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Salário do stm 2017x pec 245

Publicado em 19 de Jul de 2017


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Seguindo a lógica (percentual do salário de Ministro do STM) da PEC 247, nos dias de hoje, um Sub da Ativa (+ ou - 30% do STM) deveria estar recebendo perto de R$9800,00. Um Sub da reserva perto de R$15,194,00.(relativo ao salário de Técnico do STM em final de carreira). Acho pouco provável, mas vamos esperar que sim, porque essa é a propósta do Temer: 

 

Michel temer fala sobre pec 245 dos militares das Forças Armadas

https://www.youtube.com/watch?v=MK_sONvvshM

 

Judiciário fixa salários no Superior Tribunal Militar para 2017

O Conselho Nacional de Justiça divulgou na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira, 23 de janeiro, a tabela vigente das remunerações dos servidores do Superior Tribunal Militar (STM), para 2017. A tabela envolve os cargos de Técnico, Analista e Juíz, em todas as classes e padrões do plano de carreira do Judiciário. Segundo o Tribunal, não há Auxiliares no quadro na Justiça Militar da União.

Um Juíz Auditor Substituto em entrância inicial tem salário de R$ 27.500,17. Após a progressão no cargo, os salários passam para R$ 28.947,55 para Juiz-Auditor, R$ 30.471,11 para Juiz Corregedor e alcançam R$ 32.074,85 na função de Ministro do Superior Tribunal Militar. O teto constitucional dos servidores públicos federais é fixado em R$ 33.763,00, remuneração dos Ministros do STF.

Os cargos em comissão têm remunerações integrais entre R$ 9.216,74 e R$ 14.607,74, e os servidores efetivos podem acrescer entre R$ 5.990,89 e R$ 9.495,05 aos seus vencimentos, conforme o nível.

Em relação aos cargos de apoio administrativo e judiciário, os Analistas têm proventos iniciais de R$ 10.119,93 e os Técnicos de R$ 6.167,99. Todos ainda recebem o auxílio alimentação de R$ 884,00. Em fim de carreira, padrão 13 da classe C, os analistas alcançam R$ 15.194,98 e os Técnicos R$ 9.261,18.

 

A Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ) é hoje de 108% sobre o salário básico, mas chegará a 140% em 2019, conforme projeto de lei sancionado em 2016 pelo Presidente Michel Temer, que totalizará aumentos de 41% em cargos do Judiciário, escalonados entre 2017 e 2019.

A publicação informa ainda os salários do Analista - Oficial de Justiça Avaliador Federal, fixados em R$ 11.822,80; e do Técnico - Agente de Segurança Judiciária, de R$ 7.205,98, contando já a Gratificação de Atividade de Segurança (GAS) de 35%. Confira.

 

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AUMENTO DOS MILITARES PEC 245

Últimas informações Últimas informações sobre a Pec 245 Informação sobre a PEC 245 Parecer do Relator, Deputado Zenaldo Coutinho (PSDB)- PA), pela admissibilidade desta, e da PEC (Projeto de Emenda Constitucional), apensada. O Relator é favorável à proposta de Itagiba para aumento dos militares o deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) antecipou ao Correio do Brasil o seu parecer no relatório sobre a proposta de emenda constitucional (PEC) nº 245, de autoria do deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ). No documento, apresentado nesta quarta-feira, ele aprova a sugestão do parlamentar fluminense, que estabelece o novo sistema de remuneração dos salários dos militares das três Forças Armadas. O relator Zenaldo Coutinho disse que o seu relatório favorável à PEC nº 245 é uma aprovação à admissibilidade, à constitucionalidade e à boa técnica constantes na proposta do deputado Marcelo Itagiba.

A PEC PROPÕE:

Fixa a remuneração de Almirante de Esquadra, General de Exército e TenenteBrigadeiro em valor correspondente ao subsídio pago a Ministro do Superior Tribunal Militar - STM; os demais militares terão a remuneração fixada por lei federal e escalonada conforme os postos e graduações. Altera a Constituição Federal de 1988.

O TEXTO DA PEC FOI APROVADO POR UNÂNIMIDADE PELA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA

A PEC NÃO ESTÁ PARADA, ESTA TRAMITANDO EM BRASÍLIA, RUMO A VOTAÇÃO QUE A DECIDIRÁ, O ÚLTIMO TRAMITE FOI EM 12 DE MAIO DE 2009.

VOCÊS PODEM ACOMPANHAR A TRAMITE DA PEC ATRAVÉS DO SITE: http://www.camara.gov.br/Sileg/Prop_Detalhe.asp?id=391023

NA PARTE INFERIOR DA PAGINA DO LINK ACIMA, PODE SE CADASTRAR UM E-MAIL PESSOAL DE FORMA QUE QUALQUER ALTERAÇÃO NA TRAMITAÇÃO, SEJA INFORMADO PELO E-MAIL CADASTRADO

O autor da PEC 245 é o Deputado Marcelo Itagiba, do PMDB-RJ. Os Deputados da Câmara precisam verificar que há retorno político nesta causa. Para isso se faz necessário que a maior quantidade possível de e-mails entre nos endereços oficiais da Câmara.

Abaixo segue a tabela dos vencimentos no caso de aprovação da PEC:

Se o PEC 245 for aprovado, os Almirantes de Esquadra, Generais de Exército e Tenentes Brigadeiros receberão de remuneração R$ 22.111,25. Atrelando o valor do mais alto posto da carreira militar com o do Ministro do STM, toda vez que os Ministros decidirem corrigir o salário, todos os militares terão correção automaticamente.

Na aprovação do PEC 245, conforme lei de remuneração 2215-10, a tabela de soldos ficará da seguinte forma:

Posto Índice Soldo Bruto Líquido*

1. OFICIAIS GENERAIS Almirante-de-Esquadra, General-de-Exército e Tenente-Brigadeiro 1000 22.111,25 16.579,49

Vice-Almirante, General-de-Divisão e Major-Brigadeiro 953 21.072,02 15.826,05

Contra-Almirante, General-de-Brigada e Brigadeiro 911 19.232,35 14.697,85 2.

OFICIAIS SUPERIORES Capitão-de-Mar-e-Guerra e Coronel 831 17.543,45 13.473,40

Capitão-de-Fragata e Tenente-Coronel 798 16.846,78 12.968,31

Capitão-de-Corveta e Major 763 16.107,88 12.432,61 3.

OFICIAIS INTERMEDIÁRIOS Capitão-Tenente e Capitão 600 12.666,75 9.937,79 4.

OFICIAIS SUBALTERNOS Primeiro-Tenente 560 11.822,30 9.325,57

Segundo-Tenente 500 10.555,63 8.407,23 5.

PRAÇAS ESPECIAIS Guarda-Marinha e Aspirante-a-Oficial 467 9.858,95 7.696,58

Aspirante, Cadete (último ano) e Aluno do Instituto Militar de Engenharia (último ano) 90 1.900,01 1.820,93

Aspirante e Cadete (demais anos), Alunos do Centro de Formação de Oficiais da Aeronáutica, Aluno de Órgão de Formação de Oficiais da Reserva 73 1.541,12 1.515,88

Aluno do Colégio Naval, Aluno da Escola Preparatória de Cadetes (último ano) e Aluno da Escola de Formação de Sargentos 67 1.414,45 1.408,01

Aluno do Colégio Naval, Aluno da Escola Preparatória de Cadetes (demais anos) e Grumete 65 1.372,23 1.372,23

Aprendiz-Marinheiro 51 1.076,67 1.076,67 6.

 

PRAÇAS GRADUADAS

Suboficial e Subtenente 420 8.866,73 6.977,22

Primeiro-Sargento 366 7.726,72 6.150,71

Segundo-Sargento 313 6.607,82 5.339,51

Terceiro-Sargento 253 5.341,15 4.421,17

Cabo (engajado) e Taifeiro-Mor 177 3.736,69 3.257,94

Cabo (não engajado) 40 844,45 844,45 

7 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

20 de Jul de 2017 às 5:13

Avassalador
Eu prefiro acreditar no que disse um velho e revoltado SG/EB. "Aumento de C é R"

 

 
luisreb comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

20 de Jul de 2017 às 13:23

luisreb
Apesar do vosso palavriádo chulo e de baixo calão, não posso discordar, essa tem sido sim a política do Governo Federal em relação aos Militares das Forças Armadas.


João Mario

20 de Jul de 2017 às 11:18

João Mario
Se o nobre me permitir, digo que se depender da vontade desses políticos atuais, tão cedo não será promulgada,a PEC 245/2008, que beneficiaria os militares das Forças Armadas, pois como vimos no ano passado, foi promulgada em ritmo de festança, a PEC 50/2016, ou seja a PEC da Vaquejada que tramitou em ritmo urgente,urgentíssimo.Então para eles os bois são mais importantes que as Forças Armadas. Hoje já existe a PEC 245/2016 que institui o sistema de governo parlamentarista no Brasil e dá outras providências, essa aí rapidinho será promulgada.

 

 
luisreb comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

20 de Jul de 2017 às 13:21

luisreb
É verdade, a PEC 245/2008 já vai completar 10 anos de sua tramitação, para os Deputados e Senadores os bois tem mais valor que o militar que é também seu eleitor Em dez (10) anos a desculpa foi a mesma, orçamento, mas como vimos, dinheiro é o que não falta para comprar Deputados, Senadores, Juízes, Refinarias podres, e malas recheadas que vão e vem dos Ministérios e dos Palácios alimentando a roubalheira institucional.


Tito

20 de Jul de 2017 às 16:39

Tito
A remuneração degradante dos militares brasileiros ( GRANDE REPORTAGEM TIRADA DO FEC PARA REFLEXÃO ) Sou testemunha, por me haver engajado, inclusive com prejuízo para o prosseguimento na carreira, decisivamente na defesa da isonomia de remuneração no serviço público e do reaparelhamento material das Forças Armadas, como Diretor do Pessoal Civil da Marinha, de 1990 a 1991, e como Vice-Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, de 1991 a 1993, de que, desde 1990, os sucessivos governos da República relegaram ambos os assuntos a prioridade secundária em seus programas e considerações atinentes à gestão do Estado. Quanto à remuneração, especificamente, fomos os militares progressivamente colocados na rabeira da escala salarial entre todos aqueles que recebem pagamento pelos cofres públicos, ao mesmo tempo que vantagens e benesses crescentes, totalmente além do razoável e em desacordo com a realidade econômico-financeira da nação, no período considerado, foram continuadamente sendo concedidas aos membros de Legislativo, Judiciário e carreiras tornadas privilegiadas no Executivo. Os resultados passaram a ser verificados, por exemplo, na crescente e preocupante diminuição de vocações para as Escolas de Formação de Oficiais dentre os jovens oriundos das classes alta e média e da elite estudantil nacional, como era e sempre foi até então, e no prematuro afastamento de jovens oficiais talentosos para outras carreiras, inclusive do próprio serviço público, em busca de melhores remunerações. Além da pauperização e da consequente convivência com dificuldades de vida de toda a espécie, experimentadas pela família militar, em todos os postos e graduações. Acredito que muito do que vem ocorrendo se deva ao espírito ideológico vingativo, que presidiu a elaboração da Constituição da Carta Magna de 1988 e se manteve preponderante no ideário dos governos, com ênfase crescente nos períodos FHC e do predomínio lulopetista que, com muita razão, identificava o estamento militar como o maior óbice ao seu projeto de alteração da ordem reinante, de democrática para extremista de esquerda. Daí as ações para restringi-lo em seus talentos e potencialidades, e proletarizá-lo, para transformá-lo em ?aliado de classe?. Até hoje, a despeito de se haverem passado mais de trinta anos de término do período de governo militar, os oportunistas e inimigos rancorosos ideológicos continuam culpando os ?anos de chumbo?, no seu mentiroso jargão, por todas as mazelas, criadas e/ou enormemente ampliadas nos ?governos civis?. Para sua conveniência distorcida, teimam em ignorar o desenvolvimento, a segurança, a ordem e o progresso trazidos ao Brasil pelo Movimento Salvador de 31 de Março de 1964, a garantia de que a democracia e a liberdade continuariam a vigorar na Terra de Santa Cruz! Tais foram os casos, exemplares, do Senador Eunício de Oliveira, em seu comentário recente sobre o comportamento reprovável das senadoras esquerdistas que usurparam a Mesa Diretora do Senado, e de todas as mentiras e ataques sistematicamente difundidos, para enganar o povo, pelos membros da mídia engajada, fiéis à cosmovisão vermelha na qual foram formados, promovidos e exaltados. Adicionalmente, um colega acaba de transmitir-me pesquisa, cujo resultado declara que a carreira menos desejada pela juventude brasileira, atualmente, é a militar, ?pela baixa remuneração, pequena competitividade para seguimento de vida em empregos civis e perigos inerentes?! Eu, meus contemporâneos e todos os que nos inspiraram, através da nossa História de povo altivo, sempre tivemos honra, satisfação e orgulho enormes de ser militares, honra, satisfação e orgulho extremados de ser brasileiros! Deus permita que logremos atravessar a borrasca que nos assola e que assim seja pelos tempos afora! *Vice-Almirante Reformado Sérgio Tasso Vásques de Aquino, nasceu em Curitiba, Paraná, em 20 de janeiro de 1937. Filho do General de Divisão Tasso Villar de Aquino e de Elza Vásques de Aquino. Ingressou na Marinha em 22-04-1952, como Praça Especial de Aluno do Colégio Naval, jurando à Bandeira em 11-06-1954, como Aspirante a Guarda-Marinha do Corpo da Armada, na Escola Naval. Ao longo de sua carreira militar ocupou os seguintes postos: Comandante do Submarino ?Amazonas?, Comandante do Corpo de Aspirantes da Escola Naval, Comandante do Corpo de Aspirantes da Escola Naval, Chefe da Divisão de Assuntos Políticos da Escola Superior de Guerra, Chefe da Secção de Assuntos Políticos do Colégio Interamericano de Defesa, ?International Senior Fellow? da National Defense University, dos EUA, Chefe de Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada, Subchefe de Avaliação e Controle do Estado-Maior da Armada, Comandante Naval de Brasília, Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, Comandante da Força de Submarinos, Diretor do Pessoal Civil da Marinha, Vice-Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas. Ainda foi representante da Marinha na Comissão Interministerial de Estudo de Legislação das Forças Armadas ? CIELFA e Perante a Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988). Como formação, dentre outros, cursou na Escola Superior de Guerra, além de ter se graduado bacharel em Ciências Administrativas e Econômicas. Conferencista sobre assuntos de Relações Internacionais, Política, Estratégia, Inteligência/Informações, Movimento Comunista Internacional, Expressão Militar, Poder Naval e Poder Marítimo, Operações de Submarinos e Atividades na Antártica. Publicou livros, textos e artigos, sobre a Ação do Movimento Comunista Internacional, Política Nacional, Presença Brasileira na Antártica, Ministério da Defesa e Destinação Constitucional das Forças Armadas, o Papel da Atividade de Informações/Inteligência numa Sociedade Democrática e Conjuntura Brasileira. É membro da Academia Brasileira de Defesa e do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.


Tito

20 de Jul de 2017 às 16:39

Tito
A remuneração degradante dos militares brasileiros ( GRANDE REPORTAGEM TIRADA DO FEC PARA REFLEXÃO ) Sou testemunha, por me haver engajado, inclusive com prejuízo para o prosseguimento na carreira, decisivamente na defesa da isonomia de remuneração no serviço público e do reaparelhamento material das Forças Armadas, como Diretor do Pessoal Civil da Marinha, de 1990 a 1991, e como Vice-Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, de 1991 a 1993, de que, desde 1990, os sucessivos governos da República relegaram ambos os assuntos a prioridade secundária em seus programas e considerações atinentes à gestão do Estado. Quanto à remuneração, especificamente, fomos os militares progressivamente colocados na rabeira da escala salarial entre todos aqueles que recebem pagamento pelos cofres públicos, ao mesmo tempo que vantagens e benesses crescentes, totalmente além do razoável e em desacordo com a realidade econômico-financeira da nação, no período considerado, foram continuadamente sendo concedidas aos membros de Legislativo, Judiciário e carreiras tornadas privilegiadas no Executivo. Os resultados passaram a ser verificados, por exemplo, na crescente e preocupante diminuição de vocações para as Escolas de Formação de Oficiais dentre os jovens oriundos das classes alta e média e da elite estudantil nacional, como era e sempre foi até então, e no prematuro afastamento de jovens oficiais talentosos para outras carreiras, inclusive do próprio serviço público, em busca de melhores remunerações. Além da pauperização e da consequente convivência com dificuldades de vida de toda a espécie, experimentadas pela família militar, em todos os postos e graduações. Acredito que muito do que vem ocorrendo se deva ao espírito ideológico vingativo, que presidiu a elaboração da Constituição da Carta Magna de 1988 e se manteve preponderante no ideário dos governos, com ênfase crescente nos períodos FHC e do predomínio lulopetista que, com muita razão, identificava o estamento militar como o maior óbice ao seu projeto de alteração da ordem reinante, de democrática para extremista de esquerda. Daí as ações para restringi-lo em seus talentos e potencialidades, e proletarizá-lo, para transformá-lo em ?aliado de classe?. Até hoje, a despeito de se haverem passado mais de trinta anos de término do período de governo militar, os oportunistas e inimigos rancorosos ideológicos continuam culpando os ?anos de chumbo?, no seu mentiroso jargão, por todas as mazelas, criadas e/ou enormemente ampliadas nos ?governos civis?. Para sua conveniência distorcida, teimam em ignorar o desenvolvimento, a segurança, a ordem e o progresso trazidos ao Brasil pelo Movimento Salvador de 31 de Março de 1964, a garantia de que a democracia e a liberdade continuariam a vigorar na Terra de Santa Cruz! Tais foram os casos, exemplares, do Senador Eunício de Oliveira, em seu comentário recente sobre o comportamento reprovável das senadoras esquerdistas que usurparam a Mesa Diretora do Senado, e de todas as mentiras e ataques sistematicamente difundidos, para enganar o povo, pelos membros da mídia engajada, fiéis à cosmovisão vermelha na qual foram formados, promovidos e exaltados. Adicionalmente, um colega acaba de transmitir-me pesquisa, cujo resultado declara que a carreira menos desejada pela juventude brasileira, atualmente, é a militar, ?pela baixa remuneração, pequena competitividade para seguimento de vida em empregos civis e perigos inerentes?! Eu, meus contemporâneos e todos os que nos inspiraram, através da nossa História de povo altivo, sempre tivemos honra, satisfação e orgulho enormes de ser militares, honra, satisfação e orgulho extremados de ser brasileiros! Deus permita que logremos atravessar a borrasca que nos assola e que assim seja pelos tempos afora! *Vice-Almirante Reformado Sérgio Tasso Vásques de Aquino, nasceu em Curitiba, Paraná, em 20 de janeiro de 1937. Filho do General de Divisão Tasso Villar de Aquino e de Elza Vásques de Aquino. Ingressou na Marinha em 22-04-1952, como Praça Especial de Aluno do Colégio Naval, jurando à Bandeira em 11-06-1954, como Aspirante a Guarda-Marinha do Corpo da Armada, na Escola Naval. Ao longo de sua carreira militar ocupou os seguintes postos: Comandante do Submarino ?Amazonas?, Comandante do Corpo de Aspirantes da Escola Naval, Comandante do Corpo de Aspirantes da Escola Naval, Chefe da Divisão de Assuntos Políticos da Escola Superior de Guerra, Chefe da Secção de Assuntos Políticos do Colégio Interamericano de Defesa, ?International Senior Fellow? da National Defense University, dos EUA, Chefe de Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada, Subchefe de Avaliação e Controle do Estado-Maior da Armada, Comandante Naval de Brasília, Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, Comandante da Força de Submarinos, Diretor do Pessoal Civil da Marinha, Vice-Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas. Ainda foi representante da Marinha na Comissão Interministerial de Estudo de Legislação das Forças Armadas ? CIELFA e Perante a Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988). Como formação, dentre outros, cursou na Escola Superior de Guerra, além de ter se graduado bacharel em Ciências Administrativas e Econômicas. Conferencista sobre assuntos de Relações Internacionais, Política, Estratégia, Inteligência/Informações, Movimento Comunista Internacional, Expressão Militar, Poder Naval e Poder Marítimo, Operações de Submarinos e Atividades na Antártica. Publicou livros, textos e artigos, sobre a Ação do Movimento Comunista Internacional, Política Nacional, Presença Brasileira na Antártica, Ministério da Defesa e Destinação Constitucional das Forças Armadas, o Papel da Atividade de Informações/Inteligência numa Sociedade Democrática e Conjuntura Brasileira. É membro da Academia Brasileira de Defesa e do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.

 

 
luisreb comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

20 de Jul de 2017 às 18:15

luisreb
É triste ver que um Militar com esse currículo se permitiu receber salário inferior a de um Delegado de polícia iniciante pelo simples fato de ter medo de reclamar a quem tinha a competência de cobrar! medo de perder as mordomias que na ativa o deixava confortável anestesiado da verdadeira realidade, na reserva, vai pedir pra voltar como TTC.


tinoco comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

20 de Jul de 2017 às 18:53

tinoco
Se caso isto for verdade NÃO vai mudar muito não ,quase nada hoje um 3º SGT esta com 3.880,00 liquido para 4.421,17 com uma defasagem de 135% me desculpem a expressão isto não é por-ra nenhuma.

 

 
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20 de Jul de 2017 às 19:09

luisreb
VC tem que calcular, na tabela antiga o salário do STM era de R$22.000,00, aquele salário de 3SG, atualizado com base hoje no salário do Ministro do STM (R$32.000,00 hoje) seria por volta de R$6.500,00.


Gilberto

10 de Dez. de 2017 às 13:31

Gilberto
Pec ja dez anos tramitando, quero acreditar em um milagre.

 

 
luisreb comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

10 de Dez. de 2017 às 22:12

luisreb
O pior ainda está por vir....PEC 287 que está na CCJ que se for aprovada em Plenário vai prejudicar militares em caso de doença, em caso de invalidez jamais terá 100% do valor da aposentadoria terá 51% na média, caso de falecimento do marido militar a viúva só receberá 50% na pensão por morte! ABSURDO!


Monica

16 de Dez. de 2017 às 14:14

Monica
N?o achei a PEC 245 vantajosa para 95% dos militares. Ela diz que os outros cargos teriam que ser regulamentados em Leis espec?ficas. Ora, que eu saiba at? os dias de hoje n?o existe Lei de Carreira para os pra?as das F.A. somente existe para a carreira de oficiais. E mais ainda, n?o h? qualquer paridade com esta, em Portarias publicadas e revogadas a todo instante. Um pra?a no ?ltimo cargo da carreira, recebe menos que um oficial rec?m-formado! A tabela salarial n?o ? paralela, ? ?nica, vertical, como se fosse uma ?nica Carreira. Do soldado at? chegar ao ultimo cargo de General. Na pr?tica, isso n?o existe! As carreiras s?o distintas, exig?ncias de grau de escolaridade e forma??o intelectual para ocupa??o dos cargos, diferentes. O Brasil deve tratar os militares das F.A. com isonomia, Pra?as com seus requisitos para sua carreira prevista em Lei, assim como sempre existiu para Oficiais. Ou o trabalhador militar como Pra?a, deve ter tratamento discriminat?rio?! Sem lei e escalonado com sal?rio abaixo da carreira de oficiais? Isso n?o existe em na??es evolu?das e em pa?ses democr?ticos. Me corrijam se eu estiver errada e me digam os pa?ses onde essa injusti?a retr?grada exista.


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