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Brasil

Indulto de Natal crucifica o cidadão de Bem!

Publicado em 28 de Dez. de 2017


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Jesus  ou  Barrabás ?    Pilatos ou  Povo? Justiça ou Indulto  de Natal?

Gostaria de dizer que por alguns longos meses não escrevo para o portal militar ou compartilho algo com os meus pares da caserna, e demais patriotas deste país, mas hoje, venho sem demora trazer um manifesto  retórico sobre a forma mais abusiva e autoritária dos  poderes  legislativo,  judiciário e executivo  desta nação, em favor de vários indultos de Natal, que nada tem haver com justiça ou quaisquer ações de graça cristã, visto que essa prática já existia a revelia muito antes do episódio narrado na Bíblia Sagrada, por ocasião da via dolorosa de Jesus Cristo que teve sua  origem após uma injusta agressão e acusação contra Jesus Cristo, por meio de uma prática de ações de graça do governador   da época que lava as mãos sobre  o fato de não vê quaisquer condenação ou transgressão na pessoa de Jesus Cristo, mas sim na pessoa do ladrão e salteador Barrabás.

Sobretudo, o que tudo isso tem  de efeito moral judaico cristã e  justiça  com os indultos de natal concedidos  pelo STF aos mais cruéis Barrabás que esta nação já teve  em toda a sua história, é bem verdade esses indultos já existia  muito antes até de ser proclamada a  independência  e  republica federativa  deste país? Ora,  Fazendo uma alegoria dos fatos testemunhados por cada cidadão de bem deste Brasil: Faço uma pergunta  nesta hora. Quem é o Cristo e quem é Barrabás? Quem é Pilatos e quem é Povo e para que serve os indultos de Natal?  Será  que os Imperadores da política do Brasil não já fazem seus próprios indultos por meio do foro privilegiado, e ainda que perdem o foro contam com os indultos contidos na fatídica e parcial CF/88 descrita e escrita pela ação e participação do atual presidente e constituinte, Sr.  Temer e líder máximo deste império, que  atualmente nos  avilta e nos faz repensar  a necessidade de passar esse país a limpo e provocar um choque de realidade?

Porque, certamente o povo parece que foi  pego como Cristo e está sendo crucificado no lugar dos Barrabás da política imperialista que essa nação  perplexa,  assiste  lenientemente em sua própria via dolorosa, quando vê  uma escalada de corrupção, imoralidade e impunidade  se propagar como uma praga endêmica  jamais vista em toda a sua história..............Para cada indulto autorizado pelo Presidente temer com total  aval do STF é como se os sumos sacerdotes , estivessem  forçando Pilatos  a  lavar as mãos sujas e transferindo a responsabilidade para um povo manipulado e omisso que haveria de vê mais tarde na história as consequência de seus próprios erros.

Se nos calarmos diante dessas barbáries é como estivéssemos dizendo em alto e bom som, Crucificando-nos a nós mesmo  e saltando  os Barrabás de colarinho branco.  Trago hoje, essa reflexão para finalizarmos este ano com um sentimento  de fome e sede de justiça, conforme  ensinado pelo Mestre Jesus  e Messias por ocasião do sermão do monte em instrução aos seus discípulos. Jesus Cristo se rebelou contra o sistema romano e tudo o que ele considerava injusto e corrupto da época. Hoje! Não é diferente, apenas precisamos  ser seguidores de Jesus Cristo e como seus seguidores, poder  testemunhar e protestar  a fim de  ressuscitar esta nação em 2018, porque, mortos socialmente e politicamente nós já estamos.

Um estado totalmente aparelhado, comuna fascista  e desfigurado por um projeto de poder pelo poder, baseado em uma nova ordem mundial , onde o Brasil se apresenta como  a maior reserva de energia do planeta , mas ocupa uma posição vexatória  e se tornou incapaz de julgar os seus próprios Barrabás  e figura como  vítima de uma conspiração global, norteado pela UNASUL, FORO DE SÃO PAULO e Blocos  Radicais de países comunistas.

Jesus ou Barrabás? Eis a questão! A derrocada da campanha de Cristo, o filho de Deus, estava escrita nas estrelas. Até hoje, diz o Senhor: “Ele veio para nos salvar”. No entanto, o que pretendo ressaltar é que o indulto, hoje presidencial, nasceu em remotas   eras que precederam ao Messias. Não veio para salvar Barrabás. Muito menos com o intuito de garantir A Paixão de Cristo, O que chama atenção, hoje, nas festas de origem cristã, é o chamado indulto natalino, pela coincidência da época. Dizem os afortunados do cárcere: Como eu gosto de você, Papai Noel!

O Nosso  Código Penal,  ainda  em  vigor, tem a carência de 1940, apesar da mini e insuficiente reforma de 1984. Afirmo que ele não foi recepcionado pela CF/88, porém, o Indulto já estava no seu apenso e artigos. Quem assina o código? Getúlio Vargas, o Ditador. Os poderes do Presidente são amplos, de fato  e de direito, resta muito dos males da Monarquia, Oligarquia  e  que nunca foi Parlamentarista. Luís XIV proclamava "L'État c'est moi", defendendo o direito divino dos reis. A Graça  de Cristo é tão antiga quanto a Pena Capital. A Indulgência  da igreja católica tentava remediar a crueldade da vingança estatal, pela imposição da venda da fé cristã, algo que não se pode colocar valor humano, não há dinheiro que pague a justiça e a equidade de Deus, a liberdade só é possível quando  enxergamos o óbvio!

A lógica do Reino de Cristo é Justiça Social e política feita pelas mãos daqueles que se dizem representante do povo e o fazem com fome e sede de justiça. O mestre morreu acreditando nisso, ressuscitou para completar a sua missão e nos deixou um legado de liberdade, nem que para isso o  sangue precisa ser derramado e  a morte  inocente venha ser o maior  preço a ser pago, quando na verdade o menor preço é matar a impunidade, o foro privilegiado, a corrupção, a injustiça em todos os níveis sociais, nem que para isso o  preço seja  o emprego  da mesma força com que crucificaram a  Jesus, mas para matar todos os Barrabás desta nação seria preciso um milagre realizado pelo próprio povo. Jesus Cristo Ressuscitou e  Caifás , Pilatos, membros do sinédrio( STF) da época,  e  Barrabás. Onde eles estão  neste exato momento político e social do Brasil? Certamente  estão nos palácios de Brasília é claro! Assim como Caifás na ilegalidade de ouvir as testemunhas de acusação e sem dar amplo direito de defesa ao manietado e preso Jesus, porque é assim que vejo o povo brasileiro, os juízes e políticos corruptores da época usa  um  corrupto Judas, para dar ocasião a prisão e julgamento ilegal de Jesus.

Se “todo o conselho” significava um quórum legal, que poderiam ser vinte e três ou mais, ou a presença total dos setenta e dois sinedristas( Juízes de suprema corte) , há pouca importância. Qualquer sessão do sinédrio à noite, e mais ainda para considerar uma acusação capital, violava diretamente a lei judaica. De igual modo era ilegal o conselho , o STF da época considerar tal acusação em dia de sábado, de festa, ou na véspera de qualquer desses dias. No sinédrio, todos os membros eram juízes; o corpo judicial destinava-se a ouvir o testemunho e, de acordo com esse testemunho e nada mais, tomar uma decisão, em cada caso devidamente apresentado.

Os acusadores deveriam comparecer pessoalmente, e receber uma advertência preliminar contra a prestação de falso testemunho. Todo aquele que se defendesse, deveria ser considerado e tido como inocente até ser declarado culpado dentro do devido procedimento. Entretanto, no falso julgamento de Jesus, os juízes não só procuraram testemunhas, mas especificamente tentaram encontrar testemunhas falsas. Embora muitas testemunhas falsas tivessem aparecido, não havia contudo “testemunho” contra o Prisioneiro, porquanto os perjuros subornados não conseguiam chegar a um acordo entre si mesmos; e até os próprios sinedristas sem lei hesitavam em violar abertamente a exigência fundamental de que, pelo menos duas testemunhas concordantes testificassem contra a pessoa acusada, pois que, de outra forma, o caso deveria ser encerrado.

Que Jesus deveria ser condenado por uma acusação ou outra, e morto, já havia sido determinado pelos juízes sacerdotais; seu fracasso em encontrar testemunhas contra Ele,  ameaçava prolongar  a execução de seu nefasto  e orquestrado  plano. Pressa e precipitação caracterizavam o procedimento deles em toda a linha; haviam ilegalmente feito prender Jesus durante a noite; estavam procedendo ilegalmente , é o que faz o nosso Congresso Nacional, Senado Federal  e STF na calada das noites de Brasília.

O Juíz Sérgio Moro figura como pôncio Pilatos, O desejo de Pilatos de salvar Jesus da morte era justo e genuíno; sua intenção de açoitar o Prisioneiro, aqui representado pelo povo brasileiro, cuja inocência havia afirmado e reafirmado, era uma infame concessão à prevenção dos judeus, ou seja, os juízes legalistas e que odiava os que faziam justiça em favor do povo,  no caso específico o Congresso Nacional, Senado Federal e STF, contra  a operação lava jato. Ele sabia que a denúncia de traição não tinha base, e que o próprio forjamento de tal acusação pela hierarquia judaica, cuja lealdade simulada a César , no caso os governantes e políticos brasileiros era apenas uma capa para o ódio inerente  contra o defensor dos pobres e oprimidos, era ridículo ao extremo; e percebia plenamente que os líderes sacerdotais lhe haviam entregado Jesus movidos por inveja e  dolo direto ou eventual.

Era costume do governador, pela Páscoa, perdoar e libertar qualquer dos prisioneiros condenados que o povo quisesse indicar. Naquela ocasião, existia no cárcere, aguardando ser executado, “um preso bem conhecido, chamado Barrabás”, que havia sido condenado por sedição, por haver incitado o povo à revolta, e cometido um assassínio. Esse homem estava condenado pela exata acusação de que Pilatos havia declarado especificamente, e Herodes por dedução, que Jesus era inocente, e além do mais Barrabás era assassino. Pilatos imaginara pacificar os sacerdotes e o povo libertando Jesus como alvo do indulto pascal; isso seria um reconhecimento tácito da culpa de Cristo ante o tribunal eclesiástico, e praticamente um endosso da sentença de morte, cancelada pelo perdão oficial. Desse modo, perguntou-lhes: “A quem quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus que é chamado Cristo?” Parece ter havido um breve intervalo entre a pergunta de Pilatos e a resposta do povo, durante o qual os principais dos sacerdotes e anciãos se ocuparam no meio da multidão,  como os marqueteiros de campanha dos dias atuais do Brasil , manipulando a massa e incitando a mentira, para sobrepor a verdade e tornar a justiça em injustiça, insistindo em que pedissem a libertação do insurreto assassino Barrabás. De forma que, ao repetir Pilatos a pergunta: “Qual dos dois quereis que vos solte?” a congregação de Israel , prefigurada no povo brasileiro despolitizado e  manipulados  por políticos corruptos os fizeram escolher  o corrupto, assassino, para o indulto e clamou “Barrabás”.

 Pilatos, assim como o juiz Sergio Moro e toda a cúpula  surpreendidos, desapontados e enraivecidos, perguntou: “Que farei então com esse tal  Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado. O governador, porém, disse: Mas que mal fez Ele? E eles mais clamavam, dizendo: Seja crucificado.”

O governador romano, aqui representando  todos os  homens de bem deste país,  perturbou-se extremamente e estava intimamente atemorizado. Para mais ainda aumentar sua perplexidade, recebeu uma mensagem de advertência de sua esposa, essa esposa iremos chamar de famílias e sociedade brasileira, no momento em que se assentava na cadeira de juiz: “Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele.”  Ela se referia a Jesus na qualidade de representante genuíno e legal  do povo. Os que não conhecem a Deus são caracteristicamente supersticiosos. Pilatos temia imaginar que terrível  acontecimento  seria  o porvir por meio do  sonho de sua esposa, isso  poderia ser um mal presságio ou perigo iminente, mas, verificando que não conseguiria prevalecer, e antevendo um tumulto entre o povo se persistisse na defesa de Cristo, pediu água e lavou as mãos diante da multidão, um ato simbólico de negar responsabilidade, que todos entenderam, proclamando ao mesmo tempo: Quando o Juíz Sérgio clama para que o povo saia às ruas em defesa da operação Lava Jato ou resolva nas urnas o que ele não consegue junto ao STF é o mesmo que Pilatos disse “Estou inocente do sangue derramado por esse povo  justo representado por Jesus Cristo: considerai isso.” Então se levantou aquele terrível clamor auto condenatório do povo do convênio: “O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos.” A História presta aterrador testemunho do cumprimento literal daquela pavorosa invocação.  Pilatos soltou Barrabás, e entregou Jesus aos soldados para ser açoitado, humilhado, acorrentado, pregado numa cruz e crucificado até a mais cruel forma de se matar um justo e inocente. Longe de nos comparar a Jesus Cristo, mas uma reflexão natalina de uma Brasil que neste exato momento tem seus juízes e governadores, crucificando os defensores do povo, usando o próprio povo para isso.

Jesus representa o povo cristão brasileiro, ele poderia arguir seus  agressores e pedir um  salvo conduto , já que o código judaico vedava a condenação, especificamente em acusação capital, de qualquer pessoa, baseada em Sua própria confissão, a menos que fosse amplamente apoiada por testemunhas dignas de fé. Referenciadas  aqui pelas delações premiadas como procedimento jurídico legal, mas preferiu a morte a se acovardar de suas verdades ditas , ensinadas e pregadas em favor do povo. Ele representava o povo em justiça social e segurança publica, pois nem a morte e as correntes foram capazes de contê-lo.  Os Sinédrios representa os superiores tribunais do Brasil, ou seja, o poder judiciário totalmente corrompido e vivendo na ilegalidade, bem como seus governadores e conselheiros.

Precisamos de um novo Cristo crucificado? Creio que não será possível , basta aprendermos com ele e não cometermos os mesmos erros daquele povo que condenou um inocente em detrimento de suas próprias vantagens e necessidades básicas e sociais. É melhor seguir a Cristo do que qualquer político corrupto. A inerrante  palavra de Deus afirma que Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor e o seu libertador é Jesus Cristo.  Sem mais, entendo ser longa essa reflexão, mas salvo melhor juízo, não mais do que a nossa longa jornada de se fazer justiça pelas futuras gerações de nossos netos. Desejo um Feliz 2018 para cada um de nós e deixo um forte abraço à todos.

 

Att: MARMOSILVA-RIO

 

 

 

1 comentários


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28 de Dez. de 2017 às 12:53

paranaense
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