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Brasil

General diz Não a Entrada de Juiz em Presídio

Publicado em 13 de Jul de 2017


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Comentário do blogueiro:

OUVINDO O ÁUDIO, INCLUSIVE, MEU IMPARCIAL ENTENDIMENTO É NO SENTIDO DE CONCORDAR COM A POSTURA DO GENERAL, VEJO QUE A FALA DO GENERAL FOI CORRETÍSSIMA E SÓ ELE COMO MILITAR E RESPONSÁVEL SABE COMO AGIR DIANTE DE UMA SITUAÇÃO VIVIDA NO MOMENTO DA INTERVENÇÃO FEDERAL NO ÂMBITO DO PRESÍDIO; VALE TAMBÉM RESSALTAR QUE O GENERAL ESTAVA CUMPRINDO UMA DETERMINAÇÃO PRECONIZADA EM DOCUMENTO PRESIDENCIAL E SOMENTE O STF ATRAVÉS DO MPF pode modificar a determinação presidencial a ponto de interferir no comando.

VEJO QUE FALTOU BOM SENSO DO JUIZ, DIANTE DA SITUAÇÃO, E RISCO, ESPERO QUE SIRVA DE EXEMPLO, isso NO SENTIDO de entenderem QUE AS FA devem serem vistas como guardiãs da paz e dos interesses para salvaguardar a soberania nacional, e intervenções ao contrário não serão aceitas venham de onde vierem.

 

Leiam e ouçam o acontecimento e comentem:

 

Ouçam áudio: montedo.blogspot.com.br/2017/07/audio-mostra-discussao-entre-general-e.html

 

General do Exército impede que juiz acompanhe inspeção em presídio de Cruzeiro do Sul

                                     Juiz do Estado do Acre                                                                                  General do Brasil militar Federal

Fonte: http://www.ac24horas.com                http://www.ac24horas.com/2017/07/11/general-de-exercito-impede-que-juiz-acompanhe-inspecao-em-presidio-de-cruzeiro-do-sul/

DA REDAÇÃO AC24HORAS  11/07/2017  23:34:00

Archibaldo Antunes e Luciano Tavares

O general José Eduardo Leal de Oliveira, comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, sediada em Rondônia, impediu nesta terça-feira, 11, durante inspeção no Complexo Penitenciário Manoel Neri da Silva, em Cruzeiro do Sul, a participação do juiz de direito Hugo Torquato, da Vara de Execuções Penais no município, que tentou acompanhar o trabalho das Forças Armadas no local. A pedido do governo do Acre, integrantes da Brigada Príncipe da Beira fizeram uma varredura no presídio em busca de armas, aparelhos celulares e drogas, entre outros produtos ilícitos.

Hugo Torquato disse por telefone ao ac24horas que a ação do general foi “inconstitucional” e “truculenta”. O magistrado afirmou que José Eduardo Leal fez vários questionamentos a ele.

Uma atuação, embora com boas intenções, desrespeitosa. O general questionou se com ordem de quem eu estaria ali. Deu ordem na minha própria escolta, os policiais que estavam na minha escolta, segundo ele estavam sob o comando dele também, e determinou minha retirada do local. Uma conduta que não tem qualquer amparo, que é truculenta e não tem qualquer amparo.”

Vale lembrar que é atribuição do juiz de execução penal inspecionar presídios e penitenciárias para verificar as condições em que os condenados estão cumprindo pena.

A presidência do Supremo Tribunal Federal foi informada pela Associação dos Magistrados do Acre sobre o episódio.

No começo da noite desta terça, em coletiva à imprensa do Juruá para apresentar o resultado da operação, o procurador de Justiça Militar José Luiz Pereira Gomes confirmou o episódio, sob a condição de que as câmeras, microfones e gravadores fossem desligados.
O procurador não soube precisar o nome do magistrado cuja participação nas ações dentro do presídio foi negada pelo general Leal.

De acordo com o procurador de Justiça Militar, o indeferimento da presença do magistrado durante a revista nas celas se baseou no princípio de que, naquele momento, a penitenciária estava sob controle das Forças Armadas, não cabendo a um juiz interferir na operação.

A ação da 17ª Brigada ocorreu consoante o decreto presidencial de 17 de janeiro de 2017, no qual o presidente Michel Temer autorizou o uso dos contingentes das Forças Armadas nas inspeções aos presídios do país, com o objetivo de garantir a lei e ordem.

O desentendimento entre o general Leal e o juiz de Cruzeiro do Sul foi considerado um episódio de menor importância diante dos resultados alcançados pelos responsáveis operação desta terça-feira.

Estrutura da operação e apreensões

Na operação no presídio Manoel Neri da Silva foram usadas 33 viaturas, 17 detectores de metais, dois detectores de equipamentos eletrônicos e seis cães farejadores. As ações contaram com a participação de 333 militares do Exército, Marinha e Força Aérea, além de 138 agentes da segurança pública do Estado – policiais militares, policiais civis, homens do Corpo de Bombeiros, da 1ª Ciretran e do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen).

Segundo relatório das Forças Armadas, foram apreendidos 407 objetos cortantes, 97 instrumentos perfurantes, 44 pêndulos improvisados que se destinavam à entrega de drogas entre detentos de celas diferentes, 17 cachimbos para uso de entorpecente, cinco pacotes de fumo e um maço de cigarros. Além disso, a varredura detectou também a existência de 31 barras de ferro, dois aparelhos celulares, um carregador de celular e cinco fogareiros improvisados, entre outros itens não especificados.
Entre os produtos apreendidos, os proibidos por lei foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil no município. Os que não integram a lista de permissões imposta pela direção do presídio – como o tabaco – foram enviados ao Iapen.

 

 

8 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

13 de Jul de 2017 às 6:55

Avassalador
Marinheiros,Fuzileiros e demais Militares Federais. AVANTE !!!!!!!!!!


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

13 de Jul de 2017 às 9:04

Avassalador
Tem que acabar com isso, no Brasil a condenação máxima que pode ser aplicada a um juiz é a Aposentadoria Compulsória, eles fazem suas próprias Leis, interpretam as Leis como bem entendem e querem serem tratados como Deuses." OS MAUS JUÍZES POR AQUI NÃO PASSARÃO".


José

13 de Jul de 2017 às 12:06

José
A grande pergunta: Porquê os juízes poderiam estar acima da lei e julgar conforme suas consciências ? Lembrem do Ruy Barbosa.


Bastos Pa-sos

13 de Jul de 2017 às 16:11

Bastos Pa-sos
Que autoridade tem um promotor para fiscalizar serviço das FFAA. General está de parabéns.


pixuleco comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

13 de Jul de 2017 às 18:59

pixuleco
Não quero menos prezar o Juiz mas será que ele não sabia que quando uma situação é passada para as Forças Armadas a partir daí é ela quem comanda e responde por tudo que acontecer? Se a autoridade máxima era o General e ele não consentiu que o Juiz participasse da inspeção, por quê a mágoa do Juiz? Agora ele pode inspecionar à vontade!


Val

15 de Jul de 2017 às 22:13

Val
Temos que mudar a lei, essa que coloca o Juiz acima do General, e foi subvertida esta atrasada, como esse pa?s e uma piada o General vai ficar impune.


J.neto

20 de Jul de 2017 às 5:20

J.neto
Parabens....General Por mostrar a esse dono de nada, sobre a matéria de regimento legal das Forças Armadas, que está na Constituicao Federal de 1988, Sirva de lição a garantia da lei ordem que está transcrita na CF/ 88 a dita G.L O. Espero que esse desinformado da Lei, olhe com bastante Precisão os dispositivos da G.L.O. Que vergonha para corte de um tribunal, como sempre o Judiciário....Lento, inepto, engavetador, venal e fascista....um case ou um sic..


Eduardo De Oliveira

12 de Set. de 2017 às 16:50

Eduardo De Oliveira
Show!!! Estou orgulhoso do General! É isso que se espera de um Homem que cumpre a Constituição Federal. Parabéns General!!!


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