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Brasil

Prontidão para Prisão em Flagrante do STF

Publicado em 04 de Abr de 2018


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fonte: www.globalizacao.net/informativo.asp

 

BLOG DO SERVIÇO NACIONAL DE INFORMAÇÕES, SNI

04-04-2018 - 02h30  -   BBB 18. TODOS NUS. MARGINAIS DO STF VÃO PAGAR PARA VER. HORA DA INTERVENÇÃO MILITAR CHEGOU, COM O COMANDO ATUAL OU COM O NOVO COMANDO. PRONTIDÃO PARA A PRISÃO EM FLAGRANTE DOS MINISTROS DO STF


          Estamos no ar aqui desde 2.009. E já falávamos de corrupção no STF, intervenção militar e guerra civil. No nosso livro publicado em 2000 dizíamos que o país terminaria numa ditadura (como a atual ditadura civil) e/ou em anarquia. Há quase uma década soava como retórica, metáfora ou insanidade falar-se em intervenção militar ou guerra civil. Hoje não mais, esta verdade agora está estampada em todos os jornais, discretamente ou escancaradamente, em artigos e pronunciamentos de generais, da ativa ou da reserva.


          O povo foi ontem às ruas, em peso, como de outras vezes, num protesto que foi um sucesso, considerando-se inclusive o tempo chuvoso. Esse protesto desta vez é diferente. É como se fosse a plebe francesa em 1789 reclamando contra a monarquia absolutista. Um Senado de ladrões, um presidente da República ladrão, uma ladra presidente que foi deposta, um ex-presidente ladrão condenado, um tribunal superior 100% corrupto. Simplesmente não existe mais autoridade civil alguma que possa tomar qualquer providência com relação ao caos.


          A despeito do protesto vigoroso de ontem, que foi um sucesso relativo e absoluto, um ladrão do tribunal disse ontem: “Um lado dirá que foi benfeito, que a decisão foi correta, e outro dirá que não foi correta e gerará críticas, mas em seguida haverá sentimento de acomodação e respeitar-se-á a decisão tomada pelo Tribunal.” Foi Gilmar Mendes, que vai MUDAR SEU VOTO para evitar que Lula seja preso, depois de duas condenações e de ter negada ordem de HC no STJ por unanimidade, tendo sido analisados inclusive os quesitos do artigo 648 do CPP. O marginal já conta com a acomodação do povo e diz isso na caradura. Ele conta com isso e em tom de deboche fala abertamente, mandando o povo às favas, como se estivesse tratando com animais num zoológico.


          Como já explicado, não cabe mais discussão, pois a prisão agora de Lula é COISA JULGADA. O tribunal quer passar por cima de si mesmo para livrar Lula da cadeia, para não ser delatado por este em retaliação, caso seja mantida a prisão.


          Estão sendo vividos agora dias medievais, pois a verdadeira e integral face da ditadura civil instalada em 2003 agora se mostra, com um tribunal inteiramente corrupto assumindo na caradura a bandidagem, tomando uma decisão ilegal, inconstitucional e imoral, num ato de absolutismo monárquico, pois o Rei, nu, não pode ser preso.


          Tudo que havia para dizer foi dito. Estivemos nos protestos. Era como se fosse o tempo medieval, literalmente. Era como se fosse não. Era literalmente. E é. E será, daqui para frente.


          O tribunal, nesta tarde de hoje, 4 de abril, vai pagar para ver. A despeito dos protestos vigorosos, a decisão será tomada e Lula será liberto. Como dito, cabe a prisão em flagrante do tribunal pelo próprio povo. Numa decisão ilegal e inconstitucional, o povo foi afastado da Praça dos Três Poderes. Mas isso não importa. Os ministros poderão ser presos onde estiverem, pois o flagrante do crime se dá com os documentos, as assinaturas e as publicações. Onde quer que sejam encontrados até a publicação no Diário de Justiça Eletrônico estará caracterizada a situação de flagrante. E como se trata de um crime de organização criminosa, permanente, o flagrante se arrasta no tempo, mesmo após a publicação. Onde quer que sejam encontrados os ministros eles poderão ser presos, pelo próprio povo, pois o flagrante continua pelo caráter permanente do crime de organização criminosa. E é algo super organizado mesmo. Um fala do "check-in", a outra diz que contrariará seu entendimento só por uma semana e a presidente completa, depois do cafezinho longo, que devido ao adiantado da hora será concedida a ordem. Organização criminosa mais organizada e com distribuição de tarefas do que essa não existe. Por isso o flagrante continua, pelo caráter permanente de consumação desse crime (e de outros). Seja hoje, seja a qualquer momento, os marginais de toga poderão ser presos em flagrante pelo público. Depois da consumação de mais um ato da organização hoje, provavelmente 70% de chance de ser a manutenção da ordem de soltura ou 30% de chance de ser um novo adiamento, o caráter espúrio, criminoso, doloso, antijurídico, culpável e prejudicial da organização criminosa se torna manifesto por evidência inequívoca, incontroversa.


          Será tentada a tática de reabrir a discussão por meio de questão de ordem, afetação do processo ou colocação extemporânea em Mesa das ADCs 43 e 44. Nada disso é possível, nada disso é cabível, pois a jurisprudência já está uniformizada em sede de repercussão geral, trata-se de COISA JULGADA. Cabe à presidente da Corte e exclusivamente a ela impedir isso, de acordo com o artigo 13 do RISTF. E caberia à parte do plenário que fosse honesta (e não existe esta parte) rechaçar estas hipóteses, recusando-se a participar de votação ilegal. Não cabe pautar ADCs 43 e 44 para depois e não cabe mudar para o STJ a referência para o momento da prisão, pois já foi decidido isso.


          Não há escapatória para o tribunal. Ou ele será massacrado pelo povo ao manter Lula solto, ou ele será destruído por Lula, em retaliação, caso ele seja preso. Ele vai delatar todos do tribunal, ele tem um dossiê de cada um. E de coisas feitas para ajudar o PT, inclusive, não só de vendas de sentença no varejo para partes comuns. O tribunal, na verdade, só está escolhendo o momento de sua destruição, se será imediata ou em seguida.


          O caos monstruoso se completa com o fato de que os presídios serão esvaziados depois desse abuso de autoridade ser cometido. Quem não recorreu fica preso, pois houve preclusão. Mas quem recorreu será solto. E quem estiver cometendo crime agora não será mais preso. E isso valerá para tudo, de furto a estupro.


          O Comando Militar está agora com o abacaxi nas mãos. A hora da intervenção militar chegou. Ou o Comando Militar assume a sua responsabilidade ou será substituído. E havendo a substituição, o Comando Militar atual será preso, por prevaricação e conivência com a ditadura civil.


          A Constituição Federal estabelece no seu artigo 142 que as Forças Armadas poderão ser convocadas para garantia da lei e da ordem por qualquer um dos três Poderes. Os três Poderes não existem mais. A única autoridade de cúpula do Estado agora é a autoridade do Comando Militar. A autoridade militar terá de se impor à força, pois a autoridade civil foi dissolvida, ela mesma se dissolveu.


          A dissolução do STF, do Congresso e da presidência da República e a assunção do Comando Militar nesta situação está fundada no exercício regular de direito, no estrito cumprimento do dever legal,  no estado de necessidade e na legítima defesa, todos eles excludentes de antijuridicidade expressos no artigo 23 do Código Penal.


          Por princípio geral de direito, quando a autoridade superior se corrompe, se torna ausente, se torna incapaz, quem assume é a autoridade imediatamente inferior. Se o piloto da aeronave morre, quem assume é o co-piloto. Se piloto e co-piloto morrem, quem assume é quem souber pilotar. Não é necessário que isto esteja escrito em algum lugar, pois é regra doutrinária básica de direito comparado universal.


          A legítima defesa que existe agora é a da ordem pública, pois a ordem que existe é privada e criminosa, fato assumido de cara limpa pelo STF, na maior de todas as suas aberrações.


          O estado de necessidade que agora existe é o da criminalidade instalada nos três Poderes e assumida na caradura. Não existe mais autoridade civil de cúpula que não esteja contaminada e que não tenha assumido a sua condição ilícita. As cadeias serão esvaziadas, ampliando-se exponencialmente o inferno do problema da segurança pública, levando o sistema ao colapso.


          O estrito cumprimento do dever legal está expresso no artigo 142 da Constituição Federal, as Forças Armadas têm como missão institucional garantir a ordem pública e os Poderes Constituídos. Estes não existem mais, a ordem pública se foi. A ordem que agora existe é privada e criminosa.


          O exercício regular de direito está fundado no artigo 142 da Constituição Federal e nos próprios antecedentes. Ao decretar a prisão preventiva inconstitucional do senador Delcídio Amaral em 2015, criado um malabarismo jurídico dantesco para justificar o fato de o Senado ser uma Casa de Ladrões omissa, o STF acusou o Senado de prevaricação e conivência com o crime. Ao afastar Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados e do exercício do mandato em 2.016, o STF fez o mesmo: chancelou que a Câmara dos Deputados é uma Casa omissa e corrupta, fato que obrigava o tribunal a tomar medida excepcional. Ao tentar afastar Renan Calheiros do exercício do mandato em 2016, mais uma vez o STF acusou o Senado de ser uma Casa majoritariamente corrupta, tanto que forçou o tribunal a tomar providências que seriam de competência da Casa Legislativa, violando-se a Constituição. O mesmo se deu no caso Aécio Neves. Todos estes lances ocorreram em abuso de poder motivado por desvio de finalidade, ou seja, o abuso de autoridade foi cometido não tendo em vista o interesse público, mas sim o interesse das gangues políticas em disputa, daí o desvio de finalidade.


          Delcídio foi preso porque tinha gravações que incriminavam o STF. O STF, para lavar sua imagem, ordenou a prisão preventiva inconstitucional do senador (realmente criminoso, mas que só poderia ser preso em flagrante de crime inafiançável e não em prisão preventiva por prática de crime afiançável).


          Eduardo Cunha foi asfastado do exercício do mandato por ordem da máfia petista, que queria no seu lugar o vice Maranhão, para anular a sessão do "impeachment" ou impedir sua consumação.


          Renan Calheiros foi ameaçado para constranger o PMDB a votar a favor no "impeachment" de Dilma.


         Aécio foi constrangido para tirá-lo do páreo, pois se a chapa Dilma-Temer fosse cassada no TSE, Aécio seria declarado presidente.


          A decisão em repercussão geral tomada em 2016 a respeito da prisão após decisão de segunda instância ocorreu em virtude desta guerra entre as máfias, PT X PMDB. O objetivo era constranger a máfia do PMDB, para votar a favor do "impeachment" de Dilma. Possíveis colaboradores presos delatariam peemedebistas e a absolvição ou não recebimento de denúncias no STF seriam trocados por votos a favor de Dilma Rousseff no Senado. A manobra do "fatiamento" objetivou criar nulidade para gerar nova votação e recomeçar o jogo de chantagens.


          A decisão sobre prisão após decisão de segunda instância, de 2016, porém, foi tomada em processo-modelo e em repercussão geral. Foi escolhido um processo e o decidido nele se aplicaria a todos. Esta decisão TRANSITOU EM JULGADO em fevereiro de 2017, formando COISA JULGADA. Agora o feitiço virou contra o feiticeiro: Lula será preso. E ele exige então que seja desfeito o feitiço, que, apesar de feitiço, tinha base jurídica plausível para se impor, tendo sido uniformizada a jurisprudência.


          Querem agora transformar o país num inferno, revendo o que não pode ser revisto, esvaziando as cadeias do país inteiro agora e para sempre para ser salvo um único réu energúmeno já condenado em primeira e segunda instâncias, e por unanimidade, nenhum vício tendo sido encontrado na tramitação, que foi confirmada pela denegação de um HC por unanimidade no STJ. Querem encher as ruas de criminosos para que Lula e os marginais do tribunal não sejam presos. Se Lula não for solto, ele vai delatar e entregar todos os podres do STF. Por isso o desespero no STF para livrá-lo da cadeia. Para doze bandidos se verem livres da cadeia, vão esvaziar as cadeias do país inteiro. Agora e para sempre.


          A situação, então, chegou ao LIMITE. A assíntota vertical a 90 graus. Ou Lula termina este dia preso ou quem terá de ser preso será o STF, que terá de ser dissolvido. De qualquer forma ele tem de ser dissolvido, mesmo que Lula fosse preso.


          Está, portanto, nas mãos do Comando Militar, assumir o vácuo institucional, com ou sem apoio majoritário das ruas. E, se o Comando não for responsável ou isento o suficiente para cumprir com sua missão institucional, ele terá de ser afastado e substituído. A cabine de comando está vazia agora. É preciso assumir o comando da aeronave imediatamente, não há o que ser esperado. Como nós já dissemos aqui, existem soluções teóricas e pragmáticas para vários dos problemas nacionais que podem ser implementadas rapidamente, a tarefa não é impossível, é trabalhosa apenas.


          A situação é exatamente a descrita no artigo 23 do Código Penal: estado de necessidade e legítima defesa. Legítima defesa da ordem pública. Promotores, procuradores, juízes, desembargadores do país inteiro já se manifestaram a respeito da falência da justiça que representará a decisão de hoje no STF. Esta falência não é metáfora, não é retórica, é realidade pura. Assim, as Forças Armadas devem estar de prontidão para a prisão em flagrante dos ministros do STF logo que a ordem de HC for mantida ou logo que se decida pelo adiamento da decisão, em mais uma fraude. Que Deus ilumine todos, para que nenhum sangue precise ser derramado e que tudo seja resolvido como em 1.964, sem a necessidade de um único tiro, afastando, com o seu infinito poder, a egrégora demoníaca que ocupou todos os espaços.


          O que está acontecendo é bíblico. Um verdadeiro apocalipse. A ética pressupõe que a tolerância moralista religiosa tem um limite: o da covardia, que também é um pecado. Não cabe às pessoas apenas tolerar tudo e dizer amém. Em certos momentos decisões terão de ser tomadas. E essas decisões têm um custo. Se eles não forem assumidos agora, por covardia, serão amargados depois, quando for irreversível o quadro e nada mais puder ser feito, sendo então sofridas as conseqüências da omissão, muito mais graves. O estagiário não quer entrar na cabine para pilotar, pois acha que vai derrubar o avião e será punido por isso. Mas se ele não entrar na cabine para pilotar, ninguém vai entrar e o avião vai cair do mesmo jeito. É a situação do Comando Militar agora e do próprio povo. Agora é revolução. É guerra civil. Cabe ao Comando Militar se antecipar, restabelecendo a ordem pública e tornando menos traumáticas as decisões que de agora em diante terão de ser tomadas, pois depois nada mais poderá ser feito, o país estará destruído.


          Assim, as Forças Armadas devem estar de PRONTIDÃO para PRISÃO EM FLAGRANTE DOS MINISTROS DO STF, assim que mais um crime de corrupção na Corte for consumado. O derradeiro crime. Não se trata aqui de retórica. É um fato, público, notório, incontroverso. Com o atual Comando Militar ou com o Comando Militar substituto a decisão terá de ser ultimada agora.