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Carreira Militar

Homicídio qualificado amplia discussão sobre Porte de Arma

Publicado em 23 de Jul de 2017


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Comentário do blogueiro:

Muitos comentários nas redes sociais sobre porte de armas para militares das FA.

No momento em foi difundido a público pelas redes sociais o feminicídio e dupla tentativa de homicídio no Piauí praticada por oficial do nosso EXÉRCITO BRASILEIRO a pergunta que eco é: PORQUE PORTE DE ARMA PARA TENENTE TEMPORÁRIO? Sargentos de carreira e já estabilizados e com mais de 20 anos de serviços prestados, inclusive, se dizem discriminados pela administração militar por não terem a prerrogativa do direito ao PORTE DE ARMAS, sabemos que realmente é pura discriminação da Administração militar, e isso não vem de agora, militares armeiros de infantaria e artilharia, inclusive, que manuseiam constantemente com armas e nunca se envolveram com acidentes ou incidentes de tiro não tem por prerrogativa acesso a PORTE DE ARMAS, já um jovem tenente temporário que sequer sabe manusear uma arma logo que ingressa nas FA por Lei tem direito a Porte de Arma.

No meu entendimento estamos diante de clara demostração de INCAPACIDADE DE GESTÃO,ILEGALIDADE E DISCRIMINAÇÃO QUE DEVEM SEREM DENUNCIADAS.

A Lei anterior, inclusive o Estatuto dos Militares, não atendem ou atentam para a nova realidade, onde o direito legal deve ser respeitado, enqunto que a ilegalidade não se sustenta e todos querendo conseguem enxergar.

Não posso ao final de meu comentário deixar de externar meus sinceros sentimentos de pesar a família enlutada, isso diante da tragédia que culminou com o homicídio de uma jovem, praticado por um tenente bandido que veste a farda de militar do Exército Brasileiro.

LEIAM:

Promotor denuncia tenente do Exército por feminicídio e dupla tentativa de homicídio no Piauí

Fonte: https://forcamilitar.com.br    

 

 JOSÉ RICARDO DA SILVA NETO É ACUSADO DO ASSASSINATO DA NAMORADA E POR TER TENTADO MATAR MULHERES QUE ESTAVAM NO BANCO TRASEIRO DO CARRO.

 O Ministério Público do Piauí apresentou denúncia por feminicídio contra o tenente do Exército Brasileiro, José Ricardo da Silva Neto, pelo assassinato da estudante Iarla Lima Barbosa. O promotor Ubiraci Rocha apresentou a denúncia como homicídio triplamente qualificado. O tenente ainda foi denunciado por tentativa de homicídio contra a irmã de Iarla, Ilana Lima Barbosa e a outra mulher que estava no carro.

Ubiraci Rocha elaborou a denúncia considerando que houve um feminicídio por parte do tenente contra a estudante. “Entendemos na denúncia que o tenente foi o autor da morte da namorada por homicídio triplamente qualificado com a conotação de feminicídio, que é uma qualificadora”, afirmou o promotor. Desde 2015 o feminicídio está incluído no Código Penal como agravante do crime de homicídio, classificado como crime hediondo.

José Ricardo da Silva Neto também vai enfrentar uma denúncia por dupla tentativa de homicídio contra as duas mulheres que estavam no banco traseiro do carro. “É (tentativa de homicídio) duplamente qualificado contra a irmã e uma colega”, disse Ubiraci Rocha. Uma pistola calibre 380 foi apreendida após o crime com o tenente do Exército, no condomínio em que ele morava e para onde levou o corpo de Iarla.

O homicídio aconteceu no dia 19 de junho, no bairro Santa Isabel, zona Leste de Teresina. A morte aconteceu após uma discussão em que o tenente sacou a arma e matado a namorada, que estava no banco do passageiro. Após o assassinato o tenente disparou contra as mulheres que estavam no banco traseiro. Durante a situação, ele disparou acidentalmente contra si e foi ferido na perna.

Não faz isso, por favor’, foram as últimas palavras de Iarla

Uma semana após o crime, Ilana Lima Barbosa, falou ao G1 contando em detalhes os últimos momentos da irmã com vida. “Foi tudo muito rápido, ela nunca imaginava passar por aquilo. Tanto que ela se assustou quando ele apontou a arma para ela e pediu, ‘Não faz isso, por favor. Não faz isso Silva Neto”, contou Ilana à época acrescentando que no momento dos tiros já havia entendido que a irmã estava sem vida.

Também em entrevista ao G1, a mãe de Iarla, Dulcineia Lima, disse que imaginava como a mãe do tenente estaria se sentindo. “A dor dela nunca será como a minha. Eu perdi a minha filha e nada vai trazer ela de volta. Mas fico imaginando como ela deve estar se sentindo. Tão decepcionada, tão preocupada. Sou mãe também, sei que qualquer coisa que aconteça com um filho é uma dor muito grande”, afirmou uma semana após o crime.

 

 

 

 

3 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

23 de Jul de 2017 às 8:37

Avassalador
O sentimento é de tristeza diante do acontecimento, bem como de vergonha e nojo, face a uma administração militar incompetente e anti social, onde isso acabou por contribuir para o acontecimento.


Bastos Pa-sos

23 de Jul de 2017 às 10:38

Bastos Pa-sos
Parabéns pela matéria, tudo verdade. Essa descrimanação tem que acabar. É una vergonha.


Amiel Ballistra

23 de Jul de 2017 às 20:23

Amiel Ballistra
Ouvi dizer que algumas "autoridades" estão procurando criar (ou associação) uma indústria de armas (tipo revolver Taurus cal 22, 32 e até 3src="http://www.militar.com.br/modules/Forums/images/smiles/icon_cool.gif" alt="Cool" border="0"> que serão vendidas aos militares das FFAA, com direito ao porte. Alguém comentou que estas armas seriam de um tipo como fabricado na Argentina, descartáveis. Quer dizer, você compra um 32, dá seis ou oito tiros, leva a "sucata" ao quartel, paga 2 mil reais e sai com outro, novinho. Bom...muito bom. Vamos fazer tiroteio e encher os bolsos dos "espertalhões". Melhor e mais barato será comprar "canetas revolver" fabricadas nos fundos de quintais.


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