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SMI também para as mulheres

Publicado em 21 de Abr de 2017


1234 Visualizações


 

Concordo com a proposta, entretanto observo que na MB elas são preferidas dentro dos gabinetes, isso exceto as da área de saúde que ralam em unidades hospitalares das FA. 

LEIAM:

Mulheres podem ter direito a escolher o alistamento militar

Primeira mulher a integrar uma unidade militar no país

Foto web (ilustração)

 


Por Agência Senado

O alistamento militar, que hoje é obrigatório para homens que completam 18 anos, poderá se tornar facultativo para as mulheres. Ou seja, a participação feminina no Exército, na Marinha ou na Aeronáutica só deve acontecer se for espontânea no ano em que completarem 18 anos. É o que prevê projeto da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), em análise final na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).
 
Se aprovada na CRE, a proposta (PLS 213/2015), que altera a Lei do Serviço Militar (Lei 4.375/1964), deve seguir para votação na Câmara dos Deputados. Para Vanessa, trata-se de uma proposta de ação afirmativa, proporcionando às mulheres a oportunidade de seguir a carreira militar.
 
Embora as Forças Armadas já incorporem mulheres em suas fileiras, a senadora lembra que há restrição para o serviço de combatente. Hoje as mulheres podem entrar nas Forças como militares apenas por meio de concurso público para oficial, sargento ou profissional de diferentes áreas (como médica, engenheira, bibliotecária, advogada ou assessora de imprensa, por exemplo).
 
Vanessa justifica que sua iniciativa observa a Constituição, uma vez que o artigo 5º do texto iguala homens e mulheres em direitos e obrigações.
 
"É importante entender que nossa sociedade não é apenas composta por homens e mulheres, mas é construída por ambos. Assim, está muito atrasado o procedimento das Forças Armadas de impedir o exercício do serviço militar pelas mulheres", disse.
 
A proposta tem parecer favorável da relatora, Lídice da Mata (PSB-BA), que incluiu uma emenda sobre o impacto orçamentário da medida. A emenda determina que as despesas serão custeadas com recursos específicos. Além disso, a senadora acolheu manifestação do Ministério da Defesa, que informou sobre a necessidade de adaptações dos órgãos de recrutamento para a admissão das mulheres, como a construção de alojamentos e vestiários apropriados e design de vestimenta específica.
 
Também pela adequação orçamentária, a relatora sugeriu que haja um prazo de dois anos (730 dias) a partir de uma futura sanção da lei para que as mulheres possam, efetivamente, alistar-se.
 
O diretor do Centro de Comunicação Social do Exército em Brasília, coronel Alcides, lembra que as mulheres também têm ingressado no Exército brasileiro como militares temporárias, tanto como oficiais e sargentos, em diferentes áreas profissionais, exceto como combatente.

3 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

21 de Abr de 2017 às 8:31

Avassalador
Só quero lembrar que: Eu não matei Joana D´arc.

 

 
Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

21 de Abr de 2017 às 8:32

Avassalador


Amiel Ballistra

21 de Abr de 2017 às 19:05

Amiel Ballistra
Por ocasião da formação da primeira turma de graduados do Corpo Feminino (FAB) a jovem Rosângela, auxiliar de enfermagem (ensino de 1º grau) ingressou como Cabo. Verificou-se que os Soldados e Cabos deveriam pernoitar no quartel. Como não havia alojamento separado para as mulheres, ela e as demais foram promovidas a 3ºs Sargentos, graduação para a qual era exigido o 2º grau. Resultado dos "sábios estudos dos doutores" das FFAA. Dá para desconfiar que também estes "arranjos" sejam aplicados para Oficiais Superiores e Generais. Coisas do tempo da "maria fumaça" ao relembrarmos antigas anedotas referentes aos "manga lisa", ou "coronel sem anel".


Amiel Ballistra

21 de Abr de 2017 às 22:08

Amiel Ballistra
TRF2. Apelação civel nº 2001.02.01.031461-1 - apelante Suboficial da Aeronútica S. L. da C.-----Seu requerimento entregue em tempo hábil, ficou "cochilando" na Seção do Pessoal Militar. Daí perdeu a inscrição no concurso para o Quadro de Oficiais Especialistas. O Judiciário aceitou o argumento da Administração de que a culpa era da EBCT, e ainda condenou o apelante a pagar as custas e honorários de 10%. O Suboficial E.de M.R., evangélico, ótimo profissional, excelente comportamento (jamais havia sido punido), procurou saber o motivo do indeferimento do seu pedido. Foi-lhe dito que "era assunto sigiloso". Não retrucou. Agregou as duas licenças-prêmio e pediu a reserva. Tempos depois alguém comentou que o motivo era ele não ter "padrinho", isto é, "Quem Indicou". Então o bom é Rússia e China. Dizem que lá você não tem direito a reclamações. Assim não alimenta vãs esperanças, e não gasta dinheiro com advogados. Você acredita que elegendo alguém das FFAA ele vai defender melhorias para a "família militar"? Você tem "QI", tem "padrinho"? Não? Então vá bater em outra porta.


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