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Salrio dos Militares

Arrecadação Federal Cresce e o Brio dos Militares FA Cai

Publicado em 25 de Mar de 2018


1928 Visualizações


Os militares das FA únicos exclusivos e sem definição de carga horaria, amargam com prejuízos incalculáveis em relação as mudanças na legislação que trata de direitos e deveres. Perderam todos os direitos como LESM, ANUÊNIO, AUXÍLIO MORADIA, PROMOÇÃO QUANDO INDO PARA RESERVA,E OUTROS, e ainda aglutinaram o que restou nos contracheques dos militares das FA, criando o SOLDÃO, com isso além de perder direitos, são também os militares das FA que sofrem com maior incidência de imposto a pagar quando da DECLARAÇÃO DO IRPF. Indo totalmente na contramão em relação ao tratamento a militares estaduais e servidores públicos em geral.

Nossos generais e como palavra de desconforto, sempre falam em dificuldades do governo em decorrência da baixa arrecadação, isso para justificarem a não medida de restruturação para corrigir a defasagem salarial que assola a Família Militar das FA. AS PALAVRAS DOS GENERAIS PARA FAZEREM BOIS DORMIREM SEMPRE OCORREM COMO MENSAGEM DE NATAL.

AGORA QUEREMOS SABER O QUE FALTA PARA CORRIGIR A DEFASAGEM SALARIAL QUE ASSOLA OS MILITARES DAS FA

QUAL SERÁ A MENSAGEM AGORA GENERAIS?

 

 

Resultado de imagem para militares das fa choram

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LEIAM 

Fonte: https://g1.globo.com   https://g1.globo.com/economia/noticia/arrecadacao-federal-cresce-10-em-janeiro-e-soma-r-155-bilhoes.ghtml

 

Arrecadação federal cresce 10% e soma R$ 155 bilhões em janeiro

Resultado é o melhor para o mês desde 2014. Além de reaquecimento da economia, programa de parcelamento de dívidas tributárias também ajudou na arrecadação.

Por Yvna Sousa, TV Globo, Brasília

 

 

A arrecadação de impostos, contribuições e outras receitas federais somou R$ 155,61 bilhões em janeiro, uma alta real (acima inflação) de 10,1% em relação ao mesmo mês de 2017.

Segundo a Receita Federal, este é o melhor resultado para meses de janeiro desde 2014, quando foram arrecadados R$ 158,9 bilhões (em valores corrigidos pela inflação).

Além do início da retomada da atividade econômica, o desempenho da arrecadação no mês passado foi influenciado por fatores atípicos, que não ocorreram em 2017.

É o caso das receitas extras geradas pelo mais recente Refis, programa de parcelamento de dívidas de pessoas físicas e empresas com a União. Em decorrência dessa medida, entraram no caixa do governo federal R$ 7,93 bilhões em janeiro.

Outro fator importante foi o aumento da tributação de PIS/Cofins sobre combustíveis, realizada em meados do ano passado, que gerou uma arrecadação de R$ 2,49 bilhões em janeiro – valor 111% maior do que o arrecadado em janeiro de 2017.

 

Fiscalização mais rigorosa

 

O chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, explicou que houve mais rigor na fiscalização das empresas que aderiram ao Refis. Isso porque a lei permitia o refinanciamento de impostos em atraso até abril de 2017, mas também previa que, caso atrasasse o pagamento nos meses seguintes, o contribuinte poderia ser excluído do programa.

Somente com a cobrança da regularização desses novos débitos a Receita arrecadou cerca de R$ 1 bilhão em janeiro.

Outra medida adotada foi a exclusão de empresas inadimplentes do Simples, sistema tributário especial para pequenos empresários. Com a migração dessas empresas para o regime regular, houve uma arrecadação extra de R$ 500 milhões no mês passado.

 

Arrecadação 2017

 No ano passado, o governo federal arrecadou R$ 1,34 trilhão, um aumento real de 0,59%. Foi o primeiro resultado positivo após três anos seguidos de queda na arrecadação, reflexo da forte crise econômica que atingiu o país nos últimos anos.

Além do aquecimento da economia, o crescimento da arrecadação em 2017 também foi impulsionado pelo aumento da tributação sobre combustíveis e pelo novo Refis, que sozinhos, representaram uma receita extra de R$ 31,68 bilhões.

2 comentários


Amiel Ballistra

25 de Mar de 2018 às 13:30

Amiel Ballistra
Caçadores sabem: -cão gordo não tem fôlego para perseguir a caça, ou se mostra desinteressado nela. Cão mal nutrido, magro, fraco, não tem força para perseguir a caça. A boa técnica é alimentá-lo de modo a que não lhe falte energia para a corrida, mas não tenha força para se revoltar contra o caçador dono da matilha, sendo qualquer tentativa coibida, de imediato, com um corretivo. Você não é caçador dono de matilha, e não é caça. O que você é?


Abraão Gomes Alves

25 de Mar de 2018 às 15:54

Abraão Gomes Alves
Parabenizo este site por não se curvar ao medo infundado de postar matérias dessa grandeza, agindo como porta-voz dos militares - verdadeiros fantasmas esquecidos por parte da liderança das Forças Armadas. A cúpula militar tem plena responsabilidade pelo caos financeiro em que eles mesmo nos meteram. Têm sido coniventes, medrosos, omissos e despreparados para lidarem com catástrofe financeira que os integrantes das Forças Armadas têm enfrentado. Não é do desconhecimento das autoridades militares que a tropa está endividada, proletarizada e massacrada do ponto do vista financeiro. Tomem uma atitude em defesa dos seus comandados Comandantes Militares. O combalido poder de compra dos seus subordinados escorrega como água entre os dedos. O supérfluo não existe mais no nosso vocabulário. O básico foi engolido pela inflação. Não tardará os senhores verem militares uniformizados vendendo ovos para sobreviverem ou pedindo esmolas pelas praças. A tropa sangra - não esqueçam.


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