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Internacional

EUA quererem que Brasil receba refugiados

Publicado em 27 de Ago. de 2016


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EUA querem que Brasil receba mais 3.000 refugiados sírios


Por Folhapress | Fotos: Reprodução

 

O governo dos Estados Unidos espera que o Brasil se comprometa a receber mais 3 mil refugiados sírios na conferência sobre o tema que convocou para o próximo mês em Nova York, à margem da Assembléia Geral da ONU. 

O convite do presidente Barack Obama foi endereçado meses atrás aos chefes de Estado, mas o Brasil ainda não respondeu devido à indefinição do processo de impeachment. 

 
O Brasil recebeu até agora 2.298 refugiados da Síria, país em guerra civil desde 2011, que já deixou mais de 400 mil mortos. Os EUA esperam que todos os países participantes da conferência assumam o compromisso de absorver parte dos refugiados. A expectativa varia de acordo com o país -a cota do Brasil é semelhante à da Argentina. 
 
De acordo com o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), o número de solicitações de refúgio aumentou 2.868% entre 2010 e 2015, de 966 para 28.670. Hoje há 8.863 refugiados reconhecidos no Brasil, diz o órgão, de 79 nacionalidades. Os maiores grupos são de sírios (2.298), angolanos (1.420), colombianos (1.100), congoleses (968) e palestinos (376). 
 
Nos EUA, a meta de receber 10 mil refugiados sírios até setembro deve ser ultrapassada. Somente em junho entraram mais de 2.300. Os EUA receberam 9.098 refugiados sírios desde outubro de 2015, quando a meta anunciada pelo presidente Obama foi estabelecida, e 10.981 desde o início do conflito, segundo o Departamento de Estado. 
 
A conferência de refugiados é uma das últimas iniciativas de Obama antes de deixar a Casa Branca, em janeiro, e ele espera sair dela com um compromisso internacional de peso para negociar com o Congresso a meta para o próximo ano. 
 
No governo americano, a expectativa é de que o fim do processo de impeachment permitirá que a relação com o Brasil tenham um recomeço, sem a instabilidade dos últimos meses. As prioridades dos EUA são intensificar o comércio e parcerias como na área de segurança, que se aprofundou durante a Olimpíada. Os americanos também querem uma posição mais clara e um papel mais ativo do Brasil na crise na Venezuela. 
 
Até agora o governo americano reagiu com cautela ao processo de impeachment, repetindo a posição de que respeita as instituições brasileiras. Caso Michel Temer seja confirmado na Presidência, fontes da Casa Branca não descartam um encontro com o presidente Obama, que poderia ser na reunião do G-20, nos dias 4 e 5 de setembro na China, ou na Assembleia Geral da ONU, dia 20. 
 
O interesse americano em energizar as relações combina com a disposição do novo embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, que também quer priorizar as relações comerciais. Ele deve assumir o posto dia 5 de setembro, substituindo Luiz Alberto Figueiredo, ex-chanceler de Dilma Rousseff, que assume a embaixada do Brasil em Portugal.

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5 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

27 de Ago. de 2016 às 10:28

Avassalador
Eu sou a favor do recebimento provisório de refugiados, sírios, entretanto o que se espera é que o mundo intervenham de verdade na guerra promovida por Bashar al-Assad e outros interessados, pondo fim a guerra para o restabelecendo a paz.


Amiel Ballistra

27 de Ago. de 2016 às 15:29

Amiel Ballistra
Muito interessante saber que no meio dos sírios, angolanos, congoleses e palestinos, refugiados de países em guerra, também estão os colombianos. Tempos atrás foto mostrava colombianos atravessando furtivamente a fronteira, para comprar alimentos na Venezuela. Agora temos colombianos pedindo asilo no Brasil. Então, a Colômbia que conta com a ajuda dos EUA é que está com problemas. A Venezuela desfruta de boa situação. Uma salva de palmas para Chaves e Maduro. Por falar em guerra na Síria, alguém sabe dizer se Israel cumpriu alguma das determinações da ONU com respeito aos palestinos?


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

28 de Ago. de 2016 às 8:27

Avassalador
Em outra ocasião fui expressamente contra o recebimento de venezuelanos no brasil pelas nossas fronteiras, isso quando fugindo das políticas de Nicolás Maduro, pois no caso da Venezuela o povo não deve fugir a luta e sim retirar do governo aquele que eles próprios elegeram, cujo conflito deve ser resolvido internamente pelo povo.


pixuleco comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

29 de Ago. de 2016 às 12:21

pixuleco
Nenhum País tem que impor nada a outro País. Os EUA fazem isso com o Brasil porque as Forças Armadas deles são imensamente mais fortes. O Brasil não tem dinheiro nem para seus filhos, que dizer para outros? Os EUA que intervenha na guerra por lá!


Amiel Ballistra

29 de Ago. de 2016 às 16:26

Amiel Ballistra
O Brasil tem, sim, muito dinheiro para os seus filhos: políticos, judiciário, empresários. O restante são os "adotivos", o "zé povinho". Deveríamos perguntar aos vietnamitas como eles conseguiram dar uma surra nos franceses e nos ianques. Porque os EUA deixaram de falar grosso com a Coreia do Norte? Enquanto nós cantamos "yes, nos temos banana" eles cantam "yes, nos temos foguete e bomba atômica".


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