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Tutorial - Desintegração Nacional - parte 22

Publicado em 04 de Jul de 2017


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.:: GLOBALIZAÇÃO E OS TRINTA ANOS DE INDEXAÇÃO NO BRASIL ::.

        TUTORIAL DESINTEGRAÇÃO NACIONAL PARTE 2/2

texto extraído de www.globalizacao.net/informativo.asp

          Com o advento do Estado na sua configuração atual nos séculos XVIII, XIX e XX, com a República, oligárquica, a força do Estado se tornou mais invencível ainda do que antes, pois o arbítrio e o capricho real único foi substituído por uma ordem supostamente pública, emanada de um estamento técnico aristocrático altamente capaz em comparação com o que havia, uma população analfabeta. Assim, a ordem geral ganhou ares de inexorável e irreversível realidade, a ponto de se tornar inquestionável, onipresente e aparentemente eterna, algo que nasceu não se sabe como, como se as leis humanas fossem como as divinas, algo que sempre existiu, que veio do nada e que ninguém sabe explicar como apareceu, sendo um dogma, não se discute mais, é caso encerrado, não cabe questionar, é proibido querer enteder como, porque, onde e quando. A luta armada comunista tornou-se então muito mais difícil. Revoluções armadas implantaram a ordem comunista em vários lugares, Rússia, em 1917, China, 1949, Cuba, 1959, Coréia do Norte, Venezuela, Alemanha Oriental, Leste Europeu, etc. O mundo comunista era o chamado Segundo Mundo. O Primeiro Mundo era formado pelos países capitalistas ricos e o Terceiro Mundo era o grupo de países não alinhados a este ou àquele lado, mas que eram capitalistas e miseráveis.

 

          No Brasil tivemos a luta armada comunista também. Na primeira metade do século XX foram várias as vezes em que alguns grupos minoritários tentaram implantar o comunismo, sendo exemplo a Coluna Prestes. Na década de 60 vários eram os grupos armados que queriam implantar o comunismo no Brasil pela via da luta armada. Esses grupos todos foram sufocados pelo golpe militar de 1964, no qual lideranças civis se organizaram e em conluio com militares deflagraram uma contrarrevolução. Os militares tomaram o poder dos civis e implantaram um regime militar, a ditadura militar (de 1964 a 1985). Durante este período os comunistas que queriam impor uma revolução armada para tomar o poder foram combatidos, como numa verdadeira guerra. Houve assassinatos, tortura, prisões, censura da mídia, etc. Era o tempo da chamada "guerra fria", entre Estados Unidos e União Soviética. Este período de "guerra-fria" foi de 1945 a 1990, após o que, com o fim da União Soviética (a antiga Rússia), iniciou-se a globalização, que foi uma expansão do capitalismo conjugada com avanço exponencial da tecnologia e o surgimento da internet, ao mesmo tempo em que o Segundo Mundo quase desapareceu. O comunismo daí em diante continuou a existir como bandeira política de vigaristas, sendo todo o arsenal estratégico de soluções macabras soviéticas empregado com finalidade espúria em países capitalistas de Terceiro Mundo, para fazer ressurgir oficialmente com força o câncer, sendo a Venezuela (com Chávez) e a Colômbia (com as FARC) exemplos clássicos.

 

          Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) começa então a "guerra-fria", uma disputa entre EUA (líder do Primeiro Mundo) e URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, a antiga Rússia, líder do Segundo Mundo). A "guerra-fria" foi um período em que EUA e URSS atuaram fomentando várias guerras e conflitos em países do Terceiro Mundo para ampliar seus espaços de influência (Coréia, Vietnã, Oriente Médio, África, etc., sendo o auge da "guerra-fria" a crise dos mísseis em Cuba, em 1962, quando a URSS iniciou a implantação de bases de lançamento de mísseis nucleares contra os EUA em território cubano). O comunismo, onde quer que se tenha implantado e durante todo o tempo, não constituiu uma ordem pública, sempre os líderes comunistas tomaram o poder e criaram impérios particulares, mantendo o povo na miséria, sempre foi assim, a revolução comunista era uma farsa: e ainda hoje é assim: Coréia do Norte, Rússia, China, Cuba, Venezuela, Leste Europeu, etc.

 

          Assim, o golpe militar de 1964 (golpe de Estado) no Brasil foi na prática uma intervenção militar, como a que é necessária hoje. Se não houvesse um golpe militar, uma intervenção, os comunistas apoiados pela União Sovietica fariam uma luta armada e tomariam o poder, implantando então uma ditadura comunista. Uma ditadura militar instaurou-se então, para que o combate aos revolucionários comunistas fosse levado a cabo sem as amarras de uma democracia, na qual as lideranças políticas ficam à mercê da opinião pública incapaz, pusilânime, débil, manipulável, displicente e ingênua. Começou então uma guerra assimétrica, de um lado o Estado e de outro pequenos grupos de comunistas armados. Como eram relativamente poucos os guerrilheiros, partiram eles então para táticas de terrorismo, para dar publicidade à luta, tal como ocorre hoje com os terroristas fundamentalistas. A grande maioria das lideranças comunistas foi morta. E quem não foi morto foi preso, praticamente nenhum comunista restou livre. Com isso, estancou-se o movimento comunista armado. Algumas lideranças altamente deltérias como José Dirceu, por exemplo, não foram eliminadas, foram poupadas.

 

          O combate às guerrilhas comunistas mais intenso se deu de meados da década de 60 até meados da década de 70. Terminada a limpeza, em 1979 selou-se um acordo de anistia, em que as atrocidades, de um lado, os crimes de autoridades do Estado na guerra contra os terroristas comunistas e, de outro, os crimes dos guerrilheiros comunistas terroristas nas ações revolucionárias, foram anistiadas. Toda ditadura, mesmo que seja feita para o bem, tem efeitos colaterais. E o mesmo se dá aqui agora. O mal, quando ultrapassa um certo limite, tem de ser combatido com firmeza. O efeito colateral é o pecado. É um dilema, matar ou morrer. Assim, a ditadura militar de 1964 a 1985 também teve seus efeitos colaterais. Não há como uma intervenção militar prosseguir numa ordem democrática, com liberdades garantidas, com imprensa livre. A intervenção ocorreu, mas o Congresso foi fechado (e depois reaberto), o presidente deposto não foi substituído, eleições presidenciais indiretas foram criadas, o presidente deveria ser sempre um general (no jogo de cartas marcadas do Colégio Eleitoral congressual), ministros do STF foram depostos, a polícia que já tinha carta branca ficou ainda mais livre para agir, matando e torturando bandidos e também terroristas comunistas, jornais foram censurados, a televisão foi censurada (só o que era permitido era exibido), etc. Poucos foram os inocentes que morreram ou foram presos. Quem foi prejudicado é porque tinha culpa no cartório. Entre os inocentes estavam alguns que não eram comunistas, eram apenas contrários ao regime. Mas ser revoltado era sinônimo de ser comunista, daí então a perseguição política. Mas esses eram minoria, a grande massa de revoltados era de comunistas mesmo, daí tendo então surgido a massa de socialistas fabianos de hoje em dia, os Serras, os Covas, os FHCs da vida, assim como a massa de comunistas radicais como Dirceu, Dilma e companhia, os "companheiros de armas". Como hoje ficou provado, os líderes comunistas de 1964 não passavam de vigaristas, era a "esquerda caviar", que queria poder pelo poder, para enriquecer.

 

          Com a repressão, o povo aprendeu a se calar, a não questionar, a não discutir, a se submeter. O noticiário, na televisão, água com açúcar, sem âncoras e censurado, era a grande novidade da época, o Jornal Nacional da Globo. Antes só havia o rádio. Poucas eram as residências com TV. Com a TV nova formou-se então toda uma geração domesticada, que acreditava piamente no Diario Oficial, a Rede Globo. É a geração hoje com os seus sessenta anos de idade, uma massa em geral de bobalhões, que sempre acreditam na TV. Os filhos deles estudaram depois na escola pública falida pela hiperinflação e os netos cresceram sob a égide da ditadura civil petista. Somente pessoas hoje com quase 80 anos ou mais têm consciência exata da história, conhecendo-a a fundo. É uma catástrofe contada nesta estela virtual: como a civilização desapareceu no Brasil. Tempos áureos foram vividos num passado mágico, mas as testemunhas últimas são poucas hoje, os anos dourados entre 1950 e 1990, com apogeu entre 1960 e 1980. As pessoas de hoje em dia, na "matrix", nem sequer têm condições de imaginar o que significou o passado, não fazem a mínima idéia de que antes existiu uma civilização, pois não sabem o que é uma.

 

          A ditadura militar teve de perdurar ainda por alguns anos além do necessário, pois o poder não poderia ser devolvido, só poderia ser devolvido a um povo manso, para que não houvesse retaliação. Se os civis voltassem, eles poderiam se vingar, pois parte dos políticos insatisfeitos era de comunistas ainda vivos. Para que não houvesse retaliação, o poder militar foi mantido ainda por mais uma década aproximadamente, para garantir a anistia selada em 1979. O resultado imediato disso tudo foi a formação de uma geração de bobalhões, de bobocas. Foi somente no final dos anos 80 que a televisão começou a voltar ao normal, com âncoras como Boris Casoy criticando o governo. Esse período de renascimento do jornalismo relativamente independente durou até pouco depois de 2000, quando então a internet e a decadência cultural e o fim do ensino público já então com uma década dizimaram os grandes jornais, que faliram e se venderam à máfia petista de corpo e alma, entrando então a imprensa em longo ocaso, até morrer por completo em 2015, com a queda do último veículo relativamente independente ainda não subjugado pela máfia petista, a revista Veja, que se rendeu ao comunismo vigarista fabiano explícito após a morte do dono da editora Abril em 2013. Os herdeiros, sem opções, pois não há mais povo e não há mais futuro, foram então subjugados, capitulando. Foi quando surgiu o "site" "O Antagonista" (www.oantagonista.com), o único grande veículo de comunicação relativamente independente que restou no país, mas que também está com seus dias contados, embora ainda esteja para ver seus dias de glória máxima, a queda em bloco do STF, que será o sinalizador efetivo para o mercado financeiro de que algo efetivamente mudou, no sentido de restabelecimento de segurança jurídica para investimentos bilionários.

 

          A hiperinflação iniciada no primeiro governo civil após a ditadura militar (1985-1990, Sarney, e 1987-1994, hiperinflação) destruiu o serviço público: segurança, saúde e educação foram destruídos neste período, com salários de funcionários públicos transformados em pó e grande êxodo de servidores profissionais, substituídos por párias. Foi daí que nasceu então a crise de seugrança, de educação e de saúde, assim como também a crise econômica. Neste período encerrado em 1994 selou-se o destino do país, tudo foi destruído.

 

          Com a estabilização econômica em 1994, com o Plano Real (veja esta história toda no nosso livro publicado em 2000, "download" gratuito, "link" no pé da página), foi estacando o avanço desta degradação, mas absolutamente nada foi feito no plano de segurança, saúde e educação. Pelo contrário, o socialismo fabiano aplicou o gramcismo ao máximo: aprovação automática na escola pública e direito penal mínimo (as penas alternativas, a "cesta básica).

 

           Com o início da globalização, a exclusão social provocada pelo desemprego tecnológico estrutural ampliou, avançou exponencialmente, degenerando principalmente a situação da classe média (que não é a de Lula, de 1,2 mil reais, classe média dos anos 80 é quem ganha hoje 30 mil mensais). Toda esta deterioração favoreceu a vitória de Lula em 2002, sacramentando enfim a morte do país, entregue de bandeja a um socialista vigarista incompetente e a serviço da máfia internacional, a serviço de Soros e do Foro de São Paulo. Daí para frente o gramcismo (o que vocês querem? Nós lhes damos) se ampliou ao máximo.

 

          Chegamos então aos dias atuais, onde problemas diversos se entrelaçam e formam cadeias hierárquicas interdependentes, tal qual um paciente com falência múltipla de órgãos numa UTI. Ninguém mais sabe o que fazer. Nós já vimos aqui a estrutura de resolução da crise geral, o começo, o meio e o fim, o alto e o baixo.

 

          Depois de tudo isso, ONGs estrangeiras se instalam no país para fomentar supostas soluções que na verdade são apenas meio de acelerar o caos e a desintegração. Não há ilícito algum em atividades não governamentais, não são atividades passíveis de persecução penal, pois a atuação fica no limiar entre o lícito e o ilícito, o que se constata quando se analisa com seriedade a ética por trás do que é proposto ou divulgado, coisas supostamente morais, de cunho aparentemente fomentador da cidadania, mas que do ponto de vista ético não passa de sofisma e, portanto, má-fé. Do ponto de vista criminal trata-se de atividade lícita. A associação, porém, com entidades realmente criminosas, financiadas com dinheiro desviado dos cofres públicos,  caracteriza atividade ilícita, o que porém se disfarça de modo eficiente do ponto de vista do enquadramento típico com a justificativa plausível de que não há obrigação contratual, não há ligação societária, há apenas associação pontual e informal gratuita em atividades lícitas ou no máximo questionáveis. De um lado tem-se uma organização não governamental financiada com dinheiro internacional e sem fins lucrativos e de outro organizações nacionais com ou sem fins lucrativos financiadas com dinheiro público desviado de estatais em que o dinheiro é lavado por meio de propaganda oficial governamental em meios de comunicação inexpressivos e especializados em divulgar desinformação a serviço da máfia comunista. É assim que se disfarça a cooperação entre máfias no exterior e no próprio país, todas com o objetivo de promover a desintegração nacional com o fomento de falsas soluções (simplórias) para problemas altamente complexos (derivados de décadas de crise e erros propositais ou não) que demandam hierarquia de soluções profissional e densamente tecnocrática.



          E é disso que se trata no vídeo abaixo mostrado. Em resumo, o que nós temos?

 

          A MAV petista faz num comentário no "site" "O Antagonista" (www.oantagonista.com) dizendo que a "Lava jato" chegou ao judiciário, a "Lava Togas". Para tanto cita uma reportagem publicada numa tal de "Agência Pública", um site de jornalismo financiado por George Soros e companhia. E a reportagem citada trata dos negócios de Gilmar Mendes com a JBS em Diamantino e ao mesmo tempo trata da estatização de uma faculdade na cidade construída pela família de Gilmar Mendes. A faculdade foi adquirida por R$ 7,7 milhões pelo governo do Estado. E por isso o Ministério Público local apura eventual ilícito.


          O "site" da tal "Agência Pública", uma ONG financiada por Soros, tem entre seus "republicadores" a nata da rede petista de divulgação de desinformação na internet, como por exemplo a revista Carta Capital. A rede petista de desinformação é financiada com dinheiro público (propaganda governamental) e constitui a "esgotosfera", o conjunto de "blogs" de internet a serviço da máfia petista.

 

          Assim, um comentário em "O Antagonista" cita reportagem contra Gilmar Mendes publicada num "site" financiado por George Soros e que tem ligações oficiais por meio de "republicação autorizada" com uma seleta lista de "blogs" da "esgotosfera petista".

 

          O que está por trás disso? Como nós já comentamos, Gilmar Mendes, assim como todos os outros ministros do STF, é um bandido. Mas ele é inteligente, é competente, é líder, não é um "idiota útil de Stálin". Gilmar Mendes está e sempre esteve a serviço das oligarquias, que é o que sempre existiu no Brasil, de 1889 a 2002. Nada há de novo nisso. Mesmo sendo bandido ele sabe que há limite para  a esbórnia.

 

          Gilmar Mendes é o inimigo número 1 da máfia petista no tribunal. A máfia comunista almeja um tribunal corrupto, mas completamente subserviente e de preferência burro no nível de um jumento como Barroso, pois é mais fácil lidar com "idiotas úteis de Stálin" do que com gente inteligente. Comunista inteligente é comunista vigarista. Comunista honesto é gente burra. E bandido inteligente não gosta de lidar com gente inteligente, atrapalha, é mais caro, as ordens não são obecedidas. É por isso que Gilmar é odiado. Ele corre risco de morte. Ele é bandido, mas é ele a tábua de salvação para o Brasil, o último obstáculo entre a tragédia atual e o comunismo bolivariano, como aqui já explicado exaustivamente, veja nas postagens anteriores. A situação é ruim, mas pode ficar ainda muito pior. Gilmar pode ser o que for, mas é quem está livrando o país de um mal maior. A prioridade é deter o comunismo do Foro de São Paulo financiado por Soros.


          Qual o interesse então da máfia utilitarista internacional capitalista em eliminar Gilmar Mendes? A máfia utilitarista internacional quer um país bolivariano, quer um STF bolivariano, quer o Brasil destruído, quer um governo bolivariano comunista no Brasil, pois assim o país é destruído mais rapidamente, se tornando um território indígena florestal ocupado por um gado fragmentado pela divisão social, um gado de nível superior aprovado automaticamente a partir de cotas cuja prioridade é dar vaga a quem tem menos capacidade. É isso que está por trás dessas ONGs de xyzwhijp financiadas por Soros. Destruir o mundo. Para dele se apossar sem fazer força.

         VEJA ENTÃO O VÍDEO QUE FIZEMOS SOBRE ESTE ASSUNTO, COM OS "LINKS" QUE MOSTRAM TUDO ISSO.

 

 

          E isso tudo, exatamente como aqui, também está acontecendo dentro dos Estados Unidos.

 

          Donald Trump também pode ter um ou outro probleminha sem importância, pode ser mulherengo, pode ser um pouquinho mal-educado, mas ele é o cara. Para lidar com gente ordinária, asquerosa, ardilosa, cínica, hipócrita, terrorista, comunista vigarista, assassina, psicopata, utilitarista e demoníaca só mesmo na base a truculência, é "mão prá cabeça xyzwhijp!" Não tem "cidadão, os documentos, por favor". É ocorrência prá valer, não é vistoria de rotina. O que a CNN faz com Trump, assim como grande parte da "mainstream media", a mídia chapa-branca puxa-saco (dos democratas socialistas fabianos) nos EUA, é o mesmo que a Globo faz hoje aqui no Brasil. Obama saiu, a máfia petista saiu. Mas a mídia falida, nos EUA e nos Brasil, ainda trabalha para a máfia comunista, seja nos EUA, seja aqui. E é por isso que Trump é atacado aqui no Brasil pela mídia daqui também, para que ele não sirva de exemplo para o gado brasileiro. E a mídia falida daqui e de lá dos EUA continua a serviço a máfia comunista vigarista porque sabe que ela voltará ao poder, a mídia hoje é parte da máfia comunista e é usada contra quem quer que seja ameaça à hegemonia mafiosa vigarista comunista.

 

          Veja-se então quanto tempo gasto para explicar uma miríade de problemas. E foi feita apenas uma linha-mestra, que poderia seguir ao infinito com inúmeros "hiperlinks". Quem vai ler tudo isso? E dos que lerão, quantos serão? E quantos entenderão? Foi exatamente por isso que Donald Trump fez o vídeo que viralizou no qual simula uma luta de boxe entre ele e um jornalista da CNN. Ele derruba o jornalista e o esmurra e depois sai triunfante. Ele fez o vídeo e ele mesmo postou no "twitter". Donald Trump já trabalhou na televisão no seu próprio programa, ele entende de mídia, de entretenimento, de público. Não adianta a imprensa cínica querer denegrir sua reputação, ele sabe lidar com gente escrota no mesmo baixo nível. E foi o que ele fez. Seu vídeo foi um resumo iconográfico de poucos segundos de tudo que foi escrito aqui. E fez muito mais efeito, atingiu muito mais público, traduziu muito melhor a idéia, alcançou até quem não sabia do que acontece, viralizou. E os jornalistas que reclamaram disso são ... justamente os xyzwhijps a serviço da máfia comunista vigarista. Quando se está numa ocorrência policial verdadeira que se sabe efetiva com marginais armados até o dentes a polícia já chega para acabar com tudo mesmo, não há o que ser debatido, conversado, acordado, tolerado, respeitado. E foi o que fez Donald Trump. É como diz Olavo de Carvalho. Reclamam que ele é desbocado. Mas ele responde: quando ele conversa com quem tem nível o assunto segue normalmente. Quando gente xyzwhijp e burra vem querer discutir com ele ele manda tomar no cu e pronto, já fica entendido e resumido. Foi o que fez Donald Trump.

 

          E é por tudo isso que novamente nós teremos uma intervenção militar novamente, pois a situação atual no Brasil é infinitamente pior do que a de 1964. Em 1964 tínhamos capitalistas de um lado e comunistas de outro. Agora nós temos nada de um lado e capitalistas utilitaristas e comunistas vigaristas de outro juntos para destuir o país.

 

          Veja então Donald Trump em ação, resumindo tudo o que nós dissemos hoje aqui, que também é válido para os Estados Unidos:

 

 

         O vídeo de Donald Trump é uma montagem, com a inversão de um trecho deste: