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Lula busca indenização por ataque à memória de Marisa

Publicado em 08 de Jun de 2017


1419 Visualizações


Somente ele(LULA)pode, em seus depoimentos usar em vão o nome da esposa falecida a ponto de surpreender, isso tão somente para tentar se safar das garras da justiça.

 

LEIAM:

Fonte: espacovital.com.br

http://www.espacovital.com.br/publicacao-35014-lula-busca-indenizacao-por-ataque-a-memoria-de-marisa-leticia

Lula busca indenização por ataque à memória de Marisa Letícia

 

Imagem da Matéria

 

O ex-presidente Lula ajuizou, na sexta passada, ação reparatória por dano moral contra a Editora Abril e os jornalistas (Daniel Pereira e Robson Bonin) responsáveis pela matéria de capa da edição (nº 2.530) da revista Veja, de 17 de maio, que trouxe a imagem de Marisa Letícia, com a manchete "A Morte Dupla”.

A chamada resumia que “em seu depoimento ao juiz Moro, Lula atribui as decisões sobre o tríplex no Guarujá à ex-primeira-dama, falecida há três meses".

Segundo a petição inicial, “a matéria insinua que Lula seria o responsável pela morte de sua falecida esposa ao incriminá-la durante seu depoimento”. A ação sustenta que o ex-presidente jamais atribuiu à mulher a prática de qualquer ato ilícito.

A revista Veja - assim como grande parte dos veículos da chamada grande mídia – veiculou, logo após o depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro, que o ex-presidente jogou parte ou toda a culpa do caso tríplex no colo da falecida esposa.

Marisa era a “dona oficial” da cota parte que estava vinculada a uma unidade da obra da Bancoop, que depois foi transferida para a OAS. Em seu depoimento, Lula chegou a pedir para não responder tantas questões sobre acertos que só Marisa acompanhou pessoalmente.

A ex-primeira-dama também visitou a unidade chamada de tríplex e entrou na Justiça buscando ressarcimento do valor investido, quando alegadamente desistiu de adquirir o imóvel.

Na Internet, o Google ainda indica alguns links que reproduzem a matéria jornalística da revista.

A manifestação dos advogados de Lula

Segundo nota dos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins – que atuam em nome do ex-presidente - “a afronta à memória de D. Marisa Letícia Lula da Silva e a divulgação de afirmações falsas relativas ao depoimento prestado pelo ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, em 10/05/2017, ao juízo da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, fundamentam ação de reparação de danos morais, protocolada por nosso cliente em face da Abril Comunicações S/A, que edita a revista Veja, e dos repórteres Daniel Pereira e Robson Bonin”.

“Chocam tanto a capa da publicação (edição nº 2530) e o teor da reportagem que a acompanha quanto o despudor da insinuação de que Lula seria o responsável pela “morte dupla” de sua falecida esposa ao incriminá-la durante seu depoimento.

O ex-Presidente jamais atribuiu à D. Marisa a prática de qualquer ato ilícito. Ao contrário. Naquela oportunidade, esclareceu, mais uma vez, que sua esposa comprou, em 2005, uma cota da Bancoop e fez a gestão do investimento até 2014, quando decidiu não ficar com uma unidade da OAS, que assumira a conclusão do empreendimento após acordo celebrado pelo Ministério Público de São Paulo e homologado pela Justiça Paulista.

O ex-Presidente ainda reafirmou não ter ocorrido qualquer ato ilícito, pois D. Marisa somente investiu valores na cota que havia adquirido, não tendo solicitado ou recebido a unidade 164-A, do Condomínio Solaris. Ela esteve neste imóvel por duas vezes – uma delas acompanhada de Lula – e desistiu da compra. Em 2015, D. Marisa propôs ação judicial contra a Bancoop e a OAS pedindo a devolução dos valores que foram investigados na cota. Ainda não houve julgamento do pedido.

Tais informações são públicas e foram reiteradas vezes divulgadas por nós, não podendo ser ignoradas pelos autores do texto, senão pelo claro objetivo de atacar a honra e a reputação de Lula, assim como a memória de sua esposa”.

3 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

08 de Jun de 2017 às 8:09

Avassalador
Bandido sem escrúpulos.


Amiel Ballistra

09 de Jun de 2017 às 4:11

Amiel Ballistra
Vovó contava que "no tempo dela" as mulheres eram consideradas "relativamente incapazes". Para comprar ou vender, dependia de autorização do marido, (esta necessidade não incluia, ovos, galinhas, verduras, véu para frequentar as missas, catecismo para os filhos, estas coisas mais comuns e de pequeno valor. Um cavalo, uma charrete, um Ford bigode, exigia estar autorizada e acompanhada pelo marido). Acho que aqueles jornalistas devem estar com a legislação do tempo do Floriano Peixoto.


Amiel Ballistra

09 de Jun de 2017 às 4:11

Amiel Ballistra
Vovó contava que "no tempo dela" as mulheres eram consideradas "relativamente incapazes". Para comprar ou vender, dependia de autorização do marido, (esta necessidade não incluia, ovos, galinhas, verduras, véu para frequentar as missas, catecismo para os filhos, estas coisas mais comuns e de pequeno valor. Um cavalo, uma charrete, um Ford bigode, exigia estar autorizada e acompanhada pelo marido). Acho que aqueles jornalistas devem estar com a legislação do tempo do Floriano Peixoto.


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