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Brasil

Entenda o golpe contra Bolsonaro

Publicado em 15 de Abr de 2018


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fonte: www.globalizacao.net/informativo.asp

 

.:: GLOBALIZAÇÃO E OS TRINTA ANOS DE INDEXAÇÃO NO BRASIL ::.

15-04-2018   -   MELHOR IMPOSSÍVEL. PROCURADORA-GERAL CONSEGUE TÍTULO DE CASSAÇÃO JUDICIAL POR CRIME DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVO PARA ELA

 

          Parecia que ia ser um fim de semana de descanso finalmente, mas não tem jeito. Brasília está fervendo, como dissemos que seria. Estamos de volta, em pleno domingo, depois da maratona que foi a semana.


          Como se já não bastasse a trágica situação do STF, que já está completamente enquadrado por inúmeros motivos na lei 1.079 de 1.950, artigo 39, por crimes de responsabilidade vários, agora a procuradora-geral da República se esforçou e conseguiu se enquadrar sozinha também na lei 1.079, art. 40, 4. A procuradora já estava enquadrada nesta situação por prevaricar quanto à corrupção no STF, mas desta vez ela se superou. Denunciou Bolsonaro por racismo. Objetivo: tirar do páreo presidencial o virtual próximo presidente, número um disparo nas pesquisas eleitorais reais.


          Como já explicamos ontem, o discurso de Bolsonaro, quando analisado o contexto em que se dá, não tem dolo direto específico de discriminação, não sendo constituído de manifestações gratuitas. O deputado estava no exercício regular de direito de crença a respeito de fatos afetos à análise política no seu mais amplo aspecto, qual seja, o de atividade discricionária cujo parâmetro é a conveniência e a oportunidade, dentro dos limites vinculados expressos na Constituição Federal para a orientação da atuação do Estado.


          Apesar de exercício regular de direito, não se trata esse aspecto de excludente de antijuridicidade propriamente dito, pois não há culpabilidade a ser aferida em face de não haver dolo direto de discriminação, sendo a conduta referente a adjetivação de comportamentos deste ou daquele grupo não fundada na etnia, na cor, na raça ou na crença dos supostamente ultrajados e sim fundada na circunstância de condição de vulnerabilidade dos supostamente ultrajados que é explorada em desfavor deles próprios por parte da máfia governamental ou, também, adjetivações desprovidas de cunho necessariamente vinculado a etnia, raça ou crença e que poderiam ser feitas pelos mesmos motivos a quaisquer grupos, brancos, ricos, etc. Não é porque se fala em "arroba" que se trata de racismo, pois gordo demais qualquer um pode ser, seja branco ou negro.


          Quanto aos manifestantes que se fizeram presentes, quem estava sendo discriminado era o próprio Bolsonaro, ressalvando-se que não é porque alguém está se manifestando que necessariamente seja alguém inocente, pois a máfia também tem os seus MAVs de internet, os seus "black-blocks", os seus jornalistas subornados, os seus "mortadelas" de protestos e ... também as suas claques políticas e capangas, sendo algumas respostas direcionadas eventualmente a alguém não relativas à sua condição de etnia, raça, etc., mas sim relativas à condição de integrante das claques da própria máfia, ou seja, mesmo que dolo houvesse, seria de outra natureza, o de retorsão de injúria e não o de ofensa racial, mesmo porque isso não tem sentido para pessoas de bem. E Bolsonaro explicou muito bem isso no discurso ao falar que se não houver economia nada mais vai existir ou importar para os gays, por exemplo. Sua truculência natural se exacerba em trocadilhos ásperos quando importunado pela claque da máfia, o que é tido por discurso de ódio contra toda uma categoria por parte dos alienados ou dos dementados, sendo isso usado pela máfia para dividir o povo e jogar uns contra os outros, quando na verdade deveriam estar todos juntos contra a máfia comunista petista vigarista e não brigando entre si, insuflados por oportunistas que aproveitam bandeiras políticas forjadas.


          A procuradora-geral se enquadrou no crime de abuso de autoridade, no artigo 3º, "a" e "d":


          Art. 3º. Constitui abuso de autoridade qualquer atentado:


          a) à liberdade de locomoção;
          ...
          d) à liberdade de consciência e de crença;

 

          Disse a procuradora-geral em sua denúncia inepta apresentada em 12 de abril de 2018:


          No dia 03 de abril de 2017, em palestra realizada no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, o parlamentar JAIR MESSIAS BOLSONARO se manifestou de modo negativo e discriminatório sobre quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBT"s.

 

          Para melhor compreensão do conteúdo e extensão do discurso discriminatório e racista do denunciado, destaco os seguintes trechos de sua manifestação, que caracteriza o que a doutrina denomina de discurso de ódio (hate speech):

 

          12:05 - “Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”

 

          16:00 - “A área mais rica do mundo está exatamente demarcada como terra indígena, uma área maior que a região do Sudeste é demarcada como terra indígena. Tive em Roraima. Uma das acusações que recebo é "Xenófobo!". […] E eu sou contra estrangeiros aqui dentro. ”

 

          17:16 - “Dentro de Roraima, os senhores acham aqui tudo que existe na tabela periódica […], além de demarcação como terra indígena, o que que eles fizeram lá? O único rio lá que se poderia fazer três hidrelétricas, o pessoal encheu de índio. Hoje você não pode fazer uma hidrelétrica.”

 

          23:05 - “ E voltamos a qui pra questão da xenofobia, né. Nós não podemos abrir as portas do Brasil pra todo mundo. Então aí o Trump […] está preservando o seu país.”

 

          37:12 - “Aqui apenas são as reservas indígenas no Brasil. Onde tem uma reserva indígena, tem uma riqueza embaixo dela. Temos que mudar isso daí. Mas nós não temos, hoje em dia, mais autonomia para mudar isso daí. Entregou-se tanto a nossa nação que chegamos a esse ponto, mas dá pra mudar nosso país. Isso aqui é só reserva indígena, tá faltando quilombolas, que é outra brincadeira. Eu fui em um quilombola em El Dourado Paulista. Olha, o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador eles servem mais. Mais de um bilhão de reais por ano gastado com eles. Recebem cesta básica e mais material em implementos agrícolas. Você vai em El Dourado Paulista, você compra arame farpado, você compra enxada, pá, picareta por metade do preço vendido em outra cidade vizinha. Por que? Porque eles revendem tudo baratinho lá. Não querem nada com nada.”

 

          48:13 - “Nós não temos 12 milhões de desempregados, nós temos 40 milhões, porque eles consideram quem bolsa-família como empregado. Só aí, só aí nós temos praticamente 1/4 da população brasileira vivendo às custas de quem trabalha. Alguém já viu um japonês pedindo esmola por aí? Porque é uma raça que tem vergonha na cara. Não é igual essa raça que tá aí embaixo ou como uma minoria tá ruminando aqui do lado.”

 

          49:25 - “Se eu chegar lá, não vai ter dinheiro pra ONG, esses inúteis vão ter que trabalhar. […] Não vai ter um centímetro demarcado pra reserva indígena ou pra quilombola.”

 

          51:44 - “Se um idiota num debate comigo, caso esteja lá, falar sobre misoginia, homofobia, racismo, baitolismo, eu não vou responder sobre isso”

 

          55:37 - “Tá pra ser transformado em lei o novo Código de Imigração. Tomem conhecimento. Qualquer estrangeiro ou até um monte de estrangeiro... Se alguém quiser pegar um navio e encher de haitiano, de angolano, de chinês, japonês, seja lá o que for. Japonês não vem pra cá não, tá. E jogar no porto aqui, dez mil aqui. O pessoal, ele fala, "eu sou refugiado", passa a ter direito a abrir conta em Banco do Brasil e Caixa Econômica, com menos diligências do que qualquer um de nós brasileiros. Passa a ter direito a Sistema Único de Saúde gratuito […]”

 

          56:44 - “O que que a Venezuela tá fazendo? Tá enchendo as suas ambulâncias e carros com pessoal idoso ou doença de alta complexidade e desovando nos hotéis, nos hospitais e postos de saúde de Roraima. E o que o governo brasileiro faz? Não faz nada. Tem que fazer alguma coisa. Se aceita, vamos criar campos de refugiados. Se aceita... Se não aceita, devolve. O Brasil não pode se transformar na casa da mãe Joana. Não pode a decisão de um governo acolher todo mundo de forma indiscriminada. Não tem problema vir pra cá quem quer que seja, mas tem que ter um motivo e um levantamento da vida pregressa dessas pessoas.”

 

          58:05 - “Não sabemos ainda o nosso futuro, dada a quantidade de estrangeiro que estão aqui dentro. Lógico, eu não generalizo. Mas dentre esses uma minoria que pode fazer um estrago muito maior do que nós enfrentamos, em especial de 66 a 73, numa luta armada e na guerra e guerrilha dentro do nossoBrasil.”

 

          Conforme representação de fls. 102/109, o parlamentar já havia manifestado o seu desprezo por indivíduos homoafetivos em outras ocasiões:

 

          “[...] Não vou dar uma de hipócrita aqui: prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí. Para mim ele vai ter morrido mesmo.” (fl. 104)

 

          “Não vou combater nem discriminar, mas, seu vir dois homens se beijando na rua, vou bater.”4 (fl. 104-v)

 

          “Nós, o povo, a sociedade brasileira não gostamos de homossexual […].” (fl. 104-v)

 

          “[...] Entre o sangue meu, por exemplo, e de um homossexual [...]se perguntar pra quem precisa doar sangue […] você vai ver que a resposta...”6 (fl. 104-v) Especificamente quanto aos trechos 37:12, 48:13 e 49:25 da fala do parlamentar no Clube Hebraica, em 3 de abril de 2017, extrai-se que o denunciado, de maneira livre e consciente, também praticou, induziu e incitou discriminação e preconceito contra comunidades quilombolas.

 

          JAIR BOLSONARO tratou com total menoscabo os integrantes de comunidades quilombolas. Referiu-se a eles como se fossem animais, ao utilizar a palavra “arroba”. Esta manifestação, inaceitável, alinha-se ao regime da escravidão, em que negros eram tratados como mera mercadoria, e à idéia de desigualdade entre seres humanos, o que é absolutamente refutado pela Constituição brasileira e por todos os Tratados e Convenções Internacionais de que o Brasil é signatário, que afirmam a igualdade entre seres humanos como direito humano universal e protegido.

 

          Não satisfeito, o acusado afirmou que os quilombolas não fazem nada e não servem nem para procriar, depreciando-os de modo enfático e absoluto, apenas por sua condição pessoal.

 

          JAIR BOLSONARO ainda consignou, em comparação, que os japoneses são um povo trabalhador, que não pede esmola. Assim, evidenciou que, em sua visão, há indivíduos ou povos superiores a outros, tratando quilombolas como seres inferiores.

 

          Já nos trechos 16:00, 17:16, 56:44 e, principalmente, aos 58:05 do vídeo, JAIR BOLSONARO incita a discriminação entre seus ouvintes em relação aos estrangeiros, principalmente ao sustentar situações de envolvimento destes com práticas de guerrilha e luta armada, conforme se extrai do seguinte trecho, já acima transcrito no contexto integral da fala do denunciado: "Mas dentre esses uma minoria que pode fazer um estrago muito maior do que nós enfrentamos, em especial de 66 a 73, numa luta armada e na guerra eguerrilha dentro do nosso Brasil".

 

          Estas manifestações feitas pelo acusado, de incitação a comportamento e sentimento xenobófico, reforça atitudes de violência e discriminação que são vedadas pela Constituição e pela lei penal, notadamente em face de estrangeiros ou imigrantes, como se pode aferir das matérias jornalísticas que constam dos seguintes links de notícias:

 

http://www.folhabv.com.br/noticia/Venezuelanas-passam-a-ser-vitimas-de-estupro-eespancamento-
em-RR/32327;

http://migramundo.com/audiencia-publica-em-rr-da-voz-aosmigrantes-
venezuelanos-e-faz-apelo-contra-discriminacao;

https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/video-mostra-homem-causando-explosao-comgasolina-em-casa-onde-vivem-31-venezuelanos-em-boa-vista.ghtml.

          Ao assim agir, JAIR MESSIAS BOLSONARO praticou a conduta ilícita tipificada no art. 20, caput da Lei 7.716/89, vez que, em seu discurso tratou os quilombolas como seres inferiores, igualando-os a mercadoria (discriminação) e ainda reputou-os inúteis, preguiçosos (preconceito) e também incitou a discriminação em relação aos estrangeiros, estimulando os presentes no Clube Hebraica, um público de cerca de trezentas pessoas, além de outras pessoas que tiveram acesso a vídeos divulgados do evento, a pensarem e agirem de igual forma (induzimento e/ou incitação).

 

          A materialidade e autoria delitiva estão comprovadas pelas mídias de fls. 39, 66, 87 e 200.

 

           II
          O denunciado era capaz à época dos fatos, tinha consciência da ilicitude e dele se exigia conduta diversa, sobretudo por se tratar de um Parlamentar. Estão devidamente caracterizadas nos autos, portanto, a autoria e a materialidade do crime.

 

          Assim procedendo, de modo livre e consciente, JAIR MESSIAS BOLSONARO praticou o crime tipificado no art. 20, caput, da Lei 7.716/89, por duas vezes, na forma do artigo 70, segunda parte, do Código Penal.

 

          III
          Pelo exposto, requeiro:

 

          (i) a notificação do denunciado para oferecer resposta, nos termos do artigo 4º da Lei nº 8.038/90;

 

          (ii) o recebimento da denúncia, com citação do denunciado para responder a esta ação penal;

 

          (iii) a condenação do denunciado nas penas cominadas no art. 20, caput, da Lei 7.716/89, por duas vezes, na forma do artigo 70, parte final, do Código Penal;

 

          (iv) a conduta imputada ao denunciado é severamente reprovável e atingiu valores e princípios fundamentais da República Federativa do Brasil, estabelecidos nos artigos 1º, 3º-IV e 5º-caput da Constituição, que garante a dignidade da pessoa, a igualdade de todos perante a lei e expressamente veda qualquer forma de discriminação. Nesse contexto, a conduta do denunciado atingiu bem jurídico constitucionalmente protegido e que transcende a violação dos direitos constitucionais específicos dos grupos diretamente atingidos com a suas manifestações de incitação ao ódio e à discriminação para revelar violação a interesse difuso de toda sociedade, constitucionalmente protegido. Assim, requeiro a condenação por danos morais coletivos, com fundamento no artigo 387-inciso IV do Código de Processo Penal, no valor indenizatório mínimo de R$ 400.000,00.

 

          Brasília, 12 de abril de 2018.
           Raquel Elias Ferreira Dodge
          Procuradora-Geral da República

 

          A referida palestra na Hebraica do Rio, em 3 de abril de 2.017, pode ser vista abaixo:

 

https://www.youtube.com/watch?v=wgIuIsMrVxE

 

Palestra de Jair Bolsonaro na Hebraica Rio I 03/04/2017

  

 

          Nesta palestra de uma hora e dois minutos não há absolutamente coisa alguma que caracterize conduta típica de racismo, pois as menções não são depreciativas em sentido gratuito, são opinião científica desfavorável na emissão de conceitos a respeito de prioridades políticas gerais ao se apreciar informações a respeito da atuação espúria do Estado ao se deturpar em suas ações fundamentos da República, entre os quais estão a soberania (art. 1º, I, CF/8Cool, a dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, CF/8Cool e o valor social do trabalho e da livre iniciativa (art. 1º, IV, CF/8Cool, e informações a respeito da atuação espúria do Estado ao se deturpar em suas ações e pretensões objetivos fundamentais da República, entre os quais a construção de uma sociedade justa (art. 3º, I, CF/8Cool, garantir o desenvolvimento nacional (art. 3º, II, CF/8Cool, erradicar a pobreza e a marginalização (art. 3º, III, CF/8Cool e promover o bem de todos (art. 3º, IV, CF/8Cool e não o desta ou daquela minoria ou parcela em detrimento de todo o resto dos objetivos.


          Além disso, o discurso do pré-candidato a presidente também tinha por fundo a observância dos princípios a serem observados pela República nas suas relações internacionais, entre os quais estão a independência nacional (art. 4º, I, CF/8Cool, repúdio ao terrorismo (art. 4º, VIII, CF/8Cool e cooperação entre povos para progresso da humanidade (art. 4º, IX).


          O que tem feito a ditadura civil formada pelo comunismo petista vigarista desde 2003? Ou até antes, com o comunista FHC?


          a) submissão da República brasileira ao Foro de São Paulo, mitigando-se a sobernia até sua extinção;


          b) fomento da indignidade e da pobreza, com a promoção da depressão econômica gerada pela corrupção e pela irresponsabilidade fiscal;


          c) fomento da xyzwhijp e da dependência com o bolsa família eterno, que funciona como uma compra de voto;


          d) sucateamento do parque empresarial brasileiro, com remessa de recursos do BNDES para o exterior, preferencialmente para ditaduras comunistas vigaristas;


          e) fomento da pobreza e da marginalização, com destinação de áreas riquíssimas em recursos naturais para reservas, mitigando-se a sobernia sobre estas regiões, o que no futuro facilitará o esbulho internacional sobre estas áreas assim como o próprio atual contrabando de minerais preciosos;


          d) promoção da divisão social e da luta entre classes sociais e econômicas diversas, copiando-se o que fez Hitler na Alemanha, ao perseguir judeus (ricos x pobres, gays x héteros, viciados x saudáveis, polícia x população, índios x brancos, negros x brancos e assim por diante, sendo clássico o já conhecido "coxinhas" x "mortadelas" e o "black blocks" suave x polícia [para fazer crescer manifestações incipientes diversionistas] ou "black blocks" radical x polícia [para sufocar protestos inconvenientes]);


          e) parcerias internacionais com ditaduras sanguinárias ou terroristas (Venezuela, Cuba, oriente médio, etc.), seja para exportação da corrupção (como se viu no caso Odebrecht na América Latina), seja para dar ar recíproco de democracias aos parceiros ditatoriais do Foro de São Paulo, em vez de se fazer parcerias com países desenvolvidos e democráticos;


          f) abertura de fronteiras e incentivo de ingresso de refugiados, objetivando a entrada de mercenários das ditaduras do Continente, repetindo-se no Brasil o que fez Fidel em 1959, ou seja, quando Bolsonaro fala de terroristas entre os refugiados ele está certo, sendo inclusive o que aconteceu na própria Europa e ainda acontece, com os atentados terroristas (a procuradora não é uma alienada, ela sabe disso, mas ignora, de propósito, com dolo direto de abuso de autoridade, praticando crime contra o deputado para ajudar a máfia a vê-lo fora da disputa eleitoral).


          A questão das supostas vítimas de discrimição, neste contexto, é mera nota de rodapé, uma questão acessória, secundária, atinente à massa de manobra que a máfia política utiliza na consecução de seus objetivos espúrios, ou seja, as supostas vítimas de discriminação são na verdade uma massa de manobra usada pela ditadura civil e sob diferentes prismas de realidade:


          a) as áreas ricas em recursos minerais e naturais são destinadas aos que mais facilmente podem ser ludibriados por todos, seja pelo governo corrupto, seja por estrangeiros, seja por contrabandistas;


          b) não se está objetivando proteger os índios e sim explorá-los, enganá-los;


          c) ao se promover prerrogativas a um determinado grupo minoritário ou vilipendiado ou necessitado a máfia política não almeja a paz social, o progresso, a justiça, o que ela almeja é fomentar a discórdia, formando bolsões de desavença, o que, de forma resumida, pode-se sintetizar dizendo que a meta é nivelar por baixo tudo e não nivelar por cima ou pela média;


          d) dentro do universo de fomento do respeito a "diferenças" o que se almeja não é a paz e a tolerância e sim o cultivo da intolerância, ao se propagendear a todo tempo que este ou aquele grupo foi objeto de malecidência, ou seja, o que se almeja é a ideologia do "politicamente correto", cujo foco principal é colocar um cabresto no pensamento, formando-se uma geração inteira de acéfalos, chegando-se a um dia em que no ápice da lavagem cerebral coletiva ninguém poderá dizer que petista é ladrão e que Lula é corrupto, pois isso é intolerância e desrespeito;


          e) dentro ainda do universo do "politicamente correto", mas em sentido oposto e concomitante,  lideranças políticas hipócritas surgem para defender o interesse desta ou daquela classe, fermentando a intolerância, pois a intolerância acaba sendo combatida com má-fé, sendo exemplo disso os ataques à polícia por conta de torturas e corrupção, sendo que o que se tem de combater é a banda podre policial e não extinguir a polícia, como se ela fosse o mal; esse é o pano de fundo da luta contra a intolerância, é produzir intolerância contra o que é certo [porque o objetivo da máfia é acabar com a polícia e fazer a sua polícia própria e mercenária, nacional, para tomar o controle de tudo e impedir que se repita revoltas como a de 1932]; isto é, de tanto se insistir em respeito o que se consegue é o desrespeito, pois a luta contra a intolerância se faz de modo intolerante, invasivo, massacrante, levantando o ódio de quem estava pacificado, mas não contra os defendidos e sim contra os supostos defensores, fomentando-se assim a desavença num primeiro momento; já sob outro aspecto, noutro momento, o que se tem é que os que estão imersos na ignorância e são objeto da propaganda dos defensores da tolerância para com os massacrados pelos acusados de serem intolerantes acabam (os imersos) se tornando intolerantes para com toda a parcela a ser desmoralizada, ou seja, se tornam intolerantes para com os realmente intolerantes e culpados, mas também intolerantes para com os tolerantes e responsáveis;


          f) fechando a roda de estratégias comunistas, o que se tem também como saldo final da luta contra a intolerância baseada na ideologia do "politicamente correto" é a anarquização da sociedade e a deslegitimação do Estado, o que facilita a revolução comunista sangrenta, que não dependerá mais da luta armada para quebrar a ordem e dissolver o estamento aristocrático oligárquico, em tese, mas, em transposição para a prática o resultado que se tem é a deslegitimação do Estado como órgão fiador de uma ordem pública que na verdade já foi privatizada pelo crime, sendo o objetivo comunista vigarista não a mudança da ordem em si e sim a seu controle para expropriação do próprio Estado; e não para se compor uma ordem igualitária comunista e sim para apenas se usurpar o trono, em tirania, como mostraram o Leste Europeu da "Cortina de ferro", Cuba, China, URSS e Coréia do Norte, entre outros.


          É neste contexto que foi proferida a palestra de Bolsonaro na Hebraica Rio, que foi o ponto central da denúncia apresentada. A situação de Bolsonaro é claramente a do artigo 142 (II e III) do Código Penal:


Exclusão do crime
                  Art. 142 - Não constituem injúria ou difamação punível:
                  I - a ofensa irrogada em juízo, na discussão da causa, pela parte ou por seu procurador;
                  II - a opinião desfavorável da crítica literária, artística ou científica, salvo quando inequívoca a intenção de injuriar ou difamar;
                  III - o conceito desfavorável emitido por funcionário público, em apreciação ou informação que preste no cumprimento de dever do ofício.


                  Parágrafo único - Nos casos dos ns. I e III, responde pela injúria ou pela difamação quem lhe dá publicidade.

 

          Não houve intenção gratuita de difamar ou injuriar quem quer que seja, o que houve foi opinião desfavorável em crítica científica a respeito de prioridades a serem escolhidas pelo Estado em sua atuação, tendo os conceitos desfavoráveis sido emitidos por funcionário público, deputado federal, em apreciação prestada (palestra) em cumprimento de dever de ofício (parlamentar discursa, defende teses, vota, profere palestras, arregimenta correligionários, etc.).


          Assim, a ditadura civil que se diz defensora de negros, índios, gays, etc., na verdade, os explora, fazendo-os de palhaços, jogando todos contra todos, servindo também o próprio fomento da intolerância por meio da promoção do "respeito" (a máfia inclusive se apossou de uma marca relativa ao "politicamente correto") como bandeira política fajuta da qual se aproveitam alguns vigaristas para ingressar no mundo da politicalha, sendo o "Lindinho" um exemplo. Ao tempo de Collor, o vigarista era o defensor do seu "impeachment". Depois se tornou petralha dos mais ferrenos e truculentos, com capangas diversos. Os maiores defensores da tolerância são justamente aqueles canalhas, que com os seus capagans jogaram o cidadão no baú do caminhão, resultando em traumatismo craniano.


          A ditadura civil petista não quer defender negros, índios, gays, pobres, mulheres, etc., o que ela quer é usar os interesses desses grupos em prol de si. 


          No discurso de Érica Kokay, petista comunista, se vê toda a tese da destruição da sociedade (e em seguida o filósofo Olavo de Carvalho completa):

 

 

          Assim, a palestra de Bolsonaro na Hebraica Rio nada teve de racismo ou de discriminação. O deputado expunha sua crença a respeito de quais devem ser as prioridades do Estado, inclusive no tocante a políticas sobre realidades afetadas pelas atuais opções da ditadura civil comunista.


          Como se não bastasse tudo isso, o parlamentar em exercício é inviolável por suas palavras, opiniões e votos, como disposto no artigo 53 da Constituição:


          Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.

         
          E não se tratou de abuso de prerrogativa parlamentar, conforme disposto no artigo 55, § 1º, da Constituição Federal.


          Mesmo que fosse um simples cidadão comum, nenhum crime teria cometido Bolsonaro nesta palestra. Sendo a denúncia calcada basicamente na palestra de 3 de abril de 2017, o que se tem é um engodo. Restaria apenas o alegado na folha 104, mas a julgar pelo padrão de boçalidade do visto ao longo de toda a peça no tocante à palestra, o descrito na folha 104 possivelmente também constitui uma fraude.


          A procuradora-geral conseguiu um título só seu de cassação por crime de responsabilidade, pela prática de crime comum, abuso de autoridade, pois mesmo em se tratando de mera denúncia, constitui "atentado", de acordo com o artigo 3º da lei 4.898/65.


          Antes ela já estava enquadrada no artigo 40, 4, da lei 1.079/50, por prevaricar quanto à corrupção no STF. Mas agora ela se superou, conseguiu sozinha se enquadrar num crime de responsabilidade por sua própria iniciativa.


          Os discursos proferidos em palestras ou na tribuna por parte de Bolsonaro, sobretudo os demorados, são demolidores. Não há candidato presidencial chuchu algum que resista a cinco minutos de debate com Bolsonaro. Foi pelo monumental discurso proferido nesta palestra que ele foi denunciado, numa ação ilegal, imoral, criminosa e política, por parte de uma procuradora-geral, que, como já visto, faz parte da máfia também, pois não moveu uma palha sequer a respeito da corrupção no STF. E agora ela dá demonstração cabal de sua leviandade, despreparo, incapacidade, incompetência e burrice. Mas não se trata disso, é um crime mesmo, um abuso de autoridade. E o lugar dela, como de todo o STF, é na cadeia.


          O objetivo destas denúncias, sobretudo agora, depois de passado tanto tempo, é tirar do candidato o direito político, pois quem é condenado fica com direito político suspenso por quanto tempo durar a execução criminal resultante da condenação (artigo 15 da Constituição Federal).


          Melhor impossível. Isso porque se restava alguma suspeita relativa à venalidade da procuradora-geral e de seu pertencimento à organização criminosa formada pelas máfias da politicalha não há mais dúvida, pois desta vez ela não prevaricou apenas por conta da corrupção de outros, ela mesma praticou abuso de autoridade, consumando crime sozinha, sem depender dos outros, ou seja, tratou-se de ato comissivo e não meramente omissivo caracterizador de sua culpabilidade, ou seja, é ainda mais grave.


          Fica portanto caracterizada, por mais este motivo, a necessidade da intervenção militar, 100% da cúpula do Estado está contaminada. E a tal ponto que se quer colocar um inocente na cadeia, não apenas deixar os culpados impunes. Antes havia a procuradora-geral como autoridade restante que poderia tomar alguma atitude, selando as brechas legislativas últimas de atuação da cúpula do Estado na resolução da crise institucional. Agora não há mais. Já não havia, mas ficou sacramentado agora. Os três Poderes e a própria procuradoria-geral terão de ser removidos. Não haverá eleição, pois Bolsonaro estará condenado por duas denúncias criminosas e por um tribunal de marginais. E João Dória pode tirar o cavalo da chuva, pois irá para o caixão também se quiser aproveitar um cenário sem Lula e sem Bolsonaro, a máfia petista não dará espaço para Dória, mesmo ele sendo um fabiano. Lula estará de volta em pessoa ou então por meio de um representante seu como Marina, Ciro ou outro comunista enrustido.


          A eleição, portanto, é um cenário descartado. Somente uma intervenção militar profunda, severa, radical e brutal colocará o país novamente nos eixos. Bolsonaro foi denunciado porque ele é o próximo presidente eleito disparado. Antes de qualquer mensaleiro ou petroleiro ele estará condenado pelos marginais do STF, entre eles Fachih, Rosa, Barroso e Cármen, principalmente.


          A denúncia feita sob encomenda da máfia pode ser vista neste endereço:

 

http://www.mpf.mp.br/pgr/noticias-pgr/pgr-denuncia-jair-bolsonaro-por-racismo-e-eduardo-bolsonaro-por-ameacas-a-jornalista

 

          Fica portanto sacramentada a necessidade da intervenção militar, pois a estrutura criminosa do Estado já se movimenta para que pela via democrática nada seja resolvido. Antes havia uma expectativa ingênua de que por algum milagre as coisas pudessem ser resolvidas dentro das vias democráticas, legais e pacíficas. O crime da procuradora-geral foi positivo porque perfaz a última "aproximação sucessiva" anterior à intervenção, consumando a sua inexorabilidade, que estava na dependência da observância dos últimos eventos ainda dentro da ordem civil privada e criminosa. O último pseudo-resquício de ordem pública vigente foi dissipado pela atuação criminosa da procuradora-geral da República, que com esta denúncia inepta revogou o voto de confiança que todo estreante tem por parte de quem costuma ser otário por acreditar que do esgoto pode surgir algo que preste.