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Moro fora da lava-jato a partir do dia 2

Publicado em 14 de Abr de 2018


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fonte: www.globalizacao.net/informativo.asp

 

.:: GLOBALIZAÇÃO E OS TRINTA ANOS DE INDEXAÇÃO NO BRASIL ::.

14-04-2018   -   SÉRGIO MORO EXCLUÍDO DA LAVA-JATO PELO STF A PARTIR DE 2 DE MAIO

 

          O oceano de palhaços e otários por toda parte ainda é grande. Vejam abaixo:

 

https://www.oantagonista.com/brasil/stf-retomara-julgamento-do-foro-privilegiado-em-2-de-maio/#comment-1831267

 

STF RETOMARÁ JULGAMENTO DO FORO PRIVILEGIADO EM 2 DE MAIO
Brasil 13.04.18 12:52


          Carmem Lúcia, presidente do STF, acaba de incluir como primeiro item da pauta da sessão de 2 de maio, uma quarta-feira, a retomada da discussão sobre a extensão do foro privilegiado.
          O julgamento será retomado com o voto-vista de Dias Toffoli, que, em 23 de novembro do ano passado, depois de fazer uma longa prestação de contas do seu trabalho, pediu mais tempo para analisar o caso.
          Na ocasião, o ministro lembrou que o Congresso estava — e ainda está — tratando do foro privilegiado por meio de uma PEC.
          Quando o julgamento foi interrompido, 8 ministros já tinham votado a favor da restrição do foro (Alexandre de Moraes com ressalvas quanto ao alcance). Faltam votar também Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.
          Pela maioria já formada, o foro se restringiria a parlamentares federais, em casos de crimes cometidos durante e em função do mandato.
          Toffoli liberou seu voto-vista em 27 de março.

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          Temos de dar um desconto, pois os caras não são advogados, não são constitucionalistas e não são processualistas. Entraram como patos na história, assim como todo o país. Nós aqui, com exclusividade, já na matéria de 17 de junho de 2017, explicamos a FARSA por trás da ação no STF para acabar com o foro privilegiado (prerrogativa de foro).


           O que vai acontecer não é restrição de foro, é ampliação do foro e retomada do foro, com violação da coisa julgada. E é um crime de responsabilidade do tribunal. Marco Aurélio é o único voto vencido nesta matéria e ele está correto, mas foi ignorado por todos, de propósito.


          Moro será excluído da "lava-jato". Todos os tubarões terão seus processos ainda em andamento em Curitiba remetidos para o STF. Os peixes pequenos (quem nunca teve cargo) continuarão com Moro, mas poderão ser salvos pela conexão e pela continência, sendo arrastados para o STF, onde tudo ficará na gaveta até a prescrição. Como diversionismo para confundir, chamam de restrição a parte que determina que o foro privilegiado só será para crimes com relação com o cargo (e não mais para todo e qualquer crime). Na verdade, haverá ampliação do foro. Crimes cometidos sem relação com o cargo são a parte que não interessa, pois os crimes são sempre relacionados com o cargo.


          Nós já explicamos aqui várias vezes. Os pedidos de vista na ação do foro tiveram por objetivo quebrar a linha de raciocínio das pessoas e aprovar, na calada da noite, uma nova regra de competência na qual absolutamente nada mais será julgado em primeira instância. A pausa na votação serviu para dificultar o entendimento do público sobre o que vai acontecer, pois as coisas serão retomadas no pé em que estavam, sem maiores considerações. Ou, quando muito, com considerações sofistas, para ludibriar o público que por ventura esteja atento.


          Preparamos um vídeo de 7,5h sobre o assunto, onde está tudo explicado nos mais mínimos detalhes. Veja abaixo:

  

 


          Vamos reexplicar, tomando como exemplo o que vai acontecer com Lula e com Temer.

 

          1) Em 1964 foi aprovada uma súmula no STF, a súmula 394. Ela determinava que o foro privilegiado era eterno. Mesmo depois de deixar o cargo, o seu ocupante continuava com prerrogativa de foro. No caso de Lula ou de Temer eles sempre seriam julgados pelo STF. Sempre.


          2) Em 1999, por conta da nova Constituição de 1988, o STF, por unanimidade, cancelou esta súmula 394, determinando que deixado o cargo a competência passa a ser da primeira instância. É por isso que Lula, sendo denunciado depois de deixar o cargo, foi julgado por Sérgio Moro.


          3) Uma deturpação dessa nova regra acontecia: quem estava sendo julgado na primeira instância procurava conseguir outro cargo, para ter novamente prerrogativa de foro, no STF ou no STJ. O novo cargo era buscado para se ter a proteção de tribunais corruptos como o STJ e o STF. Assim, o processo inicial que estava no STF se desloca para a primeira instância quando o réu perde o cargo. E se desloca para o STJ ou para o STF conforme o novo cargo que o réu consiga. Foi por isso que Lula tentou se tornar ministro de Dilma, para seus processos saírem de Curitiba e serem remetidos para o STF. Esse "vai-vem" do processo foi chamado de "elevador processual".


          4) Começou uma pressão da sociedade pelo fim da prerrogativa de foro, pressão essa fundada na corrupção integral que impera no STF. Surgiu a idéia no STF então de acabar com o "elevador processual", como resposta a essa pressão, mas aproveitando o gancho para, tacitamente, retomar o entendimento anterior a 1999.


          5) Foi "afetado" então um processo para ser julgado em repercussão geral e ao mesmo tempo para edição de uma nova súmula vinculante. O processo "afetado" foi então a ação penal 937, conhecida como a "ação para acabar com o foro privilegiado". Em abril de 2015 foi proposta uma nova súmula vinculante, a proposta 115 de súmula vinculante, PSV 115. Quando o julgamento da AP 937 terminar, a PSV 115 a ela referente estará aprovada e resultará na súmula vinculante 57, se outra não for aprovada antes.


          6) Assim, a AP 937 é a ação "afetada" para em repercussão geral servir de base para a PSV 115, que resultará a SV 57.


          7) O "elevador processual" vai acabar.


          Cool Mas junto com o fim do "elevador processual" vai acabar também a competência da primeira instância para ex-ocupantes de cargos com prerrogativa de foro ao tempo do crime.


          9) A SV 57 terá uma regra geral e uma regra de transição.


          10) Regra geral: da SV 57 em diante, volta a valer o entendimento da súmula 394. O foro privilegiado será eterno, mesmo que o ex-ocupante de cargo seja denunciado depois de deixar o cargo. Não há exceção e nem ressalva. Marco Aurélio queria que ficasse ressalvado que a competência da primeira instância remanesceria para ex-ocupantes de cargos, mas ele foi voto vencido. Esse é um golpe do STF. E tem o outro:


          11) Regra de transição: para os processos que estiverem em andamento ao tempo da aprovação da SV 57, vale a regra de transição. Para processos que não chegaram ainda na fase de alegações finais, vai valer a regra geral, aplicada imediatamente (e esse é o golpe). Para processos que já chegaram em alegações finais, vai valer a regra de transição: processo será terminado e julgado no foro onde estiver.

 

          Assim, Temer foi denunciado e ao deixar o cargo em 1/1/2019, com a SV 57 aprovada em maio de 2018, vai se enquadrar na regra geral. Ele é presidente e continuará sendo julgado pelo STF depois de deixar o cargo, ficará a salvo de Moro.


          Lula está na regra de transição:


          a) o processo do tríplex já ultrapassou as alegações finais, por isso continuará como está;


          b) todos os outros processos (sitio, instituto, caças, obstrução, tráfico de influência, apartamento, etc.) não chegaram em alegações finais ainda e para eles será aplicada a regra geral imediatamente, ou seja, a competência passará a ser do STF (a PSV 115 foi apressada para 2 de maio, para ser aprovada antes de terminar o processo do sítio e salvar Lula de mais uma condenação).


          Assim, Lula e Temer serão salvos, pois ficarão sob o manto protetor da corrupção integral no STF. A única pendência de Lula será relativa ao processo do tríplex, que será resolvido com a votação da ADC 43/44, que vai abrir as portas das cadeias para todos. Ele sairá da cadeia, se não sair antes ainda, com uma decisão da 2ª Turma, no estilo Maranhão (vice-presidente da Câmara dos Deputados, que anulou a sessão dos 367 votos contra Dilma), e os demais processos todos serão remetidos para o STF. Lula ficará livre da cadeia e dos processos. Ficará livre. O carnaval petista insano no painel com os nomes e no sindicato com a missa negra ocorreram por causa disso. Porque há certeza absoluta de que Lula vai voltar, livre, leve e solto. E candidato.

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          O golpe aconteceu mediante o emprego de premissas sofistas na votação, para deixar subentendida a ressurreição da súmula 394, cujo entendimento será retomado de forma tácita, ou seja, ficará subentendido nas entrelinhas na regra geral e na regra de transição, pois não há RESSALVA quanto à manutenção do decidido em 1999 (alerta de Marco Aurélio nesse sentido foi ignorado solenemente por todos, com dolo direto de prevaricação quanto à coisa julgada). Marco Aurélio fez a ressalva no seu voto vencido mais por vaidade do que por qualquer outra coisa, mas também para se justificar no Senado perante as acusações de crime de responsabilidade que serão apresentadas contra todo o tribunal e que têm por resultado a cassação da Corte no bojo de uma intervenção militar, em face da prevaricação e do crime preponderantes no Senado (o órgão competente para cassar o tribunal, mas que terá de ser dissolvido também).

 

          O que se almeja é trazer para o STF os processos, para deixar os réus protegidos sob o manto da corrupção integral da Corte. São favas contadas.

 

          Embora de aplicação imediata, a súmula vinculante 57 que será aprovada (poderá ser 58, 59, ..., se outra for aprovada antes) não produzirá efeitos de ofício imediatos. Para não dar na vista, os advogados vão esperar um tempo, para depois alegar no STF a incompetência absoluta dos feitos em andamento em Curitiba, que serão então anulados, podendo reiniciar no zero no STF ou a partir do ponto em que estavam em maio de 2018, ficando isso a critério dos marginais do STF, conforme o estado do processo, se menos ou mais periclitante para os réus a serem salvos em termos de tempo restante para o acórdão final em grau de apelação.

 

          Quando tudo isso se efetivar, procuradores do MPF, Sérgio Moro, jornalistas e o povo palhaço do país inteiro acordarão, mas será tarde. O golpe estará consumado. Embora seja já verdade sabida o que vai acontecer, todos ainda estão tomados pela síndrome de Estocolmo, acreditando que o STF bandido teve uma crise de consciência e não irá tão longe assim. A PSV 115 faz parte da sobrevivência do próprio tribunal, que será delatado integralmente se não salvar os que já foram alvejados em Curitiba.

 

          O tribunal que vai dar este golpe, violando a coisa julgada, é o mesmo que fez todas as trapaças vistas até agora. E o relator da PSV 115 é Barroso, o sofista-mór do STF. Quando ele mente ele sempre coça a boca ou a cara ou a face do lado esquerdo, um tic-nervoso clássico dos mentirosos. Nesta parte ele é um paciente padrão dos laboratórios de teste de mentira. É impressionante como ele se entrega fácil. Todos já se esqueceram daquele dia em que ele ignorou o artigo 188 do regimento interno da Câmara, a história do voto secreto ou aberto na questão de ordem 105 de 2015 da Câmara dos Deputados. Todos já se esqueceram do seu voto favorável à delação-armação de Joesley, em que foi conferida imunidade processual ilegal ao colaborador que não era o primeiro delator. Todos já se esqueceram, como alertado por Gilmar Mendes, do voto criminoso de Barroso a favor dos embargos infringentes inexistentes de 2013 e do voto criminoso de absolvição de Dirceu no crime de quadrilha, dado por Barroso. Todos só se lembram das acusações que Barroso faz contra Gilmar, mas o reverso nunca é lembrado. Gilmar quando o acusa está coberto de razão, em todas as frases, palavras, letras,  vírgulas, acentos e até no ponto final. Seja no que quer que seja. A birra entre os dois, em parte teatro para justificar os golpes de Fachin (para remeter ao plenário o que não pode ser admitido ou ter seguimento) e em parte desavença pela vassalagem cega à máfia petista por parte de Barroso (como se viu no caso Joesley, na delação-armação para derrubar Temer, feita sob encomenda da máfia petista, por meio do petista sofista Janot, também acusado frontalmente de corrupção por Gilmar Mendes, no que ele tem razão), ocorre, no fundo, no fundo, por conta da burrice de Barroso, por este ser servo domesticado da máfia petista e dolosamente atuar em favor dela, em traição, contra a máfia do PMDB (como no caso Joesley), mas em outras oportunidades os dois se abraçam (como no caso da PSV 115, que a todos beneficiará). Gilmar é bandido, mas é bandido inteligente, que tem noção do limite no trato com os marginais da política, que não podem ser traídos de maneira simplória como no caso Joesley (a delação de Joesley foi feita sob encomenda do petista Janot para derrubar Temer e possibilitar o retorno da máfia petista ao poder - em outro golpe que depois viria, como já explicamos, o da ADI contra o "fatiamento" do "impeachment" de Dilma).


          Assim, ora Barroso atua com deslealdade para com a máfia do PMDB (como no caso Joesley), servindo à máfia petista, ora atua com lealdade para com todos (como faz na PSV 115). Seja como for, atua sempre de forma teatral, de forma a convencer os incautos que seu abuso de autoridade e sua prevaricação é honestidade. Barroso se explica pelo princípio de Vargas: "para os amigos, tudo, para os inimigos, a lei". Para os amigos petistas, PSV 115 (com prevaricação sobre a coisa julgada da súmula 394 cancelada em 1999), para os inimigos da máfia petista (a máfia do PMDB), homologação da delação de Joesley (com abuso de poder e desvio de finalidade, ao reconhecer válido benefício de imunidade processual ilegal concedido). E para dissipar o fio da meada de todas estas histórias, pedidos de vista por parte deste ou daquele que demoram um semestre, para tudo cair no esquecimento e ser retomado a partir do limbo que existe dentro do cérebro dos otários. E enquanto isso, a xyzwhijp disfarçada de xyzwhijp, PMDB que vira MDB, para confundir mais um pouco a cabecinha dos eleitores, que só têm um tico e um teco atrás da face.

 

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           É um enorme circo. Um deputado da máfia petista atacou Barroso, por este ter dado voto a favor da prisão de Lula. Foi Wadih Damous, do PT-RJ, que reclamou dizendo que o STF deveria ser fechado, veja "link" para o vídeo abaixo:


   
https://www.oantagonista.com/tv/video-tem-que-fechar-o-supremo-tribunal-federal/#comment-1831240

 

VÍDEO: “Tem que fechar o Supremo Tribunal Federal”
TV 13.04.18 12:42
          Assista à íntegra do vídeo do deputado do PT Wadih Damous em que ele diz que “tem que fechar o Supremo Tribunal Federal”:

 

          No "link" acima pode ser visto o vídeo. Wadih Damous ataca Barroso por Barroso ter votado a favor da prisão de Lula. Mas é este mesmo Barroso que agora vai, na PSV 115, livrar a cara de Lula, tirando de Moro e de Vallisney os processos do sítio, do Instituto de xyzwhijp, do apartamento, dos caças, da obstrução de justiça, etc., sendo tudo remetido para o STF.


          Assim, Wadih Damous ataca Barroso para dar a entender, reafirmando esta tese, que Barroso é honesto, tanto que mandou prender Lula. E é o mesmo Barroso que vai livrar a cara de Lula na PSV 115, livrando-o das garras de Moro. É o mesmo Barroso da ADPF 378 e do artigo 188 do regimento interno da Câmara, tudo para beneficiar Dilma. É tudo teatro. Mas por que esse teatro exatamente agora? É porque já está denunciada a fraude da PSV 115, cujo relator é Barroso. A crítica de Damous vem agora para dissipar quaisquer dúvidas a respeito da moral de Barroso, para ninguém acreditar que a PSV 115 será um golpe. Ora, imagine. Um golpe? Mas como, se Barroso é contra Lula? É tudo teatro.


          Este Wadih Damous é o mesmo que em 2015 participou da fraude da questão de ordem 105 da Câmara dos Deputados, o acordo de Portugal. Na QO 105 Eduardo Cunha resolveu mais de 30 dúvidas a respeito do procedimento do "impeachment" de Dilma na Câmara. Em seguida foi interposto recurso para o plenário (RPP) contra a decisão na QO. Cunha negou seguimento ao RPP, violando o regimento. Três ações foram ajuizadas no STF. Caíram na mão de Teori e de Rosa. Os três, em vez de simplesmente mandarem seguir o regimento interno da Câmara, dando-se seguimento ao RPP, deram liminar suspendendo o procedimento do "impeachment" na Câmara, atrasando a deposição de Dilma em um semestre só com esta jogada, da qual participaram o STF, com Rosa e Teori, Wadih Damous, com uma das três ações, e Eduardo Cunha, negando seguimento ao RPP, tudo combinado entre todos, para dividir as culpas, autorias, constrangimentos, responsabilidades e dolos, dando ar de fatalidade do acaso ao que não passou de uma enorme combinação coletiva PT-PMDB-STF. Esse é Wadih Damous, o especialista em encenação. E é o mesmo que ele faz agora, só que em outro papel. O papel de corrupto que ataca o "honesto" Barroso, sendo que são dois bandidos reais. É tudo teatro para encher a bola de Barroso antes da maior de todas as aberrações que o santinho do pau oco vai levar a cabo, junto com todos os sofistas, que já votaram inclusive. É daí que nós falamos que Rosa não vale nada. Ela não vale mesmo. Seu voto a favor da prisão de Lula agora só aconteceu por causa dos holofotes acesos, que enterraram a armação do HC 152.752 e de novo enterraram a armação do empate no HC de ofício para Palocci.

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          A deslealdade mafiosa dos sofistas do STF (Fachin, Barroso, Rosa, Cármen e Fux) tem como pano de fundo uma estratégia avançada da máfia petista: usar o tribunal para destruir os adversários da política, que seriam todos condenados, sob aplauso geral, limpando o caminho para a hegemonia da máfia petista na divisão do butim. Os sofistas se fazem de bonzinhos agora porque serão depois os carrascos da máfia do PMDB e da máfia do PSDB. Antes disso, porém, Gilmar Mendes será desovado, o último obstáculo da máfia petista dentro do STF. Toffoli e Lewandowski ganharão uma focinheira e um cabresto, para voltarem a ser vassalos fiéis domesticados, como Fachin, Rosa e Cármen. Marco Aurélio e Celso de Mello serão desovados depois. Com Lula saindo da cadeia, ele retoma o controle de tudo e Temer será então rifado, sendo jogado dentro da vala onde Gilmar Mendes estará enterrado. Restará decidir o que fazer com Alexandre de Moraes. Com a posse em 1/1/2019, Lula poderá então nomear mais quatro ministros para o STF, para as vagas que vão surgir até o fim de 2018, obtendo então o controle total do tribunal.


          Mais adiante, os sofistas também serão desovados na mesma vala de Celso Daniel, com as coisas inconvenientes desaparecendo para sempre da foto de Stálin. O curioso é que os personagens imaginam que têm algum controle sobre a situação, só porque são "supremos". Para o demônio que manda em Lula e que mora em Vinhedo, os "supremos" não passam de meros boçais, todos eles. Não sabem com o que estão lidando.


          Lula terá dado a volta por cima, dando um baile até mesmo nos maiorais da trapaça, como Mel Gibson, no filme "O troco". Até mesmo Renan Calheiros, Sua Alteza Real, regente do trono de Sarney, foi feito de palhaço, sendo agora um boiola de baixo clero no Senado.


          Sérgio Moro e os procuradores nesse tempo estarão passando pela mesma estrada em que alguns passaram no final da tarde de 23 de maio de 1.992.


          Um festival de acusações e processos colocará na cadeia todos os que se rebelaram contra a atual ordem ditatorial civil demoníaca. Bolsonaro é o primeiro da lista:

 

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https://www.oantagonista.com/brasil/raquel-dodge-denuncia-bolsonaro-por-racismo/

 

Raquel Dodge denuncia Bolsonaro por racismo
Brasil 13.04.18 19:12

          A PGR denunciou Jair Bolsonaro hoje ao STF por “racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs”, de acordo com o site da Procuradoria.
          O motivo, segundo Raquel Dodge, foi a palestra de Bolsonaro na Hebraica do Rio, em abril do ano passado, em que o presidenciável teria usado “expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais”.
          No discurso, o deputado disse “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, (na) quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. Também culpou índios pela não construção de três hidrelétricas em Roraima e criticou as demarcações de terras indígenas.
          Na mesma ocasião, Bolsonaro afirmou que os quilombolas “não fazem nada” e “nem para procriador (…) servem mais”.
          Na denúncia, Dodge chamou a conduta do deputado de “ilícita, inaceitável e severamente reprovável”. Se condenado, ele poderá cumprir pena de reclusão de um a três anos; a PGR também pede pagamento mínimo de R$ 400 mil por danos morais coletivos.
          Dodge também acusou formalmente Eduardo Bolsonaro, filho de Jair e igualmente deputado federal, por ameaças a uma jornalista.

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          Não fosse Bolsonaro o virtual próximo presidente eleito, o número um disparado nas pesquisas eleitorais verdadeiras, esta denúncia não estaria sendo feita. Ele, como sempre, não cometeu crime algum, apenas reagiu com a truculência que lhe é peculiar a um estado absurdo de coisas, formado a partir da deturpação dolosa praticada pela máfia comunista há várias décadas. Nas falas de Bolsonaro não há qualquer resquício de dolo específico de discriminação contra isso ou aquilo, tudo está dentro do limite da ironia e do sarcasmo com relação à ideologia comunista, que usa os direitos e interesses de minorias como ferramenta de divisão social, diversionismo e nivelamento por baixo de todo o público. A máfia comunista não defende o negro pobre e sem educação, não defende o índio sem instrução, não defende os gays e lésbicas, o que a máfia comunista almeja é que todos sejam pobres e sem educação como o negro pobre e sem educação, quer que todos não tenham instrução como os índios, quer que todos sejam gays e lésbicas apenas para dividir a sociedade e fomentar o ódio entre as classes, que em vez de se unirem contra a ditadura civil comunista brigam entre si perdendo tempo. É contra esta estratégia que serve inclusive ao interesse de máfias capitalistas internacionais que Bolsonaro se coloca de forma truculenta, irônica, sarcástica e a tudo responde na base do coice, pois faz muito mais efeito uma metáfora ou um trocadilho besta do que uma longa explicação. E assim foi no caso Maria do Rosário também, uma dementada alucinada, uma doente de dar dó.


          A situação real no país com relação a estes problemas de discriminação vinha paulatinamente se resolvendo com o simples transcurso do tempo. Desapareceram os nobres senhores de engenho e os escravos foram se misturando com os brancos aos poucos, o mesmo acontecendo com os índios. Os gays que antes viviam reclusos e dentro do armário, devido à vergonha, vinte anos atrás já estavam saindo do armário. O racismo que era um preconceito radical se tornou um preconceito moderado e depois se tornou evento isolado, esporádico. Na Constituição foi tipificado como crime em 1988. Passaram-se quase três décadas. Em 1988, ao tempo da Constituição, esse tipo de evento já estava em vias de desaparecer. De 1988 para cá, o negro não está em situação ruim por ser negro, ele está em situação ruim pelo mesmo motivo que aquele que estudou na escola pública falida está em situação ruim. Foi a escola que acabou por causa da hiperinflação nos anos 80 e 90. As cotas disso e daquilo, que são inconstitucionais, surgiram por causa deste cenário, mas foram construção da mafia comunista, não para resolver, mas para fomentar o racismo, fazer ele renascer com o vigor que antes tinha. O que se perde de tempo com discussões idiotas a respeito de racismo, como agora se faz, é cem vezes maior em termos de tempo do que o que efetivamente se gastava vinte anos atrás ao discutir casos esporádicos de racismo.


          Outra vertente hipócrita desta discussão estéril é relativa ao próprio mundo capitalista em si, onde as apresentadoras de televisão são as mais lindas, as modelos de revista, só as mais gostosas, as capas da Playboy, só com as gostosas, os galãs de novelas, os mais bonitos, e assim por diante. Seguindo nesta linha, hoje teríamos de ter a cota das pessoas feias nas novelas, nos telejornais, nas revistas pornográficas e nos filmes pornográficos e assim por diante. Ninguém vai assistir a um programa para ficar vendo coisa feia. Até os feios e as feias. Íamos ter direito a cota, se fosse esta a situação. E ia ter o bolsa-puta, para os horrorosos poderem ir ao Bahamas. E o bolsa-garoto de programa, para as mocréias. Nós aqui iríamos querer a cota de participação nos filmes pornô.


          A máfia comunista leva a cabo um programa de humilhação, na verdade, dos negros, gays, lésbicas, índios, etc. Fomentam tanto que há preconceito que muitos embarcam, por ingenuidade, no barco da reclamação, da pregação doentia de igualdade a ser promovida pelo Estado e, acima de tudo, votam na máfia comunista, na expectativa de terem direito à utopia. É contra esta ingenuidade boçal, em que as supostas vítimas de preconceito são na verdade feitas de palhaço pela máfia comunista, que Bolsonaro se volta, de forma truculenta. Ele não tem dolo específico de discriminação algum. O que ele não tolera é gente sendo feita de palhaço pela máfia comunista ou, então, gente da própria máfia que veste a camisa da luta contra o preconceito, para angariar eleitores ingênuos. E por trás disso tudo está também o diversionismo. Veja quanto tempo aqui foi gasto explicando isso, em vez de estarmos focados no que interessa, o golpe no STF.


          Além de tudo, o cenário dantesco serve de desculpa para o futuro presidente ser denunciado, incriminado e perder os direitos políticos, não podendo ser eleito. E tudo isso é evidente, só não vê quem está de má-fé ou é o ingênuo da história. E a procuradora-geral sabe disso. Ela também faz parte da máfia e copiou o que fez a petista Ela Wiecko, quando denunciou Bolsonaro no caso Maria do Rosário. Raquel agora está ganhando o seu diploma de cassação pelo Senado por crime de responsabilidade, o que não é novidade, pois é o que já aconteceu com todo o STF. O deputado é inviolável por suas palavras, opiniões e votos, não tendo ocorrido qualquer abuso com dolo específico de discriminação e sim manifestação irônica e sarcástica a respeito de uma realidade problemática que é usada por uma máfia com o intuito de dividir o povo, desviar a atenção do povo, nivelar o povo por baixo e, com tudo isso, manter mais efetivo controle sobre a "ninguenzada" da qual falava o saudoso Joelmir Beting nos áureos tempos em que a imprensa ainda estava viva. O objetivo da máfia comunista vigarista com suas políticas de cotas e com a insuflação midiática superdimensionada de eventos isolados é na verdade fomentar o complexo de inferioridade de determinadas parcelas do público, jogando as pessoas umas contra as outras, tal como fez Hitler ao fomentar o ódio aos judeus. O negro negro mesmo não é uma pessoa de índole ruim, tanto que se deixou escravizar. Foi quando ele se misturou ao branco que começou a ganhar certa dimensão uma índole perversa. A situação ruim do negro no Brasil não é resultado da cor, é resultado da falência do Estado, pois faz mais de um século que a escravidão acabou e mais de um quarto de século que a escola pública acabou no país, depois de existir por quase um século. Se o Estado não tivesse se destruído no período, todos estariam em boas e iguais condições hoje, indepedentemente da cor, tal, inclusive, como acontece nos EUA, onde o negro não tem complexo de inferioridade, ele se acha e é superior aos brancos.


          Assim, esta denúncia só tem por objetivo gerar assunto diversionista, como visto exatamente no tempo aqui gasto, e, de quebra, tirar do cenário eleitoral o virtual presidente eleito. A nova procuradora-geral, como mostra o caso Barroso, é a máfia também. Gilmar acusou Barroso de corrupção e ela não moveu uma palha. O crime de responsabilidade de Gilmar ao mudar de voto na questão da coisa julgada no tema 925 de repercussão geral não fez ela mover uma palha sobre o crime de responsabilidade, o mesmo se aplicando aos demais, Marco Aurélio, Lewandowski, Toffoli e Celso de Mello, que também cometeram crime de responsabilidade ao violar a coisa julgada. Ela não se manifestou sobre a prevaricação do plenário do STF ao ignorar o crime de responsabilidade cometido por Fachin ao homologar o acordo ilegal de Joesley feito por Janot, que é acusado de corrupção por Gilmar Mendes. A mulher quer as urnas eletrônicas, sem voto impresso. Ela não vai se manifestar sobre o crime de responsabilidade de violação da coisa julgada (súmula 394 cancelada em 1999) na PSV 115. Ela não se manifestou sobre o crime de responsabilidade do plenário quanto à ADC 43 (que se trata de coisa julgada no tema 925 de repercussão geral). Ela disse que é coisa julgada, mas não se manifestou a respeito do crime de responsabilidade do plenário ao ensaiar violar a coisa julgada. E ela denunciou Bolsonaro, fazendo o jogo da máfia, que quer vê-lo fora da disputa, com mais este instrumento de abuso de autoridade, ao se denunciar um inocente. Com tantas coisas mais urgentes e importantes a fazer, a procuradora-geral fica procurando pelo em ovo para ajudar a máfia.


          Viram quanto tempo se gasta numa democracia para explicar uma ínfima parte de uma história? Quando Bolsonaro solta os cachorros tudo fica claro de imediato, produzindo-se muito maior efeito no cérebro oco dos otários. E é pelo mesmo motivo que aqui nós falamos que quem é xyzwhijp é xyzwhijp, ladrão é ladrão, corrupto é corrupto. Isso desfaz mais rapidamente as dúvidas de quem tem miolo mole. E assim é Bolsonaro, só que com uma pitada a mais de truculência: o trocadilho sarcástico e irônico, para desfazer no ato o cinismo hipócrita dos demagogos. Sua fala está dentro deste limite, não havendo dolo específico de discriminação por discriminação. Só quem é burro ou está de má-fé não entende. Ou quem é ingênuo demais, as vítimas prediletas da máfia comunista, que faz de palhaço o próprio povo, jogando-o contra si mesmo.

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          E o oceano de desatentos que ainda nutrem vãs esperanças de milagre é grande ainda:

 

https://www.oantagonista.com/brasil/lava-jato-conquista-brasilia/#comment-1831191

 

Lava Jato conquista Brasília
Brasil 13.04.18 10:39

          O delegado Márcio Anselmo, pioneiro da Lava Jato, responsável pelas prisões de Marcelo Odebrecht e Lula, assumiu a Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção da PF, em Brasília.
          Para reforçar sua equipe, ele levou de Curitiba dois de seus principais colaboradores: os delegados Maurício Moscardi Grillo e Renata da Silva Rodrigues.
          Os corruptos e lavadores de dinheiro podem se preparar para o pior. A Lava Jato desembarcou em Brasília.

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          Muito bom. Mas o que vai acontecer com estes preciosos inquéritos? Serão todos enterrados na 12ª Vara de Temer e Joesley, ou, se não, enterrados nas turmas de apelação do TRF1, dos amigos de Teori e de Fachin. O caso Joesley/Temer era para estar em Curitiba, assim como o caso Delcídio. Foi enviado para Brasília pois o STF sentiu cheiro de marmelada no TRF1. Deram azar na primeira instância, a Vara de Vallisney, mas na apelação tudo fica redondo. As varas novas saíram para resolver este problema do STF, que marcou bobeira. É por isso que Teori e depois Fachin mandaram processos de Curitiba para Brasília. Para dar em nada. E o delegado monstro de Curitiba foi para Brasília, para perder tempo, sendo seu trabalho todo enterrado pelas novas varas ou pelas turmas do TRF1.


          Grande parte da lava-jato, a mais caudalosa, está sendo perdida, pois está tudo no STF, nas gavetas, esperando a prescrição, enquanto provas vão desaparecendo e acusações mixurucas são feitas para dar em nada e facilitar as vendas de sentença ao final, formando coisa julgada fraudulenta, que será motivo para ação rescisória depois, quando da dissolução do tribunal, mas o trabalho de reconstrução dos autos será dificultado. A cassação coletiva do tribunal tem de ser também apressada para se evitar o prejuízo causado pela corrupção na Corte, que vai facilitar o desaparecimento de provas importantes que poderiam ser muito aproveitadas em Curitiba, abrindo outros leques de apuração.
         
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          Lula foi preso, Palocci continua preso. O que vem agora é projeto legislativo fraudulento no Congresso e que será usado como pretexto para se votar a ADC 43, justificando uma revisão de tese. Com a revisão da tese, as portas das cadeias serão todas abertas. Lula será solto. Faltará resolver a situação de Palocci, que está agora numa prisão preventiva suprema. Junto com a ADC 43 virá o limite para as prisões preventivas.


          Com a PSV 115 de Barroso, os processos que ainda estão com Moro, Bretas e Vallisney e que envolveram ex-ocupantes de cargos com prerrogativa de foro e que não chegaram em alegações finais serão remetidos para o STF no estado em que se encontram, ou poderão ser no STF reiniciados. Lula então vai estar livre do resto dos processos. E a ADC 43 lhe garantirá liberdade, escapando da condenação pelo tríplex.


          É por todos estes motivos e muitos outros em quem 1964 tivemos uma intervenção militar. A democracia é um regime que só funciona quando existe povo. E assim mesmo, mal. Se estivéssemos agora em 31 de março de 1.964, o primeiro ato seria a dissolução integral do STF e da PGR, com a colocação de seus membros na cadeia. Tudo seria repassado para Curitiba e o Congresso seria dissolvido. E Temer iria para o xilindró também, junto com Lula. Em 24h seria esvaziada a represa de corrupção que é o STF. E sem choradeira de xyzwhijps mafiosos na imprensa. Acampamentos de moratadelas nem existiriam, mas se existissem seriam removidos para o interior da floresta amazônica.


          Foi uma luta, um árduo trabalho. Foram quatro anos de investigação e processo em Curitiba, sem falar no Mensalão, que consumiu de 2005 a 2013, terminando numa "pizza". E quase dezesseis anos de ditadura civil, desde 1 de janeiro de 2003, para que Lula fosse encarcerado. E todo este esforço irá por água abaixo, pois os bandidos no STF vão desfazer tudo com a ADC 43 e a PSV 115, garantindo não somente a impunidade, mas o retorno dos mafiosos ao poder e à roubalheira, destruindo o último átimo que restou do país.


          A intervenção militar está na ordem do dia, tal como se nada tivesse acontecido ainda. Embora a batalha da prisão de Lula e de Palocci esteja por ora ganha, são vitórias que a qualquer momento serão revertidas, perdendo-se então a guerra.


          A partir do dia 2 de maio teremos então mais um evento de prisão em flagrante do tribunal. Infelizmente as tecnicalidades jurídicas são detalhadas demais para que de imediato as pessoas entendam o que se passa. O estrago só será percebido muito depois, quando então não adiantará mais reclamar do leite derramado. O que complica um pouco a história para a máfia é que ela está presa ao calendário eleitoral. Lula precisará estar livre em poucas semanas para poder concorrer e fraudar a eleição, que terá mais uma reviravolta: Bolsonaro sai (porque estará condenado nas próximas semanas pelo STF, antes até dos réus da lava-jato, mostrando-se também por aí a seletividade criminosa, a despeito da mera formalidade da conduta praticada e que não demanda maior instrução criminal) e Lula entra. Dória então poderá entrar no jogo, pois o agora "Santo" do pau oco não tem chance num cenário com Lula, mesmo ele sendo bandido condenado; o "Santo" já não tinha chance quando era só cabeça oca. E, por pior que seja a situação, Dória vai despontar na frente. E será por isso assassinado.


          Como dito, a análise do cenário não é coisa para principiantes. E também não é coisa para dementados com 1KB de memória RAM no cérebro, que só conseguem lembrar dos últimos vinte segundos de uma explanação sem digressões e que acreditam nos petistas sofistas do STF.


          O vídeo abaixo, uma mensagem espiritual diretamente do inferno, mostra, como aqui dito, quem vai vencer a guerra, razão pela qual o súcubo rende homenagens ao demônio mesmo depois de tudo o que já aconteceu, como se nada tivesse acontecido (a egrégora demoníaca é densa, pesada e ocupou todos os espaços):

  

 

          Antes disso tudo acontecer, porém, primeiro o tribunal terá de passar pela Bastilha da ADC 43. E se passar, teremos o 14 de julho de 1789, curiosamente também lá pelo dia 14 de julho. Na França, sete presos estavam na prisão, Bastilha, que foi invadida pelo povo em busca de armas. Hoje temos também uns sete presos ilustres, prestes a delatar o STF. Ao serem abertas as portas das cadeias, com a ADC 43/44, será aberta também a porta da queda do tribunal, que começará com o Launay de Mato Grosso. Em 1789 vivia-se também uma enorme crise econômica, com o Estado falido, sendo este o caldeirão dentro do qual formou-se a revolução, tal como agora. Onze canalhas dando guarida a uma roubalheira bilionária e duzentos milhões de otários bancando a festa. Vai ser como em 1789, não tem como ser de outra forma, foram ultrapassados todos os limites de insanidade. A história se repete, desta vez agravada pela displicência de marginais entorpecidos pelo "glamour" de togas supremas, agindo como se fossem reis ao ditar que eles são a Lei.


          Rezemos então para que o inevitável aconteça da forma mais suave possível. As coisas certas por linhas tortas nos fizeram chegar até aqui. Coisas erradas estão sendo escritas por linhas certas e isso já levou o tribunal ao desastre. A primeira laje do WTC desabou quando Lula foi preso. Ela caiu sobre a segunda. E a segunda agora caiu também, Palocci. Quando a PSV 115 estiver aprovada e as análises técnicas a respeito de suas conseqüências começarem a surgir, cairá a terceira laje da primeira torre. Daí para frente tudo desaba, vindo abaixo. Disso se esqueceram os marginais de toga. Sobretudo porque, por ironia do destino, a parte dispositiva que vai interessar do acórdão em que se fundar a súmula vinculante 57 terá algo como meia página, sendo rapidamente interpretada, a despeito dos vários dias e longas horas de discussão teatral ao longo de meses de encenação estéril. Assim que decidido, começa a repercussão geral. E será uma repercussão geral mesmo, a reverberação do significado técnico da decisão será um terremoto de 20 graus na escala Richter e que vai transformar o tribunal em antimatéria. Esta é a grande piada final. Não há como o crime ser cometido e ninguém ficar sabendo. Os resultados terão de produzir efeitos. O desespero do estresse-pós-traumático da extorsão sofrida ao longo de sucessivos lances de chantagem formatou o cérebro dos marginais de toga. Eles só conseguem enxergar o agora. Esqueceram do "day after".


          Outro problema ainda é que as decisões tomadas pelo STF após sua dissolução serão objeto de ação rescisória e de revisão criminal, sendo anulados benefícios concedidos e distribuições de processos realizadas, assim como a própria PSV 115 e a ADC 43/44, assim como também qualquer legislação aprovada neste período será declarada inconstitucional pelo novo STF a ser constituído após o desastre.


          O STF teve um resfresco agora, conseguiu respirar um pouco, mas já está sendo sufocado novamente. A colocação em pauta da PSV 115 para 2 de maio é reflexo disso, ela precisa sair antes que Moro condene Lula também pelo sítio. Aí Lula ficará salvo desta segunda condenação.


          Destarte, não há uma definição sobre o que exatamente vai acontecer e quando, pois o tribunal calcula quando é conveniente esperar mais um pouco para o povo se desmobilizar. Mas aí o tribunal tem de tomar a decisão. Seja como for, deverá ser como no dia do "Tchau querida". Mas desta vez não serão políticos corruptos na mira e sim juízes corruptos. As conseqüências poderão ser mais drásticas, o 14 de julho, sobretudo porque as cadeias serão também esvaziadas junto para que meia dúzia de tubarões seja salva. Como diz (não exatamente com estas palavras, mas seguindo esta linha de raciocínio) Gerald Celente, do "Trends Research Institute" dos EUA, quando o povo não tem mais o que perder ele parte para a ignorância. Os marginais do STF vão agora servir de cobaia para a comprovação desta tese. Como será o 14 de julho do século XXI.