livres para escolher a sua orientação sexual, de acordo com as suas afinidades. Entretanto, penso, como alguns dos comentaristas, que o melhor mesmo é ser feliz com a escolha, mas não tornar isso público. A nossa intimidade não precisa ser revelada. Pelo contrário: é muito mais gratificante viver em liberdade com responsabilidade sem publicar a nossa orientação sexual. Basta que procuremos pela pessoa certa, sabendo que os afins sempre se encontram. Para ser feliz é preciso viver sem culpa. E viver sem culpa é aceitar como se é e viver discretamente para podermos rir, secretamente, dos que debocham de nós.

 

 
Paranoense

11 de Ago. de 2016 às 13:34

Paranoense
Prezada Eliana, sou sexagenrio, tambm ( melhor idade), militar inativo ativo, pouco disciplinado. Gostaria de conhecer uma mulher com a sua discrio e inteligncia. Creio que o blogueiro Avassalador serviu-me como cupido do amor. Fiquei apaixonado pelo seu jeito maravilhoso de ser e pensar. S2 Paranoense


Chupa Engole

11 de Ago. de 2016 às 13:23

Chupa Engole
Um tenente-coronel do Exército responde a um processo por abuso sexual contra recrutas em Marabá (PA). Segundo denúncias de soldados feitas em 2009, eles eram obrigados a fazer se xo com o superior para continuar na carreira militar. O inquérito policial aberto contra o oficial aponta que ele levava recrutas para a praia do Lençol, onde promovia orgias. Imagens mostram o coronel e outros soldados vestidos de mulher durante uma festa. No processo, os soldados contam que foram assediados pelo oficial. Um deles afirma ter visto o tenente-coronel beijando a boca de outro soldado. Durante depoimento, ele negou as acusações a afirmou que “nunca beijou na boca de ninguém”. O suspeito, que na época das primeiras denúncias era major, foi promovido no último ano a tenente-coronel e hoje é diretor do hospital militar de Marabá. Procurado pela reportagem, o comando do Exército na região confirmou que um inquérito policial militar foi aberto para apurar as denúncias, mas que durante as investigações nenhuma prova que incriminasse o coronel foi encontrada. Segundo o assessor de imprensa do Exército, por isso, o caso foi arquivado. No entanto, quase um ano depois de o tenente-coronel ter sido inocentado das acusações, ele é alvo de novas denúncias. Soldados subordinados ao oficial garantem que os abusos continuam a ser cometidos no hospital. Para muitos jovens da região, as Forças Armadas são a única opção para conseguir um salário e uma carreira. Um recruta recebe, em média, um salário de R$ 600 por mês. Um dos soldados que afirma ter sofrido os abusos conta que quem não participa das orgias do tenente-coronel, não permanece no Exército. - Isso machuca. Lembrar que eu quebrei parede no quartel, eu fiz trabalho pesado. Eu trabalhei até fora do horário pra poder conseguir essa vaga. E aparece uma pessoa querendo fazer mal pra você e te tira tudo, entendeu? Tira tudo em questão de segundos. Eles destroem a sua vida. É difícil cara, ao invés de ajudar eles fazem afundar mais ainda a gente no abismo. As denúncias feitas pelos ex-soldados foram consideradas sem fundamento pela Justiça Militar. Eles foram dispensados porque não possuíam bom desempenho. Fonte: Domingo Espetacular -------- https://http://www.youtube.com/watch?v=U5hzHRPXZiE

 

 
Chupa Engole

11 de Ago. de 2016 às 18:53

Chupa Engole
Video: https://youtu.be/U5hzHRPXZiE

 

 
Eliana

14 de Ago. de 2016 às 21:19

Eliana
Apesar desse apelido inapropriado (?), sou obrigada a concordar com voc. Sempre fui f das Foras Armadas porque, para mim, elas sempre representaram o mais alto grau de disciplina e exemplo para os jovens. Mas como leio muita fico, sobretudo em sites erticos, h muitos relatos parecidos com esse seu. Essa mgoa sua perfeitamente compreensvel, pois iguala-se, em grau de destruio psicolgica, pedofilia. Se nesta a criana tem a infncia roubada, no caso de assdio moral por superiores contra os subordinados, sobretudo em relao aos jovens conscritos, os sonhos so roubados. Sou uma mulher de origem rural que passou por muitas dificuldades para custear os estudos e o prprio sustento, pois meu sonho era estudar. Hoje sou uma mulher realizada. Fiz duas faculdades e exerci as duas profisses para as quais me habilitei. Gosto de dar o meu exemplo, para todos os jovens pobres para que eles nunca desistam de seus sonhos. So os sonhos nobres e a superao das dificuldades que nos fortalecem e nos possibilitam uma vida digna na vida adulta. Ento, meu jovem, cultive a paz, a alegria de viver e a capacidade de perdoar. No tema o abismo. Sempre h uma Luz que o guiar. A palavra mgica chama-se superao. Nunca perca a f em voc mesmo.


Vernica War

11 de Ago. de 2016 às 14:01

Vernica War
Sou militar e transformista e vejo a relação entre Rafaela (campeã olímpica) e as FA como mais benéfica para a Marinha. Rafaela não precisa da imagem da Marinha, como a Marinha precisa da imagem da Rafaela, não se pode comparar a carreira militar dela, que é um marketing para Marinha, como a carreira de qualquer outro militar de carreira. De qualquer forma, Rafaela é uma grande mulher, exemplo de cidadã brasileira, enfrentou preconceitos com dedicação e vitória. Essa é a olimpíada mais gay da história, avanço na mentalidade tradicionalmente machista, hipócrita, homofóbico, colimado com a tradição castrense que mantem em seu código penal militar o crime de pederastia, em pleno terceiro milênio. Verônica War


Amiel Ballistra

12 de Ago. de 2016 às 9:20

Amiel Ballistra
A principal causa de conflitos entre as pessoas está relacionada a se xo e dinheiro. Sexo e dinheiro não combinam com hierarquia e disciplina. Assuntos ligados a sexualidade, dinheiro, futebol, religião não podem ser levados para dentro dos quartéis. Vão gerar atritos. Família militar nada tem a ver com família natural. Não queira repetir dentro da sua casa, os procedimentos da caserna. Também vale o inverso. Devemos ficar atentos para as diferenças entre liberdade e libertinagem, amor e orgia, proteção e opressão. Em terra de canários, pardal se veste de amarelo.

 

 
Eliana

14 de Ago. de 2016 às 20:52

Eliana
Concordo com voc. Alis, essa premissa vlida para todas as profisses. No se pode misturar questes profissionais com familiares. E com muito mais propriedade nas Foras Armadas, uma vez que elas existem e so formadas para o objetivo maior que a segurana nacional. E essa tarefa no para qualquer um: exige pleno equilbrio emocional, destemor e coragem, alm do vigor fsico.


Abreu Homem

11 de Ago. de 2016 às 17:55

Abreu Homem
Quando Deus o homem e a mulher foi para formar um casal garantir espécie saudável, tanto assim que o casamento monogâmico para evitar que mulher seja grávida de outro homem e entre família doentes mentais, assassino e outras porcarias. Mas, infelizmente hoje o Estado, o povo e justiça permite todo o tipo de promiscuidade criminosa não havendo respeito à família. Tive dois casos na Justiça em que dois militares abandonaram o lar porque os filhos não eram do casal e como arranjaram filhos com outras companheiras, mas logo vieram a falecer as companheiras entraram em juízo e realmente ficou constado que os eram filhos dos decujus, no entanto, os filhos dos casamentos dos dois militares dos de cada um dos filhos das esposas eram adulterinos, imagine o que não existe por ai filhas recebendo pensão sem o pais desconfiarem que não são pais e o inss nem se conta. Por outro lado um quartel ou navio com 3 ou mais militares Gay, o Exército agiu bem e se as FF.AA assim não estão descaracterizando as FF.AA, porque depois que as mulheres ingressaram nas FF.AA e muitos casamentos já foram desfeitos e muitas estão amargurando porque o homem seja ele culto ou não desprezam a família bem constituida para se junta Oficial Superior com praça, e praça com Oficial Superior, de lance conheço dois casos, embora servindo em unidades diferente. Quando no inicio da minha carreira militar foi perseguido gay e foi obrigado fazer 4 vezes o mesmo, e o Oficial de Dia me ameaçou com um IPM se eu não cumprisse a ordem dele para o mesmo que eu já havia por 3 vezes, mas, ordem já era dele eu cumprir, só que no dia seguinte pedir a saída da unidade militar. Casado de novo, com uma vida financeira bem equilibrada fizeram uma trapalhada contra mim e eu recorri ao Chefe do Estado Maior da Unidade e este sendo um Oficial Superior e pertencente a Nobreza, descobri que ele era parente eu foi eu tive a minha vida recompensada quase em dobro e graça a esse nobre Oficial a minha vida mudou na vida carreira .militar. Há pouco tempo uma Comandante de uma embarcação de Guerra da Inglaterra a uns 3 meses em alto transou com um subordinado e o navio voltou à Inglaterra e a Comandante perdeu o Comando do Navio. Mas, aqui parece que Dr. Juiz Sergio Moura respeita a Lei, até na hora do Interrogar um padre por gentileza se as perguntas feiras por ele não ofendiam o direito secular da confissão sacerdotal. Mas, no Brasil se respeita o segredo de confissão o segredo profissional do advogado e o segredo médico e no Brasil arrebentaram o direito sua missão secreta como atente do do estado a famigerada comissão da mentira


Henrique

12 de Ago. de 2016 às 14:05

Henrique
Bastante interessante tal discursarão..., mas lembro-me do tempo da caserna, na escala de serviço de Sgt-de-Dia, tomei conhecimento de um fato um tanto quanto inusitado. Dei falta de um soldado da companhia, e ao questionar o Cb - de- Dia sobre o destino deste soldado, com um sorriso no rosto, o cabo me informou que o soldado estava comendo "paçoca", lá no rancho. Fã de uma paçoquinha, pedi ao Cb que chamasse o soldado de volta a seu posto e uma paçoca também para mim. Então, começou a gozação com este velho sargento: - "Só dá para comer o paçoca lá no rancho, ele não pode sair de lá" (sic). Depois de muitos diálogos descobri que o "paçoca" era um excelente militar, presente no cardápio de vários outros militares ( praças e oficiais), só não comuniquei o fato ao oficial - de- dia, porque o mais antigo que presencia o fato é quem participa.


Caxias

12 de Ago. de 2016 às 21:02

Caxias
Gostaria de convidar-lhes a um debate: Quanto vale a continência de um General? Quanto vale a continência de um oficial? Quanto vale a continência de um praça? E finalmente, quanto vale a continência de um militar atleta ganhador de medalha olímpica?


Amiel Ballistra

13 de Ago. de 2016 às 11:47

Amiel Ballistra
Caster Semenya, africana, medalha de ouro em 2012 na África do Sul. Acusada de ser hermafrodita, ou ter internamente órgãos masculinos, maior nível de testosterona, etc....etc... estava correndo o risco de ser desclassificada. Ficar se expondo a jornalistas não é bom negócio.


Volverine comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

13 de Ago. de 2016 às 12:05

Volverine
Há muitos anos já entendi uma coisa: tudo pode, desde que seja interesse das autoridades. Do contrário, que se cumpra a lei. O mundo é hipócrita, as autoridades são hipócritas e as pessoas comuns.... Essas sofrem com o conhecimento. Melhor ser ignorante e se limitar a cerveja, futebol e novela?

 

 
Eliana

14 de Ago. de 2016 às 21:34

Eliana
No. A informao e a alta conscincia so necessrias sempre. Ser ignorante e se limitar a cerveja, futebol e novela alienao. isso que torna um pas retrgado com poucos muito poderosos e muitos demasiadamente desvalidos. Quando se tem conscincia, tem-se capacidade para desenvolver o livre arbtrio e agir de acordo com os seus princpios. S assim possvel exercitar o hedonismo, por exemplo, sem culpas e sem ferir-se a si e a outrem.


Galo Cego

14 de Ago. de 2016 às 0:00

Galo Cego
O caso dos sargentos excluídos nada tem a ver com opção sexual, o que ocorreu era que eles estavam dando entrevistas em revistas de grande circulação como A VEJA, deram também entrevista na REDE RECORD, FARDADOS !!!!!!!!!! Quando vestimos uma FARDA representamos o ESTADO BRASILEIRO, um ou dois não podem sair por dando entrevistas ou sei lá mais o que, como se representasse todos da instituição, o erro por parte do EB, foi o de ter montado uma OPERAÇÃO de GUERRA para prendê-los durante uma entrevista a uma emissora, fizeram um BAFAFÁ com viaturas militares, tropas especiais, cercaram prédios, tudo isso por causa de duas bichas loucas, um exagero, era essa a PUBLICIDADE que eles mais queriam.


Amiel Ballistra

15 de Ago. de 2016 às 19:21

Amiel Ballistra
Galo cego. Se assim foi, conseguiram a publicidade e certamente vão pedir indenização por danos morais, (discriminação e exposição a vexame). Inclusive quem ordenou aquela "operação" militar estará sujeito a processo por abuso de autoridade. Pelo visto os mancebos são espertos. Mas aqui no Brasil é assim, para você se sair bem tem que ser "malandro".

 

 
Galo Cego

17 de Ago. de 2016 às 21:33

Galo Cego
Eles at poderiam ajuizar uma ao por ABUSO de AUTORIDADE( Lei n 4.898 de 09 dez. 1965 ainda em vigor) ou CONSTRANGIMENTO, mas duvido que ganhariam, pois no se sabe se eles sofreram algum tipo de agresso fsica ou moral, o fato que tambm teria motivado a "OPERAO CAADA AO VEADO VERMELHO" teria sido vdeos publicados na internet onde os dois SGT's apareciam em bailes, palcos de festas pblicas, boates, etc, FARDADOS contracenando cenas de agarra agarra, carcias mtuas, etc, se isso realmente foi levado como prova, dificilmente eles conseguiro retornar s atividades militares, pois usaram a farda para promoverem a s mesmos em atividades ou locais no condizentes com a tica e pundonor militar.


Bernardo Alves Dinamarco

22 de Ago. de 2016 às 22:26

Bernardo Alves Dinamarco
No início da década de 70 a polícia do RJ prendeu vários gays que faziam uma barulhenta festa em Nova Iguaçu. Dentre eles estava um Coronel do Exército, Comandante de uma Unidade de Blindados localizada na Av. Brasil. O jornal publicou uma foto onde o "artilheiro" bailava vestido de odalisca. O acontecimento foi esquecido, pois justificaram afirmando que se tratava de uma homenagem a Iemanjá. Tá certo! Cada religião tem os seus rituais, que devem ser respeitados. Os dois Sargentos poderiam alegar que estavam praticando "judô suave". Poderiam ter representado o Exército nas olimpíadas, defendendo este novo esporte, menos agressivo. Macaco tá certo!.


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