Contagem regressiva: em 14 dias Moro fora da lava-jato | Blog do Serviço Nacional de Informações | Portal Militar

Blog do Serviço Nacional de Informações

Perfil do golbery
Acompanhe os Blogs da sua conta no google, yahoo e outros. Você pode escolher receber por email informação de novas postagens nos blogs. Fique Ligado.

Legislao

Contagem regressiva: em 14 dias Moro fora da lava-jato

Publicado em 18 de Abr de 2018


1087 Visualizações


fonte: www.globalizacao.net/informativo.asp

 

18-04-2018   -   CONTAGEM REGRESSIVA: EM 14 DIAS MORO ESTARÁ FORA DA LAVA-JATO

 

          As cartas todas estão dadas e já antecipamos aqui com exclusividade. A partir do dia 2 de maio Sérgio Moro estará fora da "lava-jato".


          Os processos que não chegaram em fase de alegações finais e que sejam relativos a ex-ocupantes de cargos com prerrogativa de foro serão remetidos ao STF. É a situação de Lula no sítio, no instituto, nos caças, na obstrução e no que mais aparecer.


          Moro ficará apenas com os processos de quem não ocupava cargo público com prerrogativa de foro ao tempo do crime, ou seja, dos peixes pequenos.


          Do dia 2 de maio em diante, todos os ocupantes e ex-ocupantes de cargos públicos que cometeram crime e que tinham ou têm prerrogativa de serem julgados no STF (e que ainda não foram denunciados ou cujos processos não chegaram ainda em alegações finais) serão julgados no STF.


          Opcionalmente, a critério do STF, em fase posterior, ou imediatamente, os processos dos "peixes pequenos" poderão ser avocados, alegando-se conexão e continência.


          Dependendo do sucesso da operação, mais adiante os processos que já resultaram em sentenças poderão ser anulados, a depender da reação das ruas a partir do dia 3, quando Moro então estará fora.


          Trata-se de um golpe no STF, violação da coisa julgada decidida em 1999: o cancelamento da súmula 394 do STF. Será cancelado o cancelamento e a súmula vai voltar a valer. A súmula 394 em si não vai ressuscitar formalmente, ela vai "reencarnar", será a súmula vinculante 57, a ser aprovada quando da aprovação da proposta 115 de súmula vinculante, PSV 115. Assim, repetindo: será cancelado o cancelamento da súmula 394. Cancelado o cancelamento. Mas isto não está dito, ficará subentendido. Será uma repristinação tácita da súmula. E cujo entendimento voltará a valer, mas de modo vinculante.


          Veja nas postagens anteriores as matérias referentes. Ou consulte o vídeo abaixo:

 

 


          Trata-se de um golpe no tribunal que vai aproveitar o feriado prolongado e a conseqüente formatação do cérebro das pessoas para salvar os réus que ainda não foram fisgados por Moro. E entre eles estará Lula, pois todos os processos restantes de Lula não chegaram em alegações finais. Serão remetidos ao STF.


          Enquanto isso, uma multidão de bandidos e de palhaços da imprensa  fica repetindo que a ação no STF a ser encerrada no dia 2 de maio, com os últimos três votos, vai acabar com o foro privilegiado. É mentira. A má redação proposital do voto deixa subentendido que a 394 volta a valer, travestida de omissão na redação da súmula vinculante 57: não haverá ressalva quanto à coisa julgada decidida em 1999, como preconizado no voto de Marco Aurélio, o único voto vencido. Ou seja, a súmula vinculante 57 que vai sair deveria ter uma ressalva: o decidido em 1999 continua valendo, ou seja, quem for denunciado depois de perder o cargo ocupado será julgado na primeira instância. Isso não vai ficar escrito e ficará subentendido o contrário. E no voto vencido de Marco Aurélio ele pede que seja feita esta ressalva, mas ninguém acatou o seu pedido. E de propósito, pois todos querem que não haja ressalva mesmo. O tal "elevador processual" vai acabar, mas Moro também, seja como regra geral, seja para a fase de transição.


          Quem nos acompanhou aqui desde 2009 viu se confirmar tudo o que foi previsto.


          Faltam 14 dias, contagem regressiva.

 

______________________________

 

          Enquanto isso, no Congresso Nacional, será aprovado na calada da noite um projeto de lei, alterando o Código de Processo Penal. A alteração será usada pelo STF como pretexto para votar a ADC 43. E isso vai acontecer a qualquer momento.


          Enquanto isso, o pato Aécio Neves tem sua denúncia recebida pela 1ª Turma do STF. No andar da carruagem, será um dos poucos tontos a serem condenados, para o tribunal mostrar serviço para enganar otário. E isso acontecerá também porque o senador é um frouxo. Vai ser um "boi de piranha". Mais um. A máfia do PMDB, com exceção de Eduardo Cunha e de Cabral e seus asseclas, está toda salva já, em abrigo pelas novas varas de Brasília, criadas só para Joesley, Sarney e companhia. Vai tudo terminar em "pizza" para o PMDB e para Alckmin. Para o resto dos palhaços, cadeia. Mas por enquanto só. Restará Palocci, que vai ficar em prisão preventiva, Dirceu por ser reincidente e os que já cumpriram o período de detração penal. O tonto Aécio será condenado, pois será julgado em instância única, servindo de exemplo para os bobocas que ainda acreditam no STF. Não deixa de ser hilário: um senador de uma oposição corna vai ser o palhaço que vai pagar o pato, servindo de bode expiatório.


          As atenções devem estar focadas no Congresso principalmente. É de lá agora que sairá a brecha para o STF rever o já decidido. A má redação proposital dos projetos servirá de pretexto para rediscussão. Havendo pretexto, é o que basta para os bandidos do STF agirem.


          A única solução técnica efetiva que o Congresso poderá adotar será criar efeito suspensivo para o recurso especial no STJ em matéria penal, alterando-se o Código de Processo Penal na parte relativa aos artigos revogados 632 a 636 e na parte relativa aos artigos 637 e 638. Possivelmente serão mantidos os artigos 637 e 638 e criados artigos novos do 632 ao 636. Criado o efeito suspensivo para o recurso especial, as portas para o STF estarão abertas e ele vai escorar sua revisão de entendimento numa decisão do Congresso, ficando então coberto por uma alteração substantiva da lei, seguindo-se na picada aberta por Toffoli. Os projetos no Congresso serão logicamente preparados por ex-ministros corruptos do STF e postos em votação na calada da noite, possivelmente como emenda descabida a algum projeto próprio de alteração da legislação penal em tema específico, ficando então como enxerto extravagante de última hora.


          Assim, as portas das cadeias serão abertas para todos, pois daí em diante o STJ ficará aborrotado de recursos especiais, travando a execução penal por mais longos anos, o suficiente para que Lula morra em paz, de morte natural. Nesta situação, os criminosos que já interpuseram recurso especial sairão das penitenciárias e CDPs e os que forem daí em diante acusados aguardarão tudo em liberdade e na delinqüência, mesmo sendo reincidentes. O Congresso Nacional assinará a sua decapitação em praça pública. Bandidos do STF e do Congresso já não têm privacidade na rua. Depois disso é indescritível o que vai acontecer, sobretudo porque o povo também estará albergado pelo salvo-conduto para o crime que será expedido, não havendo mais porque restrição legal alguma ser respeitada. Seja um estupro, seja um linchamento em praça pública, seja um roubo, seja uma corrupção bilionária, tudo terá de aguardar o trânsito em julgado para ser punido, depois de mais de meio século. Nesse cenário, Congresso e STF passam a ser cadáveres à espera da execução em praça pública, como ocorreu com o rei, em 1789, na França, em idêntica situação. A intervenção militar, neste cenário, será inevitável, pois após as guilhotinas que porão fim ao STF e ao Congresso o vácuo político no comando do Estado terá de ser ocupado, para impedir a continuidade da anarquia descontrolada e medonha que irá se instalar. Caberá então ao Comando se antecipar, para evitar o banho de sangue e, ao mesmo tempo, conter a turbulência econômica resultante do vácuo político e da insegurança jurídica generalizada, que só faria agravar a anarquia resultante da caixa de pandora aberta pela corrupção judicial sem limite.


          Os marginais do STF vão se escorar então nos marginais do Congresso, para tentar quebrar a maré montante da anarquia, que não ocorrerá apenas por conta da revolta da sociedade civil, mas também por conta da criminalidade desenfreada e exponencial que tomará lugar com o esvaziamento das cadeias, aumentando a descrença, a revolta, o ódio e a vingança dos próprios cidadãos de bem, que não terão mais em que se espelhar ou acreditar para conter seus "instintos mais primitivos". Não sendo assim, absolutamente nada pode fazer o STF para mudar a situação da COISA JULGADA no tema 925 de repercussão geral. Optarão os marginais então pelo escoramento no Congresso, mas mesmo assim não haverá como conter o estouro da boiada. Virá tudo abaixo, tal como foi em 1789.


          E tudo isso sem falar em que, também, a qualquer momento, poderemos ter o novo Roberto Jefferson. Só que desta vez não será um Roberto Jefferson que em 6 de junho de 2.005, por livre e espontânea vontade denunciou o Mensalão numa entrevista à Folha de S. Paulo, dando início à CPMI dos Correios no Congresso e a à ação penal 470 no STF. O Roberto Jefferson de 2018 vai colocar tudo na internet, com acesso livre, para a imprensa replicar. Mas não será informação sobre o Mensalão no Congresso, será informação sobre o Petrolão do STF. Isso poderá antecipar todo este caos, ponto fogo em tudo. Desta vez, ao contrário do que ocorreu em 2.005, não há um Roberto Jefferson, há vários Robertos Jefferson, vários, todos eles em fila e roendo os dentes para saber quando tomarão a decisão, pois a fila aumenta a cada dia; e quem falar deixará o resto da fila sem ter o que delatar. É agora um teoria do jogos coletiva, não são só dois criminosos em salas separadas. São vários.


          Enquanto isso, a esbórnia segue, com Demóstenes Torres podendo se candidatar, após decisão do STF. Sua cassação foi política não apenas ante elementos determinantes de sua culpa, mas sobretudo ante seu humilhante pedido de clemência vergonhoso, pedido de perdão, em que ele se ajoelhou perante a máfia petista e perante Renan implorando por condescendência, falando como uma moça virgem em seu depoimento fajuto quando da apuração dos fatos no Senado, quando então ia a vestal ser estuprada por todos os animais, sedentos de vingança diante da petulância de um farsante que ousou peitar Renan, como se fosse alguma coisa, quando então Renan era ainda alguma coisa, o monarca de alto clero. Independentemente de qualquer culpa atinente a atos de ofício, houve quebra de decoro parlamentar, com um procurador e senador servindo de "office-boy" de um contraventor, um vexame incompatível com a dignidade das duas funções públicas.


          Aécio é "lava-jato" e deveria estar na segunda Turma do STF. Mas, na salada do caso Joesley, ele acabou indo para a primeira Turma. Vai dançar. As descupas esfarrapadas foram formando sucessivas incongruências. Ele não tinha dinheiro e queria um empréstimo para pagar advogado. Agora coloca o dinheiro à disposição do juízo. Palhaçada. Mesmo que fosse um inocente, na primeira Turma ele seria condenado pelos carrascos sofistas petistas, tal como ocorre com Bolsonaro. Sendo Aécio culpado, será rifado, para o STF mostrar serviço, dando cabo de um boiola político, o representante-mór de uma oposição corna de santos chuchus do pau oco. Nessa parte o Santo se deu bem. Como candidato, seu destino, porém, está selado. Um monte de inhames, palmitos, amoedos, quiabos e outras coisas insossas e sem sal entraram no páreo, para dividir os seus míseros pontos percentuais.


          É intervenção militar, com dissolução dos três Poderes. Não vai ter eleição. Faltam 14 dias para mais um golpe do STF, com violação da coisa julgada: tirar Moro da "lava-jato" e tirar o resto dos processos de Lula das mãos de Moro. Nós avisamos. Faltam 14 dias. Lula estará livre de Moro. Mais um golpe dos bandidos do STF para salvar os tubarões. E eles mesmos também.