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Brasil

INOCÊNCIA ratificada nos 76 anos de Parcelamento

Publicado em 12 de Set. de 2017


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Prezados,

 

            Apresento o documento INOCÊNCIA ratificada nos 76 anos de Parcelamento, https://pt.scribd.com/document/358733257/INOCENCIA-Ratificada-nos-76-Anos-de-Parcelamento  , onde estamos, empiricamente, tentando efetuar avaliações, sobre o, concreto, existente, na notícia Relator concede progressão para o regime semiaberto a Henrique Pizzolato,

  http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=345178, algo que de maneira irrefutável, inquestionável, REFLETE a concreta, AMORALIDADE, consistente, e persistente, nos quatros Poderes Institucionais da “República de Bananas”, presidida por um “Golpista Zé NINGUÉM”, alicerçada por um “Congresso Golpista Ilegítimo”, abençoada por um “Judiciário que Persegue, e Protege, Politicamente”,  fiscalizada por um “Ministério Público Cego de um Olho, e Surdo de um Ouvido” (por atuar em uma única direção), razão pela qual, o Brasil, se transformou, apenas e tão somente, em um, “NADA”, que aí esta, o que explica que a Sociedade Brasileira é PREJUDICADA, e ENVERGONHADA, diariamente, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente, alcunhá-la como uma Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma Sociedade  de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.

 

            Afinal, consta da notícia:

 

  • Quanto ao parcelamento da multa, o ministro lembrou que, no julgamento da EP 12, o Plenário do STF consolidou entendimento de que o inadimplemento deliberado da pena de multa impossibilita a progressão de regime. Contudo, os ministros entenderam, na ocasião, que a patente impossibilidade econômica do agente configura exceção admissível ao dever de pagar a multa.

 

  • No caso, disse o ministro, o próprio Ministério Público Federal concordou com a proposta apresentada pela defesa, no sentido do parcelamento da sanção pecuniária, com parcelas de R$ 2.175,00, condicionado ao regular adimplemento das parcelas assumidas pelo requerente. O MPF levou em consideração o valor aproximado da dívida de Henrique Pizzolato – que alcança o valor de pouco mais de R$ 2 milhões, e a renda e patrimônio do sentenciado, conforme os documentos juntados pela defesa.

 

Logo, na República Federativa do Brasil, que tem como Princípio Constitucional a certeza de que nenhuma pena pode ter caráter PERPPÉTUO, um parcelamento de R$2.000.000,00 (dois milhões de Reais) em parcelas de R$2.175,00 (dois mil, cento e setenta e cinco Reais) durante, apenas e tão somente, 920 meses, isto é, 76 anos e meio, não pode, e nem deve, ser reconhecido como de caráter PERPÉTUO.

 

Igualmente, a República Federativa do Brasil, através do Ministério Público Federal, e do Poder Judiciário Brasileiro, de forma inquestionável, de forma irrefutável, reconhece que o Sr. Henrique Pizzolato, Cidadão Ítalo Brasileiro, NÃO POSSUI condições Econômicas, e Financeiras, para Honrar pagamento de Multa, natural conseqüência de Condenação proferida por Tribunal de Exceção, que O processou, e O julgou, como Autoridade Institucional, sem nunca ter sido, por DESVIO de Recursos Financeiros do Banco do Brasil S.A., que nunca ocorreu, conforme PROVOU o Banco do Brasil S.A.

 

            Abraços,

            Plinio Marcos


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